Notas iniciais
Dia corrido, não deu pra postar muito, mas aqui esta, pelo menos um pra vocês. Espero que gostem!!

– Ai príncipe, e agora, a gente vai ter que esperar pra contar, não é. – Anita falava a Ben com uma certa decepção, quando os dois estavam abraçados sobre a cama, no quarto dela.

– Bom à gente já esperou tanto não é, não custa esperar mais um pouco. – Ben disse, seguido de beijos.

– Tem razão, até lá a gente continua assim, fazer o que. – Anita constatou, com uma cara chateada.

– Não fica assim, pra que isso, desmancha essa tromba. – Ben implicou com ele.

– Vou tentar. – Resmungou ela.

– Vou te dar um ótimo motivo, pra você fazer isso. – Falou ele sorrindo debochado.

– Ham, e qual seria, vai ter que ser muito ótimo, mesmo. – Ela disse, sorrindo.

– Que tal esse. – Respondeu ele, a puxando pela cintura pra cima dele, seguido de um beijo.

– Seu maluco. – Gargalhou ela.

– Você tem alguma duvida, de que eu sou maluco por você. – Ben perguntou rindo.

– Eu, não, só não sei por que, que eu ainda to perto de você não é, perigoso isso. – Brincou Anita debochada.

– Mais eu sei. – Disse ele com um beijo.

– E por que. – Indagou ela fazendo-se de desentendida.

– Porque, você não vive sem mim. – Ben respondeu rindo.

– Ah é, nada convencido você. – Anita implicou, achando graça.

– Só um pouquinho. – Falou ele, e os dois uniram-se em um beijo empolgado.

– A porta. – Anita falou, quando escutou alguém bater.

– Não tem ninguém, volta depois. – Ben gritou, parando de beija-la por um momento, mas voltando a beija-la em seguida.

– Que isso, tá maluco garoto. – Anita cochichou, parando o beijo novamente.

– Vem cá, você já pensou em colocar uma plaquinha, de não perturbe, nessa porta. – Falou ele, impaciente.

– O quarto não é só meu, não é. – Disse Anita.

– Então vamos pra garagem vai, lá pelo menos não tem tanta gente que divide o mesmo espaço. – Sugeriu ele sem se importar, partindo para um outro beijo.

– Ben que isso, se tá louco. – Anita murmurou o afastando.

– Louco, eu to ficando, e olha que o motivo não é esse, isso é só uma causa, que ajuda a causar o motivo. –Afirmou ele.

– Eu vou atender. – Anita comunicou, quando viu alguém bater novamente, e se levantou.

– Não, não, não deve ser nada tão importante. – Disse ele a segurando pela cintura.

– Para, sossega. – Anita retrucou, afastando a mão dele e indo abrir a porta.

– Impossível. – Ben falou se levantando.

– Oi Cícera. – Anita disse quando a viu.

– O que vocês estão fazendo ai, a Vera e o Ronaldo já estavam, querendo vir aqui dar uma dura em vocês, tem visita não é gente, não é hora de se trancaram no quarto. – Ela os repreendeu.

– É, pois é. – Anita respondeu, nada contente.

– A Vera tá chamando, e porque a porta tava trancada com a chave. – Questionou ela os encarando.

– Ah mãe, não enche. – Ben resmungou, sem a mínima vontade de responder.

– Eu, vou tomar um banho e vou lá pra sala, e ajudar a mamãe na cozinha. – Anita explicou.

– Tá bom Anita. – Disse ela. – E você, vai ficar fazendo o que ai. – Cícera perguntou para Ben, que permaneceu sentando a cama.

– Vou esperar a Anita. – Ele falou.

– Você vai é descer, lá pra sala, esperar sei, ela vai tomar banho você vai ficar fazendo o que aqui. – Cícera esbravejou.

– Afff, meu deus do céu, eu esqueci de me ajoelhar no milho hoje, não é, pra pagar os meus pecados, porque só assim pra merecer isso. – Ben se levantou reclamando.

– Olha aqui, você me respeite, eu te criei moleque, e você não se faça de inocente não Benjamim. – Afirmou ela.

– Ah tá. – Ben sorriu irônico. – Fui. – Disse ele saindo, Anita apenas ficou rindo dele.

– Ta vendo onde você se meteu, às vezes reclama até da sombra. – Falou Cícera, achando graça do filho, Anita riu ainda mais do comentário dela.

Mais tarde.

– Oi mãe, posso te ajudar em alguma coisa. – Anita questionou chegando à cozinha.

– Que isso Anita. – Vera indagou, com um certo incomodo quando a viu.

– Que isso, o que. – Anita não entendeu.

– Toda de preto, pra que isso. – Vera indagou.

– Olha só eu não voltei a me revolta, não tá, pelo menos por enquanto, deu vontade só isso. – Anita respondeu meio irritada.

– Tem visita, o que a Marta não vai pensar. – Vera falou com espanto.

– Que talvez eu não sou uma patricinha fútil, porque é isso que a filha dela é. – Anita resmungou, em tom de voz baixo.

– Filha, elas são minhas convidadas, você não destrate elas. – Disse Vera, não entendendo o jeito dela.

– E você depois vai me explicar que loucura delas aparecerem aqui, e você aceitar. – Anita taxou, sem paciência.

– Tá depois conversamos, mas agora me ajude. – Vera pediu.

– Vou ajudar por você, mais eu não gosto de gente preconceituosa, e ainda mais que se acha melhor que alguém. – Anita afirmou nada contente.

– Depois do jantar.

– Eu preciso, te dar um beijo de boa noite, sério. – Ben afirmou, chegando por trás dela, enquanto a garota terminava de lavar alguns copos, e os demais conversavam na sala.

– Sem chance, melhor a gente deixar pra amanhã, eu ainda vou ter que ajudar a mamãe a preparar a cama das donzelas, e depois óbvio que eu vou ter que dormir. – Anita falou, com irritação.

– Vai lá na garagem depois. – Disse ele, com intenções.

– Não, com essas duas aqui é melhor eu não ficar vagando pela casa, pelo menos hoje, imagina se elas me encontram no teu quarto no meio da noite, o que elas vão pensar. – Anita afirmou.

– Que a gente é irmão. – Ben debochou.

– Não brinca, não tem graça isso, a gente não é irmão, e nem fazemos coisas de irmãos. – Anita o repreendeu rindo, enquanto enxugava as mãos no guardanapo.

– Não, mais elas não precisam saber. – Rebateu ele, sem se importar.

– Anita. – Vera a chamou.

– Ta vendo, boa noite, melhor a gente sair mais cedo amanhã, pra ir pro colégio. – Anita falou, com um sorriso travesso.

– Que remédio, vou sonhar com você né, foi só o que me sobrou. – Disse ele se fazendo de chateado.

– Quem sabe a gente não para no mesmo sonho. – Afirmou sorrindo Anita, indo até Vera logo depois, ele apenas cruzou os braços e ficou escorado a pia.

Notas finais
Até mais!!!