E se eu te amasse?
11 Faça-me gozar Swan.
Notas iniciais
POV Swan
Onde será que ela se meteu? — Andava de um lado para o outro tentando imaginar para onde ela tinha ido. Era domingo, ela não iria a prefeitura, ou ela foi para casa ou para algum lugar que eu não fazia a mínima idéia. Resolvo passar na casa dela.
Regina?— A chamo enquanto abro a porta. Você está aí? — Vou à cozinha e não tem ninguém. Na sala, nada! Resolvo subir as escadas.
Regina? — Abro a porta do quarto e a encontro deitada na cama, tinha pegado no sono. Pelo seu rosto inchado percebo que ela havia chorado. Só não entendo o motivo disso tudo. Será que realmente ela ficou com ciúmes ao achar que eu tinha algo com a Ruby, mas ela havia me perguntado isso quando nos conhecemos e eu já tinha dito que não. E mesmo se tivesse algo com Ruby, não havia motivos para ela agir desse jeito. Aproximo-me e sento ao seu lado na cama, ver ela tão frágil assim me dava vontade de abraçá-la. Fiquei admirando ela dormir, até dormindo ela é linda. Perco-me em meus pensamentos quando escuto a sua voz.
Emma?— Ela fala sentando-se na cama.
Oi sim. Desculpe ter entrado sem sua permissão, só queria saber o que aconteceu para você sair daquele jeito.
O que aconteceu Emma? Você me deixou esperando enquanto subia para tomar banho com Ruby, você acha que eu nasci ontem? Vocês duas tem um caso, só não entendo porque você mentiu para mim!— Ela falava enquanto tentava esconder o rosto.
Regina calma! — Coloquei as mãos em seu rosto. Eu não tenho um caso com a Ruby, e mesmo se eu tivesse ainda não entendi o motivo para isso tudo.
Esquece! Você não entenderia.— Falou tirando a minha mão do seu rosto.
Regina, eu não tenho nada com a Ruby.
Não me interessa Swan. — Levantou-se.
Interessa sim!— A puxei pelo braço.
Não sei de onde veio a coragem.
Mas eu a beijei!
Quando meus lábios encostaram-se aos dela, pareciam que ali sempre foi o lugar deles. O beijo foi leve, devagar e simples. Queria sentir cada parte dos lábios da Regina no meu. Minha mão esquerda subiu ao pescoço dela, enquanto a direita agarrava sua cintura. O beijo durou alguns segundos.
Ela soltou-se de mim.
O que você está fazendo? — Falou exaltada.
Regina desculpe e eu não sei o que aconteceu.— Queria um buraco para me esconder.
— Dane-se! Ela me puxou para mais um beijo, mas dessa vez o beijo foi mais urgente, mais quente! E fomos parar na cama.
Regina subiu na cama de joelhos, projetando seu corpo em cima do meu. Sustentando seu peso nos cotovelos, me encarou por alguns segundos. Lentamente beijou meu pescoço. Fechei os olhos e suspirei. Como era possível essa mulher mudar assim de uma hora para outra.
Roçando minha pele com seus lábios até minha orelha ela disse:
— Vamos ver se eu vou perdi mais Swan.
Como não me entregar a uma mulher como Regina? Que conseguiu me consumir por completo em apenas alguns dias. Ela conseguia possuir todo o meu êxtase com apenas algumas palavras. Com a ponta do nariz, escorregou até minha boca. Mas não me beijou, apenas pairou a milésimos de centímetros de distância deixando a ansiedade me torturar. Ficamos nos encarando por alguns segundos. Quando arrasto minha mão por baixo de sua blusa e toco seu seio esquerdo a fazendo suspirar. O centro do meu corpo suspirou e minha boca ficou seca, ela com leves beijos teceu o caminho até minha orelha deixando a minha pele arrepiada.
— Faça-me gozar Swan.— sua voz era rouca, baixa. Meu centro há essa hora já estava completamente molhado. Involuntariamente um gemido escapou dos meus lábios.
Isso Swan, assim mesmo.— Levando minha mão até o seu seio direito.
Movimentou-se sobre o meu corpo colocando uma mão sobre o meu seio. Enquanto isso brincava com meu pescoço, fazendo me gemer baixinho. Ela desceu os lábios em direção ao meu decote, acompanhando o arfar dos meus seios.
— Vamos nos livrar disso.— Levantou o corpo e começou a descer minha calça. Seus olhos atentos vagaram o meu sexo, deixando-me completamente vermelha. Em seguida retirou a sua roupa a jogando no chão. Voltou a me beijar e sua mão desceu até meu sexo fazendo movimentos circulares.
Abra as pernas Emma.— Sua voz continuava fraca e inalterada.
Regina.
Abra! E a ordem vibrou dentro de mim. Suas mãos correram dos meus joelhos as minhas coxas, cada dedo pressionando minha carne na medida certa. Abri os olhos a tempo de vê-la se inclinando e voltei a fechá-lo quando um beijo singelo foi depositado no meu centro de prazer. No exato momento em que seus lábios tocaram aquele ponto, meu corpo arqueou e eu gemi, deliciada demais para ser contida. Primeiro eram apenas seus lábios, me explorando, fazendo-me amolecer de uma forma inexplicável para a física, depois ela completou a brincadeira com a língua. Puta merda!
Re..gi..na— Meu corpo ficou mortalmente sensível.
Sem esperar mais segurei o seu pescoço com minha mão direta e inverti a situação caindo sobre ela na cama, como um tigre que ansiava pela sua presa e se deliciava com ela, coloquei minha boca em um dos seios de Regina enquanto minha mão mexia em seu ponto de prazer. Não tinha coisa melhor do que ouvir Regina gemer meu nome, de todas as musicas que eu já tinha ouvido a sua voz com toda certeza era a minha preferida. Desci os meus lábios depositando beijos sobre todo o corpo dela, até chegar em seu ponto de prazer e com a língua começar a explora-lo. O gosto da Regina era bom, e a mistura da sua voz com seu gosto me dava mais vontade de te-la mais e mais. Coloquei dois dedos dentro dela enquanto minha língua brincava com seu ponto fazendo com que ela desse um gemido alto.
Ela tinha gozado!
E só com o prazer dela, eu também!
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