E se eu ficar?
27 Se arrependimento matasse...
Notas iniciais
Não é fácil ver a pessoa em que mais tomamos como exemplo se tornar o câncer de derradeiros, tristezas e egoísmo. No capítulo anterior podemos ver o quanto a dor, a febre e a raiva, podem tornar homens bons em cruéis. Mike foi vítima de tal mistura de sentimentos que ocasionou a ação de quase aniquilar seu próprio pai maquiavélico, apenas com a força de seus punhos. Naquele exato momento sentimos a razão ou não em que ele se deixou levar por inteiro ao tamanho ódio. Dodds abandonou sua mãe no momento em que ela mais precisava para enfrentar o seu câncer terminal. Incriminou seu próprio filho, sem piedade, por total baixa auto estima e desiquilíbrio acarretados de ciúmes doentios da relação saudável em que ele tinha com sua esposa — quando dividia o teto com ambos. Mike repudia a tudo que o seu genitor exemplifica e faz impiedosamente. Entendo até certo ponto a indignação dele ao agredi-lo e o deixar completamente ferido. O ser humano não é perfeito.
Eu, a autora, fiz questão de frisar a tal agressão. A raiva já me dominou por inteira porquê presenciei o sentimento de igual modo. Encarei corajosamente a quem me pôs a nesse mundo — não o chamo de pai até hoje por quê não vive comigo e passou longe sua criação. Nome registrado não indica absolutamente nada! Minha irmã estava grávida de cinco meses. Era uma briga feia. Esse cara quis batê-la mesmo sabendo de suas condições físicas. Iria matar o bebê com sua completa raiva já que foi corajosamente enfrentado por ela, ao dizer que não gostava de seus erros e deveria mudar. Ele se sentiu afrontado por sua própria filha apontar suas penalidades. Como irmã, fui intervir ao ato monstruoso que estava aflorado em seu estado emocional. Empurrei ele pra cima do guarda-roupas e o mantive pressionado ao objeto com toda a minha força. Era a força dele contra a minha, via certo terror ao rosto de minha irmã sentada na cama sob a proteção de minha vó. Eu cheguei o agredir. Tive essa raiva e sobrevivi! Bem, a verdade é que alguns pais que erram não aceitam que seu filhos possam ser melhores. Querem que eles sejam escravos do seu próprio exemplo de fracasso. Mas se você tornou-se ou escolheu ser diferente, sim, você venceu! Felizes são também, àqueles que nunca tiveram estes problemas com seus pais!
O que essa introdução tem haver com esse capitulo? Diversas coisas!
Deixo bem claro, não faço apologia alguma à violencia entre pai e filhos. A conversa ainda é o melhor remédio para tudo. Apenas ressalto, em último caso, a ação e a medida drástica que pode ocorrer quando alguém se encontra cansado de tantas injustiças e frieza contra àqueles que mais buscam seu reflexo. A ação é imediata e a escolha por tal "correção" pode gerar consequências graves.
Independente do que possam ter feito o respeito é sempre primordial!
Era o dia que Mike estava programando tudo para voltar aos braços de Olivia. O dia seguinte e mais tenso de sua vida, após ter esmurrado e deixado Dodds desacordado bem em frente à sua antiga casa. Vergonha alheia foi e todos testemunharem a cena da derrota do pai intocável. Esses são pequenos detalhes perto do seu estado de saúde que é gravíssimo. Ele foi levado ao hospital, e se encontra em coma induzido depois das várias pancadas lançadas por Mike e não tem previsão de alta. O ex sargento estava sentado em frente ao quarto de seu pai e aguardando por mais notícias sobre seu estado de saúde. Ele não contava com a visita inesperada de Erin.
— Mike, não contava lhe reencontrar aqui e nesta situação tão controversa. — sorri ao aproximar-se dele. Ela se depara com um Mike bem tranquilo quanto a situação de seu pai. Ele a abraça com bastante carinho, recebendo-a com muito afeto.
— As coisas não andam como nós planejamos, mas o importante é estamos vivos para passar por certos momentos mais que ruins e, depois, desfrutar da verdadeira alegria. — mantêm certa serenidade em sua voz e um sorriso meio tímido ao olha-la. Ele vê Erin sentar-se à poltrona ao lado da sua e lhe dar toda atenção.
— Sabe, Mike, vim pra cá para lhe dar completo apoio. Todos ficaram sabendo, inclusive a imprensa que cercavam a entrada do hospital. Seu pai não é aquela maravilha de pessoa... Mas também não merecia estar em coma e no pior momento de sua vida. — ressalta com certo receio em sua voz, evitando julgar a ação de seu amigo e ex-namorado.
Ela continua o observando ao vê-lo ficar cabisbaixo ao automaticamente ser lembrado do que fez. O ex-sargento segura as mão dela e encontra sua testa a elas.
— Sei que posso ter errado. Aquilo foi um impulso com completa raiva ao esmurra-lo. Se ele não escolhesse sua carreira e poder, poderia estar junto da minha mãe em que sempre jurou cuidar. Hoje, você sabe muito bem como ela está. Não sabe?! — ergue sua cabeça e torna a manter o contato visual com a Detetive.
Ainda segurando firmemente as mão dela, desabafa, mas não deixa cair se quer uma gota de lágrima.
— Sei sim... — suspira um pouco sentida. — Mike, me desculpe pelo o que vou lhe dizer agora. É que veio em minha mente algo em que não pude evitar. — mostra-se um pouco agitada. Se levanta da poltrona e recosta à parede em frente a ele pensativa sobre algo em que tem de revelar.
— Eu conheço esse seu jeito... O quê quer me dizer ou descobriu? — a indaga um pouco assustado.
Continua sentado ficando à frente da detetive e balança seus pés demostrando ansiedade.
— Não acha meio conveniente seu pai ser surrado por você bem no exato momento em que iria chamá-lo para testemunhar a respeito da morte de Ryan e do estelionato com sua assinatura falsificada. Não é estranho? — revela com certa dúvida em sua voz.
— Do meu pai, não duvido mais de nada! E ele apareceu do nada lá na casa da minha mãe e como sabia que estaria por lá? — fica eufórico ao começar a montar peças junto de suspeitas em sua cabeça. Logo leva as mãos a testa, se curva debruçando seus cotovelos em ambas suas coxas e vai se ajeitando irregularmente ao móvel que estava acomodado, ficando bem na pontinha do estofado deste. Ameaçava levantar de tanto nervoso.
Erin anda de um lado a outro do corredor bem pensativa sobre quem pode estar ajudando ao Chefe William Dodds em saber de todas as coisas que ocorrem na Inteligencia.
— Claro, Mike. O Comandante Fischer! — estala os dedos positivamente tendo ótimas notícias. — Sim. É ele mesmo que está por trás disso. Esse homem está enchendo o nosso saco lá no Departamento. Por isso ele deixava seu pai a par de tudo na Inteligência! — completa, sustando um certo suspense em sua voz e volta a sentar-se novamente em seu lugar.
— O ruim será você mexer com peixes grandes sozinha, Erin. Quero muito que tenha cuidado! Mesmo meu pai estando desacordado, ele tem ao Fischer. Não queria me meter com o Voight novamente, mas não vejo outra saída. — lamenta e torna a ficar desapontado outra vez.
— Mike, vá para casa e cuide de sua mãe, da Olivia e os bebês. Essas são as pessoas que mais precisam de você, neste exato momento. Não se preocupe comigo. — o consola. Põe uma de suas mãos ao ombro dele e o acaricia levemente.
— Eu vou! Chegou a hora de ter em meus cuidados àqueles em que acho ter feito por merecer, depois de tanta burrada em minha vida. Espero que quando meu pai acordar, tome ciência do que fez e pague por tudo. — diz, ainda muito tranquilo. Logo se ergue e vai em busca do médico responsável pelo tratamento de seu pai. Mas antes disso, Mike vê Erin reagir instantaneamente e lhe abraçar calorosamente.
A Detetive soube abrir mão de seu grande amigo e descansa-lo ao mandar de volta para NY. É verdade que estará no comando de uma Unidade que se encontra passando por certas metamorfoses controversas assim que Voight dizer o seu "adeus" à frente do próprio Comandante Fischer. Enquanto isso não chega...
Mike iria saindo do hospital sem muitas expectativas sobre a saúde de seu pai. O Doutor não quis revelar a fundo o que o seu trauma na cabeça poderia ocasionar futuramente. Ele não quis criar uma falsa expectativa no ex-sargento mas tudo indica que algo mais sério pode estar a surgir em seu pai. Dodds está agora sob custódia da Inteligência de Chicago.
No corredor a Dra. Spivot reaparece. Andando distraidamente acaba esbarrando fortemente com Mike e sendo derrubada ao chão — como aquele primeiro e típico encontro romântico que os dois trocam-se olhares apaixonados, ao caírem próximos um do outro — Com eles não foi a primeira vez e só ela esta carrega esse sentimento.
O reencontro após àquele beijo na prisão.
— Chase Spivot e sua beleza incomparável. Vou começar a achar que você está me perseguindo... — brinca. Imediatamente a levanta do chão e cata todos as suas folhas que estavam espalhadas ao redor.
— Mike, estou sentindo certa ironia em sua voz. Pelo menos na parte em que disse que estou lhe perseguindo. — sorri simpaticamente, não deixando de jogar seu charme.
Repara que ele esta tentando desviar o olhar dos seus e o sente um pouco incomodado em resistir ceder as suas investidas. – Acho que você deve estar aqui pelo seu pai. Fiquei sabendo do seu estado de saúde. É instável, não é? — indaga preocupada, mantendo seus olhos da cor do céu fixos a boca dele enquanto ajeitava cegamente aos seus papeis a uma pasta. Mike ainda se sente desconfortável e trêmulo.
— Claro, Chase... É... muito instável, sim! — a responde um pouco nervoso e sem jeito. Spivot provoca e lhe abre o seu sorriso perfeito e solta gargalhadas macias ao entranha-lo desse jeito.
— Pretende ir embora de Chicago? — continua a indaga-lo. Faz movimentos naturais ajeitando seus cabelos loiros. Ele ainda não contêm o nervosismo porquê lembra da última vez que a beijou e se encrencou todinho. E seu olhar aonde está? Sobre qualquer coisa sem ser a Doutora. Isso esta funcionando bem.
— Não. Irei para NY. Meus filhos e a Olivia precisam de mim. — procura ao maximo ser breve no intuito que ela desista de fazer mais perguntas. Vai se afastando evitando cruzar com esses olhares cativantes e poderosos.
— Bem, Mike, boa sorte em NY. Mande um abraço para a Olivia. Quando os bebês nascerem, vou visitá-los! — se despede educadamente.
Mike apenas sorri e vai em direção a saída rapidamente evitando outro momento embaraçoso e consegue resistir, dessa vez, aos encantos da "sereia".
Ao sair por completo da visão dela, ele se benze contínuas vezes de olhos fechados muito grato a Deus por ter se saído bem em não se entregar a beleza dela e a suas fraquezas.
Em NY, Olivia e Barba aproveitavam alegremente a uma cafeteria. A tenente empanturrava-se de rosquinhas junto de um bom chocolate quente, já o promotor tomava seu inseparável café puro e com algumas gotas de adoçante — elegante até na hora de degustá-lo. Aos dois meses quase completando três, Olivia tinha seus desejos em comer com abundância completamente felizes e sem restrições óbvias. É claro que ela controlava bem a tudo que comia mas hoje era um dia específico para, digamos assim, "dia de gordices". Não tinha sentido tal sensação antes ao carregar duas preciosas vidas em seu ventre. Fazia questão de deixar visível a alegria de poder "apresentar" aos seus gêmeos ao que era doce e isso simbolizava felicidade. Que mamãe mais feliz! Lá estavam os dois amigos aproveitando um dia tranquilo e muito apaziguado pelas ruas. Teve risadas, emoções e é claro, a vida amorosa da tenente no meio.
— Sabe, Olivia, você tem o Noah e está esperando seus dois pequenos tesouros que nascerão saudáveis e felizes. Uma família perfeita e completa, sem dúvidas! Será que você está podendo parar para pensar em seu coração ou está priorizando mais a eles? — a indaga com certo ar de mistério em sua voz. Repara a todos os gestos em que Olivia fazia ao limpar seus dedos e boca emaranhados de açúcar após comer uma rosquinha, até ela abrir a um sorriso como aprovação pela pergunta.
— Barba até aqui você não deixa ser promotor, não é? Que pergunta difícil! — sorri.
Em seguida, Barba se deslancha em sua sútil gargalhada, por alguns segundos, ao gostar do que Olivia fez questão de brincar. Ela soube muito bem disfarçar o nervosismo ao que ele indagava.
— Você sabe muito bem que não poderá criar seus filhos sozinha. Precisará de alguém para ajuda-la incondicionalmente. Chegou a decidir-se à respeito de seu coração? — torna a questiona-la com certa preocupação e um pouco mais sério após o momento divertido. Toma mais um gole de seu café, não tirando os olhos dela ao esperar por sua resposta.
— Eu já amei o Voight. Não vou mentir para você que queria poder ter um filho com ele quando estávamos pensando em nos acertar sobre nossos trabalhos e etc. Tudo mudou à partir que esse acerto não pode ser possível. Até tempos atrás pensava nele, quando repentinamente surgiu o Mike e virou minha cabeça e o coração de uma forma inexplicável! — desabafa, orgulhosa dos dois em que já pôde amar. Deixa seu belo sorriso incrementar ao que já havia ressaltado e vê o promotor reparar certo detalhe e a corresponder sorrindo de forma simpática.
— Então, Olivia, e se o Mike lhe pedisse em casamento... Aceitaria? Quero que seja muito sincera com o seu melhor amigo! — a indaga novamente.
— Eu o amo muito, mas também tenho medo! — o responde vagamente. Muda-se o seu semblante e se distrai ao olhar para as pessoas que entravam e saíam da cafeteria.
— Medo de quê, Olivia? — pergunta e se põe na direção em que ela estava olhando para que prestasse a atenção em seu rosto. Funciona! Olivia sai do modo distração e torna a olha-lo e, ainda sim, se mantém séria sobre o que responderá.
— Medo de não ser mais útil para ele quando estiver com os nossos filhos e se cansar de mim. Também tem àquela branca sem sal ( Spivot) perto dele... roubando o que é meu e o que, agora, estou amando intensamente. — se lamenta, deixando transparecer em sua voz certa tristeza. Bebe ao seu chocolate e desvia o seu olhar de Barba e finge estar prestando atenção ao que passava na TV do local que estava.
— Ele te ama muito, Olivia. Nunca se auto destrua perto de ninguém. Você linda e ela, também. Mas um homem sempre sabe quando avistar aos olhos da mulher que mais ama em sua vida, seus filhos e seu futuro. — a consola, com muito carinho. Vê Olivia sorrir e tornar a olhar em seus olhos e instantaneamente pegar em suas mãos.
— Você é um amigo em tanto. Ainda não sei como nenhuma mulher provou do seu grande valor, Barba. É o amigo e irmão que já levo para vida inteira. Eu te amo meu baixinho. — se emociona e declara-se suavidade em sua voz. Barba logo sente seus olhos lacrimejarem, leva uma de suas mãos a lateral do rosto de Olivia. A tenente sente tal afeto sorrindo e fecha seus olhos ao sentir o toque dele.
— Quero que seja muito feliz, Liv. Se não tivesse um escolhido para tomar conta de seu coração e, eu não fosse seu amigo, não responderia por mim e iria lhe fazer a mulher mais feliz desse mundo... E, eu também te amo, minha chatinha. — corresponde.
Com o mesmo clima de amor e muito afeto, podemos assim dizer que fechamos bem esse capítulo. Não, espera. Acho que não! Uma surpresa ainda aguardava por Olivia logo ao sair da companhia de Barba e ir aproveitando a caminhada de volta para a casa. A tenente aproveitava bem a brisa suave dos ventos em que batia ao seu rosto ao fazer o trajeto. Ela estava com o seu inseparável celular. Sim. Ele é o seu amigo de todas as horas e foi testemunha de muitas emoções — até arremessado contra a parede foi, em forma de total desabafo quando recebeu a primeira ligação de Mike da prisão. O seu aparelho vibra ao receber uma chamada muito importante; ela vê e se surpreende. Era Annelyn, sua sogra. Das duas, uma: Era uma má ou péssima notícia — para ruim e seus sinônimos não há distinção correta. Apenas medo! Ela atende e...
— Alô, Olivia. Sou eu, Mike! — diz suavemente.
— Mike... Que saudades de você! — estampa um sorriso em seu rosto, mesmo sabendo que ele não possa vê-la. Para em um banco, perto de um jornaleiro e se senta.
— Sei que está sorrindo e contente. Consegui sentir em meu coração enquanto meus olhos estavam fechados ao imaginar seu semblante. Não escondo minhas saudades suas, também. — se declara com certo ar de riso e entusiasmo. Mike está na sala sendo fielmente assistido por Annelyn. Ela está assentada ao sofá da sala e bem próximo a ele.
— Você, como sempre me surpreendendo ao adivinhar e acertar meus jeitos, manias e expressões, mesmo estando ao celular... — brinca ao deixar escapar uma risada sutil.
— O amor é basicamente isso. O detalhe com que ele nos forma em uma só carne, mesmo distantes um do outro. — se expressa com um pesar em sua voz. Do outro lado da linha, Olivia percebe e não evita seus olhos formarem suas primeiras lágrimas.
— Eu te quero aqui, comigo e sem mais desculpas...- diz muito sentida. Disfarça e põe a mão ao rosto para que ninguém perceba sua tristeza, já que está na rua e há muitos movimentos.
— Também te quero muito, meu amor... — chora ao telefone.
Annelyn fica observando seu filho ao modo em que ele deixa extravasar todos os seus sentimentos. O mínimo que ela faz para não atrapalha-lo é acariciar seu ombro e sorrir em ver que o amor está acima de qualquer circunstâncias.
— Mike, me escute, estou perto de completar três meses. Não quero mais você longe de mim e perdendo o crescimento dos nossos bebês. Estou um pouco cansada e precisando muito do calor de seus braços. — confessa, suplicando. Mike silencia por alguns segundos e sente muito ao que ela disse, balançando negativamente a cabeça mas mantendo o aparelho ao seu ouvido. Até que...
— Estou indo pegar o primeiro vôo para ir ao encontro de vocês três. Mas, antes de desligar e arrumar as minhas coisas... Você quer casar comigo? — a indaga serenamente e apaixonadamente. O coração de Mike estava, no mínimo, com os seus batimentos cardíacos de 100 a 110, por minuto. Adrenalina era tanta que Annelyn se espantava ao quanto seu filho tremia temendo uma resposta negativa de Olivia.
— Espero ansiosamente por você. Saberá a minha resposta quando ao me ver sorrir ou lhe beijar espontaneamente. Eu te amo. — mantém o suspense e se despede com certa alegria em sua voz.
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