E se Eu Fosse Você?

8 Você me quer? Parte I


Notas iniciais
Espero que gostem ^^

***

Integra como puniçãopara Celas Victória, mandasse como treinamento fosse para um campo de refugiados junto do quartel general...

E já fazia três dias que não viam e nem ao menos o nome da senhorita Celas na mansão Hellsing.

***

___Tudo bem querido? –perguntou Integra se dirigindo para Alucard, ao ver seu semblante um pouco sério e parecendo preocupado.

___Desculpe, mas o que a senhora disse? –fala distraída.

Integra arqueia uma de suas sobrancelhas de leve e pergunta de novo.

____Ah entendi, estava... Quer dizer estou um pouco preocupado com a policial girl. –disse se lembrando como seu mestre a chamava.

___Posso lhe perguntar o do por quê? – fala cruzando as mãos como de costume.

Celas fita Senhora Integra pela primeira vez como se não a reconhecesse.

___Por nada senhora Integra, apenas estive pensativo se ela conseguiria se sair bem. –disse sério.

____Penso que sim, ela é uma vampira, inteligente e bem atraente não acha? – acende um de seus charutos.

Surpreendi-me mais uma vez com aquela insinuação, não é como se fosse à mesma senhora que lhe dirigia a palavra toda vez que pedia para uma missão. Parecia que amos seu mestre e a senhora tinham um modo íntimo de falar, que outros não poderiam participar, pensou.

___Já disse que não precisa mais me tratar com essa formalidade toda, ainda mais depois de nossos casos.

Senti um arrepio percorrer a espinha, várias fantasias me passão a mente, sobre os dois amantes, tentei me controlar um pouco, respirei fundo e falei o mais calmo que pude.

____Sim disso e me perdoe por isso, mas se voltei a trata-la desse modo, creio que isso muda um pouco então as coisas. Se que me entende senhora. –respondeu provocando pela primeira vez sua mestra.

Integra não disse nada diante daquilo, pois não precisava somente seu olhar já dizia tudo! Estava furiosa e alguém iria pagar por aquilo!

___Se não tem mais nada para tratar, vou me retirar. –fala tentando acalmar seu coração e sai.

Antes que Celas fecha a porta atrás de si, escuta senhora Hellsing dizendo.

___Como queira, mas que fique claro que você me serve e, portanto é meu. Não esqueça que temos um contrato e só termina quando eu disser que acabou. – fala ajeitando os óculos.

Fecho a porta e saio sem olhar para trás.

Quem aquela mulher pensa que é para falar assim? Alucard não era mascote ou animal de ninguém.

____Aquela... – não completou.

Nunca sentira tanta raiva da senhora Integra assim, sempre a respeitara e só por que sentia ciúmes de estar com meu mestre ela tinha mandado ele para uma missão, que no caso seria eu. E trata daquele jeito uma pessoa que sempre a servia com orgulho.

___Sim ela é bastante atraente. –encarou-a.

Integra soltou um circulo de fumada, pousou o charuto no cinzeiro.

Passou os dedos arrumando o cabelo sedoso de seu mestre e soltou um suspiro começando a sentir sua cabeça latejar.

Voltou para seu alojamento, bebeu um pouco do vinho ou melhor serviu de todo o líquido que obtinha na garrafa, tirou sem chapéu, sua capa e deitou um pouco...

***

Onde será que seumestre estava? Já fazia dois dias e nenhuma noticia do vampiro. Droga! Se a senhora Integra ao menos lhe respondesse onde tinha mandado ele, ficaria mais aliviada. Pior que nem conseguia se comunicar com ele pelos pensamentos. Pensou tentando achar algum livro que pudesse reverter aquele feitiço.

____Alucard? – chamou Sra. Hellsing.

____Sim.

Escondeu o livro de magia, antes que a senhora pudesse ver e pois um outro em cima.

____Por que não deixa essa poeira de lado presta atenção em mim. – pediu falando com uma voz estranha

.

Virei, olhei para ela e arregalei os olhos, Integra estava completamente seminua com uma camisola verde transparente. Virei um pouco a cabeça tentando esconder meu certo desconcertodiante daquela cena.

___Desculpe senhora por isso. – disse olhando para outro lado, menos para ela.

___Não gosta do que vê? – perguntou deslizando sua mão para camisola curta de seda fina.

Não! –pensou.

____Se me permite dizer essa veste fica muito bem na senhora. – respondeu educada.

____Mas não lhe chama atenção certo? –perguntou de modo interrogativa.

Engoli seco.

Certo!- pensou novamente.

____Por que deveria?

ntegra me fulminou comos olhos.

Ai, ai! Dor de cotovelo era pior que ciúmes. –recriminou-se mentalmente pelo que havia acabado de dizer.

Integra aproximou mais um pouco, praticamente se jogando em meus braços! Estalou os lábios, passando a língua neles e umedecendo-os, com um sorriso sórdido e malicioso. Acariciou meu abdômen fazendo movimentos circulares, de cima pra baixo.

___Er... Senhora... O que está fazendo? – disse totalmente desconcertada.

___Não precisa me tratar tão formalmente, apenas me chama de Integra ou se preferir como antes de In sua In.

Ahãm? O.O QUE?! NEM LOUCA!

SUA IN? O CARAIO! AQUELE ALUCARD QUE A GUARDE QUANDO CHEGAR AQUI ELE VAI VER! –pensou com raiva e se esquecendo da mulher em cima de si.

Suspirou, segurou os pulsos dela firme e disse:

Não sou surda! –o.o

____Estou apenas dizendo para ir dormir, que hoje foi um dia cheio. – desconversou.

Seu corpo enrijeceu sobre seu corpo, Integra ajeitou seu corpo esbelto e colocou um pouco de cabelo por trás da orelha.

___Só me diga o que ela tem de melhor que eu, então te deixo quieto querido. – fala fazendo biquinho que nem uma gatinha ronronando.

Eu hem \\o/

____Na verdade não sei, ela parece mais feminina que antes mais nada. – respondi com cuidado.

___Entendo. – se levanta.

___Que bom (sorri). –Levanta também.

____Sua aprendiza chega à noite Alucard. –fala de repente. É melhor assim quanto antes ele dormir com ela, ele volta para mim. – pensa Integra soltando um longo suspiro.

Surpreendi-me com aquilo e sorri.

***

Terminei de arrumar os livros nas prateleiras, estava contente por ter achado o livro finalmente daquela magia e com muita raiva de seu mestre ele ia ver só.

Saiu finalmente dali, voltou para seu quarto, tomou um longo banho, pensando rindo na morte mais longa para o mestre, terminou enrolou uma toalha em seu corpo magnifico.

Com uma toalha em volta de sua cintura e outra em volta do pescoço sai do banheiro, estava tão concentrada em seus pensamentos que não percebe que tinha outra pessoa em seu aposento ate dar de cara com pares de olhos dourados. Totalmente famintos, mas não de sangue e sim de luxúria.

___Oi meu bebê. – disse uma voz que conhecia muito bem.

Antes que pudesse jogar todas as pragas que tinha em mente. Seu mestre a joga com força na cama, ficando por cima.

-Oh gente que adora ficar por cima hem! – pensa.

Alucard da um sorriso malicioso como sempre.

-Por que isso é gostoso policial. – respondi seus pensamentos.

-Ahh-

-Sentiu minha falta?-

-Não. -

Ele da uma risada alta.

-Mentira bebê. –

____A proposito onde paramos antes naquela floresta? – fala com sorriso enigmático na boca.

-Tcs...

***

Notas finais
*--*