E se Eu Fosse Você?

12 Confissões & Sentimentos novos


Notas iniciais
Outra cena de Hentai e novos sentimentos surgindo. Mas dessa vez com o nosso lindo Alucard.

–Você poderia me explicar agora como pode ter esse descuido?


Fitei meu mestre um pouco sem graça, pois não tinha o que explicar, queria muito mais força e estava com tanta raiva daquilo...


*O que aconteceu? – interrompe seus pensamentos.


Arquei uma das sobrancelhas e permaneci em silencio.


*Quando pergunto algo exijo resposta policial!

*Sei que sim senhor, mas quem deve respostas aqui não sou eu.

*O que quer dizer?


Franzi o cenho impaciente e desde responder, deixei que ele entrasse em minhas memórias assim poderia ver os acontecimentos e tudo o que a senhora Integra havia falado.


–Tenho certeza que agora compreende. – cínica.


Ele soltou um longo suspiro.


–É aquela senhora realmente merece todo meu respeito ela sabe o que quer! – e riu da careta feia que sua doce policial fez.


–Senhora Integra falou a verdade? – insistiu.

–Por que tanto insiste em saber? –desafiou.


Celas respirou fundo.


–Sim ou não? –falou alto.

–Não, isso te deixa melhor? – observando o semblante dela.


Passou vários sentimentos dentro da pequena policial, uma atrás da outra, não sabia se isso lhe deixava melhor, mas não pode mentir que trazia um grande alivio em sua alma.

Sentia que aquele relacionamento com Alucard não poderia dar certo, pensando bem se não fosse pela ironia do destino, não estaria nem tendo esta conversa hoje...


–Aliviada diria, mas e quanto a essa promessa? – quis saber.


Pela primeira vez seu mestre ficará sério. O que causava arrepios e lhe assustava um pouco.


–Escuta Celas, o que eu e a Integra temos nada pode afetar, temos sim um laço que nos uni e promessas... Porém o que sentia pela senhora não passa mais de admiração e se algum dia eu a amei fui à muito tempo.


Não saberia responder se aquela confissão causava mais tranquilidade ou causava certo ciúme.


–O que... O que sou pra você? – gaguejando.

–Nunca senti nada parecido pelo que sinto sobre você, mas não vou te enganar não seria amor e sim paixão. –falou frio.


Sentiu gotas de lágrimas brotarem em seus olhos, sentiu vazio e uma pontada de angustia.


Ele se aproximou dela e ela se se afastou.

Alucard sentiu sua rejeição o que incomodou um pouco.


–Achei o livro mestre. – disse por fim.


Ele encarou Celas e fez um gesto positivo com a cabeça.


Celas pegou o livro que havia guardado na prateleira no quarto, olhou para aquele pedaço do destino, abriu e quando iria dizer as palavras do feitiço.


Alucard segurou o livro, fechou e segurou seu queixo de modo delicado.


–Minh doce vampira sempre te achei especial e linda. – tirando o livro de suas mãos, enxugou as poucas lágrimas que escorria em sua face e mesmo vendo seu rosto por dentro de seus olhos podia enxergar sua policial.


Cariciou sua pele e beijou-a com o mesmo desejo ardente que lhe beijara pela primeira vez, com a mesma promessa daquele dia, com o mesmo carinho e esperança.


Ele não sabia o certo, mas sua pequena despertava sentimentos que antes estavam adormecidos, causava anciã, prazer, deixava louco, causava tantas coisas que também assustava.

Por mais que negasse ele queria cuidar dela e o carinho que sentia transformaram em algo mais profundo!


Tirou a roupa dela de vagar, sugou seus lábios, aprofundando o beijo, ouvindo seus gemidos roncos e por ultimo tirou sua capa grande. Deixando-a completamente nua.


Comtemplou seu próprio corpo.


Empurrou-a pra uma prateleira, fazendo ficar de costas pra si, foi beijando cada parte de seu pescoço, lambendo atrás de sua orelha, causando arrepios, separou suas pernas com cuidado, descendo suas mãos por suas costas torneadas e cariciando com pequenos círculos.


Celas se derretia, se entregava e por mais que sentia aquele vazio, nada importava, se seu Alucard a desejava e o que mais queria era estar em seus braços.


Lembrando-se do feitiço que tinha dito no livro, fechou os olhos no meio de prazer e felicidade murmurou as mesmas palavras.

““Incantion á de plus grandes réalisations d’um autre vampire á une plus petite.”


Alucard sentiu mudar de repente, uma onda de calor por dentro, as vistas ficaram um pouco embasadas e quando abriu os olhos sua doce pequena segurava suas mãos entre as suas e tinha um sorriso maravilhoso nos lábios.


Ele compreendeu que voltavam ao normal novamente, com um sorriso malicioso e alegre em sua boca.


Tirou todo o uniforme de sua policial, empurrou na estante, na mesma posição de antes, mas dessa vez era ela mesma e ele mesmo.


Apertou seu seio com uma mão, massageando, deixando os duros, beijou sua nuca, esfregou seu membro ereto por trás, em seu bumbum, deixando-a louca e implorando pelo amor dele.


Ele deu uma risadinha, apertou sua cintura na dela, gemendo com o toque de sua pele macia no seu.


–Alucard... Ah... Ah – gemia cada vez mais alto!


Ele próprio enlouquecia com os gemidos de sua policial, deslizou sua mão em sua intimidade, masturbando-a, cariciando seu clitóris e o que fez Celas soltar um gritinho de prazer.


E sem aguentar mais, deslizou sem pênis duro em seu bumbum, enfiando com força.


Celas soltou outro gemido, mas dessa vez foi de dor, sentindo seu mestre penetrar mais e mais.


Alucard passa seus braços em volta dela abraçando sua cintura, parou de empurrar, beijou seu pescoço e cravando suas presas nela, mordeu sugando seu sangue e voltou a penetra-la.


Dessa mais devagar, saboreando cada sensação do prazer que sentia dentro de si e que misturava com o sabor viciante de seu sangue.


Forçou um pouco sua presa nela, o que gemeu alto e se sentiu maravilhada com aquela sensação nova e prazerosa.


Alucard sentiu que estava chegando a êxtase máximo, os dois chegaram a seu mais intimo orgasmo junto, Celas depois de sentir que tocava paraíso e seu mestre acabou gozando dentro dela, sentiu o liquido quente e molhando todo.


Não pode deixar de negar aquilo o excitava mais ainda e sentindo sua preciosa policial também gozar em seus dedos.


Riu da carinha manhosa dela, virou o corpo dela, abaixou e começou a sugar seu gozo, lambendo, e enfiando a língua dentro de sua vagina.


Celas sentiu suas pernas ficarem bambas e segurou nos ombros de Alucard pra não cair.


Enquanto ele enfiava sua língua, fazendo movimentos circulares com ela, tirando e pondo de novo; sentiu-a gozar de novo e riu com uma cara safada.


Olhou em seus olhos castanhos claros, mordeu seu pulso e, pois em sua boca para chupar seu sangue.


O que sua pequena aceitou com gosto fechou os olhos sentindo-se excitado e gemeu.


–Minha querida como você me enlouquece.


Ela sorriu e as cores de seus olhos mudaram mais, sentiu seu sexo latejar mais e o que queria era saciar aquela vontade.


Com um sorriso doce, dando beijinhos em seu pulso e sua boca pronunciou um eu te amo. Desabando por cima dele.

Aquela simples frase deixou perplexo por um segundo, mas não pode deixar de beijar sua testa linda e sorrir.


–Eu... Eu também te amo minha policial. – disse vendo-a dormir.

Seu coração bateu tão forte, depois de perceber seu verdadeiro sentimento.


Estava bastante feliz que nem percebeu que Integra havia visto e ouvido tudo que passava ali.


Integra Hellsing, encostou-se à parede, sentindo humilhada e magoada. Com as lágrimas escorrendo em seu rosto, ouviu seu amor confessar para outra.


–Aquela garotinha iria ver só!


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Notas finais
*--* Boa leitura e ate mais!