Notas iniciais
A violência está cada dia mais normal...

E para os enfermos de alma, receito humanidade...

Pois a maldade é uma ferida aberta...

Repugnante e cheia de pus...

Um curativo não é capaz de ajudar...

Mas umas doses de humanidade vão fazer efeito.

E caso não faça...

Condeno-te... Seu assassino!

A forca de teus próprios pecados!

Morreras pendurado na corda,

Que seus pecados trançaram.

Tua alma impuro que me enoja,

Não quero vê-la nem sob um manto de ouro!

Pode até estar banhado,

Mas por dentro fede a podre!

Faltaram-lhe palmadas na infância.

E limites na vida...

A menininha que matas-te friamente... Tua filha!

Ainda chora sozinha!

Minhas narinas já reclamam...

Teu cheiro me incomoda!

Incomodo ansioso e azedo,

Tira-me o sono...

E a liberdade de tuas vitimas,

Morra! Oh homem da alma podre...

Notas finais
Mas isso não significa que é aceitável!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!