Notas iniciais
Hey! Tô aqui de vorta /o/ Primeiramente queria desculpar-me pela demora. Não mentirei. Foi preguiça mesmo e.e Esse cap fui eu (mariazinha u.u) que fiz tá? O pc da iza deu pau e no dá pra ela post. Enfim... Acho que é isso. Enjoy!!! /o/

Os anos foram passando, e Will e Safira ainda sentiam falta dos momentos que passavam juntos se divertindo, brincando...

Durante esses anos, o pai de Safira e a mãe de Willian morreram. Ninguém sabe ao certo como, pois os corpos sumiram. Não se sabe se foram assassinados, acidente, não se sabe nem se eles realmente morreram. Apenas sumiram de um dia para o outro e foram dados como mortos.

Safira, três dias depois que foi adotada, visitou o orfanato e recebeu a notícia que Willian havia sido adotado no dia anterior e que foi pra o exterior com sua nova família.

Com seus 10 anos, tornou-se voluntária no orfanato, para cuidar das crianças. Mas sempre pensava nos momentos que passara junto a Willian.

Ele não era diferente. Ao longo do seu crescimento, aprendeu como administrar as empresas de seu pai, para que quando completasse seus 18 anos, pudesse assumi-la.

Quando os dois já tinham 16 anos, já estavam cursando o segundo ano médio. Ambos tiravam excelentes notas e tinham muitos amigos, diferente dos tempos no orfanato.

Em uma noite fria de Nova York, a Senhora Stranger estava voltando de suas compras para jantar com seu marido. Estava dirigindo tranquilamente quando é parada por um homem que trajava uma roupa preta e usava uma toca cobrindo seu rosto, com buracos apenas para os olhos, nariz e boca. Apontou a arma para ela e a ameaçou:

–Desça do carro ou eu atiro!

O seu coração estava acelerado. Descia ou não do carro? Jamais havia sido assaltada, muito menos ameaçada. Nunca apontaram uma arma em sua direção, nunca havia passado por algo assim.

Tomada pela dúvida e pelo desespero, ela desceu do carro e parou em frente ao bandido, ficando imóvel.

Ele acertou o revólver em sua cabeça brutamente, fazendo-a cair no chão desmaiada. Carregou a mesma para dentro do porta-malas do carro escuro como a noite e saiu em disparada para um destino desconhecido.

Nesta mesma noite, neste mesmo horário, o Senhor Daley voltava a pé de seu trabalho contente por conseguir uma promoção, quando avistou um homem forte, com um pedaço de madeira em sua mão. Tentou passar despercebido, mas o mesmo o parou.

E aí? Como prefere apanhar? Com o pedaço de madeira, ou com os clássicos socos mesmo? — Perguntou sínico.

–O que você quer de mim? — Senhor Daley desafiou.

–Apenas um pequeno acerto de contas — Disse e partiu para cima do Senhor Daley.

Ele relutou e deu um soco certeiro no rosto do bandido. O bandido não se deu por vencido e acertou o pedaço de madeira na cabeça do Senhor Daley fazendo a mesma sagras. Eles brigaram por um tempo, até que o Senhor Daley desmaiou devido à hemorragia em sua cabeça.

O bandido o arrastou até o porta-malas de um carro que não se encontrava tão longe dali, e partiu pelas ruas de Buenos Aires.

Ninguém sabe o que aconteceu com eles após isso, mas a notícia de perde um ente querido chocou as duas famílias.

Um ano se passa desde a "morte" do Senhor Daley e da Senhora stranger e as famílias já haviam superado a perda, mas ainda sentiam falta deles.

Estava de noite em Nova York e o Senhor Stranger dirigia o seu carro rumo ao seu lar para jantar com seu filho, quando sente algo de erado em seu carro. Parou o caro junto ao meio fio, desceu do mesmo e agachou em frente à roda traseira direita vendo que não havia nada errado.

Levantou-se e viu um homem robusto prado em sua frente apontando uma arma em sua face. Seu coração disparou no mesmo instante. Será que foi isso que aconteceu com sua esposa um ano atrás? Será que ela realmente moreu? Estava perdido em seus pensamentos quando é cortado por um barulho seguido por uma dor enorme em seu peito.

Por um milésimo de segundo, memórias de toda a sua vida passam diante de seus olhos como um filme. Seu casamento, sua lua de mel, a adoção de seu filho, seu aniversário, a morte de sua mulher, e agora, a sua morte. Após ter o flashback de sua vida, sentiu seu corpo enfraquecendo e perdeu o controle das suas pernas, caindo no chão em um sono eterno.

Enquanto isso, Willian caminhava tranquilamente quando avistou o carro de seu pai estacionado e um corpo jogado no chão. Correu até lá e identificou que o corpo era seu pai.

Ajoelhou-se junto a ele e se pôs a chorar em seu peito.

–Não! Era a única pessoa que eu tinha. Por que não me leva também?

Olhou para seu pai novamente e viu que havia um bilhete no bolso de sua jaqueta.

"Estou destruindo um a um...
O próximo é você!!
VINGANÇA!!"

Willian não entendeu muito bem o sentido da palavra vingança. Até porque, ele sempre foi uma pessoa muito gentil com todos. Não fazia sentido alguém querer se vingar dele.

Mas uma coisa ele sabia:
Teria que fugir dali o mais rápido possível!!

Notas finais
Ficou bem curto né? É que eu fiz pelo tablet e tals... Sei que não tá muito legal, mas é só o começo. Se tiver algum erro, desculpem e.e Enfim, reviews ajudam ;) Divulguem a fic /o/ Té o/