E l'Amore?

3 Quando lo seguo nelle profondità del Tartaro


Notas iniciais
o/ Lindos do meu coração, 14 comentários em 2 cap's fez meu coração morrer e voltar de alegria. Mas uma vez eu agradeço a: Crazy pela dica (espero ter conseguido);Alexandra Marques, Cupcake e MrsAquarius pela força; AkiTeru, Sonhadora Dixon e Elly Chan pelas opiniões tão condizentes com a Annabeth dessa fic ( Vcs vão odia-la cada vez mais Muahahah) E a BloodLucy por reconhecer meu talento como mestra da fofura... Obrigada a quem favoritou e a vc que esta acompanhando até aqui. Me desculpem pela a demora mas... Eu estou de castigo ( rec de mat) por isso até dia 18 eu estou em prisão domiciliar segundo a minhã mãe. Minha sentença será revista após a chegada da nota da esperada prova. Serei condenada a morte ou passarei o Natal ganhando presentes...

Nico

– Que tipo de semideus, não leva néctar e ambrósia com ele ?... – ele perguntou enquanto andávamos para a enfermaria tentando puxar assunto. Eu não queria olhá-lo. Tinha certeza de que se eu fizesse ia me perder no verde...

– Talvez o estoque de néctar e ambrósia do semideus tenha acabado... – eu respondi encarando o chão.

– E porque é que ele não veio pegar mais ? — Ele parou de andar. Olhou para mim. E eu senti minhas pernas falharem.

– Talvez ele... – Comecei sendo interrompido por alguém gritando. Fiquei tão grato que me permiti um sorriso. Este desapareceu assim que eu vi quem era

– PERCY!!! — Annabeth vinha correndo colina acima. Quando nos alcançou estava sem fôlego, as maças do rosto coradas... Eu queria dar minhas costas aos dois e ir chorar em algum canto.

– Quiron queria te ver. – Ela me percebeu e me olhou com um misto de surpresa e asco — Nico, você por aqui! Que raro. Bom você também tem que dizer para Quiron que está aqui...

– Ele sabe – Percy disse, Aquela altura eu já não sabia qual era a pior companhia – mas parece que quebrou a mão, estamos indo a enfermaria.

– Vá falar com Quiron — ela sorriu assustadoramente para mim, quando ela me deu aquele sorriso soube exatamente quem era a pior compania — eu o acompanho.

Tentei pedir ajuda a Percy com os olhos, mas a lerdeza ou a minha falta de expressão, não o fizeram compreender. Annabeth passou um braço pelo meu ombro e me obrigou a caminhar.

Andamos sem dizer nada até a enfermaria. Cogitei estar louco, Annabeth não seria assim tão agressiva comigo... Ela pegou a ambrósia o néctar e a tesoura e as talas. E começou a tratar da minha mão.

– Sabe, Nico... – ela começou de repente com um sorriso aparentemente ingênuo em seu rosto – Eu amo Percy! — Ela trocou seu sorriso ingênuo por um psicótico, ela apertou as talas tanto que ouvi os ossos que o néctar tinha consertado se quebrarem de novo. – E quero você longe dele, seu anormal !

– Eu não quero ficar perto dele! — disse a ela arrancando minha mão novamente quebrada das suas terrivelmente fortes mãos.

– Diga isso até convencer a si mesmo – ela deu de ombros — Alías, eu nem se porque eu estou falando isso... Você não tem chance com ele. Nas pertencemos um ao outro se é que você me entende — ela sorriu maldosamente de um jeito que nunca imaginei Annabeth sorrindo. Eu mal podia acreditar... Eles tinham feito...

Ela me encarou furiosamente e eu devolvi o olhar. Percy chegou, um sorriso estampado na face desapareceu quando ele sentiu o clima.

– “Ta” tudo bem com vocês ? – ele perguntou coçando a cabeça.

– Tudo maravilhoso! – respondeu Annabeth prontamente. Ela olhou para mim e piscou. Tive vontade de contar tudo — Não é Nico?

E olhei para Percy. Não queria te-lo perdido... Ele nunca fora meu e nunca seria, e era um pouco de egoísmo da minha parte mas eu não queria que ele fosse de ninguém...

Eu me levantei e fui embora devagar...

Voltei para o chalé de Hades, conjurei alguns esqueletos para que eles limpassem o todo empoeirado chalé.

Mandei que um deles fizesse a cama para mim e agradeci, me deitando nela, eu precisava descansar...

Mas eu acho que esqueci que era um semi-deus... Assim que fechei os olhos, mergulhei num sonho.

Nele eu podia ver uma menina, jovem no mínimo 17 anos e no maximo 23, seu rosto era perfeito as feições nem muito marcantes nem apagadas, as pupilas dela eram rosas, e ela vestia um vestido de uma alça creme.

Ela estava sentada numa cama de cair o queixo, passei os olhos pelo quarto e percebi que não envergava onde ele terminava, era colossal, decorado muito femininamente mas haviam coisas que destoavam... Muito.... Galinhas. Ela poderia ter uma granja, tinham varias na cama e no chão subindo nas coisas e descendo... era muito estranho...

Ela não parecia me ver, olhava para suas galinhas sorrindo e conversando como se elas a ouvissem.

– Então, Hera o que acha do meu vestido novo? – Ela perguntou olhando através de mim. Olhei para trás esperando encontrar a deusa das deusas, mas ela não estava lá. Haviam apenas adivinhem só? Galinhas.

Uma delas olho para a mulher e emitiu um Có Có, decidido. Ela fez cara feia.

– Você é rabugenta como a sua chara... – ela disse esquecendo Hera a indo perguntar a outra galinha.

Nesse momento o ar ficou frio e pesado, a luz diminuiu. A menina se levantou e foi correndo até a porta. Ela estava trancada. Eu corri até ela, minhas mãos não a atingiam.

Uma galinha garbosa apareceu no ar, flutuando. Era como se algo invisível estivesse lá segurando a no ar.

– O que?... – A menina desesperada deixou escapar. De repente o pescoço da galinha foi torcido. A menina gritou. – Eu vou te pegar, seu filho de uma gorgona. Você vai para o Tártaro!

Um homem riu.

– Eu já estive lá. – Uma arma flutuou e disparou na menina. Ela estava congelada com a expressão de raiva no rosto. – E um lugar muito agradável. Você vai amar.

Acordei ofegante. E totalmente pedido, frustado, eu não consegui fazer nada para ajudar a menina... O que eu faria agora? A quem contaria essa historia? Alguém acreditaria em mim?

Sai do chalé. O acampamento estava quieto. Já era noite todos dormiam. Qualquer noticia que eu teria decidi que daria pela manhã. Que os deuses resolvam o seqüestro deles.

E meio egoísta, eu sei, mas estou cansado deles, muito cansado.

Andei pela área dos Chalés durante alguns minutos.

Até que dei de cara com algo. Com o nada. Não havia nada na minha frente. Meu coração gelou. Era o homem ele estava no acampamento! Eu ia sacar minha espada quando eu vi Annabeth, ela tinha um boné na mão. Não posso dizer que estava feliz em vê-la mais estava aliviado.

– Olha por onde anda, garoto – ela gritou para mim

– Ah, e você estava muito visível — retruquei

– Você esta me irritando muito, Gayzinho – ela murmurrou devagar

– E você sua, vagabunda, esta passando dos limites – Eu estava irritado, muito

Ela andou até mim, devagar e mortalmente como uma aranha com sua presa. Segurou minha camisa.

– Olha só, anjinho. – Ela me olhava gentil, a qualquer hora ia dar o bote — Fique longe dele.

– E se eu não ficar? – instiguei, não ia fazer o que ela dizia.

– Bom, o problema e seu, já disse que eu é ele somos um, e nos amamos – ela largou minha camisa e arrumou-a com as mãos enquanto falava a ultima parte – você e irritante e é estranho, ninguém te quer no acampamento. Percy só te atura pelo que aconteceu com a sua irmã – ela me deu um sorriso mortal e me empurrou para trás. Eu cai feito um boneco. E ela desapareceu.

As lágrimas vieram. Corri para qualquer lugar enquanto minha visão ficava nublada. E de repente eu estava na praia... Sentei-me na areia Enterrei minha cabeça nos braços e chorei. Não só pelo que Annabeth dissera, mas por todas as vezes que quis chorar e não pude, porque meu coração estava partido, por que meu orgulho tinha se pulverizado, chorei por Bianca por que tinha certeza que se ela estivesse ali iria me ajudar, chorei também por que a vida e injusta e porque eu queria matar Eros, chorei pela menina que eu tinha visto ser seqüestrada e pela minha mão que doía cada vez mais.

Chorei por tudo e por nada, e não parei. Então ele surgiu da água e sentou-se ao meu lado com uma expressão preocupada.

– Nico? O que houve? – ele perguntou, nitidamente confuso.

Eu não respondi porque sabia que minha voz não ia sair. Continuei do jeito que estava antes.

– Me responda, por favor – ele pediu, seu tom de voz estava tão preocupado que meu coração deu pulos de alegria, e berrou para mim que eu tinha que dizer alguma coisa – eu quero ajudar!

Eu levantei a cabeça e o observei com atenção . Sabia o que ele ia fazer assim que meus olhos encontraram o verde profundo do dele .Ele passou os braços em volta da minha cintura. Eu não conseguia parar de chorar, e agora que eu abraçava um dos motivos do meu choro, as coisas não pareciam ter melhorado...

– Vai ficar tudo bem – eu murmurava, por mais que quisesse acreditar nele eu sabia... que nada ia ficar bem. Eu sabia que enquanto eu estivesse vivendo no acampamento meio-sangue, ao lado da pessoa que eu amava e que consequentemente eu estava abraçando agora, eu não ficaria bem, por que ele não me amava. Nunca o faria...

– Você não entende não e, Percy? –minha voz saiu embargada e cheia de recentimento ele me lançou um olhar que eu não consegui deduzir mas eu completei, era o que eu pensava – Nada nunca vai ficar bem...

Depois de dizer aquilo eu chorei mais ainda porque agora eu tinha mais um motivo. O pior deles... Ele me apertou mais contra ele, sem dizer mais nada.

Eu dormi um pouco depois disso.

***

Acordei no meu chalé. Com uma dor de cabeça estúpida. Por alguns momentos achei que estava em casa... Mas aí me lembrei o que tinha feito. Corei. E corei mais ainda ao perceber que Percy estava encostado na cabeceira da cama dormindo torto e babando. Sorri, Annabeth estava errada. Se ele só me aturava por causa de Bianca por que ele teria sido gentil aquele ponto?

Pus uma mão no ombro dele e balancei de leve.

– Só mais cinco minutos, mãe... – ele murmurrou sonoleno, eu sorri, eu não era o único ali que acordava achando que estava em casa.

– Sou eu, Percy – me identifiquei, ainda balançando seu ombro.

– Nico! – Ele deu um salto se endireitando na cama e limpando a baba com as costas da mão. – Eu te acordei?...

– Não – eu o interrompi – eu nunca durmo uma noite inteira... Te acordei por que você estava dormindo todo torto, ia ficar com um belo de um torcicolo pela manhã

– E você deve estar com dor de cabeça, né? – ele perguntou coçando a cabeça, levemente corado.

– Um pouco... – Admiti – vá para o seu chalé

Ele negou veemente.

– Só depois que você dormir! – afirmou pondo o dedo no meu tórax

– Porque? — indaguei com uma cara confusa

– Por que sim – ele respondeu com um bico de criança mandona

Ficamos algum tempo no escuro. Ele quebrou o silencio.

– Porque você chorava? – ele perguntou sentando de modo que pudesse ver meu rosto.Seu tom era gentil e preocupado, ele se importava.

– Eu... – resolvi não mentir, e sim omitir – digamos que alguém me disse umas coisas nas quais eu não queria acreditar...

– Entendo que não queira falar... – ele ajeitou meus cabelos o que fez meu coração pular mais rápido e depois deu um sorriso que me fez acreditar que a paz mundial era possível.

– O que acha de fazer uma aliança comigo para caça á bandeira de amanhã?

Olhei para ele não podendo deixar de sorrir. E não pude deixar de pensar que:

Eu o seguiria até as profundezas do Tártaro...

Notas finais
Mereço algo? Que tal 4 review para chegarmos em 18... Amo vcs