E a vida continua
1 Capítulo 1 - Susto...
Notas iniciais
Voltando do flashmob...
- Até que esse negócio não Foi tão ruim! – diz Fabinho entrando abraçado com Giane seguidos de Silvério e Margot.
- Vai, Fraldinha, reconhece que você adorou! – diz Giane se sentando e ainda abraçada com o namorado.
- E eu lá tenho cara de quem gosta dessas coisas?
Todos riem.
- Gente, a conversa tá muito boa, mas já ta tarde, vou pra casa... Vamos, meu filho?
- Vamos, sim, mãe to cansadaço... Tchau, meu amor, depois a gente se fala. – beijando Giane. – Tchau, sogrão.
Todos se despedem e mãe e filho vão para sua casa. Logo, Silvério vai se deitar e Giane também. Giane arruma sua cama... Coloca um short e uma regata de dormir... Olha a hora e vai pra sala. Deita no sofá com o celular em cima da barriga e fica esperando... Depois de uns 30 minutos, chega uma msg: “Cheguei!”. Ela sorri e vai abrir a porta.
- Hoje você demorou, hein! – Sendo puxada para os braços do namorado.
- A Dona Margot demorou pra ir dormir... – beijando o pescoço da namorada
Os dois vão indo aos beijos para o quarto. Sem querer eles batem a porta e se soltam rápido...
- Giane? Que barulho foi esse?
Fabinho se joga atrás do sofá, se escondendo... Nisso, Silvério chega na sala.
- Giane? Que barulho foi esse?
- E-eu pensei ter ouvido baterem na porta e vim atender. Aí quando eu vi que não era ninguém sem querer eu bati a porta, pai. Desculpa...
- Ah ta... Eu achei que já era o Fabinho vindo dormir...
Giane gelou... Nunca esperava ouvir aquilo do pai... Silvério continua, rindo.
- Vocês acham que me enganam? Sei muito bem que o Fabinho dorme aqui quase todas as noites... E que nesse momento ele está se escondendo de mim do outro lado do sofá! Eu estou velho, mas não sou cego... surdo... e muito menos burro! (rindo) Boa noite, filha! Boa noite, Fabinho! Juízo vocês dois!
Ele vai dormir. Ao ouvir a porta do quarto se fechar, Fabinho se levanta, olha para a namorada e os dois caem na risada.
- Ai que vergonha! (escondendo o rosto nas mãos)
-(rindo) Ué! Vergonha de quê? Você achava que seu pai não sabia que eu durmo aqui?
- Eu sabia que ele desconfiava, mas nenhum pai gosta de ter certeza disso! Quando a gente tiver uma filha você vai querer saber?
- Minhas filhas vão entrar pro convento! (rindo) Você não sabe como eu fico feliz de saber que você quer ter filhos comigo... (a abraçando)
- Bobo! Se eu não quisesse eu não corria o risco, você não acha? (colocando os braços em volta de seu pescoço)
Os dois se beijam.
- E o que você acha da gente ir lá pro quarto correr esse risco de novo? (sorrindo malicioso)
- Vem, fraldinha!
E vai puxando ele até o quarto. Depois de se amarem, Fabinho se solta da namorada, que está adormecida e começa a se vestir pra ir embora...
- Não... Pode ficar! Dorme aqui comigo!
Fabinho sorri e deita novamente com a namorada, a abraçando.
- Pensei que você não gostasse de acordar com alguém do seu lado...
- Você não é qualquer “alguém”... Você é o homem da minha vida! (disse se aconchegando mais ao namorado, com a cabeça encostada em seu peito)
Fabinho sorri. Já tinha dito isso para ela várias vezes, mas nunca tinha recebido a mesma declaração. Naquele momento ele desejou que o tempo parasse e ele não precisasse sair nunca dos braços daquela mulher!
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