Notas iniciais
Oieee!!
Eu sei que eu demorei uma eternidade para postar, tbm sei que o capítulo está pequeno, mas eu estou realmente casada e com sono, portanto, me perdoem caso eu tenha escrito alguma besteira ou tenha algum erro ortográfico... Eu sinceramente não sei o que dizer do capítulo, estou com sono demais para dizer se ficou bom, ou ruim... ç.ç
Gostaria de agradecer a todos que deixaram reviews... vcs são demais... prometo que irei responder a todos (assim que minhas provas acabarem).
Também queria agradecer ao 'Dailer' por ter recomendado a 1 temporada dessa fanfic... Eu amei, de verdade... *o* Muito obrigada!
Capítulo dedicado especialmente para o 'Dailer' pela linda recomendação... e ao 'Eduardo Barboza', que fez niver no dia 30/05... PARABÉNS!!! Te desejo tudo de bom.
Boa leitura!

As horas pareciam não passar e isso estava deixando o Lucas ainda mais ansioso por notícias. Andava de um lado para o outro sem parar, mais um pouco e faria um grande buraco no meio da sala de espera.


– Porque eles estão demorando tanto? Já faz mais de 5 horas que estamos aqui esperando alguma notícia e nada.

– Calma Lucas, esse tipo de cirurgia demora mesmo. Tenta se acalmar um pouco, vai dar tudo certo.

– Como eu posso me acalmar, sabendo que o Ian nesse momento está passando por uma cirurgia de risco?

– Olha! Nós também estamos nervosos, mas ficar andando de um lado para o outro não vai ajudar em nada, o máximo que você vai conseguir é ficar tonto e/ou abrir um buraco no meio da sala de espera. – Daniel disse ao sobrinho.

– Eu só quero que esse pesadelo acabe logo.


Disse enquanto pegava o telefone que mais uma vez tocava sem parar. Olhou o número no visor, resmungou alguns palavrões e depois desligou o aparelho, ao invés de apenas rejeitar a ligação, como havia feito das outras vezes em que o Pedro havia ligado.


– Não vai atender? – Perguntou o Daniel.

– Não. Não é ninguém que mereça a minha atenção ou qualquer tipo de consideração.


Lucas já ia se sentar quando o médico finalmente apareceu para dar notícias de como havia sido a cirurgia do Ian.


– Então Dr., como o Ian está? Ele vai ficar bem? Eu posso vê-lo?

– Você é parente do paciente?

– Eu sou o sobrinho dele, moramos juntos.

– Eu sou o irmão do Ian Dr., e está é a minha esposa. Por favor, como está o meu irmão?

– Muito prazer, o meu nome é Paulo Rangel.


Daniel apertou a mão do médico e depois esperou a sua resposta.


– O caso dele ainda é bastante grave, mas pelo menos conseguimos controlar a pressão intracraniana e estamos tentando reduzir o edema na coluna cervical.

– Isso quer dizer que ele vai ficar bem? – Perguntou um Lucas completamente aflito.

– Isso quer dizer que ainda há riscos do paciente ficar tetraplégico, mas primeiro temos que observar qual vai ser a reação dele pós cirurgia, pois ainda é muito cedo para falar em qualquer tipo de seqüelas. Temos que seguir um passo de cada vez. Vamos esperar pelas próximas quarenta e oito horas e ver como ele vai reagir, só poderemos dar um diagnóstico mais preciso após esse período, de preferência se o Ian estiver acordado, por enquanto estamos o mantendo em coma induzido, mas dependendo do seu quadro clínico nas próximas horas, iremos reduzindo a sedação.


Lucas ao ouvir a palavra tetraplégico, sentiu o desespero tomar conta do seu corpo, os seus olhos encheram-se de lágrimas e as suas pernas pareciam ter virado gelatinas, um frio percorreu o seu corpo, como se o sangue estivesse fugindo do seu corpo.


– Lucas? Lucas você está bem? – Perguntou a Carla, preocupada com o sobrinho, segurando-o para que não caísse.

– Por favor, me diga que isso é um pesadelo e logo eu vou acordar e encontrar o Ian em casa, por favor. – A sua voz nada mais era que um simples sussurro.

– Ele vai ficar bem Lucas, tenha fé em Deus.

– Isso não é justo. Ele não merece estar passando por isso... Não merece.

– Quais são as possíveis seqüelas Dr.? -- Perguntou o Daniel.

– Bem, são inúmeras as conseqüências de traumas como os que o seu irmão sofreu, desde uma amnésia, até uma tetraplegia, mas tem casos em que a pessoa não fica com nenhuma seqüela. É como eu havia dito, não tem como dar um diagnóstico preciso nesse momento, precisamos esperar a remissão completa do edema que está comprimindo a medula na região cervical e a redução da PIC.

– PIC? O que é isso? Por favor, fale em português Dr. Paulo, eu não entendo nada desses termos técnicos que vocês usam. – Disse o Daniel.

– PIC significa Pressão Intracraniana. Essa pressão foi causada devido a um coágulo sanguíneo intracraniano, drenamos esse coágulo, mas a pressão intracraniana ainda está um pouco alta e por isso ainda há compressão cerebral, além de ser bem provável que ele tenha perda de corpos celulares.

– Corpos Celulares?

– Sim, perda de neurônios. Fizemos alguns exames, mas precisamos fazer outros nas próximas horas. Eu peço que tenham um pouco mais de paciência, sei que é difícil ter paciência em uma hora dessas, mas estamos fazendo tudo o que podemos para o seu irmão ficar bom. Assim que eu tiver qualquer novidades eu os informarei.

– Obrigado Dr., vamos ficar aguardando. – Disse o Daniel, antes do neurocirurgião sair da sala de espera.


Os dias passavam lentamente e as horas pareciam se arrastar. Lucas olhava o relógio sem interesse, mesmo estando ansioso pela hora em que poderia finalmente ver o Ian pela primeira vez desde a briga que tiveram. O Ian continuava no CTI, mesmo a operação tendo ocorrido quase três dias antes e isso angustiava ainda mais o Lucas, queria vê-lo logo longe daquele hospital, daquele CTI frio e com cheiro típico de hospital.


– Está pronto? – Perguntou o Dr. Paulo.

– Sim. – Disse nervoso.


O médico abriu a porta do CTI e o garoto o seguiu, ao avistar o namorado deitado na maca, pálido, intubado e com fios, cateteres e sondas por todos os lados, Lucas sentiu os olhos arderem. “Ele não merece estar passando por isso.” Pensou a mesma frase pela milésima vez.



Notas finais
Então!! O que acharam??? #Medo das respostas...
Prometo que no final da outra semana é certo eu postar capítulo novo, antes disso eu não posso dar certeza, pois semana que vem eu tenho prova todos os dias, inclusive terá dias em que terei de 2 a 3 provas... além de ter que trabalhar e ir para o estágio... socorroooo... sniff... sniff... ç.ç
Me desejem sorte, pois vou precisar... ç.ç
Bjos e desculpe o capítulo... sei lá... ficou bom???? Prometo que o próximo capítulo será bem melhor.
Fui... ta passando da hora de euzinha dormir... zzzzzzzzzzz
bjooooooooooos