E Se Eu Fosse Você?

11 Aposta, Fotos e... Beijo?


Notas iniciais
Oiiii! Bom aqui vai um capítulo Tratie + Connanda minha gente! Nem eu acreditei quando eu escrevi ele, mas ta aí, espero que gostem.

"Why do you have to go and make things so complicated? I see the way you're acting like you're somebody else, it gets me frustrated and life's like this, you fall and you crawl and you break and you take what you get, and you turn it into honestly, you promised me I'll never going to find you fake it No, no, no..."

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Dedicado á Gabihunter (Cap com Tratie como eu prometi pra vc ♥)

Pov. Travis

É, minhas previsões estavam certas, quando eu saí do meu chalé, arregalei os olhos, havia filhos de Ares, inclusive Clarisse — medo — se coçando e gritando coisas sem nexo algum.

Ignorei, afinal, pelo que eu acho, essa só foi a segunda de muitas que ainda vão vir, o pessoal já estava ficando preocupado, se perguntando qual chalé seria vítima do "trollador misterioso", apelido idiota né? Mas fazer o que? Ninguém sabia quem estava fazendo essas coisas.

Hoje não foi diferente de ontem, aconteceu a mesma ladainha, Quíron chegou, Clarisse, uma versão bem raivosa e vermelha da Clarisse chegou, e quase jogou Quíron longe com seus gritos enfurecidos.

Como ninguém sabia o que aconteceu, ou quem tinha feito isso, ninguém levou nenhum tipo de punição.

Suspirei e entrei no meu chalé, que no momento só estava Connor, me lembrei de falar com ele uma coisa que eu havia ficado de falar faz tempo.

– Connor — o chamei sentando na cama dele, que estava comendo chocolate — vou ser direto, você quer dar uns pegas na Miranda, sim ou claro?

Ele engasgou com o chocolate.

– Eu não quer...

– Claro que quer, tá na cara, você vê ela passando e eu tenho vontade de te dar um babador cara.

– Ah, e você não quer dar uns pegar na Katie né? — ele perguntou sorrindo torto.

Comecei a tossir descontroladamente.

– Viu? — Connor disse — eu manjo dos paranauês.

– Não viaja Connor — respondi.

– Então faz o seguinte: Eu beijo a Miranda se você beijar a Katie-Cat — ele respondeu, o olhei incrédulo, ele só deu de ombros.

– A diferença seu asno, é que você é doido pela Miranda, eu não suporto a Katie, entendeu ou precisa desenhar?

– Claro que eu entendi — respondeu — mas eu aposto isso mesmo assim.

– E o que eu ganho? — perguntei.

Ele fez uma cara pensativa.

– 50 dracmas e todas as fotos constrangedoras que eu tenho suas.

Ponderei por um momento, minhas fotos ridículas, abraçadas com ursinhos, eu dançando no chuveiro (não queira ver isso) e...

– Certo, mas é só, e só mesmo, porque eu vou recuperar aquelas fotos ridículas que você tem minhas.

Ele sorriu vitorioso.

– Era isso que eu queria ouvir, agora vai logo.

– Hahahaha, claro que não, primeiro você vai agarrar sua florzinha, porque eu te conheço Connor.

Ele bufou.

– Certo — disse e saiu do chalé, fiquei observando da janela.

Por sorte, Miranda estava sozinha, encostada em uma árvore, afiando a espada, quando viu Connor se aproximar, ela o olhou desconfiada, ele só sussurrou alguma coisa pra ela, que durou uns 2 minutos e depois a agarrou, fiquei de boca aberta, porque ela retribuiu o beijo, eu achando que ela ia enfiar a espada na garganta dele.

Depois que eles pararam com a sessão de agarração deles, Connor se virou e fez um movimento com os lábios "sua vez".

Cara, não acredito que ele ia mesmo me obrigar a fazer isso.

Fui até o chalé da Katie, bati na porta, Connor só olhava tudo sorrindo, assim como Miranda também, traidores.

Ela abriu a porta, e me olhou desconfiada.

– Travis? O que voc... — Eu não a deixei terminar e a beijei, pra minha surpresa, ela retribuiu, eu pedi passagem ela cedeu, nossas línguas travavam uma batalha que não importava o vencedor, o beijo dela era incrivelmente viciante.

Ela pareceu recuperar a consciência pois ela me chutou, nas partes baixas, sacanagem.

Me encolhi automaticamente.

– Isso é só pra você aprender a nunca mais fazer isso com mais ninguém — ela respondeu e fechou a porta na minha cara, enquanto eu ainda estava encolhido.

Só pude ouvir a gargalhada de Connor e Miranda, que estavam abraçados.

Fui até eles.

– Muito obrigada Connor — respondi, Miranda continuava rindo — você também Miranda.

Ela levantou as mãos em sinal como se dissesse "não tenho nada a ver com isso".

Revirei os olhos, mas ainda me perguntava: porque eu havia gostado? Ou simplesmente porque ela retribuiu?

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"Why do you have to go and make things so complicated?..."