E Se...

24 A gótica e os idiotas


Notas iniciais
Iae pessoas, como estão?

Já passava do meio dia no Yorozuya, e eles estavam almoçando.

Kagura: Gin-chan, dá pra parar de comer tudo!

Gintoki: Eu só peguei um onigiri até agora, sua pirralha!

Shinpachi: Ei vocês dois, parem de brigar por comida, isso não é legal.

Gintoki: Esse negócio de cara sério é irritante, você não cansa Shinpachi?

Shinpachi: Essa é a definição do meu personagem!

Kagura: A verdade é que sem isso você é só um par de óculos.

Shinpachi: Vocês ficariam felizes se eu morresse não é? Afinal de contas, que milagre é esse os dois estarem em casa? Ah, acabei de lembrar que o Shinsengumi teve uma missão fora da cidade.

Kagura: Nada a ver...

Shinpachi: Sei.

(alguém toca a campainha)

Gintoki: Quem será?

Shinpachi: Tomara que seja um cliente.

Kagura: Como se alguém quisesse nos contratar.

Mas acabou que o palpite do garoto de óculos era verdadeiro. Uma moça com cerca de dezesseis anos, usando roupas e maquiagem completamente pretas, pele branca e olhos arroxeados.

Gintoki: Ka-ka-kagura-chan, o que é aquilo? Uma alucinação?

Shinpachi: O-Olá, o que deseja?

Mine: Com licença, aqui é o Yorozuya?

Shinpachi: Sim...

Mine: Posso entrar?

Shinpachi: Claro.

A garota seguiu até dentro do Yorozuya, sentando sozinha num sofá, enquanto as outras três pessoas na sala sussurravam entre si.

Gintoki: Oy Shinpachi, o que está fazendo deixando uma criatura dessas entrar aqui?

Kagura: Gin-chan, você tem que superar esse seu medo de fantasmas.

Shinpachi: Kagura-chan, ela não é um fantasma.

Gintoki: Mas quem garante que ela não pode invocar alguns para nos matar?

Shinpachi: Não importa, nós precisamos ganhar algum dinheiro.

Mine: Vocês não irão ouvir meu pedido?

Gintoki: NOS PERDOE POR FAVOR! VAMOS OUVIR TUDO QUE TEM A DIZER!

Mine: Agradeço. Eu quero que encontrem uma coisa para mim.

Kagura: Ossos humanos para algum ritual? Eu sei alguns lugares que podemos arranjar.

Gintoki: KAGURA-CHAN! DESCULPE, ELA É SÓ UMA GAROTINHA BOBA, NÃO SABE O QUE DIZ, HAHAHA.

Mine: Eu sinceramente não me importo. Mas o que eu quero que encontrem é um cordão. Ele estava no meu quarto, mas não consigo mais achar.

Shinpachi: Você pode nos descrever ele?

Mine: É prateado e tem um pingente com a letra D. Podem encontrar o mais rápido possível?

Gintoki: Considere já encontrado. Nós o Yorozuya, vamos ajudá-la.

Mine: Esse cara é sempre assim?

Shinpachi: Um idiota completo, não se incomode.

Mine: Agora me sigam, vou levá-los até minha casa.

Depois de um caminho curto, eles chegaram até a casa da garota, mas especificamente sue quarto, que tinha uma decoração composta de lapides, teias de aranha, livros antigos e outras coisas que quase fizeram Gintoki sair correndo atrás de uma maquina do tempo. Guerras e batalhas ele até aguentava, mas não tava nem a fim de ser perseguido por maus espíritos.

Gintoki: No-nossa, que qua-quarto le-legal.

Mine: Você acha? Estou pensando em espalhar mais umas teias de aranha. Bem, eu vou até a cozinha, fiquem a vontade para procurarem onde quiserem. (vai embora)

Gintoki: Sabe, eu acabei de lembrar que tenho uma coisa muito importante pra fazer, vocês se viram sozinhos não é?

Shinpachi: Nem pense em nos deixar, seu inútil de permanente.

Gintoki: POR FAVOR! EU QUEIMO TODAS AS MINHAS JUMPS MAS ME DEIXA IR EMBORA! VAMOS ACABAR TOCANDO EM ALGUMA COISA AMALDIÇOADA ISSO SE AQUELA GAROTA NÃO NOS AMALDIÇOAR PRIMEIRO!

Kagura: Qual é, deixem de ser bebezinhos chorões, aqui não é tão ruim assim. Ela até tem seu próprio caixão, é bem pratico para ninguém ter dor de cabeça quando você morrer.

Shinpachi: Não importa o ponto de vista, isso é mais do que perturbador Kagura-chan.

Alguns minutos depois, a garota voltou ao quarto, com uma taça na mão e a boca manchada de vermelho.

Mine: E então, vocês já encontraram?

Gintoki: Estamos tentando mas.... AHH!

Mine: Algum problema?

Gintoki: Não nenhum! (sussurrando) Oy, ela está bebendo sangue! Isso é uma indireta dizendo para nos apressarmos ou ela vai beber o nosso?

Shinpachi: Você já está exagerando... É... Mine-san, onde você viu o cordão pela ultima vez?

Mine: Estava ali, ao lado da mesa de cabeceira.

Shinpachi: Perto dessa lixeira? Hum... Eu acho que já sei onde pode estar. Você já jogou seu lixo dos últimos dias?

Mine: Na verdade não.

Depois de mexer um pouco no lixo, o cordão foi encontrado.

Mine: Nossa como você sabia?

Shinpachi: Só foi um palpite.

Mine: Obrigada. Sabe, esse cordão é da minha irmã, e como ela vive viajando por ser uma modelo, é uma das poucas lembranças dela.

Shinpachi: Viu Gin-san, ela não era tão ruim assim... Você tem que parar de julgar as pessoas...

Mine: Agora eu finalmente posso amaldiçoar aquela vadia. Vai aprender a nunca zombar dos meus feitiços. Bem Yorozuya, aqui está seu pagamento.

Gintoki: Certo, nós já vamos indo... (Gintoki e Shinpachi saem correndo arrastando Kagura)

No mesmo momento que o Yorozuya saiu, uma outra garota entrou na casa, usando roupas bastante parecidas com as de Mine.

Mine: Oi Lila, olha só encontrei seu cordão.

Lila: Valeu, é meu amuleto da sorte. Escuta, quem eram aqueles malucos que saíram daqui correndo? Pareciam até ter visto um fantasma... Não me diga que finalmente conseguiu invocar um?

Mine: Quem me dera, eram só uns idiotas que eu provavelmente matei de susto.

Lila: Ah tá. Vamos amaldiçoá-los?

Mine: Não, acho que já devem ter feito tanto isso com eles que nem deve mais funcionar.

Lila: Que pena...

Notas finais
Como segunda é aniversário do meu lindo e fofo sádico, Okita Sougo, vai ter um arco OkiKagu. Ja ne!