E Como Eu Estava Errado(a)
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Pensei realmente que aquela mulher iria interromper meu casamento,só que meu noivo me surpreendeu,ele me deu um selinho. Eu descobri o nome dele Perseu,na cerimônia ele parecia tão aéreo que duvido que saiba meu nome.
A mulher parecia ser,um pouco mais baixa que eu,era ruiva,ela se declarou para o homem ao meu lado,ele não disse nada,só deu uma olhada em min que parecia conter arrependimento,o padre disse que ela chegou na hora errada que o casamento já tinha sido selado,o que parecia ser a mãe e o pai dela saíram com ela ,e tal,o pai do meu marido(e estranho chamar ele assim),acabou com clima tenso e cerimônia seguiu. Quando joguei o buquê quem pegou foi a Thalia,com certeza ela deveria está me odiando,sempre quando sua filha pega o buquê em um casamento seus pais já vão logo procurar um noivo,e o que manda a tradição,me senti mal,Thalia sempre me pareceu fria quando o assunto era homens
Entramos na carruagem ,ficamos quietos a viagem inteira para nossa nova casa,eu estava super nervosa,a fácil saber porque,mas mesmo assim eu falo deposito casamento acontece a...noite de...núpcias e sinceramente duvido que ele seja puro.
E finalmente chegamos ele saiu primeiro e eu depois,ele disse ao cocheiro colocar as malas,perto da porta,e logo depois disse para nos entrarmos,perguntei pela chave e a criatura disse que não sabia onde estavam,ele só podia estar brincando com a minha cara,minha mãe disse claramente o que eu deveria fazer durante o casamento,e inclusive disse que ele estaria com a chave.
Eu não aguentei e tive que ser um pouco irônica,vejamos pelo lado bom pelo menos ele e sincero. Ele sentou no chão e parecia concentrado,pelo visto sua cara de concentrado é de bobão. Fiquei em pé andando de um lado para o outro tentando pensar no que faria para não ter uma noite do lado de fora da minha nova casa,depois de 5 minutos andado de um lado para outro pensando em milhões de hipóteses tive uma ideia.
Peguei uma pequena mala onde tinha umas coisas de higiene e de cabelo minhas,fiz isso com o intuito de achar algum grampo.
-O que estás fazendo?-perguntou uma voz atras de mim e claro que era ele.
-Procurando uma coisa pra abrir a porta.-respondi.
-A chave?
-E claro que não,a chave só tu podeis ter a ideia de onde estás.-eu disse sendo fria.
Achei uma coisa que me deixou assustada,tenho certeza que não foi eu que coloquei isso aqui,achei um frasco com um liquido parecido com água e com um papel grudado escrito "Dê para seu marido a noite." ,reconheci a letra de cara, com certeza é de minha mãe,o que ela queria dizer com isso?
Deixei o frasco em um lado da mala e continuei minha busca,e finalmente eu encontrei um grampo rapidamente levantei de onde estava ajoelhada e fui até a porta,botei o grampo na posição correta,eu sabia como fazer isso porque Thalia não gostava muito das regras que sua mãe lhe impõe ,e arranjou um jeito de sair de seu quarto e continuar fazendo o que queria,e em uma visita que eu fiz lhe a não muito tempo ela me ensinou esse truque.
-Não iras conseguir realizar está façanha.-disse me ele,o ignorei e continuei tentando.
Depois de algum tempo tentando consegui abrir,empurrei a porta e coloquei o grampo no cabelo sem saber onde.
-O que disse-me?-perguntei diante a porta,dirigindo-me a Perseu.
Esperei pela resposta que não veio virei para trás ele estava mexendo na minha mala,que eu havia deixado no chão para abrir a porta,quando eu ia falar alguma coisa,ele estava com o frasco na mão,corri até ele,mas acabei tropeçando nas minhas próprias pernas e caindo em cima dele.
Quando eu cai sobre ele não doeu muito,doeu quando ele com o reflexo,assim espero,me jogou para o lado me fazendo bater a cabeça e reclamar de dor,quando eu olhei ele abriu a rolha do frasco e bebeu, a partir daquele momento eu não sei o que aconteceu.
Notas finais
Ou só semana que vem!
Fale com o autor