E Agora?

13 Capitulo 13 - A Armação, Enfim Sós


Notas iniciais
Olá pessoal!!! Finalmente saiu o capítulo novo! o/ Novamente devo me desculpar pela demora em postar este capítulo e dessa vez vou me abrir com vocês sobre um problema que enfrento. Sofro com depressão há algum tempo e já estou me tratando com remédios entre outras coisas, mas acho que os remédios estavam me afetando de uma forma diferente, não posso dizer que sempre foi assim, observei agora este problema. Qual o problema? Eu não estava conseguindo seguir uma linha de raciocínio, meus pensamentos simplesmente sumiam, ou seja, eu começava uma frase e não conseguia concluí-la. Talvez isso tenha de dado pela medicação, que verifiquei foi de outro laboratório, talvez seja realmente uma reação adversa, a questão é que foi um tanto complicado escrever este capítulo, eu já tinha verificado alguma dificuldade antes, mas não tanta como foi dessa vez. Bom, este foi o motivo do atraso astronômico da atualização deste capitulo e do capítulo de Além do Tempo, a boa noticia é que eu sou brasileira e não desisto nunca! XD VAMO QUE VAMO!!! Este capítulo será dedicado a minha amiga Amelinda que fará aninhos neste domingo 04/06 (aquela que espalha pra geral a data do aniversario da amiga) =P Amiga sua linda este capítulo é pra você!!! (Estou escrevendo uma fic de presente para ela, por motivos já explicados aqui, ela vai demorar mais um pouco, mas creio que antes do fim do mês (que vem) ela saia!). Quero agradecer a Vivi que betou esse capítulo me dando altas e valiosas dicas. Obrigado amiga!!! Opa! Chega de papo... bora pra leitura pipous!!! Pixiv ID: 30547141 Member: たわし

E Agora? – Capítulo 13

“Quer contar a história Milo?”

“Não, pode continuar contando você, Camus.”

“... Eu posso até continuar contando, mas você vai ter que parar de ficar me bolinando.”

“Ahhhh, Camus... deixa de ser chato!”

“Milo, você atrapalha meu raciocínio assim”

“Hummmm... quer dizer que eu te deixo atrapalhado é?”

“Ai, Milo, você não tem jeito.”

“hehehe”

“Vamos lá, onde parei? Ah sim...”

Havíamos dormido juntos pela primeira vez naquela noite, nós “brincamos” e acabamos dormindo de conchinha, o certo era o Milo ter ido para a cama dele, mas... simplesmente adormecemos juntos ali.

O Aioria acordou primeiro, não posso dizer se era cedo ou não, só sei que assim que acordou ele foi obviamente nos perturbar. — Vamos levantar seus indecentes!

Resmunguei alguma coisa sonolento, o Milo estava dormindo com a cabeça sobre meu peito, ele me apertava como se eu fosse um boneco de pelúcia.

— Aioria! — Falei levando um choque ao ver nosso amigo ali parado em pé, olhando para nós dois com cara feia, não pude deixar de lembrar que fizermos algum barulho na noite passada sacudi o Milo que acordou sonolento olhando pra mim, ele parecia totalmente confuso, apontei o Aioria parado na nossa frente e o Milo olhou pra ele.

— Que foi, porra? —Milo perguntou sem paciência para o nosso amigo e voltou a me abraçar como se Aioria não estivesse ali.

— Levanta! Ô pervertido! Precisamos tomar café, ou acha melhor que a avó da Marin venha chamar vocês? — O Aioria falou ainda fazendo cara de bravo e eu não sabia onde enfiar a cara estava morto de vergonha, claro que o Aioria tinha escutado tudo.

— Do que adianta dormir bem e olhar pra essa sua cara feia quando acordo? —Milo perguntou se espreguiçando.

— Vamos logo, preciso respirar ar puro, tem muito oxigênio gay dentro desse quarto. —Aioria resmungou se afastando.

O Milo apenas riu e olhou pra mim percebendo minha cara de constrangimento, acariciou meus cabelos e falou baixinho. — Relaxa, Camus... tá tudo bem.

— Ele ouviu a gente. — Sussurrei pro Milo e ele apenas sorriu e pulou sobre mim.

— E daí? Quem liga pra esse rabugento? —Milo falou beijando meu pescoço.

— Ah! Caralho, deixem essas coisas gays de vocês para quando estiverem sozinhos, ou pelo menos pra quando estiver escuro e eu estiver com meus fones de ouvidos. —Aioria reclamou novamente.

O Milo riu e olhou para o Aioria perguntando. — Você está com fome, não é?

— Tô, se arrumem logo, quero tomar café. — Nosso amigo respondeu ainda rabugento tacando o travesseiro em nós dois, neste momento relaxei, pois pensei que o Aioria estava bravo com a gente, mas ele só estava no mau humor da fome, ah, e porque seu dia de escravo estava começando.

*-*-*-*-*-*

— Bom dia, meninos! — A vó da Marin nos cumprimentou assim que chegamos à cozinha.

— Nossa! Vocês demoraram, estava quase indo chamar vocês. — A Marin comentou aceitando um selinho do namorado.

— Ah! Esses dois molengas que “dormiram” demais. —Aioria comentou dando ênfase ao “dormiram” a Marin entendeu e deu uma risadinha para minha vergonha.

— Vocês ficaram acordados até tarde? — A avó da Marin nos perguntou, a mim e ao Milo, e confesso que fiquei vermelho sem saber o que responder então o Milo, com toda a cara de pau que ele tem respondeu, ainda bocejando.

— É, a gente ficou conversando, o Aioria dormiu rápido.

— Não tão rápido. — O Aioria comentou silabando cada palavra olhando para o Milo sorrindo malicioso, e eu não sabia onde enfiar minha cara.

Milo só estreitou os olhos pro Aioria, que já estava começando a comer, depois ele olhou pra mim e devolvi o olhar bravo.

Tá, eu sei que o Milo não fez nada sozinho, mas eu queria descontar minha vergonha nele.

— Vovó, não precisa se preocupar com a louça, deixa que arrumamos a cozinha pra senhora. — A Marin falou doce, mas olhando pra gente com cara de quem está aprontando, se o Aioria tivesse sido menos rabugento, eu poderia ficar com pena dele, mas...

— Imagine, minha querida, você veio passear, não ficar arrumando cozinha. — A senhora Berta tentou recusar, mas Marin insistiu e ela acabou cedendo.

O Aioria estava com a cara fechada, pois sabia que a louça sobraria pra ele.

— Marin, acho que vou querer mais um pedaço de bolo, pede pra alguém pegar pra mim? Por favor! —Milo pediu cínico, recebendo um olhar fuzilante do Aioria, que com certeza já estava arrependido de ter nos chamado para esse fim de semana no sítio.

— Aioria, sirva o meu convidado, Camus querido, você quer mais alguma coisa? — A Marin perguntou com um sorriso afetado, pois sabia que a ajudaríamos a ela, com as atividades do Aioria.

— Hum, acho que vou querer mais um pouco do suco, obrigado por perguntar. — Falei rindo recebendo o olhar intimidador do nosso amigo.

Aioria no fundo sabia que estávamos pegando leve, e se ele reclamasse as coisas seriam piores, então prontamente ele nos serviu, depois o pobre lavou a louça sozinho, sob a ameaça de que a cada louça quebrada, haveria um dia a mais de escravidão.

A Marin fez o Aioria arrumar toda a cozinha, inclusive varrer o chão e passar pano, eu e o Milo só ríamos.

.....

— Marin, este lugar é muito lindo. — Comentei enquanto estávamos andando pelo campo.

— Ah! Este lugar é lindo mesmo, eu costumava vir muito aqui quando era criança, temos uma paz muito grande aqui, não é? — Ela respondeu abraçada ao Aioria, quando avistamos sua avó mexendo na horta. — Oi, vovó! O que está fazendo?

— Minha querida, estou colhendo algumas coisas para o almoço, além de replantar esses tomates que estavam no "berçário"*. — A Sra. Berta respondeu sem nos olhar prestando atenção ​no que estava fazendo.

— Vovó, o Aioria vai ajudar a senhora. —Marin sugeriu e o Aioria a olhou espantado.

— Eu?

Nossa amiga fingiu que não escutou o namorado e acrescentou. —Ele sempre quis saber como funcionam essas coisas de pequena agricultura.

— Ô, que bom saber disso, pois venha Aioria, vai ser um prazer explicar tudo pra você. — A avó dá Marin o chamou e começou a explicar coisas sobre a horta, como ele deveria fazer para ter hortaliças sempre saudáveis.

À distância ríamos das caras que o Aioria fazia ao escutar os conselhos dá Sra. Berta

— Venham vamos esperar ele no lago. — Marin sugeriu.

Ficamos sentados na margem do lago conversando e esperando o Aioria.

— Como está o namoro de vocês? — A Marin perguntou, eu ainda ficava sem graça, não sou de falar muito sobre minha intimidade e meus sentimentos, mas o Milo respondeu por nós.

— Está ótimo, Marin, eu realmente amo esse cabeça de tomate.

— Nossa, Milo, como você é romântico. — Respondi irônico, nunca gostei desse apelido, pra falar a verdade.

Milo sorriu, em seguida me beijou em cheio na boca, e depois correu feito um louco em direção ao lago, antes que eu o matasse.

Marin ficou rindo. — Sempre desconfiei que você gostava do Milo.

— Como? Digo, como percebeu isso? Sempre tentei esconder esse sentimento dentro de mim. — Perguntei com sincera curiosidade.

— Acho que pela cara de cachorro que caiu da mudança que você fazia sempre que o Milo estava com a Shina, você tentava disfarçar na sua expressão, mas não conseguia mudar seu olhar. — Ela comentou sagaz.

Baixei a cabeça um pouco tímido, era difícil me abrir desta forma, até então só a Hilda sabia dos meus sentimentos, e mesmo assim porque ela é uma abelhuda.

— Gosto dele desde sempre, toda a vida soube disso, não imaginava que ele pudesse sentir o mesmo por mim. — Revelei observando o Milo tirar a camisa antes de mergulhar na água fria do lago.

Marin também ficou olhando para o Milo e acrescentou. — Acho que ele também sempre gostou de você, ou pelo menos sempre sentiu algo diferente em relação a você.

Sorri incrédulo, e ela continuou. — Verdade, Camus, o Milo... sempre te olhou diferente da forma que olhava para o Aioria, por exemplo, e posso apontar a superproteção que ele sempre dedicou a você... só acho que a ficha dele não tinha caído.

— CARACA, QUE ÁGUA FRIA!!! —Milo gritou do lago chamando nossa atenção.

— Nunca percebi nenhum sinal. — Respondi àquela observação.

— Talvez porque você tivesse mais preocupado em esconder seus sinais, do que em prestar atenção nos sinais do Milo. — Aquela ruiva observadora concluiu.

— Ai ai, Camus, socorro!! Tá me dando uma câimbra aqui. —Milo gritou do meio do lago, eu e a Marin nos levantamos.

— Milo! — Falei inseguro.

— Se for uma brincadeira você vai ter que ajudar o Aioria na louça do almoço. — Avisou a Marin.

— É sério, caramba! —Milo falou antes de sumir na água, fiquei desesperado e corri para dentro da água.

— Milo! Milo! — Comecei a gritar desesperado quando cheguei próximo de onde o Milo estava, mergulhei até ele e o puxei pra cima. — Milo, você tá bem?

— Ai, me ajude a sair. —Milo pediu se apoiando no meu ombro, com calma consegui tirá-lo da àgua e o fiz sentar próximo à margem do lago onde Marin estava.

— Você está bem, Milo? —Marin perguntou, fiquei olhando para ele à espera da resposta.

— Porra, minha perna! —Milo falou apertando a perna, ajudei ele a fazer uma massagem no local.

— Milo, que perigo! Já pensou se você estivesse sozinho? Eu gelo só de pensar. — Falei olhando para o Milo enquanto massageava sua perna, ainda estava tremendo.

— Tá tudo bem, Camus, não se preocupe, mas continue fazendo essa massagem a dor está passando. — Milo pediu e eu continuei a massageá-lo. — Camus. — Ele começou se sentando.

— Oi. — Falei sem olhar pra ele, minha preocupação era massagear a sua perna.

— Você é meu herói. —Milo falou me puxando para um beijo que me pegou de surpresa. Marin deu risada, muito provavelmente da minha cara de susto.

— Ah! Pelos Deuses, vocês precisam de um quarto! —Aioria chegou com a cara fechada juntando-se a nós.

Aproveitei essa deixa para me livrar do ataque do Milo.

— Oi, Amor... curtindo seu dia de escravo? —Marin falou beijando o nosso amigo enfezado.

— Tranquilo, — ele começou. — Sua avó é demais, acho que vou trocar você por ela, pois a Dona Berta é muito mais carinhosa e sabe reconhecer que sou um menino de ouro! —Aioria falou e o Milo começou a zoar.

— Mas é o queridinho da vovó! —Milo zoou.

— Não enche! —Aioria respondeu. — O que aconteceu? Ouvi vocês gritando.

— O Milo teve uma câimbra e quase se afogou. —Marin respondeu.

— Mas fui salvo pelo Super Camus! — O loiro atentado voltou a falar tentando me agarrar, mas consegui me livrar do ataque dele.

— Sai, Milo. — Resmunguei, estava totalmente sem graça com essas investidas dele.

— Ô cabeção, você tem que se cuidar, esqueceu que em quinze dias começa o campeonato de vôlei? —Aioria começou a ralhar.

— Ah! Tenho culpa de ter câimbra agora? —Milo se defendeu.

Concordei com o Milo, o pobre não tinha com prever uma câimbra.

— Não falei que você tem culpa, só que precisa se cuidar. — Tornou o Aioria. — Uma coisa é certa, esse vai ser o último final de semana livre, depois só treinos e treinos, se a gente quiser vencer o interestadual esse ano.

— A gente vai vencer! — Corrigiu Milo vibrante.

— Oh! Vou ficar sem meu namorado. —Marin falou manhosa beijando o Aioria.

Milo olhou pra mim e piscou, sei que se fôssemos um casal hétero não teríamos que nos privar de certos toques em público, mas mesmo ali entre amigos ainda era complicado, pois alguém de fora poderia nos ver. Acho que o Milo estava pensando o mesmo que eu.

Não nos tocamos, mas nosso olhar dizia tudo.

*-*-*-*-*-*

O resto do dia foi bem tranquilo, Marin sempre fazia o Aioria ir ajudar aos avós dela em alguma atividade, e isso resultou no Aioria sendo o melhor partido do mundo para a doce neta deles, sério, eu estava vendo a hora deles montarem um fã clube para nosso amigo leonino.

Depois do almoço Milo falou que iria ajudar o Aioria na limpeza da cozinha, coisa que eu estranhei muito, confesso, mas poderia ser que o Milo só quisesse ajudar, no final das contas acabei relaxando.

Marin e eu fomos ajudar a avó dela no mercado da cidade, no fundo eu queria ter ficado com os dois cabeças de vento, o Milo insistiu para que eu fosse com a Marin para não a deixar deslocada por não ter companhia e acabei concordando.

— Sabe Camus, estou curtindo muito o relacionamento de vocês. —Marin começou a falar, estávamos na praça da cidade esperando a avó dela que foi a um armarinho.

Eu não disse nada, apenas olhei confuso pra ela, que continuou. — Simples meu caro, acho que o Milo está muito mais feliz agora, não que ele fosse triste quando estava com a Shina, mas agora ele está mais natural, mais espontâneo.

—Milo é a cara da espontaneidade, Marin. — Comentei sorrindo.

— Mas ele é espontâneo com você por perto, Camus, acho que nem ele percebe isso, mas o Milo é muito mais alegre e sorridente quando você está por perto, e agora então que vocês se acertam a alegria dele é contagiante. — Minha amiga continuou a falar.

Não sou de me abrir assim, ou ficar falando da minha vida, mas gostei de ouvir o que a Marin falou, então sorri contente.

Voltamos para casa quase no final da tarde, Milo e Aioria estavam ajudando o Sr. Tomás, o avô da Marin, a montar um aero modelo, ao que parece ele era aficionado por esses aviões.

Me juntei a eles, sendo muito melhor em física que o Milo e o Aioria, acabei ajudando mais na aerodinâmica do avião.

No cair da noite testamos o avião que conseguiu levantar voo, foi bem divertido.

Acho que o Sr. Tomás adorou a experiência de ter netos meninos.

Jantamos e fomos para a varanda onde a Sra. Berta nos levou mais algumas guloseimas, sério acho que tinha engordado alguns cinco quilos neste final de semana.

Na varanda começamos a conversar sobre a escola e o campeonato de vôlei que se aproximava.

Não tardou para que a Sra. Berta viesse nos dizer que já estava na hora de irmos para cama, desconfio que este cuidado dela se deva ao fato de que a Marin era a única menina entre nós, trocando em miúdos: Ela estava zelando pela honra da neta.

Notei que Aioria e Milo se olharam de forma cúmplice, não sei, mas eu estava com a impressão de que eles iriam aprontar alguma coisa.

....

— Cara, eu tô cansadão! — Falou o Aioria assim que desabou sobre a cama dele.

— Não me diga que já está pensando em ir dormir? —Milo perguntou preocupado e fui logo me metendo na conversa.

— Deixa ele, Milo, hoje o Aioria deu um duro danado, o pobre merece descansar. — Falei sincero.

— Bem que vocês queriam, não é? Que eu dormisse cedo para vocês ficarem fazendo as coisas gays de vocês. — Aioria respondeu malicioso ao meu comentário.

— Ah sim, isso seria uma ótima idéia, pode começar a dormir. —Milo respondeu no mesmo tom malicioso do Aioria.

Apenas olhei para os dois, girei os olhos e deitei no meu beliche. Não demorei muito para começar a dormir.

....

— Tem que ser pela janela?

Eu estava dormindo quando a conversa do Milo com o Aioria aos poucos foi me tirando do mundo dos sonhos.

— Lembra que a gente viu como eu iria fazer pra subir quando ficamos lavando a louça do almoço? Então é melhor subir, a janela dos avós dela fica do outro lado, eles não vão ouvir. — Escutei o Aioria dizendo num sussurro.

Me sentei na cama e vi os dois cabeças de vento com a janela aberta e o Aioria com os pés pra fora dela.

— Ei, o que vocês estão fazendo? — Perguntei também sussurrando ao me levantar e ir até eles, os dois levaram um susto, obviamente estavam aprontando.

— Camus! — Os dois quase gritaram no susto.

Milo foi que me respondeu. — Camus, o Aioria vai para o quarto da Marin, ele vai escalando até lá.

Arregalei os olhos incrédulo, eles não podiam estar falando sério.

Percebendo minha cara de espanto, Milo acrescentou. — Calma! Ela tá sabendo e inclusive está esperando por ele no quarto.

Obviamente não fiquei muito tranquilo com aquela informação. — Isso é loucura.

— Camus, o amor faz a gente cometer loucuras! —Aioria falou com ar poético, tão canastrão que até o Milo riu.

Não demorou muito o Aioria se agarrou aos galhos da árvore próxima a nossa janela e subiu, eu e o Milo corremos para o ver subindo pela árvore e a Marin a postos na janela para auxiliá-lo.

Meu coração gelou, se aquele maluco caísse com certeza ele ia se machucar muito, mas muito mesmo. Assim que vimos que o Aioria entrou no quarto da namorada, Milo fechou a janela, tomando cuidado para não trancá-la, uma vez que o Aioria voltaria pela manhã.

Eu e o Milo ficamos nos olhando no escuro, sim, toda essa manobra do Aioria foi realizada no escuro, e com a janela fechada o breu era ainda mais intenso.

— Enfim, sós! —Milo falou me olhando de forma maliciosa, dei alguns passos pra trás.

— Sabia que você tinha armado isso com Aioria, aposto que foi ideia sua. — Acusei com a certeza que não estava sendo injusto.

Milo, o cara de pau, apenas riu e falou travesso. — Ah! Camyu... não importa de quem foi a ideia, o que importa é que ela funcionou!

Não tive tempo para retrucar, pois ele logo me pegou pela cintura e começou a me beijar de um jeito que eu perdia qualquer linha de raciocínio.

Não me fiz de rogado, eu poderia ser o sensato, poderia reclamar, dizer que aquilo não estava certo, mas poxa vida... esperei anos para estar assim com o Milo, não poderia simplesmente afastá-lo quando ele é quem tomou a iniciativa de estar ali sozinho comigo.

— Hunng... Milo. — Gemi sentindo todo meu corpo reagir aos toques do meu namorado.

Milo apartou o beijo e olhando em meus olhos tirou a camisa de malha branca que vestia. Meus olhos, já acostumados ao escuro, passearam pelo torso bem trabalhado do meu loiro, sentia algo no meu baixo ventre pulsar dentro da minha calça de pijama.

Ergui a mão e passei por aquele tórax definido que eu sonhava desde que o vi tomando banho, Milo fechou os olhos apreciando meu toque.

De repente percebi que não sabia muito bem o que fazer apesar do tesão que se espalhava em meu corpo, então me afastei indo para minha cama no beliche, sentei e fiquei olhando para o Milo que não tardou a vir ao meu encontro.

— Milo. — Falei meio receoso de imaginar onde aquilo ia parar.

— Relaxa, Camus, apenas relaxa... — O Milo murmurou voltando a me beijar com volúpia, enquanto deitava sobre mim.

Senti a ereção dele se chocando contra a minha, gememos baixo quando elas se encontram, mesmo que por cima da roupa, tudo era muito, mas muito prazeroso.

Não tardou para o Milo tirar minha camisa do pijama, e eu apenas cedia, embevecido, aos gestos dele.

Assim como na noite anterior, o safado do Milo pegou minha mão e a manipulou para que eu segurasse em seu membro rijo. — Sente, Camus... sente o que você faz comigo... — O safado sussurrou malicioso no meu ouvido.

Meu coração estava disparado, eu tinha medo, mas também havia desejo, meu corpo estava pegando fogo, apertei seu sexo e o vi fechar os olhos em uma expressão de prazer.

Gostei disso... gostei de saber que eu dava prazer a ele, então comecei uma masturbação, com movimentos leves pra cima e pra baixo, assim como eu fazia em mim quando pensava no Milo tomando banho.

— Hunng... Camyu... que delícia! Porra! — O Milo sussurrou novamente entredentes deitando de costas na cama para facilitar minha manobra.

Sentei de joelho no colchão, e olhando malicioso para o Milo continuei a movimentar minhas mãos em seu falo duro.

— Camus... dá um beijinho nele... — O Milo me pediu rouco.

— O quê? — Perguntei sem jeito.

— Dá um beijinho nele, por favor... — O safado voltou a falar fazendo cara de pidão.

— Mas, Milo... não sei, eu nunca... — Voltei a falar sem jeito e muito provavelmente ficando vermelho, uma vez que meu rosto estava pegando fogo.

Milo tornou a fazer aquela cara de cachorro vendo vitrine de frango assado e eu, mais uma vez acabei cedendo aos seus apelos.

Ok, não é que eu estivesse sendo obrigado a fazer algo contra minha vontade, muito pelo contrário, eu queria muito, eu queria tudo com o Milo, mas... sentia medo.

Sim medo.

Medo dele não gostar, medo de não ser bom o bastante, medo de machucar o Milo, e medo de me machucar.

Francamente tudo era tão novo pra mim, eu era BV até pouquíssimo tempo atrás, o único namoro que tive foi fake, com a Hilda, realmente não tinha experiência nenhuma com nada.

— Milo... eu não sei como fazer. — Falei sincero.

— Comece dando beijinhos nele, Camus... meu amiguinho gosta muito de você, ele quer te conhecer melhor. — Milo respondeu me fazendo rir com ele e relaxar um pouco.

Abaixei a cabeça próximo aquele pênis lindo, e falei entrando na brincadeira. — Oi, amiguinho do Milo, eu sou o Camus.

Ao sentir meu hálito tão próximo ao seu membro o Milo gemeu em expectativa. — Camus!!!! — Ele choramingou.

Sorri achando engraçado a reação dele que chegava a empinar sua cintura na minha direção.

Segurei na base de seu membro e beijei um lado, depois o outro, tudo com muita calma, senti o corpo do Milo retesar de ansiedade, acho que estava enlouquecendo ele.

Por Atena! Por todos os Deuses do Olimpo, o Milo é muito gostoso, o cheiro dele me fascina​, esse cheiro doce do seu sexo me deixava maluco, ainda segurando na base de meu pênis eu passei a língua por toda a extensão daquele falo suculento arrancando um suspiro do meu namorado, olhei para Milo e ele estava segurando seus cabelos e me olhando respirando ofegante em expectativa.

Foi minha vez de sorri malicioso e colocar aquele monumento ao pecado dentro da minha boca... e ouvir o Milo gemer.

Gostei de ouvir os gemidos dele, e saber que era eu quem estava o deixando daquele jeito.

Ok, eu estava com o pau, não... espera... Acho mais bonito falar membro... então eu estava lá com o membro do Milo na boca, eu não sabia muito bem o que fazer, claro que já havia assistido filmes pornôs, não tantos quanto o Milo, mas alguns gays, escondido, óbvio.

Eu sabia que a felação nada mais é do que chupar o outro cara, então uma vez com o membro do Milo na minha boca imaginei que o próximo passo seria começar a sugar... chupar por assim dizer.

Em seguida, como se eu estivesse diante de um gigantesco picolé suculento, comecei a sugar bem devagar, de leve.

Nossa, com certeza eu fiz a coisa certa, pois Milo colocou o travesseiro no rosto para abafar o gemido que ele deu.

— Camus, puta que pariu como isso é bom!! Que boca é essa? Caralho!

— Quieto, Milo! — Tive que parar o que eu estava fazendo para reclamar, pois tive medo que seus gemidos acordassem alguém.

Milo tirou o travesseiro do rosto e me olhou em súplica. — Continua, por favor, continua Camus. — Ele pediu desesperado.

Eu também estava louco para voltar ao que eu estava fazendo então, continuei.

Lambia a extensão, passava a língua com carinho na glande, depois abocanhava e sugava, acho que eu estava pegando o jeito com aquilo.

Ao ouvir os gemidos contidos do Milo, olhei em seus olhos, ainda o chupando, os olhos dele estavam vidrados em mim, como se ele não acreditasse que eu estava ali, como se ele tivesse receio de que tudo não passava de um sonho.

Num movimento que fiz com língua ouvi o Milo gemer e estremecer.

— Para, Camus, para, eu... Eu vou...

Mas não queria parar, dar prazer a alguém era algo tão novo e tão maravilhoso pra mim que me sentia realizado observando as reações do meu amor.

Mais uma vez Milo me alertou. — Camyu... se você não parar agora eu... não vou conseguir me controlar...

Novamente ignorei e continuei a sugá-lo com vontade, de repente senti o primeiro jato na minha garganta no mesmo momento em que o corpo do Milo começou a convulsionar.

— Hnng... Camus... porra!! Puta que pariu... Hnng. — Gemeu segurando minha cabeça e socando sua cintura em direção a minha boca, foram três ou quatro jatos dentro na minha boca quando suspendi a cabeça, ainda estava lá com tudo aquilo dentro da minha boca.

Olhei para Milo em busca de um auxílio, mas ele estava sem condições de me ajudar.

— Hummm. — Chamei a atenção dele ao meu problema fazendo finalmente o Milo prestar atenção mim.

— Se você sair vai acordar os avós da Marin. — Milo me alertou.

Eu olhei pra ele e fiz uma careta, seja o que os deuses quiserem, engoli tudo!

— Taquepariu, que negócio ruim. — Reclamei, Milo deu risada e me puxou pra cima dele beijando minha boca.

— Nem é tão ruim assim. — Milo me disse quando nosso beijo findou. — Ah! Camus... você não imagina o quanto eu literalmente sonhei com isso.

— Você sonhava comigo fazendo isso em você? — Perguntei achando graça.

— Sim, há anos! E quer saber? Foi muito melhor que qualquer sonho, quer ver? — Meu namorado enfiou a mão por dentro da minha calça de pijama encontrando meu membro duro, sim eu estava o sentindo latejar e com o toque do Milo foi minha vez de gemer fechando os olhos.

Com a mão no meu sexo fazendo vai e vem, o Milo começou a beijar meu pescoço, desceu para meu peito, lambeu meu mamilo esquerdo, quase desmaiei de tesão, nunca ia imaginar que dava pra sentir tanto prazer ali.

— Hunnng... — Gemi contido.

Milo trocou de mamilo dando atenção ao direito e sempre mantendo uma masturbação cadenciada.

Pelos... Deuses! Milo parecia saber muito mais que seu sobre como dar prazer a uma pessoa.

Eu estava totalmente entregue aos toques dele, e muito ansioso por mais e mais, senti um frio na barriga quando o Milo abandonou meus mamilos e foi descendo fazendo uma trilha de beijos pelo meu corpo.

Senti seu hálito sobre meu membro, estava ofegante ante a expectativa do que estava por vir, tomei coragem de olhar para o Milo, sim... até agora meus olhos estavam fechados, sei que é estranho, pois não tive vergonha de dar prazer ao Milo, mas estava bem tímido agora que era eu quem recebia as carícias, afinal, corar como um louco não é motivo de orgulho para ninguém.

Abri os olhos e o vi olhando para meu sexo como se estivesse em dúvida sobre o que fazer, "Será que o Milo tava arrependido de ser gay?" "Será que ele teria nojo de tocar meu sexo?" "Será que ele ainda não estava preparado pra isso?" — Vários pensamentos povoaram minha mente naquela momento, eu estava quase parando tudo e me recompondo quando senti a língua do Milo passeando sobre a extensão do meu sexo como que sentindo o gosto.

Então sem aviso ele colocou tudo na boca.

Milo tinha razão, aquilo era bom demais, segurei forte nos lençóis para evitar gritar de prazer.

Assim como aconteceu comigo, o Milo também ficou pensando no próximo passo da felação até que decidiu que deveria começar a sugar.

— Wainn... Milo! Que delícia! — Gemi manhoso arqueando meu corpo de encontro àquela boca quente e tentadora.

Se o Milo estava inseguro, meus gemidos serviram para informá-lo que ele estava no caminho certo, pois senti que ele começou a sugar com mais confiança, tudo estava indo muito bem até que... Até que o Milo começou a acariciar o meu... hã... a minha entrada, se é que dá para entender.

Fiquei tenso, sei que era o próximo passo, seria natural que a gente evoluísse pra isso, mas... não estava seguro, meu receio nunca foi em ser o passivo, isso não.

Isso sempre foi algo definido na minha mente, sempre que pensei no Milo, ou sonhei com ele nosso papel na transa estava bem definido, não que eu não me sentisse capaz de ser ativo com ele, claro que que sou, mas internamente já havia me preparado pra ser o passivo.

Mas a iminência da transa me fez temer, pensei no meu pai, sei que não tinha momento mais impróprio para pensar nele, mas não pude evitar. Se deixasse o Milo me penetrar, eu seria gay definitivamente, não tinha pra onde fugir, seria de fato a decepção do meu pai.

Estranho e complexo, eu sei, mas voltando a minha “iniciação” com o Milo, ele estava me chupando e fazendo movimentos circulares no meu... digo... na minha entrada, mesmo com todas as dúvidas que brotaram em minha mente não tive forças para fazê-lo parar, aquilo realmente estava muito bom.

Eu estava gemendo, baixo, muito baixo, quase mudo, quando senti o Milo colocando o dedo na minha boca, por instinto, ou excitação que me enlouquecia comecei a chupar aquele dedo, como se estivesse com o falo do Milo em minha boca.

— Ah, Camus, você é gostoso demais... — Meu namorado me disse fazendo eu sorrir malicioso, parando de chupar seu dedo.

Milo então voltou a massagear “aquela região” agora com o dedo úmido pela minha saliva, então sem que eu tivesse me preparado para isso o safado começou a enfiar o dedo em mim.

Dei um pequeno sobressalto com o choque. — Milo! — Resmunguei.

— Apenas relaxe, Camus, relaxe. — Foi a resposta que o safado me deu antes de continuar com a felação e aos poucos me penetrando com os dedos.

Não posso dizer que era ruim, pois não era.

Não posso dizer que foi dolorido, pois não senti dor alguma, talvez um desconforto, mas dor nenhuma.

Não posso dizer que iria o fazer parar, posso até ter pensado nisso, mas jamais conseguiria parar, não naquele momento.

Não posso dizer que não estava gostando, pois estava adorando cada toque do meu Milo.

Pelos Deuses, me mantive virgem por longos dezesseis anos e em menos de um mês namorando o Milo já estava naquela situação totalmente constrangedora, prazerosa, mas constrangedora.

Não sei que diabos o Milo fez, mas ele acertou um ponto que me fez ver estrelas de tanto prazer, fazendo com que eu abrisse mais as pernas para que ele tivesse mais mobilidade no que estava fazendo.

A essa altura eu já estava completamente entregue, segurava os cabelos do Milo empurrando sua cabeça de encontro ao meu membro.

— Milo! Eu vou... pelos deuses Milo, se afaste que eu vou... — tentei dizer, mas repetindo o meu gesto o Milo apenas se aprofundou nos toques, quando senti um vulcão surgindo em meu baixo ventre, um vulcão entrando em erupção, quando dei por mim estava explodindo em uma forte erupção na boca do meu namorado. Senti meu corpo convulsionar, tremi, minha respiração ficou ofegante, fui às nuvens e aos poucos retornei ao planeta.

Quando consegui abrir os olhos dei de cara com o Milo fazendo uma careta, ele havia acabado de engolir minha semente, assim como fiz com a dele momentos antes.

— Nem é tão ruim. — Ele me falou fazendo caretas ainda, nós sorrimos.

— Camus, preciso de você! — O Milo me falou voltando a se jogar em cima de mim, beijando minha boca e meu pescoço, percebi a real intenção dele quando ele levantou minhas pernas encostando seu membro, que estava duro novamente, na minha entrada.

— Não, Milo, por favor, ainda não! — Falei sério olhando para ele.

— Mas Camus... olha meu estado! Eu preciso de você. — Ele resmungou roçando seu membro no meu... digo... na minha entrada.

— Milo... ainda não estou pronto pra dar esse passo, por favor, não. — Voltei a pedir.

Fazendo um muxoxo, Milo deitou do meu lado resmungando. — Não entendo, parar depois disso? — Ele falou apontando para nós como se dissesse que não fazia sentido.

— Milo, não quero que nossa primeira vez pra valer seja assim, segurando os gemidos na casa dos avós da Marin, com medo deles nos ouvirem. — Comecei explicar com calma.

— Mas, Camus! — Ele tentou me interromper, mas o impedi fazendo sinal com a mão.

— Milo, não sei se isso vai doer, mas sempre escutei dizer que dói e muito na primeira vez, como pretende que eu tenha que segurar meus gritos ou gemidos aqui? — Continuei explicando meus motivos. — E se sangrar, e se... Milo, você não é nada pequeno, concorda?

Parece que minha explicação estava o convencendo, pois ele parou de reclamar e estava prestando atenção nas minhas palavras.

De repente ele suspirou alto e chacoalhou os cabelos, os bagunçando, virou pra mim e tentou sorrir. — Tudo bem, Camus, espero o local certo, no seu tempo certo, mas o que eu faço com isso aqui agora? — O safado falou segurando seu pênis olhando pra mim malicioso.

Ri sem graça e fui ajudar ele com aquele probleminha, naquela noite fomos dormir bem tarde, só acordamos com o Aioria batendo na janela para voltar ao quarto, quando já era quase dia.

"Milo, o que está fazendo?"



"Esse trecho da história me deu água na boca, Camus"



"Hunng... M i l o... estou tentando contar uma história aqui."



"Camus, eu estou com as mãos e a boca ocupados, mas você pode continuar de onde parou"



"Hnnng... Milo, preciso dizer que você melhorou muito, o que era bom ficou... Ohhhng!!!"



"Você gosta assim?"



"Milo, os leitores...a história... Hunng!"



"Deixe eles pro próximo capítulo...hun?



"(Ofegante) Ok, ok... até o próximo capítulo... ohhhng!!

Notas finais
Ahhhh Camus!!! Poxa como assim você parou as coisas assim? OK! Eu o entendo, não dá pra ser assim não é? A primeira tem que ser especial, vamos ver se no próximo capitulo rola. Mas falando sobre esses pensamentos do Camus na hora H, sobre que se ele aceitasse ser o passivo ele estaria definitivamente sendo gay. Como muitos já sabem de tanto eu falar 99% dos meus amigos são gays, meus melhores amigos são gays e obviamente eu os uso para minhas pesquisas, e uma das coisas que eles me confessaram foi exatamente isso. A pressão sobre ser o passivo é muito grande, todo o preconceito da sociedade entra na mente da pessoa naquele momento e a imagem do pai sempre vem à mente na primeira vez, é triste, mas infelizmente é real. Principalmente quando se vem de lar homofóbico. É como se a pessoa estivesse sendo marcada para sempre como gay. Vemos que até no mundo Yaoi o ativo é visto, (por algumas pessoas), como menos gay, como se só o passivo fosse gay de fato, esse é um preconceito que infelizmente está incrustado em nossa sociedade, em nós, mas com fé vamos mudar isso. *Berçário é o nome, pelo menos no sul de Minas, que se dá ao local onde ficam as mudas das plantas, elas devem ficar no berçário até certo tempo e depois ser transferida para o local definitivo onde irá crescer. É isso espero que tenham curtido, comentários são sempre bem vindos, alias, são sempre esperados, então não deixe essa ficwriter se corroendo de ansiedade para saber a opinião de vocês. Fiz um grupo no facebook para trocar ideias, postar curiosidades entre outras coisa sobre as minhas fics, caso queira entrar, sinta-se a vontade! => https://www.facebook.com/groups/1099706026776907/ Beijosssss