Dying Light

3 Capitulo Três


Notas iniciais
UHM HELLO SWEET PEAS QUANTO TEMPO NÉ HEEHEHEHEE MIL DESCULPAS??????????? EU ODEIO ENSINO MEDIO DEMAIS EU SOU UMA MORTA VIVA IGUAL A HOPE VCS N TÃO ENTENDENDO EU. TO. MORTA. cancel school pls ANYWAY antes cedo do que nunca???!!!!!!! um capitulo p vcs que eu n estou 100% amando mas the heck BOA LEITURA KAY SEE U GUYS DOWN THERE BEYBEYE

Eles andavam pela floresta com menos facilidade que eu, a cada passo que davam conseguia ouvir algum barulho sendo feito pelos seus pés pesados; alguém pisa em um pedaço de madeira e faz com que o quebre, eu fecho meus olhos pedindo para que nenhum dos mortos tivesse notado o barulho. Respiro fundo quando não ouço nenhum ruído fora os dos soldados e continuo andando com cautela pela floresta. Na noite passada Kyle havia visto algo estranho se mexer dentro da floresta e, com medo, nos fez mudar a rota para o hospital de uma cidade próxima e um pouco maior.

Normalmente eu não concordaria em andarmos pelo meio da floresta, era perigoso e muitos dos homens não sabiam como se mover dentro dela, mas vendo a seriedade na voz de Kyle e seus olhos manchados com medo, concordei em irmos por ela. Eu sabia do que ele tinha medo, Halter havia me contado a história de como Kyle havia perdido sua família para mortos da Segunda Infecção, então se eu estivesse certa, ele havia visto um deles rodeando a área em que estávamos. Infectados desse segundo pandemônio usavam um método diferente de "caça" aos primeiros, seu cérebro funcionava com algumas funções, incluindo a habilidade de esperar pelo momento certo para atacar... Quando estivessem em grupo. E se aquela coisa que Kyle havia visto estivesse em grupo nenhum deles teriam uma chance de sobreviver. Eles eram como lobos, observavam com cautela e paciência coletando informações sobre sua caça, nesse caso nós, e quando se juntava em um grupo sabiam como encurralar sua vitima. Eles não apenas tinham um maior entendimento, mas também conseguiam correr e até mesmo usar de sua força com mais facilidade que os outros, o que faziam eles ainda mais perigosos.

Olho para os lados temendo que o infectado havia nos seguido pela rota, e me viro para encarar o resto do grupo contando cada um deles incluindo a moça que havia me oferecido comida na outra noite, faço um sinal para que possam ir em minha frente e sussurro o caminho para Kyle que apenas acente com a cabeça antes de guiar os homens. Respiro fundo tentando focar em meus ouvidos e pensamentos para achar algum barulho que não pertencesse ao lugar, abro meus olhos e ando mais alguns passos voltando pela rota. Alguma coisa quebra. Um galho. Viro-me para onde o barulho parecia ter vindo. Ergo a arma e com cautela atiro. Se algum morto estivesse por perto agora eles sabiam onde eu estava. Ando para o corpo murcho de vida e o chuto para ter certeza que acertei em seu cérebro, quando ele não se mexe começo a procurar por alguma coisa de útil em seus bolsos como fui ensinada a fazer com os anos. A única coisa que acho é uma pequena faca e a coloco em meu bolso de trás. Não usávamos qualquer tipo de arma que precisássemos ter contato com os mortos para usar então a faca não seria muito útil a não ser que houvesse alguma emergência. Ouço outro barulho vindo por trás de mim e pronta para atirar me viro.

– Wow — Kyle levanta os braços e eu abaixo a arma lentamente, não posso dizer que não tive vontade de atirar nele por um instante. Ele abaixa seus braços e me encara for alguns segundos antes de lamber os lábios e abrir a boca — Quando ouvi o tiro voltei para me certificar se estava bem.

– Bem — Simplesmente respondo, pensei em usar mais palavras, mas porque usar duas palavras quando se podem usar uma? Além do mais, tinha medo que com mais palavras que eu falasse menos humanidade eu teria. Algo estúpido que havia adquirindo aos anos. Pensava que talvez todo humano tivesse um número de palavras exatas que falaria em sua vida antes de morrer, então quanto menos eu falasse, mais chances eu teria de sobreviver.

Ele faz uma careta antes de voltar a andar, eu o sigo trotando e cuidando aonde pisava. Ao contrario dele que pisava a cada segundo com mais e mais força ao chão. Suas mãos juntas a arma tomavam uma coloração branca. Ele estava com medo.

Respiro fundo e ando mais rápido para passar em sua frente e consigo ouvir ele soltar um suspiro de alivio. Engulo a saliva que estava se formando em minha boca e noto o gosto de metal que vinha junto dela, sem notar as constantes mordidas que havia dado em um dos lados de minha bochecha interna fazendo-a sangrar. Coloco a língua na ferida tentando fazer com que ela parasse de sangrar, sem nenhum sucesso passo a minha atenção para meu lado esquerdo onde posso ouvir um ruído estranho vindo de dentro da floresta. Viro-me para Kyle que para de andar para me encarar, seu rosto impassível, encarando meus olhos sem vida.

– Vá à frente — Murmuro e o empurro para começar a andar mais rápido. Quando ele não está mais em meu ponto de vista começo a andar em direção ao barulho. Não era comum de um zumbi aquele som de rasgar os tímpanos, mas com certeza, chamariam a atenção de muitos. Como eu estava ouvindo acreditei que nenhum dos homens pudesse ouvir. Quando chego ao lugar que parece de onde está vindo o barulho estridente posso ver um grupo de mais ou menos vinte infectados tentando achar o corpo que esta fazendo o barulho. O barulho me dava dor de cabeça agora. Estava muito perto.

Abri caminho em meio aos corpos sem trabalho à procura do aparelho. Após alguns minutos acho algo que me surpreende. Um aparelho cravado fundo junto ao chão. Não era engenharia militar o que me preocupava, mas era uma forma interessante de distrair aqueles corpos por algum tempo. Talvez eles voltassem pelo aparelho mais tarde e dariam misericórdia aos corpos, mas isso não tinha nada haver comigo, então acabo por desligar o aparelho (ou quebrar, da forma que quiser ver a situação), e usando a faca que havia encontrado mais cedo tiro o resto de vida dos corpos ali. Seco o suor que escapa de minha testa e olho em volta para ver se tudo está limpo. Ter terminado com tantos mortos com tanta facilidade faz meu estômago virar, eles nem ao menos conseguiam diferenciar meu cheiro ao deles. Olho para cada uma de suas feições cuidadosamente a procura de alguma que fosse conhecida, nenhum deles usavam qualquer insígnia que indicassem que foram, um dia, militares. Engulo minha saliva e deixo o lugar movendo minhas pernas quase que mecanicamente e algo me alavanca para frente. Olho para o meu ombro. Sangue se espalhava pela blusa branca que cobria meu corpo, e com o sangue, uma faca atravessava minha carne.

A dor não toma o controle do meu corpo, mas sim a escuridão.

Notas finais
pequeno? um pouco sim, mas foi o que eu tinha em mente p voces por agora. SIM eu tenho mais capitulos escritos, só não acho que eles valham a pena ainda. vou tentar postar com mais frequencia, pelo menos a cada duas semanas or so mas por enquanto é isso gente ME DIGAM SE EU DEVO MUDAR ALGUMA COISA QUE DIREÇÃO VOCÊS ACHAM QUE ESSA HSITORIA VAI TOMAR!!!!!!!!!!1 TA RUIM? NO QUE EU DEVO MELHORAR? love yall so very much it hurts BYEEBYE
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.