Duvidas E Certezas
3 Chapter I - See this heart ?
Notas iniciais
Grissom e Sara estavam em seus respectivos apartamentos, era uma noite fria em Las Vegas. A cidade que nunca para estava silenciosa, era noite de natal e a maioria das pessoas estavam em suas casas comemorando aquela data querida com a família e pessoas especiais.
– Hãm... Sara – Falou Grissom ao telefone.
– Grissom, tudo bem? – Perguntou Sara meio encabulada com o telefonema.
– Tudo, e você? – Falou a morena desanimada
– Tudo, aconteceu alguma coisa? – Perguntou Grissom preocupado com voz desanimada da perita.
– É que... Eu preciso de você para cobrir um caso. – disse Grissom receoso.
– Era isso... Passa-me o endereço. – disse a morena tristonha.
– Desculpe... –Grissom percebia que a voz de Sara não era muito agradável.
– Não tem importância, não estava fazendo nada de importante. – O tom de tristeza da Sara atingiu Grissom , era triste alguem que não tinha ninguem para passar o natal uma data tão importante como aquela.
– E aproposito feliz natal. – desejou Grissom dando um leve sorriso no canto da boca.
– Feliz Natal para você também, encontro você daqui a pouco. – finalizou ela dando o mesmo sorriso tímido.
– Por que é sempre só isso?! – Pensou Sara.
– Oi, o que temos hoje? – Perguntou Sara chegando à cena do crime.
– Thomas Winchester proprietário de mais de quinze casinos em Vegas encontrado morto pela filha. – Falou Grissom.
– Mais alguém na casa? — A casa onde Thomas morava era mais uma mansão que uma simples casa, tinha enormes palmeiras na tinha muita gente na entrada da casa, havia jornalistas e varias viaturas.
– Na casa moram quatro pessoas Thomas Winchester a mulher dele Helena Manson e os filhos deles Sara e Daniel.. – Disse Grissom
– Acharam só Sara e Thomas? – Perguntou Sara .
– Sim, Daniel e Helena estão desaparecidos.
– Falaram com a garota? – Perguntou Sara olhando para a viatura onde estava Sara sentada ela era uma garotinha com aproximadamente cinco anos de cabelos negros como os dela.
– Acho meio difícil, ela tem apenas cinco anos. A assistente social está com ela no carro a garota não fala nenhuma palavra – respondeu ele .
– Mas não acharam ninguém, nem ao menos um funcionário? – Perguntou Sara surpresa.
– A menina encontrou o pai morto debaixo da arvore de natal e foi até uma vizinha alegando que o pai estava dormindo e não acordava. – Disse Grissom com pesar.
– Você acha que Daniel e Helena estão mortos? – Perguntou Sara confusa.
– Esse é o nosso trabalho. – Disse Gil levantando suas sobrancelhas como de costume.
– Vou tentar falar com Sara. – Disse Sara receosa.
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– Como ela está? – Perguntou Sara a assistente que cuidava da menina.
– Ela esta bem, meio assustada, mas esta bem. – Disse a assistente social que sentava do lado da garota.
– Oi Sara — Falou Sara entrando no carro e cumprimentando a garotinha. – Sei que você e tímida, mas pode falar comigo eu estou aqui para ajudar você e sua família, mas você tem que falar comigo Sara prometo que vai ser rapidinho e depois você pode ir descansar.
– Oi. – Falou uma voz doce, a menina tinha cabelos negros e olhos cor de mel ela usava um vestidinho rosa e sapatilhas brancas.
– Eu também me chamo Sara, então me diz como você esta? – perguntou Sara gentilmente a garotinha
– Bem. Sara? Você viu minha mãe? – Perguntou a menina que não se desgrudava de um ursinho.
– Não, mas vamos encontra lá – Perguntou Sara meio desconfortada com a situação. – Eu prometo Sara vamos te ajudar.
– O papai melhorou? – Falou a menina com a cabeça baixa.
– Sara seu pai não está mais aqui com você, ele foi embora. – Falou Sara cautelosamente.
– Ele vai voltar? – Perguntou menina muito inocente.
– Infelizmente não. – Respondeu a mais velha sabendo que a menina não estava associando muito bem a situação.
– Ele tinha me prometido que iríamos passar o natal juntos. – Falou a garotinha. – Era o nosso primeiro natal.
– Você viu seu irmão? — Perguntou Sara insistindo em uma resposta.
A menina tirou uma foto embrulhada da sua pequena bolsinha que usava e entregou para Sara.
– Essa é a minha família. – Falou a garota. – Não consigo encontra-los, você me ajuda a procurar Sara?
– Claro. — Sara deu um singelo sorriso para a garota.
– Têm mais alguém na casa? – Perguntou Sara
– Tem, mas eu não posso contar quem é. – Respondeu a menina .
– Alguém pediu para você não contar? – Perguntou Sara intrigada com a situação.
A menina respondeu com fazendo um gesto de afirmação com a cabeça.
– O Daniel esta lá?
A garota afirmou mais uma vez com a cabeça.
– Vamos fazer um trato? – Insistiu Sara percebendo que a menina não iria contar com muita facilidade.
– Sim. – Falou a voz doce.
– Você fala onde que seu irmão esta que vou poder ajudar você, ele e sua mãe.
– Você promete que ira encontrar minha mamãe? – Perguntou a menina cedendo finalmente à proposta de Sara.
– Ele me disse para não contar para ninguém onde é nosso esconderijo, mas eu acho que ele não vai importa se eu contar para você, temos uma sala secreta papai diz quando alguém mal aparecer nós corremos para lá. – Sara associou a situação, mas é claro Thomas devia ter tantos inimigos e com certeza haveria um lugar para proteger seus filhos.
– Onde fica esse esconderijo? – Sara perguntou, mas a menina continuou calada. — Por favor, seu irmão Daniel precisa que você ajude a encontra-lo, e lembra-se do nosso acordo? – Insistiu Sara.
– Não sei, mamãe falou que não posso contar para ninguém.
Sara Winchester se aproximou de Sara Sidle sussurrou onde ficava o esconderijo.
– Sara? Você agora vai com essa mulher aqui, até tudo se resolver, viu? – Falou Sara , a assistente social continuava ao do lado dela.
– Eu queria ficar um pouquinho com você. — disse a menina se mostrando mais a vontade com a perita.
– Eu te prometo que vou te ver , esta bem? – Falou a perita.
– Você vai achar minha mamãe? – Disse ela com uma voz doce.
– Sim eu vou acha-la, como eu prometi lembra? –
(...)
– Sara tudo bem? – Perguntou Grissom.
– Claro agora já sei aonde Daniel Winchester esta... — Falou Sara subindo as escadas – Sara me disse que tem uma porta no guarda-roupa dentro da sala de brinquedos que leva a uma pequena sala. –Sara caminhava ao lado de Grissom em um longo corredor.
– O que mais ela disse? – Perguntou Grissom.
– Daniel ? Aqui é da policia... você esta ai ? Esta tudo bem. Aqui ninguém vai te fazer mal. – Falou Sara entrando no enorme guarda-roupa que por incrível que pareça tinha mesmo uma sala dentro dele.
– Daniel... Você esta ai ? – Perguntou a morena olhando atentamente na pequenina sala que por vez Daniel estava lá, o menino estava deitado no chão não podia se ver se ele estava morto ou apenas dormindo.
– Vou chamar os paramédicos. – Apressou Grissom caminhando até a porta.
– Daniel, calma você vai ficar bem. –Sara chegou mais perto do menino que permanecia na mesma posição.
– Daniel ! – Quando Sara sentou do lado do garoto ela permaneceu estática.
– A....Ai- Falou Daniel com os olhos entre apertos, o menino estava com a blusa coberta de sangue, com o rosto parecendo que tinha levada uma surra.
– Quem fez isso com você ? – Perguntou Sara apavorada com a situação do garoto. — SOCORRO. – Gritou Sara implorando ajuda.
– a...ar...vo...re- Falou o menino.
– O que têm arvore? Daniel, me escuta não fecha os olhos. SOCORRO, Grissom ! – Gritou Sara mais uma vez.
– Hei... Daniel.... Seja forte, eu sei que você pode. – Daniel era irmão gêmeo de Sara, tinham a mesma cor de cabelo e olhos eram iguais, até mesmo o desenho da face eram parecidos, parecia até que Sara estava segurando a menina que tinha acabado de conversa. .
– Chegamos. – Falou Grissom chegando juntos aos paramédicos.
– Daniel, abra os olhos.- Falou Sara com o menino no seus braços, os olhos deles estavam fechados, a blusa de Sara estava coberta de sangue do garoto.
– Sara, eles vão o levar, nem tudo esta perdido. – Falou Grissom tentando afasta Sara do garoto.
(...)
– Nada da mãe deles? – Perguntou Sara para Grissom do lado de fora da casa.
– Não, você esta bem? – Perguntou Grissom percebendo que Sara estava muito abalada com o caso.
– A vida as vezes e muito cruel para pessoas que não mereciam. – Falou Sara desviando o olhar para os olhos de Grissom.
– Esse é o nosso trabalho e temos que aprender que todos são apenas vitimas que vem e vão toda hora.
– Conseguimos alguma digital no quarto? – Perguntou Sara passando as mãos pelo rosto e tentando se manter forte.
– Conseguimos, mas são do pai das crianças. – Disse Gil
– Mais nada? – Perguntou Sara continuando com a cabeça abaixada
– Não, a casa esta limpa. – Disse Grissom.
– Temos alguma fita de segurança?
– Não, só o que temos é a filha de Thomas, Sara. – Falou Grissom.
– Já levaram Daniel ? — Perguntou Sara pensativa
– Sim. – Disse Grissom receoso
– Eu vou entrar para ver se eu acho mais alguma coisa. – Falou Sara caminhando para dentro da casa.
(...)
Sara olhava em cada canto em cada quarto em cada pequeno lugar . Passou a noite inteira dentro da casa podia observar o movimento diminuindo na entrada da casa, o sol aparecia para dar o ar das graças na noite fria em Las Vegas. De repente Sara ouve gritos vindos do primeiro andar da casa.
– O que esta havendo? – Perguntou Sara para o policia que segurava um belo homem que estava desesperado querendo entrar na casa.
– Cadê meu pai meus irmãos? –Perguntou o homem para Sara.
–Quem é você ? – Falou Sara.
– Sou filho de Thomas Winchester, cadê ele? – Perguntou o homem desesperado.
– Pode solta ló, me acompanhe, por favor – Falou Sara indo para fora da casa.
– O que aconteceu? – Falou um belo homem que parecia ter uns trinta e cinco anos, tinha cabelo negros e olhos cor de mel como as crianças.
– Qual e seu nome ? – Perguntou Sara.
– Meu nome e Doguie Rice, sou filho do primeiro casamento de Thomas, me diga pelo amor de Deus o que houve.
– Seu pai foi assassinato, Sara esta bem e Daniel esta no hospital, eu sinto muito.
– Meu Deus, o que houve com Helena? – Disse o Doguie apavorado.
– Não sabemos nada dela ainda. – Falou Sara receosa.
– Cadê a Sara? – Perguntou.
–Esta com a assistente social, eu sinto muito. – Falou Sara lamentando a grande perda do belo rapaz.
– Obrigada- Doguie sorriu.
– Com licença eu vou voltar para o meu trabalho. – Sara caminhava em direção as escadas e Doguie permanecia parado na porta da casa, Sara subia a escada sem prestar atenção aonde pisava quando colocou o pé no segundo degrau ela se desequilibra e felizmente Doguie corre e a segura antes que ela caísse.
– Meu Deus, obrigada. – Falou Sara que segurava fortemente Doguie.
– De nada, nem sempre temos alguém para nós segurar quando estamos caindo. – Falou o homem que estava a uma distancia particular do rosto de Sara..
– Pois é, obrigada, eu tinha feito um estrago. – Falou Sara dando um singelo sorriso para Doguie.
Porem uma visita inesperada apareceu na casa, Grissom permanecia parado na porta vendo aquela cena não muito agradável.
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