Dust in the Wind
49 Capítulo 48 - Emoções finais
Notas iniciais
Dez anos depois...
A vida de muitos dos habitantes da pequena cidade de Mystic Falls havia mudado. Caroline vivia seus dias felizes ao lado do maravilhoso marido, Niklaus. E claro nunca faltando os filhos adoráveis do casal. Embora já esperasse um 3 a caminho, só que o loiro ainda não sabia.
Era tarde de domingo em pleno inverno. Todos estavam reunidos na lareira quente da casa da avó Forbes, como assim era chamada por Aria e Hanna, ambas loirinhas de olhar claro como o pai e a mãe.
Elisabeth havia aposentado da policia depois de um ano, agora tinha mais tempo para a familia, incluindo para as traquinas netas que eram bem queridas e só queriam brincadeira. Claro que algumas das coisas que a ex-xerife mais gostava de fazer era contar suas aventuras para as duas meninas. Elas adoravam é certo e até diziam em alto e bom som que quando fossem suficientemente crescidas que iriam colocar todos de cabelo em pé.
— Olha só como a tua mãe leva jeito! — comenta Niklaus preparando um nova cavaca para o lume e aquecer um pouco mais o ambiente.
— É verdade! A minha mãe sempre foi um amor e falando em ser um amor... — faz um mistério com aquela interropção na frase. Ri baixo. — Penso que ela vai ter muito trabalho daqui para a frente. — deixou clara a dica.
— Mais trabalho, como? A Aria e Hanna estão com 7 e 4 anos. — perguntou começando a fazer calculos às idades das meninas e não entender a subita questão.
— Digamos que o meu presente de natal antecipou-se um pouco e como sou uma mulher de palavra... — ele abre um largo sorriso percebendo que a esposa estava grávida.
— Isso é o que estou realmente a pensar? Vamos ter um bebé? — a voz quase sai do sussurro com o entusiasmo, ao qual Caroline deixa um toque no ombro dele como "cuidado, elas dormiram"
— É verdade, claro!
Sem demoras Niklaus pegou Caroline no colo a rodando imensamente feliz. Uma coisa era certa dali em diante a familia ia aumentar.
***
Por outro ventos, Elena acabava de sair da maternidade com o seu segundo filho, agora primeiro de Kol. A alegria era completa, o pequeno junior agora bem mais crescido estava com imensos planos para o irmão mais novo.
Jenna estava realmente muito feliz, apesar de recusar levar a sério a propósta de Alaric em casar. Agora até podia ser hora para realizar o velho desejo do chinelo de pé. Até porque tanto um como o outro sobrinho, estavam com suas vidas plenas e realizadas. Já era hora de Jeremy arcar com algum juizinho naquela cabeça. E não é que as presses de Jenna foram realmente escutadas por deus? Pois claro, Jeremy agora fazia parte do comando da policia. É o garoto virou homem de verdade.
Lá por bandas policiais havia encontrado a mulher certa para completar o pequeno recanto vazio do coração. Isso o havia incentivado muito mais a ser alguém melhor, presente e realmente dedicado. O melhor de tudo é que a familia Gilbert encontrou a sua luz no final do tunel. Estavam felizes.
***
Com Camille a história era contada de outra maneira. Haviam se passado 10 anos, é certo, mas a pobre coitada apesar de não ter sido condenada por falta de evidencias concretas, nunca havia mudado. Nem apesar da dura experiencia de ter passado largos meses presa.
Os seus dias eram vividos de diária luta, de perdas constantes e de arrogancia na rua. O tio era realmente a unica pessoa que ainda acreditava na sua salvação e aparentemente acolhia apesar de ser tão mal criada.
— Nunca vais aceitar que esse é o mal do teu lado maligno? Ainda vais terminar os teus dias bem pior do que já estás? — pergunta ele olhando a sobrinha. — Camille és tão delicada, por favor promete a este coração velho e cansado que vais acertar os teus erros.
Todas aquelas palavras eram escutadas e ao mesmo tempo tão rapidamente esquecidas. Seria tão complicado ajudar alguém que recusava aceitar o quer que fosse dos outros. Repreensão não era de fato um ponto de ajuda para alguém com uma capacidade tão grande e maldosa como a loira tinha. Por outro lado, não seria tarefa fácil de reconhecer erros que fossem. Nunca teria arrependimento por ter magoado pessoas inocentes.
— Espero que saibas fechar a porta por onde entras-te! — foram as unicas palavras que o senhor idoso obteve dela.
***
Vivendo um sonho tornado realidade, Meredith e Stefan haviam conseguido com algum trabalho e empenho chegado na reitoria da universidade que muito tempo havia estudado e se formado grandes. Apesar de não terem filhos, consequemente por conta do problema de esterelidade da morena, o casal havia mantido sempre a sua união inquebrável.
Era hora de fechar dossiers e voltar para casa, quando Stefan saia de mais uma cansativa reunião com o conselho de veteranos da universidade. Ele havia conseguido trancar mais um prazo com total sucesso e com isso arrancado mais uma verba para os estudantes com carencias económicas que se encontravam em débito de propinas em diversos meses.
— Meu amor, por favor larga isso! — pediu Stefan pousando a mala em cima da cadeira de cabedal do escritório da esposa. — Vamos para casa, estamos a merecer uma pausa.
— Pedindo dessa forma assim, não consigo recusar! — fingiu um pequeno drama na voz e acabou acompanhando o marido até casa.
O que à uns anos atrás parecia ser uma casa pequena e acolhedora para dois meros estudantes, hoje era uma vivenda crescida e mais acolhedora ainda. Afinal eles podiam, não é?
***
Uma conquista garantida era o verdadeiro Matt Donovan que havia conseguido comprar o grill e agora era ele quem seria o todo poderoso do bar com ajuda da adorável Rebekah, que ao contrário dos seus iniciais planos com ele, havia enterrado o seu bastão de guerra como hospedeira de bordo.
Hoje não mais em pleno circuito aerio, ela ajudava a tocar um bar com o namorado. Na verdade cuidava mais da gerencia e nem que levava mau crédito. Ela era ótima com contas, seria uma ótima aquesição. Outra coisa que não andava muito sob a mesa eram os filhos. O casal diferente dos amigos, não pensava de um modo muito paternal quando ainda tinham tanto para viver. Filhos para eles era sinónimo de tempo extra, e tempo é dinheiro. Então filhos não eram uma exclamação urgente para o casal. Embora o Niklaus e a Caroline fossem amigos fortes de dar sempre um velho toque do "estás na idade e depois sentes que perdeste a oportunidade" ou "a idade não perdoa quando passas dos 40".
***
Num registo de fama, Nádia havia conseguido vencer um reality show chamado Secret Story American e levado assim cerca de 20 mil dolares. Agora uma famosa de alto nivel, não precisava de modo algum preocupar-se com o passado seco e chategeante, já que agora sentia-se bem demais para cuidar do futuro. E como o tempo era de brilhar, as propostas de fazer presenças em festas não paravam de chegar. O seu sucesso estava sendo garantido.
***
No final de contas todos estavam felizes em suas vidas novas, em suas extenas rotinas. Tirando a triadora da Camille que só tinha recebido o fruto da sua plantação da discordia. Bom, e assim termina mais um capítulo na vida desses fantásticos.
Fim
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