Dust in the Wind

20 Capítulo 19 - Gerar mau ambiente


O Mystic Grill estava em um horário em que a musica as pessoas faziam sua própria festa. Matt que estava de serviço e ao mesmo tempo a divertir-se trabalhando, avistou aquela garota que havia despertado sua atenção, e no fim de contas, depois de algumas conversas com Tyler, acabou descobrindo que ela havia sido umas das suas garotas de passa-tempo.


É claro que o jovem nao gostava da forma como o rapaz introduzia o termo, mas enfim, era Tyler Loockood, e tudo se esperava tratando-se de um garoto que era filho do presidente da cidade, e o mais famoso Bad Boy da zona, nunca tirando em momento algum o lugar de Damon Salvatore.


Rebekah que estava no tédio, por nao ter companhia para passar o tempo, foi ate ao balcão do bar, pedindo uma drink ao jovem que destraido limpava o balcão.


– Oi, eu queria uma vodka! — pediu ela sem rodeios, e pegou da bolsa o dinheiro para pagar, e ate deixar uma pequena grojeta ao rapaz.


Ele pegou um copo de imediato, enchendo com gelo e liquido de vodka, e colocando bem no cimo um rodela de limão para cortar de algum modo o forte sabor do alcool, e serviu a ela. Mas quando ao olhar para o balcão e viu a nota, ele disse:


– Esse drink fica por conta da casa... — arrastou a nota no sentido dela, o que a fez sorrir. — pensa que é uma forma de eu pagar pelo meu erro. — disse ele gentil sorrindo.


– Eu nao devia aceitar, mas és um rapaz simpático, por isso aceito! — ela provou um pouco da sua bebida, olhando em seguia para ele. — Hum, com limão fica muito bom. — comentou.


– É uma forma de cortar o intenso sabor do alcool. — explicou ele, limpando o balcão novamente, mesmo este ja estando bem limpo. — Alem disso nao te vejo do tipo que bebe bebida forte. — falou ele.


E enquanto os dois loiros travavam conversa, entrava Cami na companhia de Diego no bar, olhando para todos os lados procurando alguem em particular. É claro que Niklaus, nao estava ali, bem pelo contrário estava do lado da namorada em casa.


A loira que desistia de procurar, dirigiu-se ao bar ao ver que encontrava uma velha amiga, ou por outras palavras, a melhor amiga de seu loiro, que travava conversa casual com o barman. Ela estava disposta a fazer uma piada das suas ao ver que o casalinho estava feliz em sua aparição. Contudo, Diego nao gostou nem um pouco no subito interesse da companheira, puxando de imediato a um canto.


– Cami, ja podes parar! — pediu ele, cruzando os braços. — Se estas comigo, podes esquecer por um minuto o outro? — pediu ele, quase implorando, contudo era dificil colocar juizo na cabeça da garota. — Se insistires em continuar com a obseção, pelo teu ex-namorado, prefiro acabar.


– Eras mesmo capaz de deixar-me, Diego? — a garota fez cara feia, olhando ele. — Ok, deixa-me, nao passas de um idiota, mesmo! — e ela saiu de seu lado indo para a pista dançar toda feliz, como se nada tivesse acontecido, se bem que para si, nada havia acontecido mesmo.


Por outro lado, Rebekah ja havia percebido a presença da outra, e mesmo olhando de lado, tentava fazer um esforço para nao se irritar, com as provocações dela. Matt que mesmo estando de frente ja tinha dado conta do estranho clima de frieza entre elas, tentou perceber o que se passava, perguntou de forma casual.


– Desentedimento de amigas? — ela olhou para ele pousando o copo ja vazio. — Nao tenho nada haver com a tua vida, só quero ajudar mesmo. — tentou tranquilizar.


– Na verdade a Cami foi namorada do meu melhor amigo, e nunca gostei dela. — a loira respondeu num desabafo. — Nao suporto gente como ela que acha que o mundo gira em torno de si, e que sem ela nada é igual.


O rapaz que escutava com total atenção, tinha uma real opinião igualizante para Tyer que pensava do mesmo modo e que no fim de contas, era tao igual a essa garota no que dizia respeito a ideias. Ok, é certo que Matt era amigo dele, e que para muitos este o devia defender, contudo, ser amigo de alguem, nao quer dizer ser obrigado a aceitar acções, muito pelo contrário é ajudar quando necessário, aceitar se quiser, e apoiar se preciso, ou simplesmente puxar orelhas.


***


Dou outro lado da cidade, a residencia Forbes vivia um momento de jogo de milionário, em que Niklaus fazia as perguntas a jovem, e ela simplesmente respondia, ganhando ou perdendo.


A xerife que descansava no sofá estava feliz pela primeira vez, por ver que a filha nao estava sozinha em ausencia da mae mental, por dormir. Pois por um lado a vinda do jovem para casa da loira, havia proporcionado grandes vantagens, e segurança a uma mae que presava.


– Parece que a tua mae ja dorme! — comentou baixo o loiro para Caroline, que se levantava da cadeira para ir cobrir a mae com uma manta. — Nao será melhor ela ir para a cama? — perguntou este olhando a namorada. — Acho que seria mais confortável.


– Nao vale, a pena! — disse a jovem beijando o alto da testa da progenitora. — Ela acaba acordando a meio da noite e vai para lá. — tranquilizou a jovem, regressando a mesa.


Durante mais de uma meia hora, eles continuaram o jogo de cultura geral, sendo que a loira seguia na frente com melhor pontuação. Ele nao estando de todo a ter bom resultado, nao ficou infeliz, porque isso era algo que pouco o preocupava no momento.


– Agora é a minha vez de fazer a pergunta! — apressou-se ela a escolher a pergunta. — Atenção! — pediu, ele ficou atento. — Como se chama a filha mais velha da série "Os Simpsons"? — ele coçou a nuca pensativo. — Primeira opção: Bart! 2ª: Maggie! 3ª Marge! e 4ª Lisa! — ele começou a pensar durante um tempo.


– Penso que seja a 4ª opção, a Lisa. — respondeu ele.


– De certeza? — ela tentou baralhar as ideias do loiro a sua frente.


– Absoluta! — Niklaus mostrou-se firme e confiante na opção escolhida, pois lembrava bem de quando era mais criança de assistir a esses desenhos animados com a Rebekah em casa da avó dele, lá no Fresh Quarter.


Quando a hora apertou por um bocejo, o jovem prestável, levou Caroline ao colo para seu quarto, a deitando nas mantas das cama e a vendo dormir, e só depois de algum tempo retirar-se ate ao quarto de hospedes da casa.


***


Porem se alguns ja dormiam numa noite tranquila, outros nem conseguiam de tantos pesadelos. Elena assustada, acordava de um brutal pesadelo com Katherine. Ela lembrava de que nesse sonho mau, as duas discutiam no alto de uma escada, e o assunto rodava a volta de Stefan, e num grande desentedimento a jovem era empurrada pela outra, rolando escada ate ao chão, e ficar insconsciente.


A garota ao perceber que tudo nao passava de um sonho, saltou da cama, indo ate a cozinha pegar um copo com agua, pois estava muito nervosa e talvez a ter uma ligeira percepção que algo igual podia acontecer. Pois, pelo que sabia, existiam sempre sonhos que aconteciam, e pesadelos então, nem se falavam.


No entanto, na cozinha estava a tia Jenna, que pelo jeitos nao conseguia dormir do mesmo modo que a sobrinha. A morena ao perceber de sua presença, aproveitou para falar abertamente sobre aquele assunto que mais tarde ou menos cedo, ia ser descoberto fácilmente, pela saliencia da barriga a crescer. Então puxou uma cadeira de copo na mao e sentou ao lado da tia.


– Tia! -chamou bem baixinho como se tivesse medo, ela olhou para a jovem com olhos cansados. — Eu preciso de contar-te uma coisa! — Jenna focou toda a sua atenção na sobrinha.


– Podes falar querida! — encorajou ela sorrindo docemente, e pegar na xicara do café e tomar um gole. Toda a gente sabia o que um café fazia, e depois para deixar alguem acordado por horas, era o melho remédio, se bem que era necessário, pois a história seria longa.


– Nem sei como contar isto! — coçou a nuca, a tia a seu lado inclinou a cabeça preocupada. — Pronto eu vou contar mesmo! — suspirou, baixando os olhos ate ao tampo da mesa. — Eu estou grávida tia! — a senhora ao seu lado ficou sem reação momentanea.


Na verdade, ela estava em estado de choque ao saber de uma noticia assim, pois em momento algum esperava ter uma sobrinha tao jovem ser mae, bem antes de esta poder dar um primo a ela, que pela lógica seria correcto assim. Porem, Elena era praticamente uma "criança", como ela ia criar um bebé?


– Grávida Elena! — repetiu esta ainda nao conformada. — E a quanto tempo sabes disso? — ela questionou querendo saber, se a sobrinha estava de muito ou pouco tempo, e preocupada estava. — E o pai dessa criança ja sabe?


– Duas semanas, e Damon nao reagiu bem! — ela levantou da cadeira indo ate a pia deixar o copo vazio. — Nós acabamos! — Jenna cruzou os braços nao gostando nada da atitude do rapaz.


– Como assim, acabaram? — ela estava indignada. — Não podes ser mãe solteira, tu precisas dele para criar essa criança! — alertou ela.


– Eu tenho o Stefan para me ajudar! — respondeu a jovem indo ate a porta. — Ele vai assumir comigo essa criança mesmo nao sendo o pai. — reafirmou. — E isso para mim ja vale muito mais do que pensem.


– Espero mesmo que ele desta vez nao faça nenhuma barbaridade, se nao vai ter problemas sérios comigo! — alertou ela. — Mas por outro lado, vou confessar uma coisa, sempre gostei mais do Stefan do que o Damon, nao sei acho um rapaz mais prendado que o outro.


– É natural, eles sao muito diferentes! — respondeu esta, lançando um beijo. — Tia vou dormir, e acho que devias fazer o mesmo. — riu-se saindo.