Durvecity - Desculpas
1 Capítulo 3
O fim do dia chega. Samantha fecha a biblioteca e pega seu carro, ela vai à casa de Thomas, no caminha ela para no cafféé e Pede um cappuccino para viajem, ao chegar na estalagem DURVECITY ela salta do carro e cumprimenta a Sra. Donana. Donana é uma senhora de 65 anos, uma mulher viúva e sem filhos. se mudou para DurveCity após uma enchente que destruiu sua casa, a prefeita da cidade à encontrou nas ruas e levou-a para a cidade, ajudou a construir a estalagem e a colocou como hospedeira. Danana é uma senhora simpática e muito caridosa, tem os cabelos já acinzentados e já não anda com tanta facilidade, mas mesmo assim dá conta de receber bem e dar conforto a todos os hospedes.
—Olá Sra. Donana. Como a senhora esta?- Pergunta Samantha cumprimentando-a com um abraço e sorrindo.
—Estou Bem, só essas dores que nunca me deixam, mas estou bem — Diz Donana rindo e se escorando na bengala- O que faz por aqui?
—Vim ver um hospede seu, que chegou recentemente...
—Ah! O Sr. Thomas, que cavalheiro, que homem gentil e bonitão.- Diz Donana cutucando Samantha com o cotovelo e sorrindo.
—Sim — Diz Samantha Sem Jeito- Sra. Donana, Bem eu só vim entregar este livro a ele, ele alugou hoje cedo mas esqueceu na biblioteca.
—Esqueceu, ou quis esquece-lo? — Diz Donana Sorrindo enquanto pega o telefone para interfonar para o quarto de Thomas.
—Oh! Olá Sr. Thomas, tem uma pessoa que quer vê-lo. É a Samantha. -Diz ela meio beixo- Ah! Ok Vou mandar subir.
—O Sr. Thomas pediu a você que suba. — Diz ela apontando para as escadas.
—Ah, não Sra. Donana. entregue a Sra. -Diz Samantha enrubescida.
—Vai garota vai, Quarto 13. — Insiste Donana com a voz calma e doce.
Samantha sobe as escadas, chegando no segundo andar ela procura o quarto 13 nas plaquinhas douradas das portas verdes, ao chegar em frente a porta ela fica parada por um instante e pensa em deixar o livro na porta e ir embora, mas não sabe ao certo o que fazer. Ela levanta a mão e bate na porta.
Thomas abre a porta, ele esta com uma camisa social branca aberta até o meio, esta com um calça social azul e de meias, como se estivesse acabado de acordar.
—Olá Srta. Durvalina. -Diz ele sorrindo
Samantha não sabe ao certo para onde olhar, esta com vergonha, mas ao mesmo tempo esta com vontade de beija-lo, mas seus pensamentam lutam com suas vontades e ela só estica as mãos com o livro.
—Aqui esta seu livro Sr. Dark. — Diz ela sem jeito
—Obrigado Srta. Durvalina. Entre, vamos tomar um café e conversar um pouco.
—Sr. Dark não quero se ignorante mas acho melhor deixar para outro dia. -Diz ela nervosa enquanto esfrega uma mão na outra.
—Óra Srta. Durvalina, Não Faça esta desfeita, eu insisto, entre. — Diz Thomas quase implorando
Samantha esta muito indecisa em seus pensamentos e não sabe se deve entrar ou não, ela sabe que se entrar é um passo a mais para se entregar a Thomas, pois ele meche com seus pensamentos e com suas vontades, mas ela também sabe que ainda não superou a morte de seu namorado e não quer ter nenhuma relação afetiva com ninguém.
Samantha entra e olha em volta, tudo é arrumado e organizado, não consegue ver uma bagunça sequer à sua frente, os livros estão todos enfileirados na estante, a televisão esta devidamente posicionada na comoda, os vasos de flores na janela estão todos impecáveis e a cama esta feita, na pequena sala há um sofá e duas poltronas, uma mesa de centro com um vaso em cima na ante sala uma mesa de video com duas cadeiras.
—Que Belo Quarto Sr. Dark...
—Oh não Srta. Durvalina me chame de Thomas, por favor.
—Ok Sr. Thomas, é um belo quarto. arrumado. — Diz ela enquanto se senta na poltrona
—Gosto de tudo organizado Srta. Durvalina. é uma mania. — Diz Thomas colocando o livro na mesa de centro da sala.
—Então Srta. Durvalina, com quem você mora? — Pergunta Thomas
—Atualmente moro sozinha, na verdade moro com meu gato, ele tem sido minha única companhia desde a morte do meu namorado. -Diz Samantha com ar triste.
—Oh Srta. Durvalina, eu lamento. Mas não vamos falar disso então. -Diz Thomas querendo fugir deste assunto — Perdoe os meus trajes mas é que este calor esta me matando. Aceita uma taça de vinho? -Pergunta Thomas abrindo o frigobar.
—Não, Obrigada. -Diz Samantha.
—Ah Vamos Srta. Durvalina, Só Uma Taça. — Diz Thomas Colocando o vinho na taça.
—Ok, só uma então. — Diz Samantha pegando a taça.
—Me Diga, Por que você veio a DurveCity? — Pergunta Samantha curiosa.
—Digamos que estou atrás de algo. — Responde Ele.
—E de onde você veio? -Pergunta e bebe outro gole de vinho.
—Sou um viajante Srta. Durvalina, venho de lugar nenhum e vou para onde o vento me guiar. -Diz Thomas após tomar um gole de vinho
—Entendo, mas você disse que veio atras de algo. Tem algo especifico? -Pergunta Samantha enquanto Thomas coloca mais vinho em sua taça.
—Srta, Durvalina, Perdoe minha indelicadeza mas esta muito curiosa, não?!
—Perdoe-me Sr. Thomas. -Diz Samantha tremula e toma um gole de vinho.
—Esta nervosa Srta. Durvalina? Esta tremendo, não se preocupe eu não mordo. -Diz Thomas em tom provocativo
Samantha engole o vinho como se fosse parafusos e fica courada no mesmo momento.
—Oh Sr. Thomas. é que você... você... -Samantha procura palavras mas se perde e não sabe onde coloca as mãos, se na perna, se na mesa.
—Será que eu mexo com você Srta. Durvalina? -Pergunta Thomas sorrindo.
Samantha olha para janela e vê que a noite já caiu, ela se levanta e pega sua bolsa.
—Preciso ir Sr. Thomas já esta tarde. — Diz ela nun ato desesperado de fugir de Thomas
—Não Vá Agora Srta. Durvalina Só Tomamos Metade da garrafa de vinho. -Diz Thomas
—Por isso mesmo, metade. Preciso ir pois vou dirigindo. -Diz Samantha aflita
—Ok Srta. Durvalina. Thomas pega as chaves e vai até a porta.
Samantha o segue e fica atrás dele esperando que abra para que ela saia. Quando Thomas abre a porta, Samantha ò cumprimenta com um abraço. Suas costas em sua mão faz com que ela se sinta segura e que não queria mais solta-lo, Samantha nun descuido aperta as unhas contra as costas de Thomas, e se sente envergonhada. Neste momento ele segura sua cabeça pela nuca e a beija. Samantha retribui o beijo como se nada mais importasse. como se nada mais existi-se só os dois, ali, na porta. Samantha passa sua mão no cabelo de Thomas, que fecha a porta com o pé. Neste momento o celular de Samantha Toca e ela se da conta do que esta fazendo. ela o afasta e vai em direção a porta.
—Eu realmente preciso ir. -Diz Samantha abrindo a porta e saindo.
Samantha sai apressada e desnorteada, recuperando o fôlego ainda, desce as escadas e atravessa a recepção, ela entra no carro repousa os braços no volante e a cabeça sobre as mãos.
—O que você esta fazendo Samantha? você nem o conhece, nem sabe se ele vai ficar ou se vai embora. Você já se esqueceu de tudo que aconteceu, e se acontecer de novo? pare com isso agora mesmo. Esqueça esta homem, esqueça ele. -Diz Samantha a si mesma.
Ela liga o carro e vai para casa.
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