Notas iniciais
Oie -q
Resolvi postar na quinta. Não sei se ia dar amanhã.
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Bommmmmm..
Esse capítulo tá repleto de surpresinhas :}
Temos umas chineladas na cara (metaforicamente, claro), reencontro com uma ~velha amiga~, um ataque possessivo, uma troca de chumbo... Hahaha
Adorei escrever :B
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Bom, tem um monte de coisarada nas notas finais, como sempre.
Enjoy.

E talvez um dia nos encontremos
E talvez conversemos e não apenas falemos
Não acredite nas minhas promessas
Porque não há promessas que eu cumpra
E a minha consciência me incomoda, então aqui vou eu
Não estou pedindo uma segunda chance
Eu estou gritando com toda a minha voz
Dê-me a razão, mas não me dê escolha
Porque eu vou cometer o mesmo erro outra vez
Same Mistake — James Blunt

*-*-*-*-*

Depois, deitei sobre ele, abracei-o e dormimos assim.

Um desejo suprimido, uma fantasia realizada.

Quando acordei, antes de abrir os olhos eu já notei algo errado. Eu estava vestida, sobre mim havia uma coberta e Tom não estava sob mim. Me ergui um pouco e o encontrei dormindo placidamente no outro sofá, também vestido e coberto. Notei que a minha cabeça doía, e assim me vieram à cabeça os fatos ocorridos de noite depois que esvaziamos a garrafa de espumante: nada. Sim, nada. Nós bebemos, deitamos no sofá e capotamos de sono. Nossa transa desvairada fora um sonho. Extremamente real, mas nada além de um sonho.

Quanto às cobertas, decerto Lucas acordou de madrugada com sede, desceu para tomar um copo d’água, nos viu dormindo e trouxe as cobertas.

Senti uma mistura de alívio com desapontamento ao terminar esse raciocínio. Alívio porque eu não ouso nem imaginar como eu me explicaria ao Lucas se ele entrasse na sala e visse Tom e eu em plenos finalmentes ou mesmo dormindo nus abraçados... E desapontamento justamente porque foi um reles sonho alucinado. E culpa. Culpa porque... por causa do Bill.

Olhei o relógio na estante e decidi levantar. Noite à parte, hoje é terça-feira e todo mundo tem horário.

MARIA OFF

Entrei na cozinha xingando de dor de cabeça e nas costas e também porque, mesmo tendo entornado meia garrafa de espumante, infelizmente eu me lembrava muito bem do que aconteceu ontem à noite.

Maria estava esperando o filho terminar o desjejum quando eu resmunguei um bom-dia e abri um armário atrás de um analgésico pra tomar. Parece que eu fui dublê de tapete de exercícios pra um elefante.

Tomei meu remédio e abri o armário a fim de pegar a cafeteira.

— Já tem café, Tom – Maria informou.

— Ah. Obrigado. – falei sentando-me à mesa, servindo-me uma xícara e pegando umas torradas. – Essa noite foi tensa.

— Eu que o diga. – pausa. – Lucas, vá se trocar e apure, senão vai chegar atrasado.

Maria ficou ali me esperando e começou a tirar a mesa logo que eu terminei. Ia levantando e indo pro quarto tomar um banho, mas ela me chamou.

— Tom.

— Fala.

— Tom, eu... er...

— Fala depois. Eu vou me atrasar.

— Sobre o que aconteceu ontem... era sério.

— Você faz muita questão de prolongar isso agora? Tudo bem. Do mesmo jeito que é impossível escolher por quem você se apaixona, também não dá pra dar ordens à sua libido e controlar por quem você se atrai. Se eu disser que nunca senti nem um pingo de atração por você, seria a maior mentira e a mais deslavada que eu já contei na minha vida. Você era uma garota linda e se tornou uma mulher espetacular; mas por favor, entende o meu lado, eu simplesmente não me permito. Eu não posso. É coisa minha.

— Mas Tom, eu só queria...

— Maria, posso contar três coisas verdadeiras pra você? – segurei seu rosto em minha mão e disse em seu ouvido: — Primeira: você é linda. Segunda: você é gostosa. E terceira: eu não vou fazer sexo com você.

Ia saindo de novo, e novamente ela me interceptou, segurado a minha mão:

— Me escuta, Tom. Muito obrigada por me dar essa chinelada na cara, mas o que eu tô tentando te dizer diz respeito à minha vontade de tatuar o seu nome.

— E quem você acha que eu sou pra querer te impedir? O corpo é seu, a insanidade é sua. Mas já que você me dá direito de opinião, eu só vou te pedir uma coisa... Espere a hora certa pra fazer isso. Espere até que não reste uma única partícula de dúvida de que você quer andar por aí pelo resto da vida com o meu nome escrito no peito. Da minha parte, você sabe que eu não me responsabilizo. – dei-lhe um beijo na testa e finalmente pude sair da cozinha.

POV MARIA

Dois dias depois do incidente onírico com Tom, Lucas ficou doente. Chegou da escola tossindo sem parar e intercalando com um espirro por minuto. O nariz escorria e ele também se queixava de dor de garganta. Pedi a Tom que nos levasse ao posto de saúde mais próximo e lá fomos nós.

Bem menos caótico do que o sistema brasileiro, ficamos na sala de espera menos de vinte minutos. Tive uma pequena surpresa ao entrar no consultório.

O rosto da doutora já me era familiar quando deu boa-noite sorrindo. Encontrei o sésamo ao ler o nome no jaleco e não consegui disfarçar a surpresa:

— Sabine... Sabine Putz?

Pelo jeito, ela também me reconheceu:

— Maria Eurídice! Eu sabia que conhecia esse nome.

— Que mundo pequeno, hein?

— Eu que o diga. Ainda viajando no tempo?

— Não mais, para o seu desespero. Estou na Alemanha há alguns meses. – evitei o detalhe de que estou temporariamente hospedada na casa do Tom.

— Entendo. Este é seu filho? O que há?

— Sim. Antes que me pergunte, não sou casada. Acho que é gripe, por causa da tosse e do nariz escorrendo, mas ele reclama de dor de garganta também.

Perguntou o nome do Lucas, fez o exame e as perguntas de praxe e anunciou o diagnóstico:

— Temos um começo de gripe, e também uma estomatite. Recomendo que mantenha o Lucas bem agasalhado, até porque o inverno está chegando e vocês nem estão acostumados ao frio alemão. A infecção é contagiosa, então vamos fazer uma testado de cinco dias pra não transmitir pra ninguém na escola, e também é bom repousar, beber bastante água e não pegar friagem... Vou receitar um analgésico para o caso de dor de cabeça ou febre, que está um pouco alta, e um antibiótico pra tratar da infecção. – rabiscou a receita, numa letra até que legível, carimbou, assinou e destacou do bloco.

— Ok, doutora. Vamos providenciar.

— Certo. Maria, de onde você é mesmo? E o que deu de se bandear de volta à Alemanha?

— Brasil. Transferência empresarial. Eu trabalho na Volkswagen. E você, algum motivo especial pra deixar Magdeburg e vir pra Berlin?

— Oh, nada de mais; estava na hora de mudar de ares, e também porque aqui eles pagam melhor. – riu, fazendo uma pausa. – Desculpa a indiscrição, mas não foi no Brasil que o Bill morreu?

— Foi. E eu morava lá Em São Paulo, a mesma cidade. Foi tão difícil de lidar com aquilo, eu ainda luto pra superar aquilo.

— Esquecendo as nossas divergências, e eu até já estava namorando quando aconteceu... Bill foi alguém tão importante pra mim, eu o amei tanto... E de você ele era só amiga. Foi extremamente chocante pra mim.

— Você é que pensa, Sabine. Eu o amava insanamente quando fui embora. Ele me seguiu e eu desapareci na frente dele. E eu continuei amando. Mesmo que eu tenha tentado com outra pessoa, e daí que nasceu o Lucas, tudo o que eu sempre senti por ele sempre prevaleceu, sempre foi mais forte. Bill ter morrido foi destruidor. Eu só continuei vivendo por causa da encrenca aqui. É, eu sempre neguei, eu sei o que eu disse e o que eu fiz, mas nos últimos meses daquela vez, aconteceram coisas... Olha, tem mais gente lá fora esperando pra você atender.

— Foi muito difícil superar aquilo.

— Pra mim foi impossível, tanto que eu ainda não superei. Ainda mais porque eu estava tão perto, e não podia ter feito nada. Eu adoraria tomar um café, discorrer um pouco de nostalgia, mas isso aqui é um posto de saúde e tem mais crianças na fila.

— É, tem razão. Mas antes que você saia, posso perguntar onde você tá morando?

Foi ela que perguntou. Foi ela que perguntou. Foi ela que perguntou.

— Aqui em Berlin mesmo. Eu comprei um apartamento, mas ainda vamos nos mudar no mês que vem. Por enquanto, estamos morando com o Tom.

— Tom...?

— Esse mesmo que você pensou. Nós mantemos o contato, mesmo depois de tudo o que aconteceu e todos os anos que passaram. E ele tem me hospedado enquanto eu não tinha onde morar. Tá aí fora, foi ele quem nos trouxe.

Vi a expressão vazia dela.

— Soube que ele se formou. – disse.

— Sim, foi no ano passado, ele me convidou, eu vim.

Mais vazio.

— Vamos, Lucas? – falei. Levantamo-nos das cadeiras e demos boa-noite.

— Maria... – ela chamou antes que eu saísse. – Seu filho é lindo.

— É o melhor filho do mundo – sorri, saindo e fechando aporta atrás de mim.

Fui atrás de Tom onde ele disse que estaria, e não demorei a encontrá-lo. Contei-lhe sobre a pequenez do mundo e ele, além da óbvia surpresa, comentou que não soubera mais nada sobre a figura desde que Bill e ele largaram a escola por causa da banda.

Na mesma noite do encontro no posto de saúde, sonhei com Bill. Não me lembro exatamente de como foi, apenas dele andando de um lado para o outro, possesso:

— Eu não sei se eu tenho direito de opinião com você, mas sabe, eu não gostei nadinha dessa sua relação com o meu irmão, mesmo que via sonho. Isso aqui não é território sem lei, como pode parecer, e eu não preciso engolir as travessuras de vocês dois. Quer dizer então que, enquanto eu era completamente apaixonado por você, e olhe que eu nunca deixei de te amar, você sentia atração pelo TOM?! Eu que passava noites acordado pensando em você; em te abraçar, te beijar, te tocar, puta merda; sabe que eu também sonhava que transava com você?! Eu me sinto traído. Traído! Durante a vida inteira. Tem certeza de que você chegou a me amar ou paranoiou nisso também, no único e exclusivo propósito de evitar e se afastar do Tom? E não se justifique com carência, nem culpe o excesso de álcool daquele espumante barato. Eu ainda tenho sentimentos, sabia?, se você queria sexo onírico podia me chamar que eu vinha correndo! Eu fico fulo da vida sim, depois eu não conseguia nem ir pro sonho dele porque você tava ocupando. Eu devia era ter invadido o seu momento de glória, mas resolvi ser bonzinho, olha o que eu ganhei! Ah, como eu me segurei pra...

Lembro-me de tê-lo calado a boca com um beijo, e logo depois explicando:

— Você se esquece de que eu ainda sou um ser humano. O subconsciente da gente gosta de fazer travessuras, e o meu aproveitou o calor do momento e fez uma comigo. Não posso moldá-lo. E pro seu governo, Kaulitz, eu nunca tive nenhuma partícula de dúvida a respeito do que eu sinto por você, desde que sinto. E se você também tinha esse tipo de sonho comigo, com catorze anos, temos metade da sua moral dissolvida; e bolas, nunca acreditei cem por cento que você fosse santinho. Sei ciumento exagerado. Eu ainda te amo, e acho que nunca deixarei de te amar. E sabe muito bem que se houvesse um jeito de te trazer de volta, eu não hesitaria.

Ele então disse algo que eu não ouvi – e nesse exato momento, eu acordei. Esqueci o resto do sonho por causa de um maligno lampejo que esfaqueou minha mente no instante em que abri os olhos.

O conteúdo desse lampejo? A constatação de que há, sim, um jeito de trazê-lo de volta. E apesar de ter dito que não hesitaria, tratando-se desse jeito em particular, eu definitivamente não teria coragem.

MARIA OFF

A ideia é lógica, confere. É possível, confere. É loucura, confere também.

— Uma coisa é trocar uns parafusos de lugar na História; agora, voltar no tempo e impedir que o Bill morra... É completamente diferente, e ao mesmo tempo, assustadoramente tentador. – foi a minha reação ao terminar de raciocinar sobre o projeto de proposta. – Você vai mesmo fazer isso?

— Você acha que eu devo?

— Eu tenho que achar alguma coisa?

— Você faria?

Silêncio. Eu não sei se eu faria. É perigoso demais.

— É você quem sabe. – falei então.

— Eu não posso fazer isso sozinha... eu não aguento.

— E no que é que eu posso ajudar? – coloquei uma desesperança sarcástica na pergunta.

— Tom, se eu fizer uma interferência dessas, e dessa vez vai ser interferência mesmo; dando certo ou dando errado, quando eu voltar, vou ser a única a não saber o que está acontecendo.

— E onde eu entro nisso?

— Se você for comigo, mas retornar a si mesmo enquanto eu mexo os pauzinhos, você vai recuperar todas as lembranças, as minhas e as suas, e vai poder me nortear quando eu voltar a mim no presente.

— Entendi. – pausa. – E se eu topar esse desatino, você vai mesmo fazer isso?

— Você acha que eu devo?

— O que eu tenho que achar?!

— Se você topar, você vai envolver o seu pescoço nisso também. Não obstante em continuar guardando esse maldito segredo, vai se tornar parte dele. Isso sem contar que o Bill é teu irmão, então é claro que você tem parte no cartório!

Maldição. Eu não sei o que fazer. É muito perigoso, mas é o Bill de volta... Isso é muito tentador. Depois de alguns longos minutos tentando chegar a uma conclusão, disse apenas:

— Eu preciso pensar muito nisso, e com a cabeça fria.

— Pois somos dois.

O mês começou a se arrastar. Durante todo ele, pensei sobre o intento proposto. Inúmeras vezes, nos perguntamos em silêncio sobre o andamento do processo dentro de nossas próprias cabeças. As mesmas perguntas circulares. Nenhuma conclusão.

Tenho a observado. Maria deixou o cabelo crescer do ano passado pra cá. A ponta comprida cortada em V bate no meio das costas. Os cabelos do Lucas também cresceram, mas ela não deixa passar da altura do ombro.

Algumas vezes paramos para levantar considerações verbalmente sobre o assunto, mas nada é decidido. Novembro está acabando e ela ainda não se mudou. Da minha parte, tenho analisado os riscos e as ofertas – e eu estou cedendo.

Em seis de dezembro, sexta-feira, cheguei a uma conclusão definitiva e, à noite, esperei na sala a oportunidade de comunicar. Deu-se logo depois que o garoto resolveu ir dormir.

— Maria, vem cá. A gente já tá nesse chove-e-não-molha há um mês. Eu não aguento mais essa agonia, e hoje eu tomei uma decisão. Nós vamos.

— Nós vamos? Você já perguntou se EU vou? Droga, Tom, que tipo de maldição assola sua família? Primeiro o Bill, quando eu avisei que não era pra ele se apaixonar e ele não escutou. E agora isso. Agora você. – pausa. Decidi deixar que ela continuasse por conta. – Era pra você me impedir. Você tem noção do perigo?, sim, você tem. Então por que diabos você tá concordando com esse disparate agora? Onde é que está aquele Tom lúcido, sensato, que me impediria de fazer qualquer besteira? Virou a casaca!, por quê? – nova pausa. – Não me deixa brincar com isso de novo, Tom, eu te imploro... Olha quanta merda já nos aconteceu desde que eu acho que aquele negócio é um controle remoto de DVD. Eu não quero... não quero cometer o mesmo erro outra vez.

— Isso foi ideia sua! – quase gritei. – Eu também tenho minhas fraquezas, puta que pariu; estamos falando do meu irmão, de quem eu sinto mais falta do que eu preciso de comida! Eu estou plenamente cônscio do perigo, mas o que é que vamos perder se isso der errado? Eu, Tom Kaulitz, não vou perder nada, porque o que eu tinha de mais valioso na porra dessa vida morreu há quatro anos! E você, tá me entendendo agora?! – parei, respirei profundamente e me recuperei do meu acesso. – Olha, não vai começar a achar que eu voltei a te procurar, tô te mantendo na minha casa e que eu fiz tudo o que eu fiz por interesse, porque eu sabia que você provavelmente ainda guardava aquela bosta e que podia fazer qualquer coisa pra trazer o Bill de volta. Eu sou qualquer coisa, menos sangue de barata. Eu adoro você, até demais. Você me conhece, sabe muito bem como eu era. Acha que eu já não me penalizei muito por causa da nossa amizade? Eu já me questionei pra caralho, e me permitindo um pensamento egoísta, eu me perguntava como é que eu tinha me envolvido com você, feito uma amizade dessa era, estabelecido uma ligação forte com você e não deixei passar disso? Mas é o seguinte... você não me falou que voltou no tempo porque a História dizia que você a alteraria?

— Sim.

— E depois não me disse que nada do que estava acontecendo vinte anos atrás fora alterado?

— Também.

— Então cadê a alteração? – pausa. – Eu não estou sendo egoísta. Só cheguei à conclusão de que a oportunidade de você alterar a História é essa.

Maria baixou o olhar e mordeu o lábio. Deixei-a pensar por um instante.

— E aí, vamos?

Voltou o olhar pra mim, hesitou um segundo e respondeu:

— Vamos.

Notas finais
~~~~~SILÊNCIO~~~~~
Entenderam o porquê da volta do controle?
Mas pera --- vocês acham que eles vão mesmo? Leque*
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Curi #01: Sem muito o que fazer, aliando SMS e tédio vespertino, escrevi um perfil completo da Maria :3
Daí, como não ia ter tempo nem saco de digitar, passei caneta por cima (hábito eterno de escrever de lapiseira), escaneei =P e aqui está. Deliciem-se: https://docs.google.com/open?id=0B6_JHAhAAse7ZWZFQzEwNm5ZSEk
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Curi #02: Eu quera ter colocado na fic Carry You Home, também do James Blunt. Mas como a história sofreu muita alteração de script, acabou não encaixando e eu acabei trocando por Same Mistake. Na verdade, nesse mesmo contexto, até You're Beautiful servia. HAUAHUAH É, eu gosto do James Blunt. Anglofilia ♥
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Curi #03: Depois do ADP do Bill, que a Maria disse que nunca teve uma partícula de dúvida sobre o que sentia por ele... Alô contradição. Ela ficou praticamente GF inteira negando pra si mesma que o amava. Kakakaka
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Bom, esse "anexo" que eu coloquei aí pra vcs olharem (e baixarem se quiserem q) já tem bastante detalhes que vocês não conheciam. Então, vou poupar vocês de mais abobrinhas nas notas finais.
Até semana que vem...
Tá acabando...
:/