Duas Fãs e Tanto
1 Capítulo 1: Essas meninas, perdidas
Notas iniciais
Primrose, uma menina de 13 anos, estava no quarto, ouvindo música. Meredith chama ela uma ou duas vezes mas a menina não ouve. Primrose era uma menina de cabelos rosados e olhos azuis, enquanto Meredith era uma de 14 anos, cabelos roxos e olhos vermelhos. As duas tinham orelhas de gato, eram nekos.
Voltando... Então vem Meredith com uma injeção gigantesca (não se sabe de onde ela tirou isso) e mostra para Primrose.
– Primrose, hora da vacinação! – Ela grita. Primrose tira os fones de ouvido que nem uma louca e joga o iPhone na outra.
– NUNCA VAI ME PEGAR VIVA! – E corre que nem uma louca pelos corredores e para fora da casa. Meredith conta ‘3... 2... 1...’ e Primrose volta para o quarto corada e diz – Eu estou de pijama...
– Percebeu isso agora? – Meredith olha a hora – Uh oh, a nossa aula vai começar em algumas horas e ainda nem nos arrumamos!
– É verdade. Você tá parecendo aquela mulher louca da Turma da Mônica, a tal Cabeleira Negra. – Primrose dá um sorriso sádico – Repita, Cabeleira Negra.
– Cabeleira Negra sua bunda! Vem, vamos nos atrasar, sua baleia da Disney! – Meredith diz emburrada. Primrose não entende.
– Baleia da Disney?!
– É, sabe aquelas baleias que pulam na água com tudo, faz “TBUSH” e cria até Tsunami? É você na praia. Moby Dick. – Meredith sorri e olha para a amiga – De onde você tirou esse rifle?
– Não interessa, eu vou te matar sua piranha! – Assim Primrose e Meredith correm para um lado e para outro.
Só não perceberam que tinham corrido para fora da casa de pijama e pantufas. Primrose tentou atirar na Meredith mas falhou, então optou por atirar o próprio rifle na menina.
– Ai, sua vadia!
– Devia ter visto sua cara. – Rose sorriu – Ei, o que é isso? – Ela pega um bilhete da árvore mas Meredith pega o bilhete dela – Aí! Se isso for um bilhete do Slender eu vou socar ele na cara.
– Que cara?
– Vai ti catar. – Rose arranca o papel das mãos de Meredith – É algum tipo de macumba, acho... Hoheo Taralna, Rondero Tarel...
– MAS O QUE?! – Meredith exclama ao ver a amiga brilhar – O QUE É ISSO?!
– Minha mãe me deu a luz, e eu estou brilhando até hoje. – Primrose diz antes de sumir.
– Ai meu Deus... O que ela disse? Hoheo Taralna, Rondero Tarel?– Ela questiona a si mesma, depois de começar a brilhar e sumir também.
Algumas horas depois...
– MEREDITH SUA VACA VELHA, ACORDA! LEVANTA ESSA BUNDA! – Meredith ouve um grito muito familiar, e depois um som de buzina.
– AI SUA VADIA ROSADA! – Grita a menina de cabelos roxos antes de levantar e ver que estava num jardim – Onde estamos?
– Num jardim. – Primrose responde, só para receber um tapa na cabeça – Ai sua vaca!
– Eu sei que estamos num jardim, só quero saber onde!
– Acho que eu posso responder isso. – Elas se viram e encontram um homem bem alto com olhos vermelhos e cabelos pretos – Bem vindas à mansão Phantomhive, senhoritas. Sou o mordomo da mansão, Sebastian.
– Ai gente, que boy magia! – Meredith sonha enquanto leva um tapa na cara por Primrose – Você não vai com a minha cara?
– Não. Senhor Sebastian, quem é o “dono” desta tal Mansão Phantomhive? – Pergunta com sua doce e gentil voz. Meredith encara com inveja.
– É o meu jovem mestre, Ciel Phamtohive, conde da família Phantomhive e único sobrevivente. – Ele responde.
– Também sou a única sobrevivente da minha família. – Meredith diz.
– Sua família também sofreu um acidente?
– Não, mas eu visito eles no manicômio todo fim de semana. – *Gota de 200 litros de Sebastian&Primrose*
– Certo, vamos entrar, senhoritas. – Sebastian convida elas a entrar – Fiquem a vontade para olhar a mansão enquanto eu chamo meu jovem mestre. – E ele se foi.
– Legal, vamos explorar. – Antes que Meredith pudesse protestar, Primrose puxou ela pelo braço.
– Peraí sua macaca de circo! Você mal conhece esse lugar! – Protesta, puxando o braço de volta.
– Conheço esse lugar de cabo a rabo, vamos!
30 segundos depois...
– Oh meu Deus, onde eu tô?!
– Eu não queria dizer isso (mentira, queria sim), mas eu te avisei, sua retardada. – Meredith sorri sarcasticamente para Primrose, até que sentem alguém tocar em seus ombros.
– Olá, senhoritas. – Elas se viram e veem um garoto de 13 anos, e com um tapa olho – Sou o Conde Ciel Phantomhive.
– Pensei que um conde fosse mais... alto? – Meredith dá um tapa em Primrose – Mas é!
– Já viu sua altura?
– JOVEM MESTRE, AS PLANTAS ESTÃO SE MOVEEENDOO! – Um garoto loiro vem e grita. Aí os 3, Ciel, Primrose e Finny começam a discutir uns com os outros.
– CALEM A BOCA SEUS ANÕES DA BRANCA DE NEVE! – Grita Meredith, acalmando todos menos ela mesma – Primrose, chega de “não fingir” ser a retardada, Ciel você é pequeno, aceite isso, e você, se as plantas se movem você fez alguma merda no jardim! – Ela para ofegante – Obrigada por ouvirem, me sinto melhor.
– Eu não. – Finny diz e sai correndo.
– Já vai tarde. – Ciel suspira – Vamos esquecer este pequeno imprevisto e vou apresentar-lhes a mansão.
– Que bom porque a Primrose se perdeu em meio minuto e... – Calou-se quando Primrose enfiou uma maçã do nada na boca dela.
– Espera! Agora que eu me lembrei, estamos de pijama! – Primrose avisa, um pouco alto demais.
– Essa coisa é um pijama? – Ciel pergunta – É tão colorida que parece até um daqueles vestidos que a Elizabeth usa. – Aí um grande estrondo vindo de um ‘SHIERU’ bem alto é ouvido – Falando no diabo...
– Quem, eu? – Sebastian pergunta.
– Jovem mestre, as plantas começaram a cuspir caveiras, será que alguém alimentou elas com ossos? – Finny vem.
– Você é um gênio, Finny. – Ciel fala sarcasticamente.
– Eu sou?
– Ele é. – Meredith, Sebastian e Primrose retrucam.
– SHIERU, EU ESTAVA COM TANTAS SAUDADES! – Grita a Elizabitch, ops, Elizabeth. Ela vem correndo e abraça o Ciel que nem um urso.
– Elizabeth... Eu não respiro...
– Eu já disse para me chamar de Lizzy! – Reclama. Os olhos de Primrose e Meredith começam a tremer, mal viram a garota e já a odiavam – Quem são elas? – Aponta para Primrose e Meredith.
– São duas damas que eu encontrei no jardim.
– Esqueci de perguntar os seus nomes, senhoritas. – Sebastian diz, mas é claro que ele estava bancando o humano porque ele não esquece.
– Somos duas meias-irmãs, Primrose e Meredith Armoris Concordia. – Meredith se apresenta cordialmente.
– E VIEMOS DE NÁRNIA! – Primrose grita – Ou ESTAMOS em Nárnia? Sinceramente eu não sei porque não li As Crônicas de Nárnia porque ler exige esforço. – Meredith dá um facepalm.
– Então vocês vieram de Nárnia?
– Sim e não. Sim, viemos de outro lugar, não, não viemos de Nárnia. – Primrose explica – Eu estava brincando. Hm, hey, Elizabeth, você tem alguma roupa que possamos usar?
– Claro. – Ela tira dois vestidos do nada.
– De onde saiu isso? Um buraco negro? O que você tá escondendo?! – Primrose surta, ela era muito ‘nerd’.
– Primrose, sua doida, pega a droga do vestido e vai. – Assim Sebastian guia elas até um quarto e elas trocam de roupa. Elas saem alguns minutos depois.
Primrose está usando um vestido rosa com muitos babados e um laço rosa na cabeça perto das orelhas que Sebastian felizmente achou que eram falsas e um laço na cauda com um trovão com asas, enquanto Meredith usava um vestido roxo, e os mesmos laços só que com caveiras.
– Eu tô parecendo um saco de batatas! – Primrose reclama.
– Tá mesmo.
– Eu vou te esfaquear assim que a gente sair desse lugar. – Ciel aparece e se oferece para apresentar a mansão. Primrose tem um fangasmo e desmaia.
– Ela tá bem?
– Ela parecia bem para você quando entramos nesse mundo? – Meredith pergunta sarcasticamente.
– Ela parecia uma débimental, então não.
– Foi uma questão retórica mas tudo bem. – Ela sussurra algo no ouvido da Rose que levanta num pulo gritando ‘YAOI?’ e depois corando violentamente.
– SUA VACA! Depois pergunta o que vaca tem a ver com você, elas ruminam e soltam gases que fazem mal ao planeta! – Meredith fica calada, ruminando o comentário de Primrose, até que o Ciel começa a rir – Uhú, fiz o Ciel-chan rir, faça melhor, ‘kirida’.
– Olha o português! Eu faço muito melhor!
– Prove!
– Hey, Ciel, que tal se você nos mostrar a casa agora? – Pergunta Meredith, ignorando Primrose.
– Oh, claro.
Assim elas partem com o menino, não imaginando a aventura que viveriam.
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