Duas Estações
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Primeiramente queria agradecer a tds que leram até agr e tals, VOCÊS SÃO LINDOS, DIVOS, DLÇ, SEDUÇÃO, DESEJO!!
Segundo, minha vida tá uma merda que só ela; minhas amigas querem me juntar com o meu vizinho (que é um gato, não que eu esteja reclamando), elas vivem pisando em cima dos caras e parecem que eles querem realmente perguntar para mim ( a mais normal daquela porra) "WHY?" e hoje eu levei uma cabeçada no meu nariz (digamos que gentileza deveria gerar gentileza, mas gerou machucados também)
Terceiro, eu vou estar afastada do dia 23/10 até o dia 29/11 por causa das provas... Que Deus me ajude -qq
Jack seguiu a ruiva de longe, numa distância segura, para verificar onde a garota morava. Flutuou entre as árvores, se escondendo pelas sombras.
Surpreendeu-se ao se encontrar em frente de um castelo. A grande construção austera parecia ser tão fria quanto a noite de inverno. O rapaz aproximou de uma das torres de pedra, vendo que a janela encontrava-se entreaberta; com delicadeza, abriu a janela e entrou no castelo.
Estranhou a grandeza do corredor escuro. Fechou a janela devagar e com suavidade no movimento, logo depois permitiu-se tocar o chão com os pés nus. Caminhou com passos leves pela casa pó longos minutos, subindo e descendo escadas, sem saber exatamente o que fazia ali. Em um corredor, viu uma luz cálida brilhar leve no local escuro. Apressou-se esperançoso; porém, era somente uma tocha apoiada na parede, sem ninguém por perto. O rapaz sentiu sua alegria esvaísse.
Ouviu passos; rapidamente virou a cabeça ao perceber a aproximação de um vulto feminino. Das sombras surgiu uma mulher morena, de longos cabelos lisos, e com pouquíssimas marcas do tempo. Ela vinha calmamente, até que parou em frente à tocha, com a mão na maçaneta da porta ao lado da chama. Rapidamente olhou para a tocha, mas parecia realmente fitar o vazio. Ela agia como se soubesse que havia mais uma presença ali.
Frost prendeu a respiração, evitando ser notado até a mulher abrir a porta e entrar no cômodo. Não entendeu o porquê havia feito tal coisa, pois míngüem ‒ além de Merida ‒ conseguia vê-lo. Assim que encontrou-se só novamente, tirou os pés do chão e flutuou rápido, fazendo a chama tímida se apagar. Saiu pela casa escura rapidamente, e depois de poucos minutos, encontrou outra porta entreaberta. Parou bruscamente perto do cômodo, curioso. Jack alcançou a maçaneta, vendo que seu toque congelou o metal; girou-a com força e colocou a cabeça dentro do aposento.
Percebeu primeiramente que havia uma cama larga no centro do quarto, e que havia um amontoado de roupas brancas por cima das cobertas. Mais perto do dossel da cama havia mechas inconfundíveis de cabelo avermelhado. Fechou a porta delicadamente quando entrou por inteiro no quarto. Aproximou-se da cama dossel em pé ante pé, tomando cuidado para não acordar a garota deitada.
Merida estava jogada na cama grande, os cabelos embaraçados espalhados pelo travesseiro. O rosto oval estava rubro como se ela estivesse com febre, uma mão estava levemente apoiada na bochecha enquanto o outro braço estava acima de sua cabeça. Jack percebeu que a garota não usava um vestido por si só, e sim só o corselete e uma espécie de calção que ia até seus joelhos. Sentiu-se envergonhado com o fato, mas não quis se afastar da garota.
Flutuou por cima da cama, ficando sobre o corpo dela. Ele reparou na curva acentuada da bochecha dela, ficando tentado à seguir aquela linha da orelha até o queixo com os dedos. Viu também a linha fina e em forma de coração que eram os lábios dela. Simplesmente adoráveis. Pensou o rapaz. Desceu o olhar, vendo de soslaio o corpo da jovem.
Assustou-se a ponto de sair rapidamente de cima dela. Estava-a desejando? Nunca sentira algo assim, uma chama que queimava no peito e contaminava o estômago, fazendo os músculos do corpo se retesarem e as mãos suavam pareciam ser feitas de papel. Se sentou na beira da cama, ainda olhando para o corpo adormecido da garota, ficou assim por alguns minutos até flutuar novamente até ela.
Agora percebia que ela não parecia estar tão tranqüila durante o sono. A testa estava suada e o cabelo vermelho grudava no rosto. Jack assoprou de leve o ar a sua frente, levantando uma breve brisa fresca, a princesa sorriu ao senti-la.
Boa noite, ‒ Merida. ‒ Ele sussurrou como num apelo, a voz rouca em timbre doce e calmo. Ouviu passos no corredor e olhou para a janela, a luz do dia já entrava pela fresta. Se dirigiu até a janela e a abriu, saindo do quarto da jovem lançando-lhe mais um olhar, enquanto a maçaneta era girada e aberta.
Fale com o autor