Drácula- Nova Versão.
11 Tiroteio.
P.O.V. Melissa.
Estávamos namorando quando tocou o telefone.
–Alô?
–Melissa, me ajude. Estou sozinha em casa e fui baleada.
–Calma, Daf que já estou indo. Mantenha a ferida pressionada para estancar o sangue.
–O que houve?
–Dafne foi baleada. Tenho que ir socorre-la.
Quando cheguei, fiz um curativo para que ela conseguisse chegar ao hospital.
–Temos uma emergência! Ela foi baleada e o ferimento é profundo.
Em algumas horas depois da cirurgia, apesar de estar sentindo dor ela ficou bem.
Sabia que Dafne estava com medo de voltar pra casa e ficar lá sozinha, por isso a convidei pra ficar com a gente.
Ela nem se preocupou em negar, estava tão assustada que aceitou de imediato.
–Vamos pra casa, Vlad deve estar surtando agora.
–Ele é super protetor né?
–Ah, com certeza.
Assim que chegamos ele praticamente me agarrou. Me encheu de perguntas como sempre.
–Estamos bem obrigada.
–Oh! Temos uma visita.
–Oi, é bom ver você de novo.
–Oi. Também é bom rever você.
–Dafne, você quer comer alguma coisa?
–Não, obrigado.
–Não minta pra mim.
–Tá, estou com fome.
–Alguma coisa em mente?
–Como se você não soubesse.
–Tá. Vou fazer um café e você vai deitar e sossegar.
–Eu prometo.
–Quer que eu avise suas mães?
–Não. Se não Katherine vai querer me levar pra sua casa.
–Tudo bem.
Quando acabei trouxe a comida na bandeja, ela comeu e dormiu. Tive que pedir a Drácula que a carregasse até o quarto de hóspedes.
–Obrigado, sei que foi difícil pra você.
–De nada.
–Vou lá no fundo buscar o desinfetante e volto já.
Limpei cada mísero canto da sala e da cozinha para me certificar de que o cheiro do sangue de Dafne havia sido irradicado.
–Ainda sente o cheiro?
–Sim.
Voltei pra lavanderia e trouxe um balde com água, sabão em pó e desinfetante.
Esfreguei tudo e perguntei:
–Ainda sente o cheiro?
–Sim.
Um monte de produtos de limpeza depois ele finalmente deixou de sentir o cheiro.
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