Drunk in Love
1 Prólogo
Notas iniciais
ESPERO QUE GOSTEM, QUE AMEM, QUE TUDOOO
Boa leitura!
A senhorita Swan bailava pelo salão, acompanhada de uma taça de champanhe. Já bêbada, dançava despreocupada, trocando sorrisos com desconhecidos. Entre tantos rostos mascarados, conseguiu atrair a atenção de Masen, que freneticamente tentava chegar até ela, que se perdia rapidamente na multidão. Queria encontrá-la, mas não sabia como chamá-la. Queria muito desvendar a identidade da moça.
Ela saiu da pista, caminhando em direção à varanda. Respirar um pouco de ar puro era sua pretensão. Lá dentro muitos fumavam, estava abafado e ela já não se sentia bem. Sentou na grande cerca branca que ligava as duas escadarias de mármore e apreciou o jardim da mansão dos Denali. Um pátio redondo, com uma fonte central iluminada em tons quentes, tais como vermelho e laranja, muitas rosas brancas e carros luxuosos estacionados em sequência. Tornou seu olhar aos céus, observando as estrelas, e apreciou a noite quente de julho.
Masen finalmente visualizou a silhueta da garota, abandonando a multidão para encontrá-la. Ela, percebendo alguém se aproximando, vira seu rosto, sorrindo maliciosamente. Ele, extasiado sem mesmo tê-la tocado, retribui o sorriso, arfando. Aproximou-se, com o olhar fixo em seus olhos escuros, e alcançou a mão que ela oferecia como se fosse um anjo o esperando.
O toque da pele de seda dela o encantou, e ele quis explorar mais da jovem desconhecida. Suas mãos deslizaram pelos braços dela, forçando maior aproximação. Ela retirou a máscara cor grafite dos olhos do rapaz, deslizando os dedos magros pelo seu rosto pálido. Contornou com a ponta dos dedos suas sobrancelhas grossas, seu nariz magro e os lábios finos. Encarou fundo os olhos verdes, que possuíam magnífico tom esmeralda líquido. Ele permanecia imóvel, apreciando o cheiro de baunilha que exalava dela. Livrou-se de suas mãos delicadas, tocando seus cabelos castanho-avermelhados, que caíam em diversas ondas pelos seus ombros. Ela retirou a própria máscara, revelando seus traços refinados, dignos de uma rainha.
Pela primeira vez, ele sentia a paixão correr em seu sangue. Nunca se sentiu assim diante de uma mulher. Deu um passo para trás, enroscando seus dedos nos cabelos acobreados e observando-a por completo. Trajava um vestido Lanvin preto, de organza, com decote e mangas três quartos transparentes. Suas pernas estavam parcialmente cobertas por meias finas, já os pés estavam descalços. Scarpins de couro preto estavam abandonados a alguns metros de onde eles estavam. Mas a riqueza de suas vestimentas não se comparava ao rosto angelical. Pele pálida, olhos marcados e lábios nude. Simplicidade e luxo. O quente de seus olhos chocolates com o frio negro de seu delineado. O hálito embebedado veio junto com seu murmúrio, entre sorrisos:
– Qual o seu nome, sir?
– Edward. – ele respondeu quase em sussurro. – E o seu, anjo?
– Isabella. – respondeu ela, jogando o corpo para trás, rindo levemente. Voltou seu olhar para ele, mordendo os lábios enquanto percorria com as mãos suas costas ocultas por uma camisa preta. Enterrou seu rosto no pescoço dele, inspirando. O perfume do rapaz a invadiu, fazendo ambos arfarem.
As mãos frias de Edward a envolveram, percorrendo suas costas e cintura. Ela continuou sua exploração, subindo pelo seu peito e então abraçando seu pescoço.
– Querida, eu acho que estou apaixonado. – ele murmurou.
Ela riu, afastando-se para encarar novamente seus olhos. A aproximação foi inevitável; selaram seus lábios com calma, movendo-os com cuidado. Ele ansiou mais, pedindo passagem com sua língua. O beijo tornou-se fúria e paixão. Ela se agarrava cada vez mais a ele, ele a queria cada vez mais. Ambos estavam em um universo particular, onde toda a festa em torno deles não importava. Edward mordeu o lábio da jovem com delicadeza, saboreando; algum uísque caro e morangos, concluiu. Estava cada vez mais fascinado por ela. Correu suas mãos pelo quadril sinuoso, enquanto aspirava o perfume doce proveniente de seu pescoço. Afundou seu rosto nos cachos avermelhados, então suspirou.
— Eu realmente estou apaixonado.
Isabella se livrou dos braços do rapaz, recolheu seus sapatos e desceu as escadas até o jardim. Ele a alcançou, tomado por decepção e dúvida, então perguntou:
– Onde está indo?
Ela o fitou, arqueando uma sobrancelha. – O que acha de fugirmos? Essa festa de casamento está uma droga.
Edward a guiou até seu Volvo negro, abriu a porta para Isabella, deu a volta no veículo e assumiu o volante. Os dedos de Isabella tatearam o painel, ativando o aparelho de som.
— Sade?! – arregalou os olhos.
— Eu gosto. – ele riu de canto, encarando a estrada.
— Eu amo.
A mão esquerda dele alcançou a perna nua de Isabella, apertando-a. Ele manteve a atenção à sua frente, um sorriso tomava seus lábios finos. Ela gemeu baixo, fechando seus olhos. Ela o desejava tanto; nunca havia sentido algo tão intenso em seus vinte e um anos.
O ruivo estacionou o carro, em seguida desligou o som e livrou-se de seu cinto de segurança.
— A praia?
Ele afirmou com um movimento em sua cabeça, saiu do veículo e ela fez o mesmo, encontrando-o. Seus dedos se entrelaçaram, então caminharam juntos em direção ao mar. Ela parou, deitando sobre a areia clara, então ele a acompanhou. Isabella admirava o céu estrelado, Edward a admirava.
— Sente-se. – ordenou.
Ela o obedeceu, então ele ajoelhou-se atrás dela, livrou as costas do cabelo castanho e, com delicadeza, abriu o zíper de seu vestido.
— O que está fazendo?
— O que acha de um banho de mar? – ele sussurrou.
— Acho perfeito. — ela o olhou, com um sorriso instalado nos lábios delicados. Começou a desabotoar a camisa dele, que rapidamente livrou-se da peça.
— Deixe comigo, sweetchild.
Edward deslizou o vestido pelo corpo dela, revelando sua pele pálida e macia, a lingerie de renda azul marinho e seu corpo delicado. Alcançou a borda de suas meias, retirando-as devagar, enquanto depositava curtos beijos em suas pernas.
Isabella começou a rir, correu até o mar e, novamente, deixou-o decepcionado. Ele descalçou seus sapatos, alcançou-a já na água e segurou seu braço com delicadeza, girando seu corpo de frente ao dele.
— Por favor. – ele suplicou – Não fuja de mim. Nunca mais.
Ela sorriu, entrelaçando mais uma vez seus dedos aos dele. Caminharam em direção ao fundo, parando apenas quando a água bateu em seus quadris.
— Nunca. – ela fechou seus olhos. – Nunca mais.
– Você é linda. – disse ele enquanto contornava com a ponta de seus dedos os traços graciosos do rosto dela, que sorriu lisonjeada.
– Por acaso você é algum deus grego caído dos céus? – perguntou ela, rindo. Ele revirou os olhos, tomando os lábios da garota novamente. Não houve pressa, não houve fúria. Um beijo calmo e demorado teve início, e ambos também desejavam que não tivesse fim.
. . .
Notas finais
O que acharam? Quero reviews e opiniões.
Segundo capítulo tá saindo já.
xoxo ;*
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