Era um dia ensolarado, mas apesar disso não era um "lindo" dia. Não para mim que tinha problemas de ir ao jantar com grande dono do hospital de Dependentes quimicos do Rio

No jantar conversamos tinha pela frente pacientes com poblemas de drogas

Iria começa ja amanha dono tinha pressa para fechar o quadro de medicos dentro de sua clinica me sinto feliz de volta ao rio e esta trabalhando no que gosto

fechei contrato e me despedi

Antes de ir para hotel iria passa no banco tinha acertas alguumas contas do hotel

Entrei no carro e abaixei os vidros. — Até amanhã!

. -Até amanhã! — deu tchau. Para gerente e dono do hospital

Dito isso dei a partida no carro

Cheguei ao Banco e estacionei. Peguei o guarda-chuva, pois estava tendo uma tempestade louca. Ventos muitos fortes e raios poderosos no céu. Logo retirei o dinheiro para usar amanha. Quase não havia ninguém no banco. Somente eu e uma senhora com a aparecia de uns 50 anos de idade. Ao sair avistei em um canto do outro lado da rua um rapaz encostado na parede no meio da tempestade.

u não podia deixa-lo ali na chuva. Além do mais ele me parecia tão triste...

Caminhei até lá o mais rápido que podia ainda com o guarda-chuva sobre mina cabeça. Aproximei-me do rapaz, porém ele não sentiu minha presença, parecia muito concentrado em seus pensamentos. Agachei-me a sua altura, então ele sentiu minha presença ali.

- O que houve? — perguntei, não conseguia ver o rosto dele por completo, pois o lugar estava escuro. — Você está aqui nessa chuva?

Ele me fitou. — Fui espancado... — disse gemendo de dor.

Eu pressentia que já havia escutado essa doce voz em algum lugar.

- Eu lhe ajudo! — exclamei tentando levantar o rapaz, mas ele era muito pesado.

Ele se apoiou em mim e ficou debaixo do guarda-chuva. Atravessamos a rua, ele não parava de gemer de dor. Desativei o alarme, abri a porta para que ele entrasse e rodeie para entrar. Coloquei o guarda-chuva na parte traseira do carro. E o fitei.

- O que dói? — quis saber, pois dependendo do que fosse eu poderia dar uma olhada, já que cursei medicina. Só nesse instante vi que esse rapaz era o mesmo que eu havia trombado na rua há duas semanas. Ele estava com a mesma roupa de antes, sua expressão que antes mostravam tristeza agora mostravam dor. Ele parecia mais abatido. Demorou para responder, parecia verificar o que doía.

Você... — exclamei.

Ele me olhou. — Eu o que?

- Você é a aquele rapaz que trombei há mais ou menos duas semanas atrás... — disse.

Ele sorriu apesar da dor. — Ah claro, você é a loira que derrubei no chão... — sorriu ainda mais no fim. — Ai... — disse ele segurando as costelas.

- Está quebrada? — perguntei.

- Acho que sim... — respondeu ele.

- O que dói além das costelas? — perguntei novamente.

- A panturrilha e meu corpo inteiro... — respondeu ele.

- Panturrilha? — estranhei.

- Sim, eles me balearam na panturrilha. — explicou ele.

- Tudo bem, então vamos logo! — falei colocando o sinto de segurança e dando a partida.

Em menos de dez minutos já estávamos na porta do hotel. Já não chovia mais, apenas chuviscava.

Ajudei-o a sair do carro e acionei o alarme do carro. Já passava das 00h00min, . Peguei o elevador e apertei o ultimo andar.

- Como se chama? — perguntei.

- Diego Maldonado — respondeu ele se apoiando em mim. — E a senhorita? — perguntou brincalhão.

- Roberta messi — respondi sorrindo.

- Naquele dia nem nos apresentamos... — comentou pensativo.

- Pois é. -concordei rindo.

Logo as portas se abriram, parei na frente de meu apartamento.

- É aqui! — disse pegando as chaves em minha bolsa.

Entramos em seguida, fechei a porta e ajudei diego a se sentar no sofá.

- É muito bonito seu apartamento! — comentou.

- Obrigada! — agradeci sorrindo. — Bom vou buscar umas roupas pra você! pegou tel pediu para que hotel arrumasse roupas

Abri o guarda-roupa e peguei uma peça que com certeza iria servir, Peguei uma camisa branca, uma bermuda bege e um chinelo de dedo.

Voltei para a sala rapidamente.

- Aqui está agora vá tomar um banho, pois esses ferimentos precisam ser lavados para que depois que os cuide! — disse o entregando.

- Obrigado roberta. — disse. — Por tudo. — e pegou a roupa se levantando.

Ajudei ele a caminhar até o quarto onde tinha um banheiro.

- Aqui você poderá dormir sossegado também! — exclamei.

- Dormir? — ele ergueu as sobrancelhas.

- Sim, pois você precisa de descanso. — respondi.

- Tudo bem. — concordou ele. — Seu namorado não acha ruim de usar as roupas dele não? — perguntou.

- Não, não é do meu namorado. — respondi, até porque eu não tenho um. —

Ele assentiu.

Quando terminar me chame! — falei me retirando.

Em seguida peguei uns assessórios de primeiros socorros e coloquei no sofá e me sentei para espera-lo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.