Droga de Amor
21 Um dia como nunca outro - Parte II
Notas iniciais
Pov. Emmett
Eu estava muito nervoso, mas tinha que dar certo... Eu tinha que fazer a Rose perceber que podia confiar em mim e que também, o mais importante, ela percebesse e tivesse certeza dos meus sentimentos por ela, que ela realmente não tivesse nenhuma dúvida sobre eu ama-la.
–Emmett para onde é que estamos indo?–Perguntou pela quarta vez.
–Fique calma Rose, já estamos chegando.–Afirmei animado.
–Você falou isso das últimas quatro vezes.
–Porque é a verdade.– Exclamei como se fosse óbvio.
–Achei que iríamos jantar...–Resmungou.
–E vamos...
–No meio do mato?– Perguntou brava, ela ficava muito linda e sexy deste jeito.
–Quase isso.
–Emmett.– Ralhou comigo.
–O que?
–Aff...
Em menos de cinco minutos chegamos até a entrada do parque, o parque era bem escondido e de lá dava pra ver toda a cidade, bem a Bellinha e a monstrinha disseram que a minha ursinha não tinha medo de altura então ela não sairia correndo. Quando ela saiu do carro fui até ela rapidamente e prendi a venda em seus olhos, e mesmo ela resmungando muito me deixou guiá-la até onde iríamos jantar... só esperava que ela gostasse de verdade...
– Emmet para onde está me levando?- perguntou e sorri mais.
– Calma Rose, estamos quase lá.
– É serio, estou começando a pensar que isso é um seqüestro.
– Só mais um segundo e.... Pronto pode tirar.
– Até que fim — resmungou tirando a venda dos olhos e prendi a respiração.
Ela ofegou ao ver a cena a sua frente, o chão estava todo decorado com velas espalhadas pelo local, enquanto havia uma imensa toalha estendida no chão com vários tipos de comidas em cima, algumas flores estavam espalhadas também.
– Emmet.... Eu... Eu não sei nem o que dizer — sussurrou e a olhei ansioso.
– Você gostou não é? Eu sei que não está tão bonito, está até um pouco desarrumado mas é que as meninas não tiveram muito tempo de arrumar então eu tive que fazer quase tudo soz.... — eu tagarelava nervoso, mas me calei imediatamente ao ver lagrimas em seus olhos — Merda, você odiou não foi?
– Eu... eu — ela gaguejava e soluçava e a olhei desesperado.
– Rose por favor, por favor, não chore se você quiser nós vamos embor... — ela inesperadamente me abraçou me surpreendendo.
– Não... Eu não quero ir embora... Eu adorei o que você fez, é só que eu fiquei um pouco emocionada com o que você fez, as meninas te ajudaram também foi?
– Sim, foram elas que prepararam a comida e compraram as flores.
– Aquelas diabas, nem me contaram nada.
– Bom eu pedi a elas que não contassem nada e até fui ameaçado pela Nessie se fizesse você chorar, ela disse "Faça ela chorar que você nunca vai ter filhos nessa vida — imitei como ela falou e Rose gargalhou.
– Ela não seria a Nessie se não falasse isso.
– Então você realmente gostou?– perguntei ansioso.
– Eu amei Emmett, está tudo lindo demais...– Ela se virou de frente para mim seus olhos brilhando e com um sorriso maravilhoso nos lábios.– Está perfeito Emm, obrigada.
– Não há de que.– falei orgulhoso, afinal a idéia tinha dado certo... agora seria fazer tudo continuar dando certo até o final do noite e aí sim eu estaria totalmente satisfeito.– Vem vamos nos sentar.
A puxei gentilmente para se sentar na toalha de frente para mim, okay eu serviria ela? Ou isso seria muito clichê? E se eu desse na boca dela talvez.... não não ela vai achar que estou rindo rápido demais, talvez se eu perguntasse para ela o que ela preferia... Não ela ia me achar muito estranho e lesado se eu perguntasse isso... Talvez se eu...
– Emmett?– A fitei sorrindo.
– Oi?
– Você está bem?– Perguntou franzindo o cenho.
– Tô por que?– Perguntei confuso.
– Ah é que de repente você ficou quieto e eu falei com você e você continuou me olhando fixamente sem nem piscar nem falar nada, eu me preocupei...– Disse rapidamente e eu quase não entendi direito.
– Ah sim, eu só estava pensando.– Respondi simplesmente a fazendo soltar uma risada gostosa de se ouvir.
– Você é um ser único Emmett.
–Espero que isso seja um elogio.– Tentei entender, mas não consegui.
– Pode ter certeza que é sim!– Sorri feliz.
Afastando minhas duvidas, ela mesma começou a se servir e assim comemos, em uma conversa agradável, sobre seus gostos, filme e musica preferidas, cor favorita, em fim sobre tudo e quando terminamos eu a olhei, á tempos queria fazer essa pergunta.
– Rose posso perguntar algo? — ela olhou pra mim e sorriu.
– Claro.
– Eu... Bem eu queria saber o que ... o que aconteceu com o Royce depois... bem depois do...
– Eu entendi — ela respirou fundo e sussurrou — Bom eu acho que ele foi preso, de fato eu não sei o que aconteceu, eu e as meninas nos mudamos logo depois... Bem você sabe.
– Aquele desgraçado — rosnei apertando a mão em punho — Eu deveria ir atrás dele e....
– NÃO... — ela gritou me assustando — Eu não quero mais saber dele Emmet, eu ficarei bem enquanto ele estiver longe e enquanto eu.... estiver com você- sussurrou a ultima parte e sorri.
– Mesmo? — sorri e ela assentiu — Então você me perdoa? Perdoa o que eu fiz com você?
– Emmet... você não tem culpa...
– Claro que tenho, se eu tivesse feito aquilo você não.... — me calei imediatamente quando seus lábios se chocaram com os meus, demorou um pouco para me saber o que estava acontecendo, mas pouco depois eu a abracei a beijando apaixonadamente como... como a muito tempo queria fazer...
Eu estava empolgado, finalmente estava beijando a minha ursinha... finalmente eu pude acreditar que nós pudéssemos ter um futuro de verdade um futuro... sólido... Aprofundei ainda mais o beijo, precisava senti-la mais, necessitava de saber que aquilo não era apenas um sonho bom ao qual eu poderia acordar a qualquer momento.
Quando nos afastamos em busca de ar ficamos com a testa grudadas, um sorriso escapou pelos meus lábios e logo ela estava sorrindo também.
– Adoro suas covinhas.– Sussurrou baixo, porém escutei e meu sorriso se alargou.
– Adoro quando sorri e o mesmo reflete em seus olhos o que você sente...– Ela me olhou surpresa... Será que eu disse algo errado? Acho que não...
– Você me surpreende cada vez mais Emm.
– Isso é bom, pois você é sempre imprevisível pra mim também.– Conversar com Jasper rendeu bastante... agora sei falar palavras difíceis, e isso impressiona a todos.
– Quando você pensa sabia que se forma uma pequena ondulação em sua testa?
– Você as vezes faz biquinho.
– Faço?
– Ahan... E é adoravelmente mordível.– Ela virou a cabeça pra trás e gargalhou altamente.
Aproveitei para me aproximar e fiquei por cima dela a olhando intensamente, o que fez ela parar de rir imediatamente.
– Emmet?,,, — sussurrou e coloquei uma mecha do seu cabelo atrás da orelha.
– Você é linda — lhe dei um pequeno selinho — Muito linda... — ela deu um pequeno sorriso, quase tímido e sorri — Principalmente quando está sorrindo.
– Você também é — sorri mais e me aproximei mais a beijando apaixonadamente.
O beijo começou lendo e doce, nossos lábios se moviam lentamente, sem qualquer tipo de presa, e quando os separamos para tomar ar ela me olhou com tanto carinho e alguma coisa mais que eu não sabia... talvez amor?
– Eu amo você Emmet — falou e arfei a olhando encantado.
– Serio? — ela gargalhou.
– Emmet você é doce, engraçado e pode fazer qualquer mulher feliz só por poder estar ao seu lado, me diz como... Como eu não poderia te amar? Como eu poderia viver sem você? — eu sou homem, não vou chorar, eu sou homem, agüente Emmet seja forte.
– Rose eu também não poderia viver sem você — ela sorriu e colocou uma mão em meu rosto.
– Bom, pois eu não saberia viver sem você — ela dizendo essas coisas não ajuda não é? Mas eu vou agüentar, pois eu sou homem — Emmet você está chorando?
– O que? Claro que não, só foi um mosquito que caiu no meu olho — esfreguei os olhos apressadamente e ela gargalhou — Rose voc.... — já ia começar a reclamar, mas seus lábios que se chocaram com os meus me fez calar imediatamente.
O beijo que começou lento logo se tornou desesperado... Merda Emmett, você tem que ir com calma, vai acabar assustando-a deste jeito... O ruim é que eu não conseguia parar... Ótimo auto controle homem... Quando o ar se fez necessário eu me afastei e deitei ao seu lado ofegante...
– Emm?
– O quê? — Perguntei ainda ofegante.
– Faz amor comigo? — Questionou baixinho, me virei para olhá-la sobressaltado.
– C-como?
– Quando estive com... — Ela respirou fundo- Quando estive com Royce foi... foi um completo pesadelo... eu só queria... só que fosse com você, quero conseguir superar, mas só irei conseguir se for com a sua ajuda e se for com você mas...
– Vou fazer ser a noite mais especial de todas minha princesa...
Logo em seguida ataquei sua boca novamente, desta vez com carinho e ao mesmo tempo com luxúria , apoiei meus braços na toalha para não deixar meu peso, que não era pouco, machucá-la, logo guiei minhas mãos para suas costas e a levantei, tirei tudo que ainda restava de comida da toalha e deixei num canto... Quando voltei a me sentar ao seu lado a puxei para meu colo e ataquei sua boca novamente.
Minhas mãos estavam em todas as partes, pernas, bunda, braços, costa, nuca, eu não conseguia parar, era mais forte do que eu... Eu só queria senti-la, tirar qualquer vestígio do Royce do seu corpo. E quando tivemos que nos separar em busca de ar, minha boca migrou para seu pescoço e fui descendo e descendo.
– Emmet.... — gemeu quando cheguei aos seus seios e tirei sua blusa a deixando só de sutiã.
Logo arranquei a peça de roupa e agarrei seus seios beliscando os mamilos já duros de excitação e cai de boca neles, chupando, mordiscando, enquanto Rose gemia loucamente.
– Emmet... Eu quero....
– O que? Me diz o que você quer?
– Eu não sei — gargalhei me inclinando para trás e depois a olhei.
– Eu vou te dar o que você precisa
Voltei a atacar sua boca ainda com um sorriso nos lábios, minha e só minha, era isso que Rose era pra mim, minhas mãos foram diretamente para seus seios massageando-os e beliscando-os, Rose gemeu novamente em minha boca, minha calça estava extremamente apertada, mas ela era mais importante, exatamente isso,por isso iria satisfazê-la primeiro...
– Emm...
– O que princesa?
– Não me torture assim... — Suspirou alto.
– Então me diga o quer que eu faça.
– Me toque...
– Já estou tocando.- Eu sabia o que ela queria dizer e eu ansiava por isso mais do que tudo, mas queria ouvi-la pedindo.
– Por favor... — Gemeu quando voltei a chupar seus seios.
Apenas sorri e passei a beijar sua barriga ouvindo seus arfares, minhas mãos novamente em seus seios os massageando enquanto continuava beijando sua barriga, até que cheguei no cós da calça... rapidamente a retirei a deixando apenas com uma minúscula calcinha branca, que para meu completo delírio estava completamente molhadinha...
– Já molhadinha pra mim amor? E eu ainda nem comecei. — Sorri e brinquei com o elástico de sua cal... melhor, brinquei com o elástico daquele pedaço de pano e com um rápido puxão arranquei-o de seu corpo a fazendo soltar um ofegar de susto...
– Emmet...
– Calma amor
Minha mão entrou no meio das suas pernas e migrou para sua bocetinha molhada a massageando e beliscando seu clitóris, Rose gemeu jogando a cabeça para trás e abrindo mais as pernas. Coloquei um dedo dentro dela estocando lentamente e ela arfou.
– Emmet... Ohh... — sua boceta sugava meus dedos e só de pensa no meu pau ali fez minhas bolas ficarem doloridas — Emmet ... eu... Eu vou...
– Goza pra mim Rose, me deixa te fazer sentir o que é o prazer.
– Ahh ... — ela apertou meus braços e deu um pequeno grito vindo em minha mão.
Sorri a olhando e ela se jogou em cima de mim arfando e eu... eu estava me sentindo maravilhado... Rose estava mais linda ainda se possível, seus cabelos um pouco bagunçado, com a face corada e um sorriso bobo no rosto.
– Isso foi... Uau.- Falou ofegante me fazendo rir.
– Com certeza foi.- Concordei voltando a beijá-la calmamente.
– Emm. — Sussurrou quando passei a beijar seu pescoço.
– Unnn?
– Você... er... você está bem?- Levantei minha cabeça confuso, o que ela queria dizer com isso?
– Como assim?
– Ah você, bem você está bem? Aí em baixo?- Perguntou corando no final, mas eu ainda não conseguia entender ao certo.- Precisa de ajuda pra resolver este problema?- Joguei a cabeça pra traz e grunhi quando ela apertou meu pau coberto pela calça com suas delicadas mãos. — Acho que sim.- Ela sorriu maliciosa mas logo seu sorriso desfez dando lugar ao seu biquinho totalmente mordível.- Não sei o que fazer.- Murmurou envergonhada.
– Não precisa ter vergonha amor, eu te ensino.- Falei sorrindo e lhe dando um selinho pegando tua mão e levando-a novamente em direção ao meu membro.
– Acho melhor tirarmos isso — sussurrou de concordei desabotoando a calça e a tirei do meu colo para retirar a maldita roupa. Assim que tirei sentei novamente e a trouxe para meu colo.
– Prontinho, pode fazer o que quiser comigo — ela sorriu nervosa e segurei sua mão.
– Rose não precisa fazer se acha que não está pronta...
– Eu quero....
– Ok — sorri enormemente e coloquei sua mãozinha em cima da minha boxe.
– O que eu faço?
– Pressione para baixo — ela apertou e grunhi.
– Assim?
– Sim, o massageie — com suas mãos tremulas, ela abaixou minha boxe e pegou meu pau todo babado por ela, massageando devagar. Fechei os olhos em puro êxtase e quase engasguei ao sentir ela se abaixar e chupar a cabecinha.
– Desculpa, eu te machuquei? — me olhou preocupada e sorri.
– Não, não, eu só... eu só não esperava, por favor, continue — ela sorriu satisfeita e voltou a se abaixar lambendo o pré-gozo que saia.
Ela logo o envolveu completamente em sua boca, soltei um gemido rouco quando senti meu pau dentro de sua boquinha quente e molhada, começou um vai e vem devagar enquanto masturbava a parte do meu pau que ficava de fora de sua boquinha de mel... Logo ela soltou meu membro fazendo um ploft maravilhoso, abri meus olhos para vê-la.
– Estou fazendo direito?
– Sim Rose, está maravilhoso... Não para não por favor.- Ela sorriu e voltou a me chupar com calma.- Vai mais rápido princesa.- Ela atendeu meu pedido...
Quase gozei quando senti suas mãos acariciando minhas bolas... Porra aquilo era muito bom...
– Rose saia — grunhi respirando com dificuldade.
– Não
– Rose... Eu vou ... — ela passou a chupar minhas bolas e rosnei.
– Eu sei, quero que venha na minha boca — falou olhando dentro dos meus olhos e se possível fiquei mais duro ainda. Ela logo voltou aquele vai e vem gostoso e não agüentando mais vim em sua boquinha deliciosa.
Me joguei para trás arfando e ainda a senti me limpar, quando se deu por satisfeita deitou por cima de mim me olhando e sorri.
– Então, você... Você gostou? — sussurrou corando parecendo uma menininha tímida e não a leoa que estava há pouco tempo.
– Rose isso foi simplesmente fantástico, maravilhoso, eu AMEI — gritei e fazendo rir e voltou a deitar a cabeça em meu peito.
– Bom...
– Ainda não acabamos princesa...- Falei cheirando seu cabelo. peguei sua nuca e a puxei para um beijo apaixonado...
Voltei levei uma de minhas mãos para seus seio a ouvindo suspirar em minha boca enquanto a outra mantinha-se agarrada em sua nuca a trazendo pra ainda mais perto de mim... Minha mão continuou passeando até que chegou em sua bocetinha que já estava completamente melada... Ao que parece me chupar a deixou excitada... Meu pau já estava completamente em ponto de bala, nem parecia que tinha gozado a pouco.
– Emm?- Sussurrou em minha boca com a voz falha e rouca.
– Sim?
–Me faça sua mulher...- Praticamente rosnei quando ela pediu.
– Eu vou fazer princesa, eu vou...- Dei-lhe um longo selinho enquanto acariciava seu clitóris. — Mas de um modo nosso...- Eu não iria tomá-la da mesma maneira que ele a tomou, na mesma posição.... Não queria que ela se lembrasse...
Deitei-a em cima da toalha com todo carinho possível e voltei a beijá-la, nossas mãos já estavam por toda parte e quando sei por mim já estávamos completamente nus.
– Rose ... — sussurrei com dificuldade.
– O que?
– Se eu te machucar, por favor, me avise — mesmo que fosse muito difícil para mim parar agora, eu iria parar...
– Emmet ... Eu.... Eu não sou virg...
– Eu sei, mas essa será sua primeira vez, de verdade — em hipótese alguma eu quero machucá-la.
Ela deu um pequeno sorriso e pegou meu rosto me olhando profundamente.
– Eu confio em você
Sorri de volta e lentamente eu fui entrando em seu calor ouvindo seus gemidos. Era algo maravilhoso, sua bocetinha me apertava deliciosamente e eu estava me segurando para não me mexer, queria deixá-la se acostumar primeiro com o meu tamanho.
Mas não consegui me conter muito bem já que a mesma logo começou a rebolar embaixo de mim e a passear as mãos pelo meu peito... Comecei então a estocar de vagar, me segurando para não tomá-la como um animal, afinal era assim que eu queria, possuí-la de todas as formas possíveis e marcá-la completamente como minha, mas não podia, não completamente pois eu a marcaria sim como minha... minha para sempre... pelo menos não hoje, nem desta vez eu faria um amor selvagem com ela... se é que isso existe, mas com ela não é sexo, nem uma transa, é simplesmente amor...
– Emm..- Gemeu.
– Sim...
– Mais rápido... Ohhh... mais rápido por favor...- Prontamente atendi ao se pedido.
– Ugh... tão apertadinha, tão molhada. — Rosnei antes de atacar seus lábios um pouco brusco demais e aumentar a velocidade de minhas estocadas.
Eu estava no meu limite, estava muito... muito perto, mas não queria vir primeiro, queria que ela se sentisse satisfeita. Mesmo que eu estivesse fazendo um esforço sobre-humano, estava muito, muito difícil.
– Emmet eu...
– Eu sei Rose... Goza pra mim ... Me da mais um — ela gemeu e então passei a acariciar seu clitóris e não demorou nem um minuto para ela veio gritando o meu nome. E com mais duas estocadas eu vim dentro dela gemendo seu nome.
Eu cai arfante por cima dela, estava muito difícil ter algum controle sobre o meu corpo, eu deveria estar a machucando com o meu peso e quando tive alguma força tentei sair de cima dela, mas a mesma me impediu.
– Eu devo estar te esmagando...
– Eu não ligo — falou me abraçando fortemente enterrando sua cabeça no meu peito, pude sentir algo molhado e tentei olhar para ela, mas seu aperto da morte não me deixava.
– Rose... — sussurrei ao escutar seu choro dolorido — Eu te machuquei não foi? — ela balançou a cabeça negativamente — Mas então por que...
– Não foi nada... Só... Só me deixe ficar aqui um pouco...
De repente a ficha caiu, ela estava se libertando, estava chorando por tudo que aconteceu, por todas as lagrimas não derramadas, por todo sofrimento, por suas amigas... Por tudo...
Nos virei a deixando por cima e a abracei apertado enquanto a mesma ainda chorava com o rosto em meu peito... Não sei quanto tempo se passou, mas eu não me importava, somente ela ali colocando tudo para fora, e comigo ao seu lado... eu não poderia esperar nada melhor do que isso...
– M-me desculpe por isso.- Pediu num sussurro abafado ainda com o rosto enfiado no meu peito.
– Não tem que pedir desculpas por nada princesa.
– M-mas...
– Sem mas nem menos, você precisava chorar por tudo, precisava libertar isso que segurou por tanto tempo...
– Obrigada por ser tão perfeito.- Disse finalmente me olhando nos olhos.
– Obrigada você me aceitar depois de tudo — Me inclinei dando lhe um breve selinho.
Nós dois sorrimos um para o outro e a partir dali eu tive certeza, era isso... Hora de seguir em frente.
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