Droga de Amor
26 No final tudo se resolve
Notas iniciais
“E-Elas foram levadas”
As palavras de Alice ainda rondavam em minha cabeça... Minha filha e minha mulher foram levadas de novo, mais uma vez para longe de mim...
– Como assim foram levadas? – gritei desesperado olhando para Alice, que soluçava nos braços de Jasper.
– Foi ele... O Diego... Ele veio aqui e levou a Bella – respirei fundo tentando inutelmente me acalmar – A Tânia levou a Sophie.
– Aquela desgraçada! – rosnei furioso – Por que ela levou minha filha?
– Sophie é a sua cara Edward... – Nessie suspirou se aproximando de mim – Tânia disse que a quer como filha e assim você não terá outra escolha a não ser ficar com ela.
– Onde está a minha ursinha? – perguntou Emmet desolado.
– Aquele desgraçado do Royce veio aqui e a levou! – rugiu Nessie – Eu pensei que ele estava preso...
– Royce? – arfou Emmet chocado e ela assentiu – Filho da mãe!
– Calma.... A Bella ainda esta com o colar... E basta avisarmos a todos, os policiais que no aeroporto eles não vão viajar... E não permitiram...- Acalmou Charlie, mas era visível que estava nervoso...
– Vamos logo então Charlie.- Exclamei e ele me olhou irritado.
– Preciso do meu notebook.
– Ficou em casa querido.- Disse Renée
– Inferno.- Esbravejou.
– Vamos pra casa então... E lá resolvemos tudo.- Falei e todos afirmaram.
– Meninas... Quando chegarmos gostaria de conversar com vocês.- Falou o delegado que estava cuidando do caso e a Alice e a Nessie as sentiram.
– Só quero elas aqui.- Sussurrou Alice...
– A quanto tempo eles saíram?- Perguntou Emmett.
– Não sabemos ao certo.- Respondeu Nessie engolindo o choro.
– Na hora eles bateram em nossas cabeças com as armas.- Explicou me deixando ainda mais nervoso... Merda... Eles estavam armados... — Antes de desmaiarmos eles já tinham saído com elas... Não sabemos quanto tempo ficamos desacordadas...- Falou Alice e assentimos... Seguindo em direção ao carro.
Minutos depois estávamos em casa, os policiais já haviam ligado para o aeroporto avisando do seqüestro. Alice e Nessie depois de vários resmungos e ameaças foram obrigadas a irem para o hospital, por causa da pancada na cabeça.
Estávamos esperando Charlie rastrear a Bella pelo notebook, mas ainda estávamos preocupados, não daria para rastrear minha filha e Rose, pois elas não possuem um rastreador... Cada segunda que passa é como uma tortura para mim.
– Achei! – exclamou Charlie e corri até ele – Eles estão em uma cidadezinha do Canadá.
– Charlie... – o policial colou a mão no ombro de Charlie, que o olhou confuso – Alguém fez uma denuncia anônima de um homem estar levando uma mulher loira grávida à força, ele disse que eles estavam indo em direção ao aeroporto. A descrição bate com a de Rosalie.
– Temos que ir lá agora! – Emmet levantou com tudo do sofá assim que ouviu as palavras do policial.
– Emmet você vai com os policiais e Garrett para o aeroporto. Eu e Edward vamos atrás da Bella – disse Charlie o olhando e Emmet assentiu.
Emmett saiu imediatamente junto de Jasper, alguns policiais e Garrett... Eu, Charlie, Jake, o delegado e alguns policiais fomos em direção ao Canadá. No carro todos estavam em silencio, as meninas ficaram em casa junto das mães e das tias... A viajem parecia demorar uma eternidade, íamos entrando em lugares que eu nem tinha ideia de onde estávamos mas ao localizar uma praça notei no bairro nobre que estávamos... Paramos em frente a uma casa bem estruturada e muito luxuosa, e completamente cercada de seguranças armados... Descemos e o delegado foi logo falando o que quer que tinha que falar... E com certa resistência eles permitiram a entrada no mesmo instante no qual eu ouvi o grito... Minha Bella... Nem pensei em nada... Simplesmente entrei correndo na casa e a cena que eu vi me deixou paralisado... De medo e de raiva, fúria total...
– É melhor irem embora agora.- Gritou o desgraçado segurando minha Bella toda suja de sangue, provavelmente do parto, com marcas de dedos no rosto, chorando e com uma arma apontada para sua cabeça. Olhei pro lado e percebi que o delegado e alguns dos policiais já estavam ali. — Eu mandei irem embora.- Gritou sacudindo minha mulher a fazendo soluçar alto. — Abaixem as armas ou atirou merda.
Olhei pro delegado e os policiais que estava apontando a arma pro mesmo, e com cautela abaixaram as armas.
– M-Me solta... P-por favor...- Sussurrou Bella com a voz fraca... Eu ia matar aquele infeliz.
– Solta a minha mulher seu desgraçado.- Rosnei.
– Minha! Ela é minha! E só minha! — Gritou a apertando contra si mas mantendo a arma firmemente. Dei um passo pra frente inconscientemente. — Fique paradinho.- Falou apertando a arma ainda mais na cabeça dela, que gritou e o xingou, o fazendo dar um soco de lado na barriga dela... O que a fez desmaiar... Vi tudo vermelho e me taquei em cima dele...
No momento em que dois tiros foram ouvidos. O desgraçado ficou imóvel em cima de mim e o atirei pro lado indo pra perto da minha Bella que ainda estava desmaiada... A peguei em meus braços e me virei vendo uma mancha de sangue se formar em baixo de Diego que resmungava de dor com a mão na costela... Atrás dele Charlie estava com a arma em punho... Uma fisgada no ombro quase me fez derrubar Bella... Olhei para meu ombro onde estava uma pequena mancha de sangue... O desgraçado tinha atirado em mim, mas era ruim de mira e pegou de raspão.
– Me dê ela aqui Edward.- Falou Charlie se aproximando.
Passei hesitante Bella para Charlie, precisava resolver algo antes de irmos. Ignorando a dor em meu ombro andei em direção ao desgraçado no chão sendo segurado por dois policiais.
– Eu queria tanto fazê-lo se arrepender pelo que fez... – murmurei o olhando e o puxei pelo colarinho o fazendo ficar cara a cara comigo – Mas preciso resolver outro assunto... Me diga, onde está aquela vadia?
– Como se eu fosse dizer... – sorriu debochado, mas fez um gemido de dor.
– Eu não vou repetir... – rosnei apertando onde estava machucado e ele grunhiu – Me diga ou eu posso realizar o meu sonho e torturá-lo lentamente até me dizer.
Os policiais me olharam chocados, mas ignorei isso vendo o olhar de Diego ficar nervoso, com certeza com medo da minha ameaça.
– Ela veio comigo até aqui e depois foi para o aeroporto, disse que iria para outro pais... – o soltei no chão caminhando para fora. Charlie estava perto de uma ambulância olhando para Bella, que estava deitada na maca, fui em direção a eles.
– Ela está bem? – perguntei preocupado tocando seu rosto e Charlie deu um pequeno sorriso.
– Vai ficar, ela precisa ir para o hospital com urgência – tracei meus dedos por sua bochecha pálida – Ele falou algo?
– Aquela desgraçada foi para o aeroporto com minha filha – Charlie rosnou e pegou o celular.
– Precisamos ir para lá – assenti e ele saiu andando na frente, quando eu ia segui-lo uma mão me segurou.
– Bella...
– S-Sophie Edward... – falou com dificuldade e peguei sua mão.
– Eu vou trazê-la de volta – me aproximei depositando um beijo em sua testa e acariciei mais uma vez seu rosto – Eu prometo! – ela deu em pequeno sorriso e seus olhos foram fechando mais uma vez.
– Precisamos levá-la – falou um paramédico se aproximando.
– Certo... – olhei mais uma vez para minha vida e soltei sua mão, olhando o paramédico a colocar na ambulância e partir.
Andei em direção a Charlie que falava com alguém no celular e quando me viu desligou rapidamente olhando para meu ombro ferido.
– Você precisa se cuidar...
– Só quando minha filhar estiver em meus braços segura – ele assentiu e entrou no carro junto comigo. Rasguei um pedaço da minha camisa colocando no meu ombro, era o que daria para fazer por hora. Charlie ligou o carro e seguimos em direção ao aeroporto com mais duas viaturas nos seguindo.
O aeroporto, felizmente, era mais perto do que podíamos esperar... Quando paramos saí correndo ignorando a forte ardência em meu braço e segui até o primeiro balcão de informações que encontrei.... Todos me olhavam estranho mas estava pouco ligando pra isso, cortei fila sem nem me importar.
– Você viu uma mulher loira, de olhos azuis, passar por aqui com uma bebê recém nascida?- Perguntei exasperado.
– Vá pro fim da fila o cara.- Resmungou um velho.
– Olha aqui senhor... Minha mulher foi sequestrada, deu a luz a minha filha, foi novamente sequestrada, ameaçada, não teve nenhum atendimento médico, fui baleado e a maluca desgraçada vadia da minha ex raptou a minha filha.... Então cale a merda da sua boca...- Gritei e todos me olharam chocados... Logo o delegado, Charlie e alguns policiais chegaram e o mesmo ficou branco.
– Alguma noticia? Eles sabem de algo?- Perguntou Charlie com a arma em mãos.
– Não.- Rosnei.
– Eu vi uma moça loira de olhos azuis toda de rosa passando com uma criança.- Interrompeu-nos uma senhora.
– Pra onde ela foi?-Perguntei desesperado
.- Portão de embarque 7... Destino a Londres se não me engano.- Respondeu.
– Muito obrigada senhora...- Respondi sentindo lagrimas se formando em meus olhos.
– Vá salvar sua filha querido.- Disse Saí correndo em direção ao portão de embarque... E de longe a vi com um embrulho rosa nas mãos... Algumas moças em volta ... Devagar me aproximei pelas costas dela...
– Oh mas é tão Lindinha...- Falou uma senhora.
– É a cara do pai...
– Qual o nome da sua filha?- Perguntou outra.
– Ela se chama Penélope... Em homenagem a minha querida mãe.
– Sophie... O nome dela é Sophie.- Falei friamente e todas me ditaram... Tânia me olhou engolindo seco.
– E-Ed-Edward....
– Sua vadia...- Falei.
– Oh... Não xingue sua esposa rapaz.
– Esposa merda nenhuma... Vadia... Como teve coragem de raptar a minha filha, pensou que ela nasceu hoje e nem foi a um médico? Que precisa de leite materno? Ou é tão burra que nunca pensou nisso? Minha mulher está indo pro hospital e só pede pela nossa filha...
– Tânia Denali está presa pelo sequestro de Sophie Swan Cullen, por ser cúmplice no sequestro da mãe da mesma, Isabella Marie Swan, e de suas primas Renesmee, Rosalie e Alice Swan...- Disse o delegado enquanto a mesma se desesperava... Arranquei minha filha do colo dela... Enquanto a mesma era algemada...
Olhei para o embrulhinho e vi duas esmeraldas me encarando... Ralos cabelinhos de cobre e a pele pálida... Nariz arrebitado e rosto em forma de coração... Tão perfeita, tão minha...
– Oi Sophie...- Falei e a mesma fechou os olhos dormindo... Isso era estranho... Crianças recém nascidas não dormem com facilidade.
– Charlie.- Chamei tentando controlar minha raiva.- Descubra com Tânia se ela deu algum remédio para minha filha.- Rosnei...
Olhei preocupado para minha bonequinha enquanto Charlie berrava com Tânia, ela parecia tão fraquinha, tão frágil ...
– Edward... – Charlie me chamou e ele parecia preocupado – Acho melhor a levarmos para o hospital, essa desgraçada deu alguma coisa para ela.
– Eu pensei que ela estava com dor... Não parava de chorar... – murmurou Tânia e olhei furioso para ela.
– Levem essa vadia desgraçada daqui antes que eu faça algo – rosnei e os policiais saíram levando Tânia que chorava.
– Vamos Edward...
Charlie foi a frente me guiando para saída, eu não conseguia de parar de olhar para meu bebê... Estava muito preocupado, não sabemos o que aquela maluca deu a ela.
O caminho até o hospital felizmente foi rápido, assim que chegamos um medico veio em nossa direção e explicamos a situação a ele, que rapidamente levou Sophie para algum lugar que fui proibido de ir. Estava ficando louco, andava naquele corredor de um lado para o outro sem saber de nada.
– Edward... – Charlie colocou a mão em meu ombro me fazendo parar – A Bella está aqui também... Quer vê-la?
– Eu... – engoli em seco pensando no assunto – Eu não sei Charlie... Eu não tenho coragem de dizer a ela o que aconteceu com Sophie. Como eu vou dizer a ela que a nossa filha não está bem? Que aquela maluca deu algo a ela?
– Não se preocupe Edward... Tudo vai dar certo, você vai ver. E a Bella está dormindo no momento...
– Sr. Cullen – o medico que levou Sophie apareceu e o olhei ansioso.
– Então... Como está Sophie? – ele sorriu levemente.
– Não se preocupe, não foi nada demais. Ela já está bem está no berçário agora, se quiser pode ir vê-la.
Sorri enormemente e corri em direção ao berçário. Quando cheguei lá parei olhando pela parede vidro e logo avistei minha bonequinha, ela estava dormindo com a mão na boca... Linda...
– Com licença... – olhei para o lado quando uma enfermeira me chamou – Você é pai de algum deles?
– Sim... – sorri com a simples palavra... pai... Isso nuca me pareceu tão certo.
– Quer entrar para vê-la? – assenti sorrindo e ela me levou para dentro, fui em direção a minha bonequinha e a enfermeira sorri – Ela é linda... – concordei sem olhá-la tocando o rostinho delicado de Sophie – Quer levá-la para a mamãe poder alimentá-la?
– Eu posso?
– Claro que sim – ela pegou Sophie e passou para mim com cuidado.
A peguei cuidadosamente no colo e sorri igual bobo....
– Oh o senhor não deveria ir cuidar deste ferimento?- Exclamou a enfermeira e pensei a respeito... Era melhor que a Bella não o visse por enquanto...
– Poderia fazer um curativo? Foi apenas de raspão....
Ela assentiu e me levou para uma dala no fim do corredor, coloquei Sophie de volta no berçário e fui atrás da enfermeira. Em menos de dez minutos eu já estava com o ombro enfaixado com cerca de dois remédios pra dor e cicatrização para comprar. Voltei rapidamente para o berçário e vi minha bonequinha acordada e chorando... Fui até ela e a peguei no meu colo... Seus olhinhos verdes estavam vermelhos e felizmente ela parou de chorar, mas continuou resmungando cada vez mais e mais... A levei acompanhado da enfermeira em direção ao quarto de Bella. Quando entramos lá estava Renée, Charlie e as meninas que sorriram ao me verem entrar.
– Olha quem veio ver a mamãe.- Falei atraindo a atenção dos demais, mas principalmente a de Bella que sorria com lágrimas nos olhos.
– Oh Ed... Você trouxe nossa princesinha... Nossa bonequinha de volta.- Murmurou e Sophie procurou com os olhinhos a dona da voz.
– Acho que alguém aqui está procurando a mamãe.- Falei sorrindo levando Sophie até Bella. Todos saíram nos deixando apenas com a enfermeira... A enfermeira a ajudou e logo vi a cena mais perfeita de toda a minha vida... A mulher que sempre amei amamentando nossa filha... Sophie dormiu, mas ainda assim continuou grudada em Bella.
– Edward onde está a Rose?- Me perguntou.
Engoli em seco, eu não poderia dizer a ela que Royce a levou, Bella já sofreu emoções demais acho que isso não seria bom... E também havia me esquecido de ligar para o Emmet para saber da Rose... Dei um sorriso fraco para Bella.
– Ela estará aqui mais tarde... Por enquanto descanse, você está muito cansada – ela fez um bico lindo, mas fez o que mandei.
Fiquei ali vendo as duas razões da minha vida dormirem, mas ainda estava preocupado. Emmet seja lá onde você estiver, por favor, volte em segurança ...
Pvo Rose
Acordei em um lugar estranho, estava em uma poltrona, parecia que eu estava em um jato. Do lado de fora eu podia ouvir vozes não muito longe... Eu estava confusa, procurei por algo na minha memória e arfei ao lembrar de ver Royce e depois tudo ficou escuro.
– Vamos partir imediatamente! – olhei nervosa para os lados ao reconhecer aquela voz.
– Mas senhor nós precisamos revisar...
– Eu disse que vamos partir agora!
Escutei passos se aproximando e tentei me mover, mas havia uma algema em meu braço preso a poltrona que me impedia de sair. Fiquei desesperada puxando meu braço, mas era em vão.
– Ora, ora... Vejo que meu amor acordou – paralisei em choque ao ouvir sua voz atrás de mim.
– R-Royce....
– Oi meu amor... Como está?- Perguntou se aproximando como se fosse me beijar me fazendo virar o rosto — Nananina não amor...- Puxou meu rosto bruscamente e forçou seus lábios nos meus.- Logo iremos decolar, não se preocupe, terá nosso filho em nossa casa.- Falou sorrindo maluco.
– Não seu seus filhos.- Resmunguei.
– Oh... Mas é claro que são... Mas então são gêmeos? Que maravilha... Um casal? Dois meninos ou duas meninas?- Fiquei quieta... Ele era louco...- Responda sua vadia.- Rosnou me batendo forte no rosto.
– D-Dois meninos.- Falei sentindo o gosto de sangue na boca... Ele era maluco, bipolar... Mas eu tinha que sobreviver, pelos meus filhos...
– Oh que incrível... Mas creio que já possamos começar a treinar pros próximos não é?- Arregalei os olhos.
– P-Proximos?
– É claro... Quero mais meninos... Mas nada de meninas, só arranjam problemas... Acho que poderíamos começar a treinar pros próximos de uma vez não acha? – sorriu sádico enquanto o desespero me tomava.
– N-Nao... Não... Não, não...
– Quieta.- Falou me batendo de novo.- Você tem que ser punida, soube que ficou com o imbecil do Cullen... Mas você é minha, só minha putinha... E eu vou te comer a força de novo e de novo e de novo até me enjoar de você... Mas pense pelo lado bom, eu vou cuidar bem dos molequinhos e faze los igual a mim... Agora quieta...
Disse já abrindo a calça revelando o membro imundo que me dava asco ereto, ele começou a rasgar minhas roupas... Enquanto, em vão, eu gritava por socorro e recebia tapas em volta...
– Agora eu vou me afundar dentro de você cachorra.- Rosnou pronto pra me penetrar quando a porta do jatinho foi aberta com brutalidade e homens armados entraram... Mas só conseguia enxergar o Emmett... Sorri fraco pro mesmo... Ele tinha chegado a tempo... Ele finalmente tinha me salvado... E então tudo escureceu e deixi a inconsciência me levar....
***
– Rose... — escutei alguém me chamar — Acorda meu amor...
– Emm..?- perguntei confusa tentando me acostumar com a claridade assim que abri os olhos.
– Sou eu... Você está bem? — ele me preocupado e sorri fraquinho.
–Agora estou — sentei na cama do hospital com sua ajuda e olhei confusa ao redor — O que aconteceu?
– Eu... — antes que ele falasse a porta foi aberta e sorri ao ver meu pai.
– Rose... — ele sorriu para mim e veio me abraçar — Como está se sentindo?
– Bem
– Ótimo! — ele olhou para Emmet — Edward está te procurando.
– Eu vou lá... — suspirou e me deu um beijo na testa — Já volto.
– Ele te ama muito — papai falou assim que Emmet saiu e o olhei confusa — Depois que encontramos você o Emmet quase matou aquele desgraçado. Foi preciso dois policiais o segurarem para afastá-lo, posso garantir que aquele infeliz ficou com o rosto bastante deformado. Desde então ele não saiu de perto de você...
– Ele é maravilhoso... — suspirei sorrindo.
– Eu tenho que admitir que ele é um ótimo homem e que a fará muito feliz — papai sorriu pegando minha mão — Mas isso não quer dizer que vou felicitar a vida dele.
– Pai!
– Você é minha filha Rose e é isso que os pais fazem — revirei os olhos sorrindo, mas meu sorriso morreu ao lembrar de algo.
– E a Bella? Como ela está?
– Não se preocupe ela está bem e Sophie também... — sorri aliviada por minha amiga.
Eu só esperava que agora poderíamos viver em paz...
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