Notas iniciais
Não me crucifiquem, please!! Não morri e nem a fic ficou inactiva! Semana passada foi o grande feriadão aqui do rio e eu aproveitei. E essa semana estive ocupada com meus trabalhos escolares(muitos na verdade). tengo miedo de repetir! HuahauhauhauaBeijo!!

22/07, Sexta, às 14:05 — Casa.

Oiê, Diário! Peraí... "Oiê" é internetês, não é? Acho que não essa nova língua para um diário, certo? Sabe, eu detesto, mas eu detesto muito isso de ter que escrever tudo certinho! Claro, os erros tem que ter um certo limite, como não trocar "força" por "forsa". Os Pows, Bjs, Pqs, Qrs e Tbms da vida nos caiu como uma luva, então por que não usá-los? E por que tantos Porques? Em vez de a tal academia de letras, ou seja lá quem for, mudar coisas tão próprias de cada palavra! Quem é que vai conseguir tirar o acento da palavra "vôo"? Coisas que tivemos tanto tempo e empenho pra gravar! Como disse uma "grande" fã do restart: "Isso é uma puta falta de sacanagem!". Por que arrancar uma coisa que está gravada em nossas memórias? Que coisa, esse pessoal que tem estudo disso e aquilo, só faz meleca! Há, também tenho que contar... Hm, rimou! Hihi... Porque eu sou tão boba? Rir sozinha é sinal de forever alone! Mas agora eu vou contar o que vi na net! Você sabia, Diário, que existe em São Paulo, uma passeata de vadias? Pois é, o nome é "marcha das vadias!". Vi umas fotos e muitas mulheres seguravam cartazes dizendo assim: "Eu não sou um pedaço de carne" e "Minha boceta, minhas regras". Como é que esperam respeito assim? Quem disse que apanhar na infância traumatiza? Se tivessem apanhado mais, não estariam aí. Hran Hran, mas quem sou eu pra falar alguma coisa né? Santa nem de longe! Mas logo quando essas vadias protestam, ainda protestam errado! Me irritam... Eita, tenho que contar também sobre a Drika! Acho que faz umas... Duas! É isso, duas semanas que ela veio bater na minha porta, afobada.

- Carol! — Exclamou ela.

- É né, eu acho que sou. — Disse eu, debochada.

- Não fala assim! Ei, que cara é essa? — Perguntou-me Drika.

- Que cara é essa? Você tá maluca? São 9 da manhã dee um sabádo! — Quase gritei, dando um longo bocejo e fazendo sinal para que entrasse.

- Foi mal amiga! É que eu estou muito desesparada!

- Hm, então conta logo! E sem rodeios, porfa! Se não, eu... UAARRHHHH... Volto a dormir.

- Eu transei com o Danilo! — Disse ela de supetão, fechando os olhos para não ver a minha reação.

- Han? Peraí, você o que?! — Perguntei, chocada.

- É... eu acho! Não tenho certeza ainda... — "Explicou" ela.

- Ué, como não?! — Perguntei, ainda mais pasma.

- É que eu bebi e-

- Bebeu? Doida você, é? Sentai aí drika! E me conta tudo o que aconteceu!

- Okay... Fui na casa dele ontem à noite pra fazer tipo um cine pipoca, mas ele ainda não tinha chegado. Então Danilo, óbvio, ficou me cantando, já que me perseguiu tanto-

- O quê? Ele te perseguiu?! — Perguntei.

- Aham, sei lá, parece que viu, gostou, e quer pegar! — Disse ela.

- Pelo jeito, pegou mesmo né.

- Não brinca, Carol! Mas continuando, conversa vai, conversa vem, cerveja vai, vinho vem, e nada de Patrick aparecer. Daí eu não lembro de muita coisa, apenas alguns fleches. — Disse Drika.

- Que fleches são esses? — Perguntei.

- Bom, lembro de ter agarrado o Danilo e-

- Você agarrou ele?! — Exclamei.

- Foi, agora deixa eu continuar? Ficamos um pouco, aí lembro de estarmos no quarto de alguém, depois lembro de camisinhas voando.... Depois lembro de ver Patrick, mais camisinhas voando.... Aí eu acordei, sozinha, no sofá.

- M-mas o que?

- Que foi? — Perguntou ela.

- E-estou tentando entender tudo isso.

- Se nem eu entendi, imagine você entã! Aí, que dor de cabeça...! — Reclamou Drika, colocando a mão na cabeça.

- Quem mandou beber? Agora vai ter que aguentar a ressaca!

- Xíii, fala baixo..! — Pediu ela.

- Okay, e o que você vai fazer agora?

Ficamos um bom tempo pensando em como ela deveria encarar Danilo e Patrick naquele dia. Acabou que não deu em nada e ela está evitando os dois até hoje! Aí Diário, a barriguinha da Fanny está tão linda! Adimito que a da Kátia também está. Desde a conversa que tive com meu pai, meio que estou vendo ela diferente. Ela e minha cunhada estão adorando fazer compras juntas, um saco! Você pode até achar fofo e normal, mas elas me levam junto e ainda me fazem carregar todo o carrinho com todo tipo de bagulho de bebê. Felipe teve seu primeiro salário, e foi direto comprar uma roupinha pro filho; Esse mês aconteceu uma coisa bem, mas bem... Ah, eu não tenho a palavra! Bom, como Felipe está trabalhando pro Senhor William, esse útilmo tem sobrecarregado o Lipe de trabalho até o ponto do meu irmão ter que ir lá na casa dele revisar uns relatórios. Nesse dia, Ângelo me levou até lá para darmos aqueles "amassos" gostosos em seu quarto. Confesso, não consegui transar com ele, sabendo que certas pessoas estavam lá embaixo e poderiam me ouvir gemendo caso eu não conseguisse me segurar. Descemos a escada e vi Fanny sentada no sofá, vendo tv enquando comia um grande pote de doce de leite com as mãos. Senhor William estava no escritório ao lado, discutindo com Lipe sobre os papéis que ele segurava. Logo quando descemos, o meu sogro roubou a atenção do meu namorado e começaram a conversar interessadímos, sobre esses relatórios.

- E aí, está tudo bem? — Perguntei à Lipe, já que nos deixaram de lado.

- Aham, estou me esforçando. — Respondeu Lipe, com um sorriso no rosto.

- Nossa, nunca te imaginei, nessa terno, discutindo sobre esses tais papéis que eu nunca sei do que se tratam...

- Haha, pra falar a verdade, nem eu! Mas acho que estou indo bem, acho que o sogrão está amolecendo comigo. — Disse Lipe.

- Sério?! Poxa, que legal! "Sogrão"... Haha, lembra, você nem imaginava em casar Felipe! E quando vimos Harry Potter, pela primeira vez, você queria é ser um bruxo famoso!

- Hey, não lembra disso! Mas bons tempos aqueles! Sem nenhuma preocupação, além da de se eu estaria pronto pra quando Hagrid chegasse e me levasse pro castelo...

- Eu lembro que eu ficava rindo de você, porque eu acreditava em fadas, barbies, bonecos que se mexiam, menos em bruxos! Hahahaha. — Disse eu, rindo.

- Lembro sim... Até discutíamos lá no parquinho sobre isso, com todas as outras crianças caçoando da gente. Saudades.... — Disse o meu irmão, me olhando, um pouco melancólico. — D-daquele tempo...

- E-eu também s-sinto.

Posse estar enganada, mas acho que à saudade, ele se referia à mim... Segurei sua mão enquanto trocavámos esse olhar entristecido, mas de repente ouvimos Fanny gritar!

- Aí, aí!! — Exclamou ela.

- O que foi?! — Perguntamos (Eu, Lipe, Ângelo e Seu William) todos, em unisono.

- Responde Esthefanny! O que você tem?! — Insistiu Lipe, parecendo extremamente preocupado.

- E-eu não sei... Acho-

- O bebê está chutando? — Perguntou Lipe, com seus olhos se iluminando.

- N-não, acho que não. Ainda é cedo pra estar fazendo isso, mas tá se mexendo... E-eu consigo sentir... Você também quer sentir ele? — Perguntou ela pro pai da criança.

- A-aham...

Felipe foi tocar a barriga da Fanny, como se estivesse tocando a coisa mais preciosa que existe. Com tanta delicadeza, que parecia que podia quebrar. Todos ficaram adimirados, meio que me senti "sozinha" ali. Ele sentia seu filho se mexendo, e ficava tão, mas tão adimirado... Sei lá, olhando essa cena, senti uma coisa esquisita aqui dentro do meu peito... Senti isso também quando descobri que Fanny estava grávida, mas essa "dor" só está aumentando! Não sei porque estou me sentindo assim... Quer dizer, tenho algum motivo pra estar esquisita? Fanny e Lipe vão se casar e se tornar uma familia, é isso e ponto final! Não tem mais volta. Do nada apareceu a Senhora Magda, de braços cruzados e com uma expressão de nojo tão conhecida por todos.

- O que aconteceu? — Perguntou ela, não mostrando interesse na pergunta.

- O meu bebê se mexeu... — Disse Fanny, calmamente, com esperança que a mãe voltasse a falar com ela.

- Claro, com a mãe na idade que tem. — Espetou a minha sogra.

- Magda! — Disse o meu sogro, em tom de reprovação.

- Que foi Will? Agora você também vai aceitar isso?

Ups, Já volto!