Droga! O Meu Irmão Não...
35 Cap. 35 - O que os olhos não podem ver...
Notas iniciais
Mais um cap!Bom gente, me desculpo logo pelas fãs que não gostaram da transa de Felipe e Carol, ok? Lógico que seria diferente da do Ângelo, pois ambos tem também personalidades diferentes. E Felipe estava tomado pela raiva porque um outro cara tocou na garota que ele tanto ama! E para as que não tiveram experiência ainda, isso acontece! Muitas vezes você vai fazer sexo mais pelo prazer do que pelo amor, independente se ama o parceiro ou não. Então a coisa fica mais carnal e física. Fui!
15/03, quarta, às 15:20 — Casa
Boa tarde, Diário! Como você esta? Ok, foi brincadeira... Estou aqui sentada no sofá assistindo tv enquanto espero Drika. Acho que ela quer se desculpar... Bem, o que posso dizer à ela? Sim, estou surpresa, mas ninguém me deve desculpas por nada. A vida é deles e são eles que decidem o que fazer. Não estou indo contra, mas o negocio é que nunca cogitei essa possibilidade! Ele é gay! Espera um minuto...16/03, quinta, às 9:40 — IntervaloVoltei! Um pouco tarde, não? Sorry! Passei por um pequeno sufoco! Como estava distraída escrevendo em você e prestando atenção no Charlie de "Two And a Half Man", nem percebi que Felipe vinha por trás de mim. Fiquei surpresa e arrepiada ao mesmo tempo, sentindo aquele nariz perfeito tocando a minha orelha.- Aí que susto Felipe! — Exclamei, olhando para o lado.- Está devendo é? — Perguntou o meu irmão, rindo.- N-não, claro que não. — Respondi.Felipe deu a volta no sofá e parou na minha frente. Tirou você do meu colo e a caneta da minha mão, jogando-os no outro sofá menor. Abaixou-se tocando meu rosto suavemente. Com o rosto bem próximo do meu, foi passando o nariz em mina face, descendo até o meu pescoço, sentindo o meu cheiro (que na verdade era do mesmo sabão que ele usa!). Voltou a olhar em meus olhos, logo fechando-os para me beijar. Tentei resistir, mas confesso que minha vontade de retribuir era maior. Sentou no meu colo, colocando o peso de seu corpo nas pernas para não me machucar. Continuei beijando-o até que senti uma mão passando levemente por cima do meu sutiã. Entrei com minha mão por baixo de sua blusa, acariciando suas costas. Me pareceu que ele gostou, pois o beijo se intensificou. Mais uma vez estávamos sozinhos em casa. Esse lembrete fez com que eu esquecesse de tudo e tirar sua camisa totalmente. Apertava meu seio (por cima do sutiã) com força, enquanto chupava minha língua gostosamente. Felipe parou de me beijar, levantando minha blusa e descendo com a boca na minha barriga indo em direção ao meu ventre. - Calma Lipe, assim eu não vou conseguir parar. — Adverti.- E quem disse que eu quero parar?Disse Felipe, me olhando travesso de lá de baixo. Foi abrindo o zipper do meu short jeans sem quebrar o nosso contato visual. Droga! Eu não tinha me depilado! Se bem que na hora eu nem liguei para isso e só queria que ele rasgasse logo esse jeans e caísse de boca, fazendo-me gemer! Beijou o meu ventre, me fazendo rir com a expectativa. Despertei de repente, voltando para o mundo real ao escutar a campanhia. Era Drika! Me recompus rapidamente, deixando o jeans do jeito que Felipe o encontrou. - Ah, Oi Dri! Entra vai. — Disse, tentando controlar o nervosismo.- Oi... O que houve? — Me perguntou ela.- Han? Nada ué. — Respondi, passando a mão no cabelo para que voltassem ao normal.- Hm. Oi Lipe! - E aí. — Respondeu ele à minha amiga.Felipe ria bobamente. Eu e Drika sentamos no sofá para conversar. Meu irmão, como antes, veio por trás de mim (atrás do sofá) dando um celinho no meu rosto e outro no meu cabelo, em seguida subindo para o andar de cima.- Não entendi. Voltaram a estar como antes? — Perguntou Drika, curiosa.- Acho que sim... Só que melhor que antes. — Respondi, não contando toda a verdade, mas também não mentindo.- Uffa, que bom! Cá e eu já não aguentávamos você nessa deprê de Felipe! — Disse ela.- Você fala isso porque é filha solteira! — Exclamei.- Não é por isso! E ainda bem que você arrumou logo um cara! Realmente um Deus grego!- Hahahaaa — Ri com o trocadilho, pois o fato dele ser um Deus grego tem haver com o outro fato dele amar a Grécia. - Que foi amiga? — Perguntou a minha ruiva, vendo meu rosto murchar.- Nada não... — Tentei disfarçar.- Conta vai... — Insistiu ela, segurando na minha mão.- É que isso me lembrou que o Ângelo vai viajar pra grécia. - Aí Carol, que triste! E quando ele vai? — Perguntou Drika.- Ah, eu não sei... — Respondi.- Uma coisa importante dessas e você não sabe?! — Perguntou Drika, surpresa.- Eí, não me culpe! Estamos namorando a muito pouco tempo e esse assunto me deixa triste... Ele também não fala quando vai viajar. — Expliquei.- Você não acha que ele está adiando essa viagem por sua causa? - Bom, eu não tinha pensado dessa forma... - Carol, as vezes você me tira do sério sabia! Caramba! Impede ele de ir! — Propôs ela.- Ele vai fazer faculdade lá. É um sonho dele... Mesmo querendo que ele não vá, não coragem para pedir uma coisa dessas... E por quê você está se exaltando? Eu é que perco a paciência com você! — Terminei dizendo à ela com um olhar acusador.- Carol! Não fica assim comigo. Eu vim me desculpar com você. — Disse Drika- Preví. — Disse eu.- Você não é vidênte. — Disse Drika, rindo.- Não provoca... — Avisei. — Olha, não estou brava nem chateada com você. Estou surpresa, só isso. - Aleluia! — Disse ela, deitando no sofá, aliviada.
- Não vou contra, só te aviso pra não querer nada sério com ele. Confia no que eu digo, ele é gay. — Disse à ela.- C-claro, claro... Não vi muita confiança no que Drika disse, mas tentei acreditar e não liguei. Ficamos um tempo assistindo os clipes do canal Vh1 e depois ela foi embora; Estou um pouco mais tranquila em vista da bagunça de ontem. Eu e Danilo (Irmão de Patrick) ficamos uns minutos encarando Patrick e Drika nos amassos, até que eles notaram nossa presença. Meu amigo estava vestindo apenas uma cueca samba canção, para aumentar a minha surpresa (em vista que o senso de estilo dele era maior que as de muitas garotas) e Drika sem blusa, só com a calcinha de renda que deixava a bunda transparecer.- Nossa...! — Exclamou Danilo, passando o olhar por todo o corpo da minha amiga. - Drika, coloca uma blusa agora! Gritei com a minha amiga, a puxando pelo braço e a tirando do banheiro. Drika apenas abaixou a cabeça e foi para o quarto de Patrick, colocar alguma blusa. Fiquei parada olhando embasbacada para o meu gay preferido. — Agora sim estou chocado, manow! — Disse Danilo.- Eu também. — Disse eu, séria.- Eu posso explicar. — Tentou Patrick.- Agora não, vá se vestir também. Estava parecendo a mãe deles, pois Patrick também obedeceu e foi para o quarto. Danilo parecia mais surpreso que eu, só que a diferença era que ele estava sorrindo e admirado com o irmão. Não o culpo, eu também estaria assim caso acreditasse que o meu irmão é gay e do nada o pego ficando com uma garota. Eu e Danilo fomos para o quarto do seu irmão. Cassiane acabou acordando, mas não entedia nada. Seu olhar passava pelo meu rosto e ia para o rosto com expressão de culpa de Patrick e Drika. - Quem é ele? — Perguntou Cá, para ninguém em especial.- É mesmo... Quem é ele? — Repetiu Drika, agora notando a presença dele.- É o meu irmão. — Respondeu Patrick para as duas. — Danilo.- Fala aí... — Disse ele, olhando para as pernas de Cassiane.- Acho que é melhor eu ir para o quarto de hóspedes, já está tarde. — Disse Patrick. — Pra vocês dormirem.- Não. Sabe, não estou afim de ficar aqui. Vi que todos ficaram surpresos. Dei as costas andando pelo corredor, sem nem saber onde ia dormir. Estava perdida nos meus pensamentos quando Danilo apareceu do nada, se pondo na minha frente.- Não cansa de me assustar não? — Perguntei.- Haha, talvez... Mas e aí, onde que você vai dormir? — Perguntou ele.- Não sei... — Respondi, sincera.- Se quiser pode dormir no meu quarto. — Ofereceu ele.- Ata bom. — Respondi, irônica.- É sério! Você dorme na cama e eu no colchão. - Hmm... Então tá.Intervalo acabou! Beijo! Depois conto o resto!
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