Droga! O Meu Irmão Não...
32 Cap. 32 - Doce que nada, o pecado é salgado!
Notas iniciais
Espero que gostem.
14/03, terça, às 18:25 — Casa
Olá, Diário! Estou te deixando curioso, então é melhor eu contar logo o que aconteceu comigo e Lipe, não? Felipe entrou na sala, ligou a tv e sentou no sofá ao meu lado para assistir. E tudo isso num silêncio só. Fechei você e tentei prestar atenção na série (The big bang theory) que estava passando. Felipe também adora essa série e sempre ri com o personagem Sheldon, mas naquele momento eu não ouvi nenhuma risada da parte dele. Aquele tensão já estava me enchendo! Ainda mais por eu não saber o motivo. Levantei e subi as escadas indo até o meu quarto. O que eu não esperava era que Felipe me seguisse. Ele se pôs na porta do meu quarto, interrompendo minha passagem.
- Por que você está me evitando? — Perguntou ele, sério, de braços cruzados.
- O quê? Eu não estou te evitando. — Disse eu.
- Está sim. — Disse Felipe, me contrariando.
- O que você tem hein? Eu quero passar!
- Eu sei que você está me escondendo algo Carol!
- Han?! C-claro que não! Agora sai logo daí! — Mandei.
- Não adianta mentir pra mim!
Felipe saiu sim da porta, mas com toda certeza não era pra me deixou passar. Jogou-me na parede do corredor, segurando meus braços a cima da minha cabeça. Pedi que me soltasse, mas somente fui ignorada. Sacudi meu corpo, tentando me soltar, só que era o meu corpo frágil de mulher contra o de um homem. Colocou seu rosto no meu pescoço, subindo aos meus cabelos soltos. Fungou para assim sentir o meu cheiro. Desceu com a boca, jogando todo aquele hálito quente em meu pescoço até o meu decote (estava usando uma blusa tomara-que-caia). Sim, eu sabia que eles estavam eriçadíssimos. Sem hesitar, Felipe abaixou com os dentes minha blusa.
- Ele te tocou aqui?
Me perguntou Felipe, olhando-me, com o rosto entre os meus seios. Só o que pude fazer foi assentir. Quando confirmei, roçou sua boca, seu rosto nos meus peitos. Pressionava meu corpo na parede com seu quadril, agora subindo com a boca e beijando-me desesperado. Soltou meus braços já cansados para apertar fortemente minha bunda. Já estava com forças para me desvencilhar dele, mas Felipe percebendo, abriu de supetão a porta de meu quarto jogando-me na brutamente na cama, não me deixando escapar. Fechou logo a porta e veio em minha direção, abrindo minhas pernas.
- Te tocou aqui também? — Me perguntou Felipe, olhando-me com raiva, pressionando sua mão com força em minha intimidade (por cima da calça).
- A-aham — Respondi, querendo sentir mais.
- E aqui? — Perguntou ele, me virando (de barriga para baixo) e agora passando a mão e apertando a minha bunda.
- ... — Nada respondi, assustada com a força com a qual ele teve para me virar.
- Ele também te tocou aqui, não foi?!
Felipe perguntou, gritando, como que querendo me possuir! Subiu na cama, em cima de mim, tirando minha blusa o mais rápido possível. Deixou-me com as costas desnudas. Segurou com força meus cabelos e com a outra mão (me virando um pouco), agarrou um peito meu. Cada apertão seu em meu seio, era um espasmo que vinha de logo a baixo do meu ventre. Sua mão, que segurava fortemente meus cabelos, puxou minha cabeça para o lado, para assim sua boca se deliciar em meu pescoço. Seu corpo estava em cima de mim, mas seu quadril quase não me tocava, e quando tocava, podia sentir sua virilidade rígida, dura, ansiando para ser liberta daquela bermuda. Beijou-me gostosamente por todas as minhas costas enquanto abaixava meu jeans junto com minha calcinha.
- Empina para mim, vai...
Escrevendo aqui, isso pode parecer um pedido, mas na hora soou como um comando! Não hesitando, fiquei "de quatro". Sim, é uma posição que deixou toda a minha intimidade exposta. Ele não perdeu tempo e apertou com força a minha bunda. Recebi uma deliciosa supresa. Felipe afastou as duas bandas, abrindo-me, e passou sua lingua molhada pelo meu ânus. "UhNNNNNNN", eu poderia ter dito outra coisa? Não mesmo. Poderia doer, mas na hora, no calor daquele pecado eu só queria toda sua tora dentro de mim. Me pareceu que Felipe leu os meus pensamentos, por que desabotoou o botão da bermuda e a abaixou junto com a cueca, deixando-os no joelho. Enseguida passou a mão rápido pela menina, sentindo-a molhada. Viu aquilo como um passe livre, encaixou seu membro e me fez gemer na primeira investida. No momento em que ele agarrou meus cabelos com força, agarrei também a coucha da cama, para assim aguentar a pressão que fazia em meu corpo. Quase não senti dor (o que foi uma surpressa, já que se espera que doa bastante na segunda vez também), eu só consegui gritar por mais em meio a gemidos. Agora ando com medo, realmente evitando ele. Um pouco irônico, não é? Queria tanto isso e quando acontece, hesito. Mas meu medo vem não é dele, e sim de mim e essa paixão. Essa paixão que nos envolve, nos engana, nos maxuca. Paixão que nos faz agir cegamente. Naquele momento eu podia fazer qualquer, mas qualquer coisa por ele! Esse seu cheiro... Seu membro, grosso, fazendo pressão contra às minhas nádegas. Eu estava a ponto de gritar, quando o prazer desapareceu e senti minha intimidade, mais uma vez, vazia. Olhei para trás, vendo Felipe ofegante, com goza escorrendo pelo seu membro. Não sabia o que fazer, então corri desesperada por uma toalha em meu quarto para ajudá-lo a limpar. Ele riu, ao me ver preocupada assim. Mesmo nervosa, ri também. Felipe jogou a toalha para um lado e deitou na cama, ainda ofegante. Deitei por cima dele, olhando em seus olhos, sentindo a pele com pele. Ainda estávamos nus.
- Eu pedi tanto por isso. — Comecei.
- Eu sei... — Respondeu Lipe, fazendo cafuné em minha cabeça.
- Mas eu não esperava... — Continuei.
- Eu sei. — Disse Felipe, sorrindo para mim.
- Fanny te contou não é? — Perguntei, não tento coragem para encará-lo.
- Aham. — Confirmou ele.
- Mas espera... Eu e Ângelo estivemos durmindo juntos o carnaval todo, então como você soube que ainda não tínhamos feito nada?
- Carol, você é a minha irmã... Lembro que você veio me contar do seu primeiro beijo, do segunto, do terceiro até o quinto. Você sempre me contou tudo, e mesmo do jeito que estivemos até agora, sabia que iria esconder isso de mim.
- Eu sou tão previsível assim?! — Perguntei, indignada.
- Haha, não é isso.
- Aham, sei.
- O negocio é que não suportei o fato dele ter tocado em você. — Confessou Felipe.
- Notei. — Disse eu, rindo.
Depois, com o corpo já frio, senti ele todo doer. Olha o que eu percebi: Transar é que nem correr, se você não pratica muito, cansa rápido. Bom, pelo menos pra mim né. Então desde ontem, tento evitar Lipe. Não sei como devemos reagir. Também não sei se me entrego a ele e desisto do Ângelo, ou continuo com Ângelo e desisto do Felipe. Não desisti do Ângelo, gosto dele... Dei à ele uma das coisas mais importantes que o meu corpo poderia oferecer. Tenho a opção de dar uma de espiã duplha e ficar com os dois, mas eu teria que ser muito cretina pra fazer uma coisa dessa. Calma aí... Não, ainda não chegaram. Ouvi a campahia, mas era só o seu Afonso vindo ver a minha mãe. Não me surpreendi com o meu pai olhando feio para ele. Eles estão lá em baixo, todos juntos. Kátia, meu pai, minha mãe e Seu Afonso. Meu pai brincou, dizendo que nunca mais deixaria eu viajar, pois não aguenta ficar longe da sua princesinha. Há, tomara que o meu irmãozinho seja um garoto! É infantil, mas eu quero ser a única sendo chamar de princesinha por ele. É manha, eu sei.
Vou tomar um rápido banho e já venho escrever okay? Bye bye,
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