Dreams Of A Summer Trip II
25 Capítulo 25 - A Walk to Remember
Notas iniciais
Postando bem, bem mais cedo!(Bom né? rsrs).
Esse capítulo apesar de pronto há séculos, é meio que um teste. O Brandon e a Carol acham que escrevo bem romance, então vamos ver o que vocês acham desse capítulo. Tem partes que achei completamente estranhas (É porque não estou acostumada), outras em compensação achei bonitinhas. Espero que gostem e não peguem pesado comigo se não estiver bom '--'
Ganhei mais uma recomendação da minha amiga Isacoast!
Acho bom vocês pararem com isso porque estou desacostumando!
E como sempre, só tenho a dizer que fiquei muito feliz!
Vocês são ótimos pessoal! Adoro responder cada MP e review!
Então... Boa leitura!
Uma semana depois...
- Humm... — Duff abriu os olhos confuso no meio de um ataque tão poderoso.
Élis — Que bom... — um beijo — que... — outro beijo- ...acordou! — um beijo acompanhado de um sorriso que foi seguido por mais beijos.
Duff — Élis... — calado por um beijo — o que você... — calado por outro beijo — ...está fazendo?
Quando acabou a frase ele não foi calado, mas gostou mesmo assim dos beijos seguintes.
Élis — Estava te acordando... — um beijo longo e carinhoso se seguiu, Élis levantou o rosto e disse sorrindo — Como você já acordou, acho que posso parar...
Duff — Nem pense num absurdo desses... — Duff passou o braço pelo pescoço dela e num impulso inverteu as posições — Porque eu te quero cada segundo assim...
Élis sorriu.
Duff – Não sei como se comemora isso, mas... Feliz um ano de casamento!
Élis – Pra você também! – ria.
Duff se levantou e foi em direção a porta, mas aquela manhã não poderia ser uma manhã comum. Não para Élis.
Élis saltou da cama, e antes que ele colocasse o pé para fora do quarto ela o segurou por trás.
Élis – Não, não sai ainda...
Ele virou-se ficou de frente para ela, ela abraçou seu pescoço e ele sua cintura. Ficaram um tempo assim.
Élis — Amor, lembra de quando nós nos conhecemos?
Duff – Claro... O que que tem?
Élis — Nada. Eu só estava lembrando.
Duff – É, lembrei agora da primeira vez que te vi... Devo te confessar que você tirou meu fôlego — Duff falou, sorrindo — E ainda tira... *beija*
Élis – Uhh... Você não tinha que fazer algo agora? — Élis perguntou, mas por dentro ria de satisfação e seus olhos refletiam tal contentamento.
Duff – Não, mudei de ideia... Agora quero um pouquinho de diversão – Passa a mão por baixo da blusa dela.
Élis foi dando alguns passos para trás e Duff olhou-a dos pés à cabeça. Estremeceu, mas segurou um sorriso entre os lábios bem fechados, porem seus grandes olhos brilhavam marotamente imaginando a paixão com que a ‘atacaria’. Mas não deixaria! Élis não se entregaria tão fácil a Duff. Ela deu alguns passos na direção da sala, sempre olhando para Duff, prestando atenção a cada gesto dele. Ele a acompanhava.
Duff — Eu soube naquele instante que você traria grandes confusões para minha vida. E sabe o que eu fiz?
Élis – Huhn?
Duff — Eu quis apagar seu número de minha mão, mas meu coração não deixou. Quis lutar contra mim. Não pude.
Duff ia falando, empurrando Élis em direção da sala.
— Já senti algo por você ali na hora. Não pude apagar e não podia deixar você ir. E ainda não posso...
Ao terminar essas palavras, Duff deu um pulo na direção de Élis. Iria agarrá-la ali e encher-lhe de beijos, até enlouquecê-la. Mas Élis foi mais esperta! Percebendo o ataque de Duff, ela correu para a cozinha procurando por refúgio, deixando que ele perdesse o equilíbrio e caísse no chão. Na porta, Élis viu a cena e não conseguiu conter a gargalhada ao ver Duff com cara de bobo.
Duff olhou-a com a fronte franzida. Ficara irado por ser feito de bobo por Élis, mas não iria desistir tão fácil, não depois daquilo! Levantou-se rapidamente do chão e olhou para ela como alguém olha para uma vítima. Élis engoliu seco e de sua boca escapou um \\"ops\\". Correu para o interior da cozinha, de onde não havia saída, poderia ser atacada a qualquer momento.
Os dois ficaram de frente um para o outro, apenas a mesa separava-os. Rodaram em círculos, Duff parecia ter um olhar raivoso, mas não via a hora de ter aquela espertinha em seus braços e Élis temia que ele o castigasse de verdade. De repente Duff parou numa das extremidades da mesa, enquanto era fixamente observado por Élis do outro lado, e soltou uma estridente e deliciosa gargalhada.
Duff — Viu só, Élis? Depois de um ano ainda estou tão apaixonado por você que corro atrás de você como um cachorro sem dono. Vem cá, só quero te dar um pouco de carinho, meu amor! — Duff convidou Élis dando-lhe um sorriso irresistível.
Élis – Não!
Duff – Não?
Élis – Você ouviu muito bem!
Duff – Mas por quê? — perguntou com um tom de voz desapontado.
Élis — Porque primeiro você vai ter que me alcançar se quiser, e segundo... É, não tem segundo motivo!
Duff — Ora, sua...
Duff nem terminou sua frase, correu na direção de Élis para poder alcançá-la. Sem êxito, pois ela já partia em disparada.
Duff — Você gosta de brincar, não é, Élis? Pois eu conheço o seu jogo.
Élis – Qual deles? Hahaha.
Duff — Esse... Mas eu vou ganhar. Eu sempre deixo você, mas esse faço questão! — dando mais um corrida na direção ela e declarando suas intenções.
Élis correu para a sala para fugir das ‘garras’ de uma baixista louco... louco por amor. Duff veio em seguida, parando na porta da cozinha, olhando para sua amada com muita luxuria. Aquela brincadeira era realmente excitante para ele.
Duff — Vem cá, Élisinha — Duff mordia a boca e pedia, olhando para ela como uma raposa que quer um cacho de uva, cheio de desejo. — Eu trabalho duro todo dia só para te amar e cuidar de você direitinho. Não acha que mereço um pouquinho de carinho?
Duff ia aproximando-se de Élis, com passos bem lentos, falando docemente, provocando ela que ficara parada no meio da sala, olhando ele apaixonadamente. Ele continuava seu caminho, implorando por amor e carinho, enquanto ela permanecia calada, encantada pela bela cena a sua frente. Talvez quisesse ser apanhada e devorada pela fome de amor que tomou Duff subitamente.
Duff — Ah, meu amor... Deixa eu te embalar durante as manhãs e te agitar durante as noites? Eu só quero provar meu amor por você... Deixa?... — Duff tentava provoca-la de tudo quanto é jeito. Chegava quase a sussurrar como num sedutor encantamento.
Finalmente ele conseguiu alcançar sua presa. Mas não forçou Élis a ficar nos seus braços. Lambeu-lhe uma das orelhas, fazendo-lhe cócegas. Ela soltou uma risadinha, e Duff continuou a torturar lhe, fazendo cócegas em sua cintura, soltando mais alguns risos de sua amada.
Élis — Para, Duff... Ha, ha, ha... Para... Ha, ha, ha... — Élis pedia ofegando entre risadas, contorcendo-se nos braços dele, tentando fugir do ataque de cócegas.
Duff — Eu fico cego para ver um sorriso seu, sabia?
Depois dessa declaração, Élis conseguiu fugir dos braços e da tortura das cócegas e deu alguns passos para trás na direção do quarto. Duff deixou um pequeno sorriso surgir-lhe nos lábios, ela estava indo exatamente para onde ele queria.
Duff — Sou louco pelo modo que você anda — A cada palavra dita, Duff empurrava-a para dentro do quarto.
Élis — Huhn! Você tá que tá hoje hein?
Duff — Ah, Élis! Quando ouço sua voz, estremeço e fico todo arrepiado — Duff falou mostrando seus braços, que realmente tinham os pelos bem clarinhos todos espetados — Sou apenas um tolo pelo seu amor!
Élis – Um tolo é? — perguntou com um sorriso meio irônico, enquanto seus pés caminhavam para o interior do quarto.
Duff — Sabe o que eu quero de você agora benzinho? – ele perguntou parando na porta do quarto, enquanto Élis encostava-se aos pés da cama.
Élis — Não... — Élis respondeu, sem tirar os olhos de Duff, sabia que não tinha mais para onde fugir. Mas também, para que fugir mais?
Duff — Que você dê todo o seu amor para mim. Só isso...
Élis — Só isso?! Em troca de que?
Duff ficou calado alguns minutos, mas logo um belo sorriso iluminou seu rosto, demonstrando todas as suas intenções e finalmente falou:
- Farei qualquer coisa que você quiser.
Élis — Qualquer coisa?! Qualquer coisa mesmo?! — Ela perguntou com um sorriso no rosto, sua mente já imaginava as coisas que faria com ele.
Duff — Qualquer coisa que você quiser de mim. Só quero todo o seu amor.
Fazendo essa declaração, Duff fechou a porta atrás de si, evitando assim a fuga dela do seu corpo sedento de amor.
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Mais tarde...
Élis – Anda Duff, anda! To curiosa pra conhecer o Boone!
Duff – Mas o Aaron não disse que ele está estranhando os outros golfinhos?
Élis – É porque ele não achou a companhia certa pra ele! Ele vai gostar de nadar com o Aaron, você vai ver!
Duff – O que? O NOSSO Aaron? Você vai colocar ele pra nadar também?
Élis – Eu já conversei com o pediatra e ele ja pode começar com as aulas de natação, vamos ensinar ele hoje!
Duff – Vamos?
Élis – Vamos! Anda logo que só falta você ficar pronto, eu to doida pra conhecer o Boone!
Alguns minutos depois eles partiram para Droplets. Foram caminhando, Élis empurrava o carrinho de Aaron pela areia da praia. Chegando lá...
Aaron – Boa tarde Élis, boa tarde Duff! Oi menininho *mexe com Aaron*.
Élis e Duff – Boa tarde Aaron!
Aaron – E então, o menininho vai aprender a nadar hoje?
Duff – Vamos tentar.
Élis – E a Gotta? Ela tá bem? O parto foi fácil? Cadê o Boone?
Aaron – Calma, calma! Tá todo mundo bem! O parto foi tranquilo, vou levar vocês lá.
Eles foram ao lugar em que Gotta estava. Ficaram um tempo observando e brincando com ela através do vidro do aquário. Logo em seguida, foram para o mar. Duff foi o primeiro a mergulhar, se encontrando com Greg e Boone. Brincou um pouco com eles, Élis assistia tudo de longe. Quando Duff voltou, os três entraram juntos, ela segurava Aaron. Aos poucos ele foi acostumando com a água. Depois de um certo tempo, Aaron já ficava sozinho na água, mas sempre com a supervisão dos dois. Mergulhar seria uma tarefa mais complicada já que exigia que prendesse a respiração, e como ensinar isso para um bebê?
Élis conheceu o seu “afilhado” Boone. Adorou ele, mas o danadinho gostou mesmo foi do Aaron, fazia círculos e nadava em volta dele. De início Aaron ficou com medo e começou a chorar se agarrando no pescoço de Duff, mas depois perdeu o medo e ficava tampando água nele.
Depois que saíram da água...
Élis – Foi um bom começo! *sorri*.
Despediram-se de Aaron e foram para casa.
Quando já era noite, Élis, Duff e Aaron estavam na cama. Aaron estava no meio dos dois, e cansou tanto brincando com eles que acabou caindo no sono e desmaiando ali mesmo.
Duff – Um ano casados...
Élis – Um de muitos!
Duff – Élis, por que você me ama? Como você consegue amar um baixista de uma banda que fez tanta merda nessa vida?
Élis – Eu te amo justamente por você ser quem é...
Duff — Você que é tão educada, gentil e compreensiva comigo. Nunca ninguém me tratou assim, talvez por culpa minha mesmo... Nunca tive coisa alguma ou pessoa que
fosse, só strippers e mais strippers. Meu coração clamava por socorro as vezes, doía muito... Contudo, parecia não haver
quem pudesse socorrer-me. E assim, afundava mais em mim mesmo até que cheguei naquele lugar em que você conseguiu me encontrar, ferido, perdido e solitário.
Élis – Duff, eu não te encontrei. VOCÊ me encontrou!
Duff — Eu tentei fugir deste sentimento, mas não pude, havia algo dentro de mim. Achei que fosse um feitiço ou algo assim, na verdade até hoje não sei o que é isso, não sei se amor resume muito bem os sentimentos tão profundos que sinto por você. É como se houvesse um imã sempre atraindo nós dois. Então sempre corro para os seus braços, não posso mais viver sem eles.
Élis – E nem precisa!
Duff — Mas sempre me vem aquele medo, uma sensação que me angustia, e o pensamento de que algum dia você possa chegar e dizer que acabou. Isso acabaria comigo, não conseguiria viver sem você ou o Aaron.
Élis – Você não precisa ter esse medo. Por favor, não pense em coisas assim... Temos que viver agora, o momento. O resto é o resto. Acho que nosso amor é o suficiente para nos manter juntos até o final...
Duff — Às vezes olho para uma flor e começo a sorrir pensando em você, quando percebo, não me importa se eu pareço um bobo a olhá-la. Porque... Desde sempre estou perdidamente apaixonado por você, e não me envergonho disso e não ligo para o que os outros pensam.
Os dois se encararam por um tempo e depois caíram na gargalhada.
Élis – Ah Duff, só você consegue me conquistar dia após dia!
Duff – E só você me faz querer me esforçar para ser um bom marido e um bom pai o resto de minha vida.
Eles sorriram e se beijaram.
Notas finais
Mas achei que combinava com o capítulo.
Como eu disse, não peguem pesado comigo!
Aaron e Boone s2
Por falar nele, cadê a Team Aaron aí?
No capítulo de amanhã ele fala a primeira palavra!
#Apostas?
Ah é, mais uma coisa...
Ontem a MeganLautner veio pedir dicas de hentai e ela não é a primeira... Então, quando precisarem, podem mandar MP. Sinceramente, não tenho muitos anos de carreira pra passar pra vocês, é minha primeira fanfic! Mas se precisarem de ajuda e de opinião, eu estarei aqui!
Vejo vocês amanhã!
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