Dramione- impossível de te esquecer
14 Um homem terrível
Desço pro jantar, me sento na mesa
Válter- O que lê menina
H- Um livro- digo tomando uma colherada de sopa
Válter- Eu sei, mas porque
H- Porque Dumbledore me deixou ele, e provavelmente tem algo aqui que ele quer que saibamos, algo pra ajudar em nossa missão
Petúnia- Que missão
H- A de caçar a alma de Voldemort
Petúnia- Que?
H- Algo que não sabemos direito, um olho -digo vendo um símbolo
Petúnia- Coma a sopa menina
Tomo a sopa e me dirijo pro sofá, vejo que todo mundo me segue
HA- Leia
H-Era uma vez três irmãos que estavam viajando por uma estrada deserta e tortuosa ao anoitecer.
Depois de algum tempo, os irmãos chegaram a um rio fundo demais para vadear e perigoso demais para atravessar a nado. Os irmãos, porém, eram versados em magia, então simplesmente agitaram as mãos e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Já estavam na metade da travessia quando viram o caminho bloqueado por um vulto encapuzado.
E a morte falou. Estava zangada por terem lhe roubado três vítimas, porque o normal era os viajantes se afogarem no rio. Mas a morte foi astuta. Fingiu cumprimentar os três irmãos por sua magia, e disse que cada um ganharia um prêmio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar.
Então, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu a varinha mais poderosa que existisse: uma varinha que sempre vencesse os duelos para seu dono, uma varinha digna de um bruxo que derrotara a Morte! Ela atravessou a ponte e se dirigiu a um vetusto sabugueiro na margem do rio, fabricou uma varinha de um galho da árvore e entregou-a ao irmão mais velho.
Então, o segundo irmão, que era um homem arrogante, resolveu humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de restituir a vida aos que ela levara. Então a Morte apanhou uma pedra da margem do rio e entregou-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra tinha o poder de ressuscitar os mortos.
Então, a Morte perguntou ao terceiro e mais moço dos irmãos o que queria. O mais moço era o mais humilde e também o mais sábio dos irmãos, e não confiou na Morte. Pediu, então, algo que lhe permitisse sair daquele lugar sem ser seguido por ela. E a Morte, de má vontade, lhe entregou a própria Capa da Invisibilidade.
Então, a Morte se afastou para um lado e deixou os três irmãos continuarem a viagem e foi o que eles fizeram, comentando, assombrados, a aventura que tinham vivido e admirando os presentes da Morte.
No devido tempo, os irmãos se separaram, cada um tomou um destino diferente.
O primeiro irmão viajou uma semana ou mais e, ao chegar a uma aldeia distante, procurou um colega bruxo com quem tivera uma briga. Armado com a varinha de sabugueiro, a Varinha das Varinhas, ele não poderia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Deixando o inimigo morto no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem, onde se gabou, em altas vozes, da poderosa varinha que arrebatara da própria Morte, e de que a arma o tornava invencível.
Na mesma noite, outro bruxo aproximou-se sorrateiramente do irmão mais velho enquanto dormia em sua cama, embriagado pelo vinho. O ladrão levou a varinha e, para se garantir, cortou a garganta do irmão mais velho.
Assim, a Morte levou o primeiro irmão.
Entrementes, o segundo irmão viajou para a própria casa, onde vivia sozinho. Ali, tomou a pedra que tinha o poder de ressuscitar os mortos e virou-a três vezes na mão. Para sua surpresa e alegria, a figura de uma moça que tivera esperança de desposar antes de sua morte precoce surgiu instantaneamente diante dele.
Contudo, ela estava triste e fria, como que separada dele por um véu. Embora tivesse retornado ao mundo dos mortais, seu lugar não era ali, e ela sofria. Diante disso, o segundo irmão, enlouquecido pelo desesperado desejo, matou-se para poder verdadeiramente se unir a ela.
Então, a Morte levou o segundo irmão.
Embora a Morte procurasse o terceiro irmão durante muitos anos, jamais conseguiu encontrá-lo. Somente quando atingiu uma idade avançada foi que o irmão mais moço despiu a Capa da Invisibilidade e deu-a de presente ao filho. Acolheu, então, a Morte como uma velha amiga e acompanhou-a de bom grado, e, iguais, partiram desta vida.
Petúnia- Nossa
H- Tem algo nessa história, preste atenção em cada história, foi o que Dumbledore disse, tem algo aqui, que ele quer que eu descubra.
Válter- Porque não param de bancar os heróis?
H- Porque ninguém mais foi treinado por Dumbledore, ninguém sabe sobre as Horcrux, e Dumbledore nos confiou isso, era o que ele queria, porque não para de bancar o ignorante e se toca pra realidade?
Duda- Não fale com meu pai assim
H- Nem você assim comigo, não estou com minha varinha no momento, mas posso fazer magia sem ela, muito cuidado, se me dão licença vou dormir, e fazer feitiços de proteção, Snape conseguiu entrar aqui, então Voldemort pode facilmente entrar, e me matar, e esses dois não durariam dois dias sem simi
R- Ela tem razão
Válter- não vai sujar minha casa com isso
Petúnia- Válter querido, você-sabe-quem odeia nós, nascidos normais
H- O correto é trouxa
Petúnia- a questão é: se ela não fizer isso, podemos morrer, ele matou minha irmã, e não se perdoa isso
H- Accio varinha- pego ela e começo a fazer feitiços de proteção- tenta entrar aqui agora cara de cobra
Subo e durmo logo.
Acordo e me visto, desço e tomamos o café em silêncio
H- Harry, Rony, vamos pra casa dos Weasley, um pouco depois do natal, Dumbledore me ensinou a criar chaves de portal, ninguém vai saber que fomos pra lá
HA- Certo
R- Sim senhora
Duda- da pra me explicar?
H- Tem um monstro lá fora garoto, um monstro que pode te matar em segundos, que pode te enlouquecer e te torturar sem o mínimo de dó nem piedade, lembra do ataque de dementadores? É muito pior que aquilo, ele dividiu a alma dele em 7 coisas, em 7! Ele se corroeu, era um belo garoto, agora sua aparência reflete o quão corroído a alma dele é por dentro. Ele é cruel, é terrível a ponto de matar o próprio pai! Ele matou pessoas, muitas pessoas, ele não tem medo de ser cruel, ele sempre foge, ele sempre escapa! Já se perguntou o porque do Harry ter a cicatriz? Ele sobreviveu a uma maldição da morte garoto! Se liga isso não é fantasia! Ele é perigoso! Ele é cruel! E seus seguidores piores ainda! Você não sabe o que tem lá fora, e acho melhor não saber
Petúnia- Ele matou Lílian, James,e outras pessoas, eu temo ele
H- Vai haver uma guerra, e só um poderá vencê-la
Duda- Você?
H- Harry Potter é o eleito, Harry Potter que vai acabar com isso, se isso depender de mim, Harry ganha.
Duda- isso é estranho
H- Muito, você não tem ideia! -todos terminam de comer e penso no feitiço e as louças se lavam, secam e guardam- vou me distrair
Chego na sala e murmuro um feitiço, todos olham espantados pra lontra prateada que corria pela sala
Duda- incrível
H- Harry, Rony, temos que arrumar uma maneira de te tirar daqui, enviarei uma carta a Ordem, a chave de portal não vai funcionar.
Passamos dias planejando e conseguimos.
Alastor morreu.
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