Dramione - Orgulho e Preconceito
65 Lembranças
Notas iniciais
Sei que disse para vocês que eu postarei ainda ontem, só que eu terminei o capítulo e sentia que faltava algo mas, não sabia o que, e não deu tempo de terminá-lo. Mas, agora eu acabei e acho que ficou bom.
Eu queria dedicar esse capítulo para a Sabrina Nino que me mandou uma linda e emocionante recomendação. Muito obrigada Sa, me deixou muito contende essa recomendação.
Agora ao capítulo.
Capítulo 65 – Lembranças
POV. DRACO MALFOY
Entramos na casa e fomos para o quarto guardar nossas malas. Tivemos uma enorme surpresa com o quarto. Ele era enorme, com uma cama que daria uma cama de casal e uma de solteiro uma ao lado da outra, o que era ótimo já que iriamos precisar de muito espaço mais tarde, se é que me entendem.
_Meu Deus, que cama enorme! – disse Hermione espantada.
_Imensa não é, amor? – disse sem tirar os olhos da cama.
Quando olhei para ela, ela olhou para mim e soltou no chão a mala, e eu a imitei. Ela vinha até a mim de um jeito muito sedutor, e não sei se era pelo fato de ela estar com short e uma blusa muito justa que eu estava ficando muito excitado, e para ajudar ela ainda mordia seu lábio inferior.
Eu olhava-a segurando-me ao máximo para não agarrá-la e tirar aquela roupa que me impedia de ver todo o seu corpo. E ela então, chegou bem perto de mim e aproximou sua boca ao meu ouvido e sussurrou:
_Acho que devíamos experimentá-la. – eu pude sentir seu hálito frio em meu pescoço e isso me fez arrepiar.
_Você realmente adora isso, não é? – perguntei de olhos fechados.
_Isso o que? – perguntou fazendo-se de desentendida.
_Me provocar. – disse puxando-a pela cintura e grudando-a em mim. – Pois tenho uma coisa para dizer a você.
_E o que é? – perguntou-me sorrindo maliciosamente.
_Isso não foi uma boa ideia.
Assim que disse isso a ela, beijei-a com desejo e comecei a explorar seu corpo com minhas mãos, pressionando-a contra a parede. Ela agarrou meus cabelos e puxava-os, mas isso só me deixou com mais desejo ainda.
Eu beijava seu pescoço, sua boa, e mordi o lóbulo de sua orelha fazendo-a gemer, deixando-me mais excitado ainda. Puxei suas coxas para minha cintura, entrelaçando-as ali e a levei para cama, jogando-a no colchão. Em seguida desabotoei minha calça e senti suas mãos segurando a minha, olhei para ela sem entender e ela disse:
_Eu quero fazer isso. – e tirou minha calça.
Eu, por minha vez, tirei seus shorts deixando-a com uma linda langerie vermelho sangue, tirei a regatinha dela deixando-a apenas com roupas intimas, e ela fez o mesmo comigo, já tirando minha camisa.
Deitei por cima dela beijando-a completamente, e a esse ponto eu estava doido já. Ela sussurrava meu nome deixando-me completamente maluco e despertando meu amiguinho, tirei então seu sutiã e depositei um beijo em seus seios. Ela tirou minha cueca boxe e eu sua calcinha.
Ela saiu de baixo de mim e eu sentei-me na cama, e foi quando ela sentou em meu colo e introduzi-me dentro dela, em todo esse tempo não parávamos de nos beijar um segundo se quer.
_Draco... – ela dizia ofegante.
_Mione... – eu dizia em êxtase.
Fiz minha estocada nela e pude sentir derramando seu líquido em mim, demonstrando que tínhamos chegados ao seu ponto G, mas, não paramos por ai. Continuávamos nos beijando, e eu a levantava e abaixava-a em meu colo...
Quando acabamos deitamo-nos um ao lado do outro, ela estava apoiando a cabeça em meu peito e eu a envolvia com meu braço. Foi quando ela olhou para mim, com seus lindos olhos castanhos e disse:
_Eu te amo.
_Eu te amo. – disse beijando sua testa e rindo, lembrando-me de algo.
_Do que está rindo? – perguntou apoiando-se em meu peito e olhando para mim.
_De tudo que passamos para estarmos juntos aqui hoje.
_Passamos por poucas e boas, não foi? – riu também
_Sim. – ri.
_Lembra aquele dia em Hogsmeade? Quando me viu com o Robert? – perguntou – Você surtou, me tirou do Três Vassouras puxando-me pelo braço.
_Lembro bem daquele dia, como poderia esquecer? – perguntei lembrando-me daquele idiota beijando-a. – Lembra quando me viu com a Pansy no corredor? Ficou morrendo de ciúmes.
_Eu não estava com ciúmes. – disse.
_Qual é Hermione? Estava sim.
_Ok, eu estava. Assim como você ficou naquele dia do Cormaco. Achei que ia mata-lo de tanto bater nele. – falou gargalhando.
_Eu também. – gargalhei junto.
_Passamos por tanta coisa, e em vez de nosso amor diminuir, só acabou aumentando cada vez mais. – ela disse – E olhe só para nós. Estamos aqui, nessa ilha linda, casados, felizes e teremos, em breve, duas filhas.
_Ou filhos. – corrigi.
_Ou filhos. – sorriu.
_Mas, como você disse uma vez a mim. O amor, quando se é verdadeiro, não se diminui com o tempo, só cresce.
_Eu disse? – perguntou confusa.
_Sim. – beijei sua testa – Disse sim meu anjo.
_Se está dizendo... Mas, acho que todas as coisas ruins e boas que vivemos se tornaram ótimas lembranças, não acha?
_Concordo com você.
Ficamos horas abraçados e lembrando do que havíamos feito, ou do que não tínhamos feito. Horas revivendo lembranças maravilhosas. Claro, porque, tudo que ela faça parte, para mim, é maravilhoso. E eu tenho muita sorte em tê-la comigo.
Aquele seria o primeiro dia do resto de nossas vidas, e o primeiro momento com ela. Logo teríamos nossos bebês e eles, ou elas, completariam nossa família, tornando-nos ainda mais feliz, se isso for possível.
_Draco? – chamou-me.
_Sim, meu anjo?
_Naquele dia na Floreios e Borrões no segundo ano, seu pai disse que você dizia tudo sobre mim para ele... Você falava bem ou mal de mim? – ela riu no final para deixar a pergunta menos tensa.
_Na época eu me lembro que eu dizia tudo sobre você mesmo, eu pensava demais em você, mas eu falava que você era muito inteligente mas, que sempre queria dizer todas as respostas e eu nunca conseguia responder nada, e não ganhava pontos para minha casa. – ri com a lembrança – Isso me deixava com muita raiva.
_Entendi. – disse apenas.
_E você? Falava de mim para sua mãe?
_Sim. – ela riu – Minha mãe me chegou a perguntar uma vez se eu gostava de você. Eu disse “Ficou maluca mãe? Ele é um idiota que só se acha superior por ter sangue-puro, e é um mulherengo.”, ela não acreditou muito sabe?
_E era verdade? Quer dizer, você não gostava de mim? Era isso que pensava de mim? – perguntei sério.
_Sim. Não. – e pensando um pouco disse – Quer dizer, eu não sei se realmente gostava de você. Acho que gostava sim, mas eu pensava isso de você. Eu não o conhecia realmente e era essa a impressão que eu tinha de você. – ela deu de ombros.
_Bom, na verdade você estava certa. – eu admiti – Mas, você me faz lembrar quem eu realmente sou, e eu não sou esse garoto que era antes, não mais.
E isso era a mais pura verdade, eu não era mais o mesmo. Eu havia me redescoberto com ela, e ela sempre me ajudava a lembrar-me de quem eu era, de quem eu era realmente. E poder dizer isso me fez sorrir.
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