Dramione - Orgulho e Preconceito
43 Eu não acredito!
Notas iniciais
ESSE CAPÍTULO É PRO CLUBE DO PONEI QUE FORAM OS PRIMEIROS A ME DAR PARABÉNS !! AMO ELES.
O aniversário é meu mas, quem ganha presente são vocês. Leiam o capítulo e me dizem o que acharam.
Prévia: _Draco! – suspirei de alívio e o abracei.
Eu havia esperado tanto por aquele momento, tanto que eu nem ao menos pude reagir como eu queria, simplesmente foi um impulso.
Capítulo 43 – Eu não acredito!
POV. DRACO MALFOY
Havia se passado um ano desde que eu havia saído de Hogwarts e vindo para o St. Mungos, ou assim parecia. Na verdade havia se passado um mês, mas parecia uma eternidade.
Eu precisava ver a Hermione o mais rápido possível, estava sendo horrível passar aqueles dias sem ela.
_Draco, você ama mesmo ela, não? – perguntou minha mãe, deitada em uma maca.
_Amo sim. Mas, amo a senhora também. E enquanto não melhorar não vou sair de perto da senhora.
_Eu já estou muito bem. O doutor Fênix disse que me daria alta hoje mesmo.
Minha mãe sofreu um ataque cardíaco devido a notícia de que meu pai estava solto, uma notícia falsa por sinal. Ela ficou com medo e teve o ataque. Ela já não estava muito bem de saúde, e essa notícia só ajudou a piorar seu estado.
Segundo o doutor ela estava pronta pra outra e só estava internada ainda porque eram as normas.
_Boa noite. – disse e se corrigiu – Bom dia, já são 4hr45min da madrugada.
_Bom dia. – disse minha mãe sorrindo.
_Bom dia doutor. – e perguntei – Quando minha mãe vai ter alta?
_Agora mesmo. – disse anotando algo em sua prancheta e sorrindo para nós. – Está dispensada Sra. Malfoy.
_Graças a Merlin. – suspirou ela aliviada.
_Obrigada doutor. – disse dando um aperto de mão.
_Não há de quê.
Ele saiu do quarto e começamos a arrumar as coisas para sairmos o quanto antes daquele hospital. Eu não via a hora de ver a Hermione, e parece que mamãe percebeu isso.
_Draco, pode ir para Hogwarts, eu estou bem. A mãe do Blásio vai ficar comigo em casa, ela já está vindo para cá.
_Não, eu vou com vocês até em casa e de lá eu vou para Hogwarts. – disse firme.
_Tudo bem. – ela sabia que não teria discussão, então se rendeu.
Não demorou muito e a Sra. Zabine chegou, ela me garantiu que cuidaria muito bem de minha mãe. E eu confiei, nela sei que eu poderia confiar de olhos fechados.
Fomos então para casa e deixei as malas da minha mãe em seu quarto, estava tudo arrumado para ela.
_Bom mãe, eu vou indo. Mas, se precisar de alguma coisa. Qualquer coisa, avisa, venho voando pra cá. – disse a ela.
_Tudo bem, Draco. Agora vá logo. Hermione deve estar com saudades. – disse sorrindo.
_Eu também acho. – disse rindo.
POV. HERMIONE GRANGER
Um mês. Um mês que Draco estava fora e não mandava notícias. Toda semana eu ia na sala da professora Minerva e implorava que me levasse até ele, mas ela sempre dava a mesma resposta: “Ele vai voltar antes do que imagina.”, e sempre era mentira.
Eu comecei a dormir no quarto dele, era um modo que arrumei de me sentir perto dele, mas também era um pouco torturante. Sentir o cheiro dele em todos os lugares, sentir a presença dele e não poder tocá-lo... Uma tortura.
Eu estava dormindo quando senti alguém se aproximar de mim, e assim que abri os olhos levei um baita susto. Tão grande que caí da cama.
_Você está bem? – perguntou Draco me levantando do chão.
_Draco! – suspirei de alívio e o abracei.
Eu havia esperado tanto por aquele momento, tanto que eu nem ao menos pude reagir como eu queria, simplesmente foi um impulso.
_Hermione! – sussurrou abraçando-me mais forte. – Que saudades!
Foi então que a ficha caiu, eu deveria estar nervosa com ele, ele não me mandou notícias, não me disse o que a mãe dele tinha, não me disse nada.
Me distanciei dele e disse:
_Por que não me mandou notícias? – e ia batendo nele em todo lugar que eu conseguia – Me deixou muito preocupada.
_Hermione! Para! – dizia tentando se defender.
_Para? Você não respondeu a minha carta. Não me disse o que sua mãe tinha. Não me disse quanto tempo ia demorar. – e eu continuava a bater nele.
_Hermione, calma.
_Calma? Você não sabe o que eu passei esses dias. Eu não prestava atenção na aula, não comi direito, não tinha vontade de sair do quarto, estava morrendo de saudades de você... – eu comecei a chorar e continuei a bater nele, mas ele viu o meu estado e me abraçou.
_Me desculpe. Me desculpe.
Eu abracei ele e continuei chorando, mas de certo modo eu estava muito feliz. Ele havia voltado, não havia? Isso que importava.
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