Notas iniciais
E ENTÃO O TAO AGUARDADO CAPITULO VINTE E CINCOOO! Gente teve enchente na minha cidade '-' não entrou água na minha casa, mas é época de solidariedade. Então eu sai pra ajudar, a internet caia e voltava e só hoje pude escrever e postar u.u Espero que gostem do cap e não queiram me Avadar por que demorei seculos ;-; saudade de vocês ;-; não me Avadem.

– Harry. – ele virou-se ao ouvir seu nome.

Finalmente o encontrei, senti-me aliviada. Ele sorriu a me ver.
– Eai Hermione?

Me aproximei dele, puxei-o pelo braço.
– Preciso conversar com você. – respondi enquanto, o arrastando, procurava uma sala vazia.

Ele fazia milhares de perguntas no trajeto, mas como eu não respondi a maioria, ele finalmente ficou quieto. Até que encontrei Gina e achei uma sala vazia.

Puxei os dois para dentro e fechei a porta.

Gina já sabia de tudo, ela ia mais me ajudar que perguntar. Harry, bem, ele ia ficar louco.

Antes que ele perguntasse mais, comecei:
– Minerva está escondendo algo da gente. – olhei-o e ele me encarou de volta, surpreso. – Coisas estranhas estão acontecendo lá fora, na Londres bruxa, em Hogsmead, em todos os lugares. O jornal não está vindo atualizado, estão nos privando das noticias. – encarei Harry com “que” questionador. – Quando foi a ultima vez que isso aconteceu?

Harry não precisou pensar:
– Antes de Voldemort voltar.

Eu não quebraria o contato visual.
– Harry, tem forças das trevas agindo lá fora. Eu tenho fontes – falei, convicta, lembrando-me de Draco – e elas me informam que tem uma coisa maior que Voldemort vindo.

Harry finalmente explodiu.
– Isso é impossível! Eu destruí Voldemort Hermione, você viu!

Gina finalmente falou.
– Você destruiu Voldemort, mas não aniquilou os servos dele.

Um choque de realidade atingiu Harry. Finalmente ele entendeu. Sem perceber, fui despejando em cima dele toda a historia com Ridley, Draco sendo informante, e finalmente a profecia.

Harry estava confuso, era muita informação. Ficamos todos os três em silencio até que ele o interrompesse:
– Então, temos mais uma guerra.

Até então eu estava com a cabeça baixa, pensando nas coisas que eu não deveria ter contado, e se me arrependeria depois por despejar isso nele. Finalmente avistei aqueles olhos sofridos, que viveram tanta coisa e superaram. Eu já tinha minha analise da situação.
– Não acho que será uma guerra.

Gina completou:
– Hermione acha que eles não têm condições de entrar em Hogwarts novamente, para procurá-la, ou matá-la... – Gina olhou pra mim antes de completar – Ela acha que será um enfrentamento.

– Eles não virão atrás da gente. – falei. – Vamos precisar acabar com eles.

Harry apoiou os cotovelos no joelho.
– Mas eles sabem que faremos isso.

– Esperam que façamos de um jeito. Mas faremos de outro. – Gina disse.

Franzi o cenho.
– Vocês falam como se fossem correr o risco. – falei.

Harry e Gina me olharam, incrédulos.
– Você acha mesmo que está nessa sozinha? – perguntou Harry.

– Hermione, acha mesmo que me contou tudo isso e eu vou ficar aqui, a par de tudo sem fazer nada? Não vão me deixar aqui desta vez. – falou Gina.

Meus olhos marejaram.
– Não pode acontecer nada com vocês. Vocês não podem ir. – supliquei.

Harry se levantou.
– Assim como não pode acontecer com você. – ele disse. – Quando eu precisei você estava lá. Agora você precisa, não diga que não precisa. Você não vai derrotar um exercito sozinha, mesmo tendo a mente mais brilhante do mundo mágico.

Gina se juntou a ele.
– Ele está certo. Tenho certeza que Ron e todos os outros pensam da mesma maneira. – falou.

Meus amigos iam mesmo se arriscar? Minha cabeça estava girando, eu só queria que eles soubessem o que estava acontecendo e eu poderia ir sem me preocupar. Eu não me importava em morrer ou viver, só queria que a ameaça se fosse.

Pelo jeito, em algum lugar minha vida era preciosa, assim como em outro era perigosa.

Eu nunca os esqueceria. Meus irmãos, minha família, tudo que eu tinha feito de bom eu fiz com eles, tudo que aprendi foi com eles. E eles estavam dispostos a colocar suas vidas em risco e me ajudar.

Harry me abraçou. Abracei-o de volta.
– Eu não confio no Malfoy, mas espero que ele não pise na bola com você. – murmurou baixinho para que só eu escutasse.


– Duvido que ele faça isso. Não com um Harry bravo por perto. – murmurei de volta.

Ele riu e nos separamos. Desta vez foi Gina.
O silencio bastava pra gente, éramos assim, o silencio nos entendia e às vezes sabíamos que não era preciso falar nada.

De repente a porta se abriu.
Viramos, assustados.

Duas pessoas entraram pela porta, duas pessoas que eu nunca imaginei que andariam por Hogwarts, ou que veria juntas.

Draco e Minerva entraram. Draco praticamente empurrando a diretora para dentro da sala e fechando a porta.

Ele sabia que eu estaria aqui.

Franzi o cenho enquanto ele conduziu a diretora até perto da gente.
– Diretora. – cumprimentei com um aceno de cabeça. Os outros fizeram o mesmo.

Já Draco simplesmente sentou-se numa mesa e cruzou os braços.
– Acho que você nos deve uma explicação. – ele falou olhando dentro dos olhos de Minerva.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Prometo que amanha tem mais *-* e o próximo promete!