Notas iniciais
GENTE ATENÇÃO! Meu fanfiction saiu do ar por todos esses dias. Sim, eu fiquei put* de raiva por que eu posto todos os dias e resolvem fazer uma reforma no site. Eu de incio achei que tinha perdido minha conta, fiquei desesperada por que não conseguia entrar e responder A RECOMENDAÇÃO DESSA DIVA-LINDA-PERFEITA-MARAVILHOSA-BROWNICAKE, E SIM. EU FIQUEI LOUCA DA VIDA QUANDO VI, E EU ESTOU USANDO O CAPS POR QUE EU TO TAO FELIZ QUE ESSA LETRA GRANDE AINDA NÃO ALCANÇOU A MINHA FELICIDADE! :DDDDDDDD Obrigada *-* Meu Deus quando eu vi essa recomendação eu pirei. Desejo um Malfoy a ti, existe coisa melhor? u.u E para as leitoras novas *-* suas lindas, deixam reviews e favoritam para alegrar meu dia :D Fiquem com esse capitulo cheio de revelações pra compensar. Matem a saudade e.e

Nos separamos assustados. Constrangidos.
Ridley Black.
O devo dizer Vadia Black, por ter interrompido.
Malfoy se levantou indo na direção dela me deixando sentada no sofá enquanto ele pegava o casaco dela e colocava em algum lugar fora do meu campo de visão.

Levanto-me.

– Interrompo algo? – ela perguntou ironicamente.

– Não. – minto.

– Acho que temos que terminar uma conversa. E algo deve ficar para depois. – Ela olha para mim, depois para Malfoy que passa a mão pelo cabelo nervosamente. Reparando bem ele esta lind.. – bem, vamos direto ao ponto.

Interrompeu minha linha de analise do Sombra, Bitch.
– Ok. Ridley o que você tem a me dizer?

– Granger, você me perguntou quem eu era.

– Prossiga.

Sentamo-nos novamente. Dessa vez eu sentei sozinha enquanto Black senta-se em uma poltrona e Malfoy esta em algum canto do local ouvindo.

Ela começa.
– Sim, eu sou uma Black. Sou fruto de uma traição. Como você provavelmente sabe Orion Black era o esposo de Walburga Black, ela sustentava um ódio inimaginável por trouxas. Todos sabemos essa historia. Orion, em uma de suas escapadas, traiu Walburga com uma trouxa. – ela fez uma pausa dramática – Então eu nasci. Esse foi o pior momento da vida de Walburga, ela viveu a amargura de saber que o sangue puríssimo dos Black corria nas veias de uma sangue-sujo. Orion quando soube que a criança era dele, abandonou minha mãe. Vivi com minha mãe ate descobrir que era bruxa e ir para Beauxbatons.

Olhei-a incrédula.
– Você a abandonou. – culpei. Ela ficou surpresa ao ver que de tudo o que havia dito, como fatos verídicos sobre a traição de Orion Black e o fato de ela ser irmã de Sirius não me chamavam atenção, não me faziam confiar nela. Para mim sua historia era monótona e sem emoção. Continuei – A mulher que cuidou de você. A mulher que deve ter sofrido horrores, por que certamente Walburga não ficou de braços cruzados quando soube que você existia.

Seus olhos me analisavam e de azuis céu ficavam cada vez mais negros, era perigosamente estranho olha-la.
– Já contei demais, e não obtive o resultado que almejava.

Ri com escarnio.
– Ora, não importa que você seja uma Black, não importa que você seja a indesejada da família, se é que sabem que você existe, não importa Orion ter traído Walburga, você ser irmã de Sirius – Andei ate ela ainda falando e encarando-a – o que esta em jogo aqui é a suposta pessoa em que devo confiar – arqueei as sombrancelhas – você acha que fazendo Malfoy me arrastar ate a floresta, tendo esse arzinho superior e sombrio, cheia de segredos, contando essas historias que chegam a ser normais, vai conseguir alguma coisa?

Seus olhos ficavam cada vez mais negros.
– Cale-se.

Continuei sem ouvi-la.
– Sabe o que você esta conseguindo? Você esta me irritando – joguei as mãos pro alto indignada – Eu não vou sair de Hogwarts, pra que? Pra onde eu iria?

Malfoy se pronunciou.
– Pra mansão Malfoy.

Virei-me para ele de uma vez.
– E você? O que você ganha fazendo essas babaquices pra ela?

Foi num piscar de olhos que alguém estava com a mão segurando meu cabelo e a varinha no meu pescoço.
– Eu mandei ficar calada. – trinquei os dentes. – Eu estou aqui tentando ser uma pessoa boa, mas você não deixa. Esta me subestimando e duvidando da minha palavra. Você vai sair de Hogwarts, nem que seja no ultimo momento. – ela apertou mais a varinha.

Eu não estava raciocinando.
Precisava de uma brecha.

Solte ela agora. – alguém rosnou.

Olhei para Malfoy. Meu olhos encontraram os dele e eu tenho certeza que meus olhos diziam obrigada milhares de vezes. Mas ele não percebeu por que estava muito ocupado ameaçando Black.
Meu coração já estava disparado, parei de ouvir. Ela não me mataria. Claro que não, ela ainda precisava de alguma coisa que eu poderia fazer para impedir sei lá o que. Isso me deixou aliviada.

Um arrepio percorreu minha espinha e arregalei os olhos, um Cruccio talvez não me matasse. Vários de uma vez não matou. Maldita Lestrange.

Malfoy continuou falando.
– É assim que você pretende ter a confiança dela Black?

Black bufou. E então me soltou. Massageou as têmporas como se isso fosse acalma-la.
– Garota, juro que se você falar mais alguma dessas suas filosofias grifinórias de novo eu te lanço um Cruccio e você não vai querer abrir a boca nunca mais pra honrar os ensinamentos medíocres da sua casinha.

Se fosse de Hogwarts teria com certeza, ido para a Sonserina.

– Eu não vou fazer nada que eu não queira. – respondi seca.

– Eu vou desaparecer. Você não vai me ver tão cedo, mas vai ver o que vai te acontecer se não sair desse lugar. E você preferiria morrer a ver o que esta por vir.

– Forças maiores que Voldemort?

Ela olhou em meus olhos, seus orbes voltaram à cor normal. Eram sérios.
– Voldemort é um nada.

Engoli a seco.
Algo nessa frase me fez acreditar, de tudo que ela disse a única coisa em que eu não pude desconfiar foi isso, algo na fala dela jorrava verdade. Uma verdade que se misturava ao medo de perder algo.

Ela me olhou como se fosse por uma ultima vez. Um olhar que dizia “Você merece viver, saia daqui.” Por que ela queria me ajudar? Eu nem mesmo a conhecia. Por que toda essa historia de Voldemort de novo? E Harry? O que ele pensaria ao saber que vai ter que enfrenta-lo de novo, o homem que matou a sua família, as pessoas que mais o amaram no mundo. Ou talvez nem seja Voldemort, seja algo pior que ele.

Mas ela disse que não era Harry Potter que queriam.

Era eu.

Eu era apenas uma sangue-ruim que vivia na biblioteca, a sabe tudo de Hogwarts que burlava as regras saindo pra beber com os gêmeos.
Eu era uma pessoa idiota demais pra servir para algo que não fosse uma informação útil.

Eu queria acreditar. Queria mesmo. Mas algo gritava para que eu não confiasse nela, porém, outro lado berrava dizendo que era tudo verdade. Decidi ir pelo berro. Falei pausadamente:
– O que... você quer... que eu faça?

Ela ainda me encarava.
– Informações. Você é boa nisso.

Prendi o ar.
– Que tipo de informações?

– Se eu pudesse lhe contaria. Mas você vai ter que decifrar alguns enigmas.

– Enigmas?

Ela sorriu.
– Não se preocupe. Não é nada que você não consiga fazer. – Ridley Black estava sendo extremamente irritante com seus mistérios novamente. – Tenha cuidado.

Então ela sumiu.

S-u-m-i-u.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Reviews mode onn. :D