Notas iniciais
Oeeee gente, ATENÇÃO AQUI! Eu vim divulgar duas fic's novas, ótimas por sinal de dois parças meus. Bem, a primeira é da Lise McKenzie: Swinceland. Diva. Doida. De um suspense surreal. Leiam, please? A Segunda é de um amigo meu, que agora começou a escrever também! O Sr. Birchler. A fic dele é Folhas da Relva. Misteriosa. Perfeita. Maravilhosa. Até rimou :3 Então, é isso ai. Leiam as fic, por favor. Ambas são originais: Swinceland: http://fanfiction.com.br/historia/458719/Swinceland/ Folhas da Relva: http://fanfiction.com.br/historia/468634/Folhas_da_Relva

Gina sorriu. Luna sorriu.

Eu queria sorrir, mas me contive.

O que foi? Eu estava em uma briga.

– Namorada? – Weasley disse, devagar.

– É, não escutou? – Draco perguntou.

Era agora que eu enfrentaria a Grifinória. O melhor de tudo era que eu estava pronta pra isso.

– Você é uma sujeitinha traidora. – Ronald falou pra mim.

– E quem foi que ela traiu? – Gina estava muito brava. Ver essa ruiva brava não era legal. A não ser que ela estivesse brava com você. – A Grifinória? – ela perguntou – Por acaso Grifinórios e Sonserinos são seres humanos mudados genéticamente para não poderem nem chegar perto um do outro? – ela perguntou para todo o salão.

Luna se levantou.
– Somos todos iguais, não existe essa historia de sangue. Somos todos unidos por um dom, a capacidade de praticar magia. Eu espero que vocês entendam isso e parem de fazer julgamentos como se fossem perfeitos. – as palavras da lunática da escola finalmente fizeram efeito.

Ali, parada no meio do salão, eu via a maioria das pessoas aceitando tudo aquilo que ela disse.

Claro que isso não mudaria todo mundo.

– Você se acha perfeitinha demais. Mas você não é, Granger. Você é arrogante, metida, irritante, uma nerd filha da puta que se acha melhor que todo mundo. – Ronald disse.

Antes que eu pudesse me defender, Draco o agarrou pelo colarinho.
– Eu avisei pra parar com essa viadagem. Eu já perdi a paciência com você. Não mexe com minha garota, babaca.

Dizendo isso ele acertou um de direita no meio da fuça daquele traste, e outra, e outra, e outro soco, até que Ronald caiu no chão, e Draco me tirou do salão.

Meus olhos estavam arregalados. Foi tudo muito rápido.

Quando a porta se fechou atrás da gente, eu olhei pra o chão e tentei processar tudo o que tinha acontecido.

Quando ergui a cabeça, ele estava nervoso.
– Como você aguentou aquele cara por tanto tempo? – perguntou.

Olhei-o.

Ele tinha me defendido, ele tinha enfrentado todas as casas da escola sozinho. Meus amigos se levantaram por mim, mas ele foi sozinho. Não que ele não tivesse amigos, o negocio é que ele se lembrou de defender a namorada, e os Sonserinos não aprovam essa namorada, vai saber. Merlin, isso soava tão bem. Eu esqueci tudo e todos. Eu esqueci o corredor, as pessoas, tudo. Só havia eu e ele ali.

– O que foi, Hermione? Do que você está rindo? – ele perguntou, ainda irritado. Sem perceber nada.

Sorri ainda mais e o beijei na boca, surpreendendo-o. Sem medo nenhum que as pessoas olhassem.

Separei-me dele, arfando.
Recostei minha testa na dele, ficamos assim um tempo até que eu resolvi falar uma coisinha que estava na minha cabeça há um tempo.

– Por que isso? – ele perguntou antes. – não que eu não tenha gostado. – se apressou em concertar.

– Isso foi o que eu sinto. – eu disse.

Nossos olhares se encontraram e ele perguntou:
– E o que você sente? — seus olhos brilharam.

Sorri de canto.
– Eu te amo, Draco. – falei.

Notas finais
YAY! ELES SE AMAM! YAY! UHUL! YAY! UHUL! PERFEITAUNS ESSES DOIS AAAAAAAAAWWWWWWN