Dramione - Eterno Prazer
5 Capítulo 4 - O Jantar
Notas iniciais
*Juro Solenemente Que Não Pretendo Fazer Nada de Bom*
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Luna já havia me ajudado com a roupa para o Jantar e Gina arrumava meu cabelo, enquanto Pansy estava deitada na cama com sua varinha transfigurando ondas do mar.
– Não acredito que vocês vão sair para Jangar e a gente vai ficar aqui comendo nesse hotel barato.
– Gina pelo amor de Merlin aqui é um castelo e o Buffet é ótimo! — Luna falou calma, Gina suspirou já acabando meu cabelo e me virando para o espelho, nos duas sorrimos, eu já ia agradecer quando Pansy bufou da cama e nós três a olhamos sem entender.
– Por Merlin gente, estamos em Irlanda os pais de vocês estão aqui e não temos ainda nenhum festa! Por santo Salazar, estamos com TODA Hogwarts aqui, e até agora nenhum convite para festa, onde esse mundo vai para? AI! — Eu olhei assustada para Luna que tinha jogado algo em Pansy. — Mais que porra..
Mas Pansy não terminou a frase, ela exibia no ar uma calcinha minha segurando com as duas mãos.
– Granger do céu com isso daqui como Draco ainda pode estar brava com você? — As meninas começaram a rir, e eu senti meu rosto começar a queimar.
– Ei Granger você já está... — Draco parou a frase no meio quando olhou para Pansy que segurava ainda minha calcinha no ar olhando de mim para Draco.
Eu abaixei a cabeça colocando o rosto entre as mãos. Ele queimava sem parar.
– Pansy eu jurava que você algum dia ia querer experiencias novas, mas com a calcinha que não é sua na sua mão, é meio estranho não é?
Gina Luna e Pansy gargalharam alto. Eu balançava a cabeça em sentido de não, até que senti uma mão encostando a minha cocha e a outra no meu braço, olhei assustada Draco Malfoy estava agachado a minha frente.
– Pronta para ir? — Eu apenas concordei com a cabeça. — Bom garotas lindas da minha vida, Granger e eu temos um jantar para ir... — Malfoy pegou minha mão me puxando para fora do quarto, mas parou de repente na porta e olhou para nos quatro sorrindo. — Ah e não se preocupem com Astoria, ela disse que já já aparece e contará a novidade para vocês. — Ele piscou para as meninas e logo saiu me puxando, eu pude ouvir uma Pansy curiosa no quarto "O que Astoria ta planejando dessa vez?"
Chegamos a recepção e Draco pediu seu carro e logo estávamos indo a direção de nosso jantar.
– Onde vai ser esse jantar? — perguntei tentando tirar o clima tenso que ainda estava entre ele e eu.
– Meus pais tem uma casa aqui, por isso nosso destino final foi Irlanda. — Eu o olhei com a boca aberta, ele desviou o olhar para mim e voltou a olhar para frente sorrindo. — O que foi?
– Isso é serio mesmo? Mais aonde vocês tem casa e eu não sei? — Draco apenas sorriu e parou a frente de um portão enorme, eu olhei para o lado e minha boca escancarou. Isso com certeza não era apenas uma casinha!
Draco abriu o vidro e apertou um botão se identificando, logo ouvi uma voz.
– Senhor Malfoy, que prazer em revê-lo, abrirei o portão. — Draco apenas sorriu e voltou a olhar para frente, o portão imenso começou a se abrir, Draco voltou a ligar o carro, mas eu coloquei a mão a coxa dele.
– O que foi? — ele me perguntou.
– Não vamos brigar okay? São nossos pais e não quero uma briga acontecendo. — Draco suspirou, desligou o carro e se virou para mim, seu rosto começou a vir em minha direção eu comecei a ir para trás sentindo a porta do carro a minhas costas, uma das suas mãos foi para cima de minha coxa descoberta e a outra para minha nuca, seu rosto se aproximava mais e eu fechei o olho para um beijo que nunca veio.
Draco deslizava seu nariz pelo meu pescoço respirando todo ar que podia até parara eu meu ouvido.
– Não se preocupe Granger, você ainda é minha mulher e um jantar com nossos pais bravos não podia ser nada mais excitante! — ele então mordeu o lóbulo da minha orelha e se afastou sorrindo, ligando o carro em entrando no terreno da Segunda Mansão Malfoy.
Eu estava desnorteada, não havia entendido nada do que Malfoy havia dito, mas uma coisa eu sabia ele planejava alguma coisa e com certeza era um bipolar gostoso que ainda era minha ruína e me deixava sem saber como agir quando se aproximava de mim.
Senti o carro parar. Draco desceu dando a volta e abrindo minha porta. Ele segurou minhas mãos e me conduziu a imensa porta de madeira, tocando a campainha.
Uma moça loira abriu a porta, e logo irradiou um sorriso.
– Olá Draco. — ela falou sorrindo, eu a olhei de cima baixo, era contra os elfos nos servirem, mas o certo não seria um elfo abrir a porta? Mas não, ali na minha frente havia uma moça loira que deveria ser dois anos mais velha que eu, olhando Draco de cima a baixo.
– Ola Rose... Essa é minha...
– Mulher! — fui a frente de Draco e estiquei minha mão para ela qual ela cumprimentou.
– Muito prazer, mulher do Draco. — Rose riu e eu fiquei irritada. — Seu pais lhe esperam a sala Draco.
Draco agradeceu e entrou me puxando junto.
– Ciumes Granger? — Ele falou ao meu ouvido rindo.
– Não sonha Malfoy — Falei revirando os olhos.
Chegamos a um imenso Salão, onde de costas reconheci a cabeleira loira de Ciça, que levantou de sua poltrona e abriu um sorriso ao meu ver.
– Mãe! — Draco soltou minha mão e foi correndo a direção dela lhe tirando do chão abraçando-a.
– Ai meu filho como eu estava com saudades de você! — ela o abraçava com força. — Agora por Merlin Draco me ponha no chão. — Ele a colocou e ela começou a arrumar sua roupa. — Uma mulher da minha classe não pode se bagunçar desse jeito. — Ela então levantou seu olhar e sorriu para mim vindo a minha direção e me dando um abraço forte. — Hermione querida está mais bela do que antes.
Eu sorri e olhei em volta.
– Ciça onde está meu pai? — perguntei.
Narcisa abriu a boca para responder, mas a voz que escutei soou atrás de nós, e um sorriso se abriu ao meu rosto.
– Achou que não viria ver minha filha? — eu me virei e meu pai e minha mãe entravam a sala com um sorriso no rosto. Eu corri a direção deles e os abracei em conjunto, meus olhos já derramavam lagrimas... Como eu estava com saudades deles.
– Por Merlin mãe achei que você não viria.
– Eu nunca deixaria de te reencontrar Herms. — Eu sorri me largando deles, e Draco cumprimentou meu pai, e como no primeiro dia que eles se conheceram senti meu pai apertando com mais força do que deveria a mão de Draco.
– Que prazer em lhe reencontrar Draco. — meu pai disse soltando um sorriso falso, já que toda força levava a mão.
– O prazer é todo meu senhor Granger. — Draco apenas sorria, sua voz saiu um pouco embargada.
Eu franzi os lábios segurando um riso. Eles soltaram a mão e Draco me olhou com os olhos arregalados, cachoalhado sua mão direita. "Essa doeu" ele gesticulou sem imitir som, eu apenas sorri.
Rose de repente entrou na sala anunciando que o jantar estava servido, e pude jurar ela piscar para Draco antes de voltar a direção da cozinha.
Eu revirei os olhos e Malfoy apenas sorriu segurando minhas mãos. Minha mãe e meu pai se sentaram a nossa frente, e Narcisa a ponta da mesa onde tinha uma cadeira de seu lado que logo foi ocupada por Lucius que chegou atrasado se desculpando, pois estava em um telefonema.
– Fico tão feliz de ver que vocês enfim estão se acertando. — Minha mãe disse ao meio do jantar. — Eu e Draco nos olhamos e sorrimos, mau eles sabendo que ainda brigávamos frequentemente.
– É parece que enfim alguma menina colocou algo que preste na cabeça de Draco. — Narcisa continuou e todos rimos. O jantar continuou com Lucius e meu pai conversando sobre como estava a junção das Seguros da família, e Lucius não parava de repetir como estava ansioso para voltarmos para Draco assumir seu lugar.
– Claro eu também não vejo a hora. — Draco falou irônico dando uma garfada em seu macarrão.
– Sei que sim, alias, já está curado dos seus machucados não é mesmo? — A mesa de repente ficou em silêncio.
Draco suspirou fundo e olhou para seu pai.
– Estou ótimo! Muito melhor que antes. — Os dois então ficaram se encarando e eu decidi quebrar o silencio.
– Ficarão aqui até quando? — perguntei.
Minha mãe abaixou o olhar e suspirou.
– Ficaremos até tudo ser resolvido querida, alugamos uma casa aqui, junto com o Molly e Arthur, eles não quiseram vir, estão no Ministério resolvendo algumas coisas.
Eu olhei para Draco que estava com a cabeça baixa como se nada daquilo que minha mãe havia dito resolvesse, eu suspirei e voltei a olhar para baixo.
– O que vai acontecer com Rony? — perguntei em voz baixa, senti todos me olharem, mas não quis arriscar olhar de volta.
– Querida não acho que deveríamos...
– O que vai acontecer com ele?! — repeti nervosa.
– Kim chegará daqui alguns dias e a Ordem também quer estar presente, todos queremos saber o que realmente aconteceu, o caso de Ronald será aberto segunda de manhã.
Eu tremi, segunda era dali a dois dias, todos ficaram quietos eu continuei olhando para baixo. Eu ainda acreditava em Rony ele não parecia em seu estado normal aquele dia, mas como eu iria poder explicar isso para meus pais e para os Malfoy, e pior o que Rony iria dizer em seu primeiro julgamento?
– Vocês terão que estar lá, todos os presentes terão que ouvir a primeira etapa de Ronald Weasley. — Narcisa falou calma, eu olhei para ela e concordei.
– Por mim nem julgamento teria que ter, e sim o beijo do dementador está ótimo!
– NÃO! — gritei sem pensar me levantando da cadeira. Eu olhei em volta todos me olhavam com os olhos arregalados menos Lucius que estava com seus olhos semi cerrados, senti a mão de Draco me puxando para baixo mais eu me soltei e encarei Lucius- Um homem tem que ter o direito de ser julgado antes de qualquer coisa. — Minha voz saiu entre-dentes. Eu queria na verdade avançar nesse Loiro arrogante, mas eu não podia, mas eu queria... como eu queria...
– Não quando se mete com um Malfoy. — ele se levantou também.
– Ele não quis se meter com vocês. — continuei.
– Claro que não, ele apenas lançou uma das Maldições Proibidas em Draco e quase tentou...
– Eu sei o que ele tentou! — interrompi Lucius. — Mas eu continuo a dizer eu acredito nele!
– Você não deveria estar falando assim Granger...
– BASTA! — Meu pai gritou se levantando, eu rapidamente me sentei. — Ja havíamos combinado que conversaríamos com eles um de cada vez e que não seria hoje, que seria depois do primeiro julgamento Lucius! — Lucius sorriu.
– Claro, que cabeça a minha estamos em um jantar não deveria trata-la assim. — ele se virou para mim. — Me desculpe senhorita Granger.
– Claro senhor... eu que peço desculpas. — falei com a cabeça baixa suspirando fundo, meus braços tremiam sem parar.
Eu apenas concordei e senti uma mão tocando a minha, olhei para Draco e ele me olhava com uma preocupação em seus olhos, eu apenas assenti e tomei um gole do vinho.
O jantar continuou em silencio, até minha mãe, Lucius e meu pai se levantarem. Meu pai e minha mãe se despediram de mim falando que amanhã almoçaremos com eles e com os Weasleys, e Lucius subiu, pois estava cansado e precisava se deitar.
O clima ficou melhor quando Narcisa foi até a cozinha e Draco e eu ficamos sozinhos pela primeira vez aquela noite.
– Como você está? — Eu olhei para meu lado esquerdo e Draco me encarava preocupado.
– Ótima. — admiti, ele se sentou virado para mim e puxou minha cadeira me colocando ao meio de suas pernas, uma mão foi para minha cintura e a outra ao ele acariciava minha cocha.
– Não acredito que falou com meu pai daquele jeito, você é louca Granger. — Eu sorri nem eu mesma acreditava.
– Eu sei. — eu respondi antes dele me beijar. Nosso beijo era feroz quase necessitado, não nos beijávamos a algum tempo. Senti a mão dele invadir por debaixo da minha saia e apertar minha coxa, eu suspirei a boca dele, mas logo o empurrei quando ouvi a porta ser aberta.
Narcisa entrava sorridente seguida por Rose que trazia a sobremesa.
Depois dela quase enfiar os peitos na cara de Draco, eu virei o rosto e suspirei fundo, Narcisa me olhava sorrindo, Draco segurou minha mão, mas me afastei rapidamente ele, e jurei ouvir ele sorrir.
Eu dizia para Narcisa como havia sido um máximo a lua de mel, enquanto Draco estava com um dos braços apoiados na cadeira atrás de mim, e rosto caído em direção ao meu pescoço ao meio de meus cabelos, ele dava suspiros leves o que me fazia arrepiar a todo momento.
Narcisa então embarcou em uma conversa sobre como havia escolhido o destino final do cruzeiro e eu apenas ouvia, até sentir a mão de Draco que não estava apoiada em mim, ir para minha coxa, eu me remexi inquieta e dei uma colherada na minha torta, concordando com seja la o que Narcisa havia dito, já que Draco me tirou dos pensamentos quando sua mão veio subindo descaradamente pela parte interna da minha coxa. Eu me arrepiei me mexendo a cadeira e ele sorriu ao meu ouvido. Narcisa não percebia nada apenas continuava a falar.
Draco então encostou um de deus dedos a minha intimidade me fazendo suspirar, eu mordi meus lábios, e avancei em outro pedaço da torta, e quando estava enfiando na boca, Draco começou a fazer movimento circulares com a mão, eu suspirei e mordi meus lábios.
– Querida está tudo bem? — Narcisa perguntou, mau sabendo o que seu filho estava fazendo comigo naquele momento.
– é Granger ta tudo bem? — Draco perguntou descaradamente olhando para sua mão em baixo da mesa enquanto continuava a fazer movimentos circulares, eu apertei com força o braço dele.
– Eu mordi minha língua. — foi a primeira coisa que consegui falar. Draco voltou a enterrar seu rosto em meu pescoço, e começou a rir. Narcisa sorriu também e voltou a falar, senti então Draco ir tirando lentamente a mão de minha intimidade, ele mordeu meu pescoço dando uma leve lambida e voltou ao normal sorrindo, pegou uma colher da sua torta, mas antes tacou o mesmo dedo de antes na torta dando um lambida e sorrindo.
– Essa torta está uma delicia mãe.
– Eu percebi, já que você preferiu provar com a mão antes... modos por favor Draco. — Narcisa falou rindo.
Ai Narcisa seu filho ainda vai ser minha ruína.
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Draco pediu para sua mãe para me apresentar a casa, ela aceitou e foi chegarmos no terceiro andar ( qual era apenas dele ) ele me jogou na parede e começou a beijar meu pescoço. Ele se encostou com força a mim se mostrando completamente duro.
– Draco.. por Merlin aqui não... Precisamos ficar um pouco com a sua mãe, e ela disse para a gente descer. — Mas parecia que ele não me ouvia já que sua mão direita envolveu todo meu seio e me empurrou novamente na parede fazendo minhas costas bater e eu soltar um suspiro de prazer.
– Draco... é serio... — minha voz quase não saia, aquilo estava bom, mas Narcisa poderia subir se demorássemos. Senti ele se afastar um pouco de mim e me olhar. Seu olhar era como se fosse me devorar e eu estava quase puxando ele devolta para meu corpo.
– Ta bom vai. — ele falou bravo pegou em minha mão e me arrastou para o primeiro andar, onde Narcisa estava sentada ao sofá. — Mãe estamos indo. Tchau. — Seus passos eram rapidos, ele me puxava ja a direção da porta.
– O que? — Eu e Narcisa falamos ao mesmo tempo. Eu finquei meus pés no chão e ele parou com brusquidão me dando o mesmo olhar de antes sua respiração estava ofegante.
– Como assim querido, você já mostrou para Hermione a casa?
– Sim mãe, está ficando tarde precisamos ir. — ele voltou a andar me puxando mas eu soltei da mão dele e fui até Narcisa.
– Desculpa ele está meio nervoso da ressaca Narcisa. — eu fiquei vermelha com o sorriso que ela me deu, já que era o mesmo sorriso que ela me dava a mesa enquanto seu filho estava com a mão quase dentro de mim.
– Claro querida eu entendo, Draco sempre nervoso não é mesmo. — Ela me largou e abraçou Draco, ele deu um beijo a bochecha dela falando que voltaria no dia seguinte, pegou em minha mão e saímos pela porta.
O carro estava estacionado dentro dos limites da mansão, eu ia abrir a porta do carona, mas ele fechou com força me prensando no carro e me beijando com fervor. Sua mão apertava minha cintura com força. Ele se separou, abriu a porta e me colocou dentro do carro, correndo e se colocando ao banco de carona
Draco acelerava pelas ruas, sua expressão estava seria, e eu ainda não havia entendido o que estava acontecendo, até que chegamos ao hotel, ele jogou a chave para o manobrista e começou a me puxar pelo castelo. Todos já estavam ao seus quarto, chegamos ao nosso salão, mas ele ainda não parou até chegarmos ao nosso quarto ele me jogar para dentro, fechar a porta e me beijou.
Ele agarrou minhas duas cochas me puxando para seu colo, senti então uma de suas mãos sair do meu corpo e um monte de coisa cair no chão, então ele me sentou na escrivaninha ficando aos meios de minha perda e foi para meu pescoço, mordendo e chupando-o, sua respiração estava forte, ele me apertava com força.
– Ei Draco... — eu o empurrei e ele se afastou me olhando nervoso. — O que ta acontecendo?
– Talvez minha mulher vem me provocando a dois dias, me deixando ficar assim?!- ele apontou para suas calças onde tinha um volume enorme.
– A então tudo isso é falta de sexo. — eu falei sorrindo debochada, balançava minhas pernas no ar e estava apoiada nos meus braços com a cabeça de lado.
Draco sorriu e começou a desabotoar a camiseta.
– Acho que você ainda não aprendeu como um Malfoy funciona. — ele disse antes de rasgar com força a camisa que eu estava, fazendo botões voarem por todos os lados, me deixando apenas com sutiã.
Ele colocou uma das mãos a minha coxa me puxando mais para frente e impulsionando dentro de mim, me fazendo suspirar sentindo o quanto estava duro. E eu percebi que como ele depois do jantar eu estava muito excitada.
– Você não devia brincar com fogo Granger. — ele sorriu.
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*MalfeitoFeito*
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