Ofereceu a própria cama ao garoto enquanto ficaria no sofá. Foi a primeira vez que outra pessoa entrou em seu quarto e, ao invés de estranhamento, viu o fascínio nos olhos encarando pôsteres e outras bobeiras de sua juventude. E o violão, Nemo não se aquietou na cama até que prometesse tocá-lo. A exigência, por mais fofa que seja, o fez revisitar certas portas trancadas no passado.

Decidiu por auxiliar o pequeno a tocar, sendo sua mão esquerda e dando-lhe a genuína alegria de fazer música.

Sentou-se na varanda vigiando seu sono. Olhou para baixo e viu Marlin.

Sorriram constrangidos.