Notas iniciais
Olá queridas tudo bem com vocês? Finalmente estamos voltando aqui e pedindo desculpas pela demora pra postar,mas agora estamos de volta,sem mais demoras.Bem não vou ficar enrolando devem estar querendo ler o capitulo.Boa leitura :)

POV Misto. (Damon e Jay.)

Entramos no carro e logo chegamos no tatuador. Era um lugar limpo e o cara era cheio de tatuagens.- Olá.

— Bom dia.- Ele disse.

— Bom dia. E espero sinceramente não gritar.- Disse sorrindo.

— Se quiser desistir...- Disse a olhando.

— Eu disse isso? Não.- Me sentei na cadeira que tinha ali.— Vou ser a primeira.

— Tudo bem. Onde vai ser?- Ele perguntou.

Tirei a blusa do caminho.— Aqui.- Apontei para perto do pescoço e ombro.

— O que vai ser?- Ele perguntou.

Olhei para Damon e sorri.— Damon Salvatore.- Eu podia estar sendo precipitada ou bem louca, mas eu sabia que éramos para sempre. Eu quero e preciso ter ele marcado na minha pele.

— É isso ai.- Fui até ela e dei um beijo.- Não vai demorar.

— Se quiser uma parada avise.- Ele disse.

— Ok.- Acenei para ele.

Ele começou e ela fazia umas caras de quem estava com dor.— Jane, pare, você está com dor.

— Eu tô bem, continue.- Disse.

— Teimosa.- Meia hora depois, ele terminou.

— Pronto, agora é só você tomar os cuidados.- Ele avisou.

— Ok, obrigada.- Sorri.

— Tudo bem?- Perguntei preocupado.

Ri.— Claro que sim. Não sou tão fraca assim. Agora é sua vez.- Me sentei na outra cadeira.

— Claro. Ficou linda.- Disse.

— Ficou né? Você é ótimo.- Disse ao tatuador.

— Obrigado.- Ele disse.

A porta estava fechada, então peguei um vidrinho no bolso e fui até ele.— Você vai colocar isso na tinta e esquecer a reação que vai ver.

— Irei.- Ele repetiu.

Damon se sentou e fiquei esperando. A tinta junto com a verbena queimava na pele dele.- Isso deve doer.

— Nada que não dê para aguentar.- Ardia, mas dava para suportar.

Fiz cara de dor.- Ai, mas isso parece que queima.- Me arrepiei.

— Eu passei por dores piores e superei. Fica calma amor.- Disse.

— Ok. Vou tentar não surtar.- Saia fumaça da pele dele. Peguei uma revista que tinha ali e comecei a ler.

— Terminei. Tenha os mesmos cuidados que citei a ela.- O tatuador disse.

Me levantei e o paguei.- Obrigada, você é muito bom nisso.

— Obrigado e voltem sempre.- Ele disse.

Sorri e saímos de lá.

— Gostou?- Perguntei a ela.

— Claro.- Olhei o pulso dele, já estava cicatrizado.— Ficou linda.

Beijei a dela e senti ela tremer.— Desculpe. A sua também.

— Logo cicatriza.- Disse.

— Espero que muito rápido para poder tocar ai.- Disse.

— Em breve. Enquanto isso você tem o pescoço e o resto do corpo todinho.- Disse sorrindo.

— Posso me contentar fácil então. Você avisou alguém que ia fazer?- Perguntei.

— Só você. Porque?- Perguntei.

— Só para confirmar que vou ficar sem cabeça quando chegar na sua casa.— Disse rindo.

Ri.- Vamos. Porque se for para ficar sem cabeça que ficamos juntos.- Entramos no carro e logo chegamos na minha casa.

Chegamos e Rose e Julieta estavam na sala conversando.- Bom dia.

— Bom dia mãe, vó.- Sorri e fechei a porta.

— Até que enfim apareceu, estava achando que ele tinha raptado você.- Rose disse.

Julieta riu.- Ela é meio exagerada querida.

Ri.- Tudo bem, estou acostumada.

— Desculpe Rose, perdemos a noção do tempo.- Tentei melhorar as coisas.

— Estou faminta. Já fez o almoço mãe?- Quis saber.

— Está quase pronto. Mas hoje você vai ficar aqui, não é?- Ela perguntou a filha.

— Claro que vou mãe.- Sorri.

Fui até Julieta.- Não tive oportunidade de agradecer pela sua ajuda com meu problema. Obrigado.

— Tudo bem querido.- Ela sorriu.- Mas não fiz nada, quem fez foi Jay.

— Sei que teve sua ajuda. Nunca imaginei que tivesse algo assim.- Disse.

— Um pouco, mas ela é extraordinária. E esse tipo de feitiço pode ser mais comum do que pensa. Ou você acha que todas as paixões doidas até de humanos são simplesmente "normais"?- Ela questionou divertida.

— Vi tanta coisa que nem duvido mais.- Peguei as mãos dela e beijei.— Se precisar de ajuda em qualquer coisa estarei disposto a ajudar.

— Eu sinto que sim.- Ela passou a mão levemente em seu rosto.- E não precisa ser tão inseguro querido. Você é um bom rapaz apesar de tudo.

— Inseguro? Acho que não.- Disse.

Ela sorri.- Sou uma bruxa experiente. Sei que você acha que não merece a felicidade que tem, mas não vamos entrar em detalhes. Mas saiba que estarei aqui para quando quiser conversar.

Sorri.— Tudo bem.

— Ei, vamos comer.- Chamei.

— Não perco esse almoço por nada.- Julieta riu e foi para cozinha.

— Por que?- Perguntei curioso.

— Minha mãe e seus mistérios; acostume-se.- Rose disse sorrindo.

— Em breve descobriremos, não é Jay?- Julieta questionou.

Olhei para Damon e ri.— Sim.

Disfarcei, acompanhando Julieta.

— Do que ela tá falando?- Rose perguntou.

— Nada demais. Só que fiz uma tatuagem.- Disse.

— O QUE?!- Rose reagiu.

Tirei a blusa da nuca.— Aqui. Linda não? Acabei de fazer.

— Você tatuou o nome de um cara em você? Que você não conhece nem a uma semana!?- Ela gritou.- Não acredito. Achei que se deixasse você ter liberdade não faria besteiras, mas pelo visto me enganei.

Olhei para ela.— Mãe, você não poderia fazer nada. Tenho 18 anos, sou maior de idade e eu AMO o Damon, com ou sem tatuagem meu amor por ele seria igualmente enorme. Você não mudaria isso.- Disse me sentando na mesa e começando a comer.

— Você não passa mais da minha varanda.- Ela disse apontando para Damon.

— Mãe, não exagere. Eu quis fazer e ele fez uma também. Mas..- Me levantei da mesa.— Se não somos bem-vindos para almoçar hoje, almoçamos fora e volto mais tarde, quando você estiver mais calma.- Peguei Damon pela mão.

— Jay, não. Fica, ela está brava comigo, depois eu volto para te ver.- Disse.

— Não. Eu vou com você. Ela não tem motivos para estar "brava", não fiz nada demais.- Disse.

— Nada de mais?- Rose rebateu.- Você fez uma tatuagem. Uma coisa que se amanha você mudar de ideia, não dá para desfazer. O que não fez antes como adolescente está fazendo agora.

— Mãe, eu amo você e te respeito muito, mas acho que você não entendeu direito. EU AMO O DAMON.- Enfatizei as palavras.— Ok, esquecendo esse papo chato. Podemos ficar ou vamos ter que almoçar fora?

— Rose, a menina não fez nada demais. Eu sei mais do que ninguém o que os dois sente.- Julieta disse.

Rose os olhou.- Sente-se, a comida vai esfriar.

— Obrigada.- Nos sentamos a mesa e esperava que o almoço passasse sem mais brigas.

Notas finais
Gostaram? Eu amo as tatoos deles,são muito lindas.E a Jay defendendo ele é demais né?Bem queríamos saber se estão gostando da fic,ficaremos felizes com comentários bjs até o próximo