Doppleganger Again
17 Capítulo 17- Things of Brothers.
POV Misto. (Damon e Jay.)
Cheguei na casa dela e ela já me esperava.- Desculpa a demora.
— Tudo bem.- Fechei a porta.- Minha mãe foi para o hospital agora a pouco.
— Não sei o que me deu, deitei e apaguei.- Disse.
Beijei ele.— Você devia estar cansado.
— Deve ser.- Disse.
— Quer alguma coisa?- Perguntei.
— Não, obrigado. Já jantou?- Perguntei.
— Acabei de comer um sanduiche.- Nos sentamos.
— Isso é janta?- Questionei.
— Não, mas eu comi de lanche. Era 19:00. Eu janto mais tarde.- Disse.
— Ótimo. Se você planeja que beba de você, tem que estar bem alimentada.- Disse.
Olhei para ele.- Decidiu aceitar a minha oferta então?
— Estou pensando. É que não quero apressar as coisas.- Disse.
— Isso não é apressar as coisas. Se eu te ofereci é porque não me importo.- Disse.
— Quero fazer tudo certo com você.- Disse.
— Você está fazendo tudo certo.- Disse beijando ele.
— Não sei o que tá havendo comigo. Não sou meloso assim.- Disse.
Acariciei o rosto dele e sorri.- Você é lindo meloso.
— Não gosto de ser assim. Você está mudando tudo em mim.- Disse.
Olhei para ele.— E isso é uma coisa ruim?
— Não, só tenho que me acostumar.- Disse.
— Você não tem que mudar Damon. Eu vou...- Parei.- Eu vou gostar de você do mesmo jeito.
— Eu não vou mudar, só adaptar.- Disse.
Sorri e deitei minha cabeÁa na perna dele e me deitei no sof·.
Abracei ela. Não me via assim; em casa, namorando.— Falou com seu outro amigo?
— Não. Estou com medo da reação dele.- Disse.
— Vou estar aqui.- Disse.
— Eu sei. Você acha que eu ligo e peço para ele vir aqui?- Perguntei.
— Hoje?- Questionei.
— Sim. Ou espero até amanha?- Perguntei.
— Se a reação for ruim, você vai aguentar?- Questionei.
— Não vou me matar.- Sorri.— Mas não posso dizer que não ficarei mal.
— Então descanse hoje e amanha você liga para ele.- Disse.
— Tudo bem.- Disse.
— Sua mãe esta bem com tudo isso?- Perguntei.
— Bom, o sonho dela não era que eu namorasse um vampiro, mas ela está bem.- Disse.
— Lamento informar que nunca fui o genro dos sonhos. Mais perto dos pesadelos.- Disse.
— Deixa de ser bobo. Você já conquistou até o Kevin.- Sorri.
— Ele foi fácil. Não entende as complicações.- Disse.
— Isso é verdade. Mas minha mão não vai surtar e nos atrapalhar, fica tranquilo.- Disse.
— Um deslize meu e não passo da porta.- Disse.
— Vamos parar com essa conversa. Não vamos falar de coisas desagradáveis.- Disse.
— Não é desagradável. Só uma possibilidade. Conheço meu gênio.- Disse.
— Damon!- Me sentei.— Eu vou pular no seu pescoço. Você tem que aprender que não é horrível assim.
— Não estou dizendo que vamos ter a terceira guerra mundial.- A puxei de volta.— Só que essas coisas acontecem. Ainda mais na nossa situação e você querendo enfrentar o mundo.
— Eu não quero enfrentar o mundo. Só o Klaus.- Disse.
— Vou fazer o possível para aceitar o que você quer. Afinal, aprendi do jeito mais duro isso. Só que tem um limite que consigo aguentar.- Disse.
— E qual é esse limite?- Perguntei.
— Vamos vendo isso. Mas hoje foi um teste.- Disse.
— E você passou.- Disse.
— Não com muita facilidade.- Disse.
— Você ouviu o que Klaus disse? Tenho uma semana.- Disse.
— Não. Uma semana para que?- Questionei.
— Para decidir entre a vida de vocês ou ir com ele.- Disse.
— Ele propôs isso? Bem cara dele.- Disse.
— E disse alguma coisa sobre ser mais interessante que as outras. Aquele cara é meio doido.- Disse.
— Deve ter sentido sua força. Deve estar em duvida se é bruxa ou não.- Disse.
— E ele não gosta mesmo de vocês.- Disse.
— Desde que nos esbarramos, atrapalhamos ele. Quase conseguimos evitar que se transformasse em hibrido. Se Elijah não tivesse hesitado no segundo crucial...- Disse.
— Elijah?- Perguntei.
— É um dos irmãos do Klaus. Ele estava do nosso lado e na hora de matar Klaus desistiu. Ele achava que tinha matado o resto da família deles, mas eles estavam apenas em caixões.- Disse.
— Nossa. Muita coisa para digerir.- Disse.
— Muito. Por isso disse que você estava na vantagem. Sabe de tudo antes. Imagine descobrir isso na hora que precisa.- Disse.
Olhei para ele.- Como era ela? Elena.
Olhei para ela de volta.— Um pouco parecida com você. Mas brigávamos muito, sempre era difícil chegarmos a um acordo. Por outro lado admirava como se preocupava com todos a sua volta. No final das contas, mesmo a amando, sabia que Stefan era melhor para ela.
— Stefan parece um cara legal. Nos ajudou sem nem me conhecer.- Disse.
— É verdade. Nos perguntamos como ficamos tanto tempo brigados. Sei que culpa disso foi minha.- Disse.
Acariciei o rosto dele.- Sempre existe o outro lado da moeda. Você estava magoado e ele também. Então fica difícil alguém ceder.
— Ele não estava magoado comigo, eu que comecei.- Disse.
— Não se culpe. Pense que agora vocês estão bem.- Sorri.
— Sim, concordamos em esquecer isso para seguirmos. Não daria para ficar lembrando toda hora o que o outro fez.- Disse.
— Isso. Também se eu for lembrar todas as vezes que meu irmão me chamou de feia, eu e ele não vamos nos falar mais.- Disse rindo.
— Se fosse só brincadeiras, tinha sido fácil.- Disse.
— Você acha que ele falava brincando?- Fiz bico.- Ele fala sério.
— Tudo bem. Mas só para constar; o que ele falava era mentira.- Disse.
— Será?- Perguntei.
— Tenho certeza.- Disse.
— Então tá. Vou acreditar em você.- Disse sorrindo. Damon foi embora depois de duas horas. Tomei banho, coloquei o pijama e me deitei. A jaqueta dele ainda estava ao meu lado. Sentia seu perfume ainda. Eu o amava, mas não tinha coragem de dizer. Não sei se ele sente o mesmo e a duvida dele estar comigo por parecer com elas me perseguia. Não queria pensar nisso, mas era impossível. Pensando nisso, acabei adormecendo sem perceber.
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