Doppleganger Again
15 Capítulo 15- Let's Face The Beast?
Notas iniciais
POV Jay.
– Foi muito ruim?- Minha mãe perguntou.
– Horrível.- Disse me sentando.
– Foi o choque. Ele não esperava por isso, mas vocês vão ficar bem.- Ela disse.
Olhei para ela.- Mãe, parece que você não conhece o Nate. Ele não é de desistir. Você mesma disse que ele me ama. Vai é dar uma confusão. Você já imaginou ele e o Damon brigando? Não, obrigada.
– Damon é mais velho, sabe se sair melhor nessas situações. Eu vi ele com você no jardim, parece que gosta mesmo de você.- Ela disse.
Sorri.- Sim.- Estava destruída por dentro. Mas não iria ficar falando isso para todo mundo saber. Só eu preciso saber disso. Hoje iria falar com a Nina.
– Ele vai ficar para almoçar?- Ela perguntou.
– Ele e o irmão.- Cheguei mais perto.- Por que eu estou achando que vou acabar como Elena e Katherine, não no sentido amoroso e sim que "terei" os dois Salvatores.
– Você sabe que ele está ouvindo isso né?- Ela sussurrou.
– E dai? Não estou falando nada demais.- Disse.
Ela riu.- Não brinque com ciúmes querida, pode estragar tudo.
– Mas não estou brincando com ciumes. Só estou comentando.- Disse.
– Eu sei, mas cuidado.- Ela disse.
– Eu já disse que prefiro quando você é mais descontraída?- Suspirei.- Ultimamente está tudo muito sério.
– Tudo bem. Diga para o seu namorado não viciar mais o meu filho em jogo mais do que ele já é viciado. E você vai me ajudar aqui.- Ela disse.
– Tudo bem.- Disse.
POV Misto. (Damon e Jay.)
Pouco tempo depois Stefan chegou. Evitei ouvir a conversa dela com a mãe, não podia ficar escutando sempre, mas foi inevitável ouvir o que falou de mim e Stefan.
– Olá.- Stefan disse entrando.
– Meu Deus, mais um.- Kevin reclamou.
– Esse é meu irmão. Não precisa se preocupar.- Ri dele.
– Olá Stefan, sou Rose, a mãe da Mary.- Ela disse.
– Prazer.- Ele pega a mão dela e beija.- Stefan Salvatore.- Ele sorri e se vira para Jay.- Oi Jay. Já nos conhecemos.
– Oi Stefan.- Sorri.
– Irmãozinho, alguém roubou seu lugar de meu parceiro em Vida ou Morte. Sinto muito.- Provoquei ele.
– Não acredito.- Ele disse fingindo desapontamento.- Você é...?
– Kevin. Prazer.- Ele estica a mão para cumprimentar.
– Oi Kevin.- Ele cumprimenta.
– Acredita que esse pirralho chegou na fase dezoito sozinho?- Questionei.
– Sério?- Ele perguntou supresso.
– Eu não sou pirralho. Sou um homem já.- Kevin disse.
Ri.– Meu homenzinho.- Disse dando um beijo nele e o abraçando
– Seus viciados, o almoço tá pronto. Stefan, Damon fiquem a vontade.- Rose avisou.
– Obrigada senhora....?- Stefan questionou.
– O'Maley.- Ela disse.
Ele sorri.- Obrigada senhora O'Maley.
– Eu estou faminto.- Kevin se senta a mesa.
– E quando você não está?- Perguntei.
– Quando estou dormindo.- Ele sorri.
– Mas você pode acordar para comer que nem alguém que eu conheço.- Foi minha vez de se meter.
– Ei, eu não como tanto assim.- Stefan disse se servindo.
– Não, imagina.- Disse.
– Já eu como.- Kevin riu.
– Eu não.- Stefan se sentou a mesa e começou a comer.- Hmm... a senhora cozinha muito bem.
– Perfeitamente bem.- Sorri e comecei a comer.
– Mas a mãe é só minha.- Kevin alertou.
– Minha também.- Apontei a língua para ele.
– Vocês dois parem. Isso nunca acaba? Obrigada querido.- Rose disse.
– Na verdade não, mas esta muito bom mesmo.- Respondi.
– Não me diga isso, tinha esperanças que acabasse.- Rose disse.
– Eu pelo menos nasci primeiro. Você veio em segundo.- Disse rindo.
– Pelo menos eu não sou um ancião.- Ele aponta a língua para ela.
– Vou te mostrar a anciã.- Disse.
Stefan e Kevin riam.
– Estou vendo que não é só um problema meu. Você também sofre da síndrome do irmão mais novo.- Expliquei.
– Ei, eu não sou assim tão implicante.- Stefan disse.
– Eles que são velhos demais.- Kevin disse rindo.
Fiz cosquinhas nele.– Você vai me pagar, você não vai mais dormir comigo quando você quiser.
Kevin parou.- Ah não, agora a coisa ficou séria. Parei.
– Ótimo.- Disse.
– Essa tática sempre funciona. E é sim. Você agora deu de meu psicólogo até.- Apontei para Stefan.- Daqui a pouco vai abrir um consultório lá em casa.
– Mas deu certo.- Ele sorri.- Sou um ótimo psicólogo.
– Tá vendo? Agora vai ficar nessa sempre.– Suspirei.
– Não vou não. Não sou de me gabar. Todo mundo sabe que sou incrível mesmo.- Ele deu de ombros.
– Sim, claro, sua clientela favorita vai ser a turma do Alvin.– Impliquei.
– Engraçadinho. Eu prefiro atender o Pernalonga então.- Ele disse.
Todos riram.
– Meu Deus, vocês dois são piores que eu e o Kevin.- Disse rindo.
– Viu? Sempre disse que preferia os coelhos, tadinhos.- Comemorei.
– Eles são agradáveis.- Stefan disse.
– Eu sei. Lembra quando você chegou agarrado com um dizendo que ele tinha te dito que era seu melhor amigo? Ano passado.- Disse.
– Toby.- Ele sorri se lembrando.- Tadinho, morreu de uma virose.
Ri.- Imagino, vocês dois e um coelho.
– Ah, ele ficou deprimido por dias. Sério cara, você é um quase adulto já.- Disse.
– Coitado Damon, animais de estimação fazem bem, mesmo na idade dele.- Disse rindo.
– Mas ele tem o que? Dezoito anos?- Kevin perguntou.
Ri.– 17 e um pouquinho
– Eu sou mais velha que ele.- Disse rindo.- Tadinho. Tudo bem Stefan, a gente cuida de você.
Ele fez bico.- Obrigado.
– Você são melhores do que imaginei. Desculpe se pensei mal de vocês.- Rose disse.
– Tudo bem senhora O'Maley. Vamos ajudar vocês.- Ele disse isso pois Kevin já estava na sala.
– Obrigada. Como disse a seu irmão não queríamos atrapalhar vocês.- Rose disse.
– Não atrapalham. Klaus tem que aprender que não pode fazer isso.- Stefan disse.
Suspirei.– Obrigada Stefan. Nem nos conhecemos e você já está nos ajudando.
Ele sorri.- De nada.
– Vai entrar no colégio?- Rose perguntou.
– Vou. Ficarei de olho no Tyler e irei "pedir" o mesmo horário que o seu Jay. Depois você me passa.- Stefan disse.
– Tudo bem.- Disse.
– Obrigada. Vou ficar mais tranquila.- Rose agradeceu.
– Eu também. Valeu Stef.- Disse.
– De nada.- Ele sorri.
– O que vamos fazer? Esperar ele aparecer?- Perguntei.
– Hoje eu marquei com o Tyler.- Disse.
– O que? O que ele quer?- Não ia deixar ela ir.
– Diz ele que "ajuda no trabalho de química".- Disse fazendo aspas.
– Química? Stef, você que estudou com ele, ele precisa?- Perguntei.
– Claro que não.- Ele disse.
– Então ele está armando uma armadilha para você.- Disse.
– Eu sei. E eu vou "cair" nessa armadilha.- Disse.
– Não vai. Nós vamos no seu lugar.- Afirmei.
– Você acha que vou perder a chance de ver a cara desse Klaus?- Ri.– Nem pensar.
– Já sei. Você vai. Nós vamos estar com você. Podemos levar sua avó. Ela é bruxa não é?- Perguntei.
– Sim.- Disse.
– Provável Klaus não estar lá. Tyler é só seu capacho, a ordem deve ser para te pegar e levar até ele.- Não gostava daquilo.
– Então eu vou ser pega e irei até Klaus. E vamos pelo menos mostrar que não vai ser tão fácil me pegar. Minha vó é a bruxa mais forte que tem. Nossa linhagem é. Saíremos de lá inteiros.- Disse.
Nunca que ia deixar como ela queria.– A senhorita vai apenas conosco para ele não desconfiar e despois falamos com ele. E você volta para casa
Rose o apoiou.- Prefiro que façam isso, por favor.
– Vocês estão esquecendo que sou maior de idade. Eu vou falar com o Klaus. Entenderam ou vou ter que desenhar?- Questionei.
Olhei para Stefan. Era como Elena. Queria que fosse feita a sua vontade.- O que você acha?
– Eu como sempre digo; livre arbítrio é uma coisa que devemos respeitar. Se você quer ir, não vou poder impedir Jay, mas ficaremos perto.- Ele disse.
– Obrigada Stefan.- Sorri.
Balancei a cabeça. Ele nunca concordava comigo, sempre do lado delas.- Onde você marcou?
– Na biblioteca.- Disse.
– Filha, porque você não faz o que ele falou? Você mesma disse que o encararia com seus poderes, coisa que ainda não tem.- Rose disse.
– Por que eu já sou bem grandinha e sei me cuidar. Gente, por favor né? Klaus não vai me machucar; ele quer o meu sangue, ele não vai me matar. Se acalmem.- Disse.
Não concordava em nada com aquilo, mas não queria começar uma briga.- Então que horas vamos?
Olhei para o relógio.- Agora.- Me levantei.
– Tome cuidado, por favor.- Rose a abraçou.- Confio em vocês para que traguem minha filha de volta.
– Traremos.- Stefan disse.
Me olhei no espelho do corredor.– Essa roupa está boa né?
– Está ótima.- Stefan disse.
Isso ia ser mais difícil que pensei. Se controla.
– Ok. Vamos. — Peguei meu material do colégio e eles me olharam com cara de quem não entenderam.- Tenho que fingir né?- E saímos.
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