Doppleganger Again
2 Capítulo 2- Doppleganger Again
Notas iniciais
POV Misto. (Damon e Jay.)
– Com licença, eu deixei minha bolsa aqui.- Disse.
Eu devia ter bebido demais e minha mente estava pregando peças, era isso. Não podia ser, ambas estavam mortas.
– Você está bem? Quer um copo de água?- Perguntei.
Me virei para confirmar minha bebedeira, mas se pudesse teria tido um infarto. Os menos olhos chocolate, a pele macia, o cabelo longo, a expressão suave, mas decidida, corpo perfeito... Era ela, mas como?– Não.
– Não, não está bem ou não, não quer água?- Questionei.
Aquele sorriso que me fez... Não, não iria nem chegar perto.– Me deixe em paz.- Disse levantando.
Ele era lindo, mas um tanto grosso.– Tudo bem.- Me sentei.
Eu tnha que sair dali, estava vendo coisas. Tanto Elena como Katherine haviam morrido a séculos atrás.
– Jay, o que foi?- Nate perguntou, chegando.
– Nada não Nate, esse cara ai que está meio mal, só pode.- Disse apontando para o cara que continuava ali.
– Ele fez alguma coisa a você?- Nate perguntou.
– Não, mas acho que ele está meio mal. Não parece estar se sentindo bem.- Disse.
Um cara que chegou junto dela a chamou de Jay. A voz era a mesma e o mesmo tom de preocupação. Mas se não era nenhuma das duas quem era aquela garota idêntica as duas únicas mulheres que amei? Seu idiota! Era a única explicação, era uma cópia.
Me levantei e fui até ele.- Ignorando o fato que você foi um grosso; você precisa de ajuda ou algo assim?
Recuei com a chegada dela junto a mim. Que maldição ter vindo para essa cidade nessa época, só podia ser carma.– Não preciso de nada. De nenhuma de vocês.- Disse me virando para sair.
Peguei o braço dele.- Olha aqui, você pode ser bonito e tudo, mas você não vai falar assim comigo e sair como se nada tivesse acontecido.
O toque... O mesmo toque me fazia arrepiar.- Me solte.
– Pede desculpas.- Disse.
Tirei a mão dela.– Só no dia que a sua maldita linhagem deixar a minha vida em paz.
– Linhagem? Você está doido é? Você é drogado?- Questionei.
– Não mais nessa droga.- Disse olhando para ela. Cadê Stefan? Ele poderia dizer que não estou louco e vendo coisas.
– Você é um grosso mesmo.- Disse indo em direção ao bar.
POV Damon.
Sentia meu corpo tremer, tinha que ir embora dali. Esquecer que vi esse rosto. Esbarrei em várias pessoas até a saída.
– Damon!- Escutei Stefan chamar.
Não dei bola e sai da boate. Só podia ser alucinação, tinha que ser.
Ele chegou junto de mim.- O que foi?
Levantei o olhar.- Se eu não tiver ficando louco, tem uma cópia aqui.
– O que?- Ele questionou.
– Vá até o bar e veja você mesmo.- Disse.
– Você vem comigo.- Ele me puxou e fomos até o bar.
Ela continuava lá, agora com uma moça loira.
Ela suspirou quando nos viu.- Você de novo?
Stefan a olhava boquiaberto.
– Satisfeito? Vamos embora daqui.- Disse.
Stefan chegou mais perto dela.- Como você se chama?
– Mary Jane. Mas pode me chamar de Jay. Prazer.- Ela esticou a mão para ele.- Você é mais educado que ele.
– Não vou ouvir isso, te espero lá fora.- Disse, me virando para sair, mas Stefan me puxou.
– Fica aqui.- Ele disse.
– O que vocês querem?- Ela perguntou.
– Jay, acho melhor chamarmos os meninos.- A outra menina disse.
– O que você quer? Ouvir a mesma ladainha de sempre? Duas vezes para mim deu.- Disse para Stefan.
– Olha, vocês tem problemas mentais. Precisam de um psicólogo urgentemente.- Ela disse, mas cambaleou, parecendo que ia cair.
Por instinto a segurei pelo braço.
– Jay, o que foi?- A garota perguntou.
– Não sei, uma coisa ruim.- Ela disse.
Me distanciei.- Agora começam os chiliques. Se você quiser ficar é com você.- Disse indo para a saída.
– Jay, foi um prazer te conhecer. Espero que fique bem.- Stefan disse e me acompanhou.
Era muita sacanagem do destino.Coloca-la uma terceira vez na minha vida.É castigo por estar vivo só pode.
– Ela é humana e é idêntica a elas.- Ele disse.
– Não me diga.- Ironizei.
– Cala boca Damon. Vou ir para casa. Esse negócio todo me deixou exausto.- Ele dise.
– Vou para a minha. Até.- Disse.
– Até.- Ele disse e saiu.
POV Jay.
Depois de ter sentido aquela coisa ruim que não foi nem tontura nem nada parecido, foi um mal estar que não sei o que é, dançava com Nate. Mas ele parecia distraído.
– Nate, você ainda está aqui?- Perguntei divertida.
– Claro, você que parece em outro lugar.- Ele disse.
– Só estava pensando em como vai ser esse ano. Nada demais.- Disse enquanto dançava.
– Vai ser ótimo.- Ele falou.
– Vai sim.- Disse.
Os olhos azuis daquele cara não saiam da minha cabeça, mas tinha que parar de pensar nele, ele era um grosso mal educado. Eu e Nate dançamos quase que a noite toda e logo nos beijávamos.
– É melhor a gente sair.- Ele disse contra meus lábios.
– Sim.- Pegamos nossas coisas e fomos para a rua.
– Você quer ir para onde?- Ele perguntou.
– Para minha casa mesmo. Você pode dormir lá, minha mãe te adora mesmo.- Disse.
– E eu adoro ela. Vamos?- Ele questionou.
– Vamos, mas não devíamos avisar a Nina e o Paul?- Questionei.
– Manda uma mensagem. Quem sabe eles não aproveitam o tempo sozinhos também.- Ele disse rindo.
Entramos no carro.- Nina e Paul? Até que seriam fofos juntos.
– Com certeza.- Ele disse.
Saímos e não demoramos a chegar em casa. Entramos.- O Kevin deve estar dormindo. Não podemos fazer barulho.- Fechei a porta com cuidado.
– Não posso prometer, mas vou tentar.- Ele falou.
Dei um tapa de leve no braço dele e ri.- Você me entendeu.- Puxei ele e entramos no meu quarto.
Ele logou me agarrou e nos beijamos.
Passava minhas mãos em seu cabelo e fomos indo em direção a cama. Ele tirou minha blua e minha saia. Sorri. Nate não era de enrolar, então tirei a blusa e a calça dele.
– Você é tão linda.- Ele disse enquanto nos deitávamos na cama e ele sobre mim.
Sorri.- Obrigada.
Voltamos a nos beijar e ele logo colocou a camisinha, e me penetrou.
****
Estava deitada ao lado dele.
– Você quer dormir aqui comigo?- Perguntei.
– Tem certeza que sua mãe não se incomoda?- Ele questionou.
– Claro que não.- Disse.
– Então eu fico.- Ele disse me abraçando.
Sorri.- Ótimo.- Dei um selinho nele.- Boa noite.
– Boa noite amor.- Ele falou.
Ele estava abraçado a mim e logo ambos pegamos no sono.
Fale com o autor