Doomed Forever
3 Minha
Notas iniciais
Capitulo by: Josi
Capítulo 3 — Minha.
Pov Klaus.
A maldição fora quebrada. Eu me sentia mais forte, agora que meu lado lobisomem fora despertado. Só havia um problema. Eu queria fazer outros híbridos como eu e por algum motivo que eu desconheço isso não está sendo possível.
Eu tinha feito o ritual. Matei um vampiro, um lobisomem e a doblegame da antiga Petrova... Elena. Contudo não consigo fazer nenhum hibrido como eu.
Greta... Ah Greta como eu queria que aquela maldita bruxa ainda estivesse viva. Ela certamente tinha feito algo de errado, mas graças a Damon ela estava morta. O jeito era procurar outra bruxa, para saber o que havia de errado.
E assim cheguei a Glória, uma bruxa com alguns anos de experiência e ela havia me dito que eu iria encontrar o que eu estava procurando em uma cidadezinha chamada Forks.
E aqui estou eu. Em uma cidade pequena. Eu odeio cidades pequenas. Seria impossível passar despercebido em uma cidade pequena onde todo mundo conhecia todo mundo. E agora aqui estou eu caminhando em direção a uma sala cheia de adolescentes humanos ansiosos para apreender com seu novo professor.
Eu.
Felizmente para mim um dos professores morava sozinho em uma casa agradável. Foi realmente simples faze-lo escrever uma carta à escola pedindo uma licença temporária, é claro que não seria temporária, a não ser que ele voltasse do além não vejo como será possível ele retornar a dar aula. Pensei ironicamente.
Eu só queria descobrir logo o que me levava ali, antes que eu pudesse sair dessa cidade miserável. Escuto o burburinho na sala de aula. Eu podia imaginar o assunto.
O sinal tocou um pouco antes de eu pisar dentro da sala de aula. Um perfume inebriante me dando boas vindas. Um cheiro de morangos e Fresia. Meus olhos percorreram rapidamente a sala, procurando de onde via tal fragrância requintada.
Quem era ela?
Tudo nela me encantava. Seus longos cabelos castanhos, sua pele de marfim e seus profundos olhos castanhos.
Ela era minha. Eu sentia uma força imperiosa de fazê-la minha. Empurrei tal sensação para o fundo de minha mente para uma análise posterior e me apresentei aos alunos. E passei a fazer a chamada para poder conhecer os seus nomes... mas só um nome me interessava.
Isabella Swan. Esse era seu nome.
Vez ou outra eu olhava em sua direção. Sua pele estava muito pálida... Seus olhos tinham sombras escuras em volta, o que sugeria que ela não estava dormindo bem, suas roupas estava folgado o que sugeria que ela também perderá peso... Ela estaria doente?
O sinal tocou rápido de mais. Eu não queria que ela partisse e acabei dizendo a primeira coisa que me veio à mente.
– Isabella
– Sim.
– Eu gostaria de ter umas palavrinhas com você depois das aulas. – eu vejo que meu pedido a confundi e entendo o motivo... Suas notas são muito boas. Mas meu desespero de mantê-la fala mais alto. – Eu... preciso discutir algumas notas suas. – eu complemento.
– Minhas notas? – ela pergunta surpresa.
– Não há nada a se preocupar. – eu digo para tranquiliza-la e assim dissipar sua ansiedade ou mesmo seu desconforto. — Nós vemos após as aulas acabarem.
Eu me sento, remexendo em alguns papéis para que ela não possa pergunta sobre isso. Eu não saberia o que responderia. Eu ri internamente. Eu, Klaus não sabia o que dizer a uma menina humana.
Felizmente ela deixou o assunto morrer e saiu da sala rapidamente. A próxima turma entrou e saiu e eu ainda tentava classificar o que eu sentia por essa garota humana.
Eu a queria... Isso era certo.
O tempo parecia se arrastar e finalmente acabou o horário das aulas.
Eu olhava a Janela, esperando ela chegar. Os alunos já tinham ido embora a sua maioria. Eu podia ouvir suas tagarelices no corredor, ou mesmo no estacionamento.
Uma leve batida na porta se fez ouvir e eu me voltei em sua direção.
Uma certeza se formou em minha mente.
Isabella era minha, mesmo que ela não estivesse ciente disso ainda.
Ela se aproximou hesitante, tropeçando-nos próprios pés em seu caminho até a minha mesa. Eu a peguei antes que ela chegasse ao chão. Eu pude sentir o calor de seu corpo infiltrar em meu corpo.
Ela praticamente saltou de meus braços para trás.
– Vampiro. – ela sussurrou. – Eu olhei surpresa para ela. Como ela poderia saber? — O que você quer? Está aqui para me matar? Victória te mandou? – ela disse com medo e raiva.
– Victória? Eu não conheço nenhuma Victória.
– Você vai me matar...então seja rápido. – ela diz tentando se fazer de corajosa, mas eu posso sentir o cheiro de seu medo. Então além dela conhecer sobre os vampiros, ela também tinha uma vampira que desejava a sua morte. Não se depender de mim.
– Pelo contrario meu amor, eu não quero mata-la... – falo tentando me aproximar.
– Não me chame assim... – ela da dois passos para trás.
Eu ignorei suas palavras e prosseguir.
– Mas eu quero algo... Além do mais matar seria tão simples e fácil e muito menos divertido. – Ela da meia volta para correr para a porta, no entanto eu a seguro contra meu corpo. Eu me curvo para baixo, enterrando meu nariz em seu pescoço aspirando profundamente seu perfume, sentindo seu estremecimento e as batidas de seu coração se acelerando, dando me prazer com tal reação. – Você cheira de forma requintada. Mmm... – Meus dedos começaram a trilhar para baixo de sua garganta, seguindo cada curva, com toques leves sobre sua pele de marfim. – Não precisa ter medo de mim..- eu sussurro retirando seu cabelo de seu ombro e pressionando um beijo em sua mandíbula definida seguido de outro beijo.
Ela pareceu engasgar. Tão inocente. Abaixei novamente na curva de seu pescoço, aspirando novamente à fragrância de sua pele delicada, tão cremosa e lisa.
Eu passei a beijar seu pescoço levemente. Ela vacilou em seu equilíbrio e para mantê-la firme em seu lugar eu envolvo meu braço pela sua cintura puxando ela contra meu corpo sem deixar de continuar a dar pequenos beijos em seu pescoço. Ela deixou escapar um pequeno gemido, no qual eu sorri contra a sua pele. Eu iria fazê-la minha. Eu a virei em meus braços de forma que ela ficasse de frente para mim, sem afrouxar o espaço quase nulo entre nós. Eu passei a língua pelo seu lábio inferior sem deixar de fita-la nem por um instante. Seus olhos estavam arregalados como uma corça diante de um farol.
– Seja minha. – eu meio pedi meio ordenei. Ela pareceu ficar chocada com minhas palavras e um tanto confusa. Ela abriu a boca, mas nenhum som se fez ouvir. Eu a beijei de forma vigorosa, não deixando espaço para hesitação. Ela não reagiu de imediato, mas sua falta de reação não me desmotivou, continuei a beijá-la e quando pensei que ela não reagiria, ela voltou a me beijar de volta, respondendo com a mesma intensidade que eu a beijava. Um rosnado de prazer se formou em meu peito. Minha mão alcançou sua perna e engatei em meu quadril, meu membro endurecido contra a sua feminilidade. Gemi em sua boca, amaldiçoando o fato dela estar vestida.
Quebrei o beijo. Ambos ofegantes da falta de oxigênio. Não que eu precisasse. Eu queria mais dela. Sem que ela voltasse a respirar normalmente eu passei a beijar sua mandíbula, seu rosto e para baixo de seu pescoço, chegando em seu peito.
– Tão linda... – sussurrei.
Minhas mãos percorria seu corpo, afagando, acariciando, tateando... como se memorizasse cada curva de seu corpo.
Voltei a beijar seus lábios com ferocidade abafando seus gemidos em minha boca. Ela coloca ambas as mãos em meu peito fazendo leve pressão. Eu não queria me afastar, mas tenho que fazê-lo ao ouvir passos em nossa direção.
Um dos professores entra para perguntar sobre meu primeiro dia e nisso uma Isabella ruborizada sai dizendo alguma desculpa para ir para casa.
Eu a vejo se afastar sem tentar impedir. Ela podia tentar fugir, mas ela seria minha. Palavra de Niklaus Miakelson.
Fale com o autor