Doomed Forever

5 Cara desconhecido.


Notas iniciais
Oi lindas! Eu queria agradecer a MihMalfoy por recomendar essa fic, sua indicação nos alegrou muito, esse capítulo é especialmente para você, viu?
Agora vamos a estória...

Pov Bella

Viajar e ir ficar com minha mãe parecia ter sido uma boa ideia a principio. Eu ficaria longe de Forks que me trazia tantas lembranças e também de certo vampiro que parecia determinado em me fazer sua.

Se isso ocorresse em outro tempo eu teria cogitado a possibilidade de me envolver, mas eu não seria mais uma distração para mais um vampiro. Uma vez já tinha sido o suficiente.

Klaus era muito sensual e bonito de mais para minha paz de espirito.

É teria sido uma boa ideia manter a distancia por um tempo. Ou talvez nem tanta assim.

No momento eu olhava minha mãe caminhando em minha direção com um garoto à tira colo. Eu gemi internamente. Eu conhecia bem aquele olhar e aquele sorriso.

Renée estava mais uma vez bancando o cupido. Eu sabia que ela tinha as melhores das intenções, mas é como dizem, de boas intenções...

– Filha este é Taylor Lion, o pai dele é um executivo muito importante para esta cidade. – Minha mãe fala com orgulho, me apresentando a um menino que aparentava uns 17 anos.

– Prazer, eu me chamo Bella.

– Prazer em conhecê-la. – Ele pega minha mãe e deposita um leve beijo

Minha mãe sempre me empurrando caras todos modernos e importantes, mas eu não gosto deles. A maioria deles é tão... Chata.

– Já sei! – Essa não, lá vem minha mãe com mais uma ideia maluca – Porque vocês dois não saem? Uma balada, talvez? Tem uma Boate nova a poucas quadras daqui. – ela pergunta toda esperançosa, no qual me vejo incapaz de negar-lhe qualquer coisa.

E aqui estou eu.

Lá dentro da boate luzes coloridas enfeitavam a pista de dança. A pista estava lotada, eu olhei para cima distraída.

Alguém chamou meu nome? Não tinha ninguém perto de mim.

Quem teria sussurrado meu nome naquele volume tão baixo? Foi só minha imaginação, pensei.

Olhei de volta para meu acompanhante tentando me concentrar no que ele dizia. Pela milionésima vez eu me perguntava, por que aceitei sair com ele? Ele nem era meu tipo.

Era um menino baixo, consumido pelo seu próprio eu, cheio de si mesmo. Desde que ele me pegará na casa de Renée ele não parava de falar, creio que a única coisa que eu disse a noite toda foi “Prazer, meu nome é Bella”, e sinceramente se eu pudesse voltar no tempo eu diria “Eu me chamo Bella”.

Nesse momento ele não parava de se gabar por causa de sua família e de seus pertences sem parar, eu estava cansada daquilo.

Outro sussurro me chamou a atenção e eu me virei em direção ao som.

Lá longe, muito longe para que pudesse ser a fonte de tal chamado um cara extraordinariamente bonito me fitava. Seu rosto era pálido, mas eu podia ver que suas feições eram bem definidas e quase perfeitas sob o emaranhado de cabelos pretos. Aquelas maças de rosto era o sonho de qualquer escultor e ele estava me encarando por cima da cabeça da menina com quem ele estava dançando.

Eu olhei para baixo rapidamente ao me dar conta de que estava encarando ele de volta, me esforçando para não olhá-lo novamente.

Eu ansiava por tocá-lo e isso me assustou profundamente.

Mais uma vez eu escuto meu nome sendo sussurrado e involuntariamente eu me volto em sua direção. Ele ainda me encara.

Sua beleza era desumana. Vampiro, minha mente sussurra, sua beleza era apenas parte da armadilha, uma que eu estava determinada em não cair.

Meu coração se acelera ao ver ele se desvencilhar da garota com quem dançava e caminhar em minha direção.

Meu acompanhante, no entanto está alheio a minha súbita agitação e continua a tagarelar, falando palavra em cima de palavra tentando despertar meu interesse enquanto o desconhecido continua seu percurso sem se abalar com as pessoas ao redor, seus olhos fixos no meu de forma que eu me sinto desconfortável cada vez mais com tamanha intensidade.

Ele para a minha frente com um sorrisinho que deveria ser considerado crime.

– Desculpe, está procurando alguma coisa? – O chato, digo, o meu acompanhante pergunta aborrecido por ser interrompido.

– Sim, eu procuro alguém. – ele diz com voz aveludada.

Eu mal consigo respirar. Ele está tão perto, apenas um passo de onde eu estou. Perto o bastante para me tocar. Eu podia sentir um leve odor de colônia e o couro de sua jaqueta. Seus olhos fixos nos meus, que por algum motivo eu me vejo incapaz de desviar meus olhos.

Sinto minha cabeça tombar para trás, meus lábios se separarem, eu podia sentir sua respiração bater em meu rosto.

Não! Bem a tempo, eu viro minha cabeça em outra direção. O que eu estou fazendo? Eu penso chocada. Eu estava preste a deixar um estranho completo me beijar.

Mas o pior não era isso. Por poucos minutos, aconteceu uma coisa inacreditável. Por poucos minutos eu se esquecera de Edward. Isso só tinha acontecido uma única vez antes, quando eu estava com Klaus, mas agora a imagem de Edward invadia minha mente trazendo toda dor de sua perda.

O cara desconhecido agora me olhava de forma estranha, com uma expressão que eu não compreendia. Era um misto de irritação, entendimento e outra coisa que eu não conseguia definir.

– Se está procurando alguém, acho melhor procurar em outro lugar. – eu digo ríspida.

– Talvez eu já tenha encontrado... Bella – sua voz era séria, sem vestígio de diversão.

Notas finais
Deixe-nos saber o que estão pensando. Quem será o cara misterioso? rsrsrsrsrs Uma dica: Ele é moreno, alto e tem um sarcasmo bem afiado, além de ser lindo. Não??? Bem ele se encontra na capa da fic e não estou falando do cara loiro. rsrsrsrsrsrs Beijos.