Don't forget
27 Carinho
Notas iniciais
P.O.V Ally
Bem, eu não estou muito bem, tipo eu estou bem gripada, eu não levanto da cama, e a febre demora para abaixar, eu fico no quarto, eu já assisti umas trezentas vezes Pitch Perfect e Clube dos Cinco. Estou bastante preocupada com meu bebê, mais me tranquilizo sabendo que o que eu posso fazer eu já fiz. Ontem a Trish me fez ir ao medico, eu tentei contraria-la mais não deu. Lá eles me deram alguns medicamentos injetáveis, mais que não agridem ao o bebê. Cheguei em casa na manhã seguinte, eu foi direto para o meu quarto.
Acho que eu estou meio que delirando ou sonhando, porque sei lá o Austin estava aqui, eu o olhei e parecia tão real ele deitou ao meu lado e eu me aconcheguei nos seus braços, e ele cantou pra mim e eu acabei adormecendo.
...
Eu acordei em cima de algo bem macio, mais ao mesmo tempo duro, esse cheiro... eu conheço esse cheiro, é do meu loirinho, mais como isso é possível... eu levantei para ver se era verdade, e ele estava realmente aqui...
– Austin?! – Eu disse e ele despertou assustado.
– Oi, você está se sentindo bem? Como está a Mia? – Ele pergunta e olho mesmo desentendida, o que eu perdi?
– Sim, eu estou bem, e a Mia também. Como encontrou agente? – Perguntei acariciando minha barriga.
– Mia pediu para sentir o meu toque, para ficar por perto, aprender a cumprir as promessas e não te deixar. Eu estava com saudades. – Ele falou também acariciando a minha barriga.
– Ela parece muito inteligente para quem que tem cinco meses de gestação. – Falei rindo.
– É, bastante. – Ele disse rindo. – Vem cá, eu sei do que você precisa. – Ele disse estendendo os braços e eu o encarei, mais eu não estava em condições de recusar, me aconcheguei novamente nos seus baraços e ele me abraçou e começou a fazer cafuné na minha cabeça. – Por que Mia? – Ele questionou depois de alguns segundos de silêncio.
– Uma vez eu sonhei com uma menininha, ela era sapeca, mais ao mesmo tempo doce, uma menina linda. E eu a chamava de Mia, então coloquei Mia. Não gostou? – Ela perguntou.
– Não, eu amei. É que... eu também sonhei com uma menina chamada Mia. E quando eu soube que a nossa filha se chamaria Mia, sei lá, fez sentindo. – Nossa, eu não fazia ideia disso. Eu ri um pouco. – Do que tá rindo?
– Você falou nossa filha...
– E...
– E que até agora eu só tinha chamado de minha filha, minha princesa, minha criança, meu bebê. Ai você chega e chama de nossa filha, você dividiu e eu foi egoísta. – Admiti.
– É, mais esta tudo bem, isso é instinto... isso é meio estranho, parece que ela sempre esteve aqui. – Ele falou, e eu tive que concordar.
– É, pareci que não existia vida antes dela.
– Ally, por favor não me deixa perder nada dela. Eu não quero me afastar.
– Então não se afaste, fica com agente, ela precisa de você e... e eu também. – Eu admiti novamente, ele começou a me olhar pra ver se o que eu tinha falado era verdade, eu sorri e ele sorriu também e me beijo com urgência, eu sentia falta do seu beijo. Em resposta Mia começou a chutar forte, parei o beijo, segurei a mão do Austin e a guiei até a minha barriga.
Ao sentir o chute da minha...opa! nossa pequena, o enorme sorriso se abriu no rosto do Austin, ele parecia uma criança descobrindo o mundo.
– Oi Mia! O papai está aqui! – Ele disse beijando a minha barriga.
Agora sim, minha família está completa...
(Autora: Se eu fosse ela eu não dizia isso tão cedo).
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