Don't forget
9 Austin, eu e... o que ele tá fazendo aqui?
Notas iniciais
P.O.V Ally.
A entrevista não foi nada do que eu esperava, eu pensava eu eles ia ficar me perguntando sobre o Austin, se eu conhecia ele, se eu era uma irmã distante dele, se eu sabia algo segredo dele, enfim, Austin, Austin e Austin. Mais não, eles só perguntaram uma vez. Eu até que gostei de falar de mim, e da minha carreira. Ele perguntaram quantas peças eu tinha feito, se eu já tinha viajado para atuar, 2 vezes, pra fazer duas peças. Quando eu disse que eu nunca sai da fazenda, eu quis dizer tipo de ir morar em outro lugar, mais viajar já. Até que foi legal. Fora que eu vou ter a chance de trabalhar na TV S. Que massa!
Depois que Austin foi embora, Trish veio aqui em casa, eu tive que contar tudo de novo sobre eu e Austin, eu já estou me cansando. Ela ficou meio zangada por eu nuca ter contado com para ela, mais depois ela descanou. Eu e ela juntamos as peças do quebra-cabeça e descobrimos que o Dez é o melhor amigo do Austin, tipo desde pequenos. Legal, né?!
Então quando eu fiz a entrevista, em momento nenhum eles falaram que ia aparecer em rede nacional. Se eu não tivesse sem sono, e não tivesse acordada na madrugada, eu não ia descobrir que eles botaram uma parte da minha entrevista pro Austin ver. Comecei a surta! E se o Austin não gostasse do que eu falasse, ou se ele ficasse zangando por que eu contei que ele foi criado em Crowley Corner. Ai que droga! E quando eu vi o loirinho com os olhos cheios de lágrimas, meu coração se partiu.
*
Acordei com o barulho irritante da minha campainha. Na verdade o susto foi tão grande que acabei caindo da cama.
– Ai! – Gritei pra mim mesma, me levantei toda desajeitada e foi abrir a porta. Foi inevitável o bocejo – Oi. – Disse ao ver o loiro.
– Oi, tudo bem? – Ele disse entrando com o sorriso.
– Sim, o que faz aqui tão cedo? – Perguntei fechando a porta.
– Cedo?! Ally são quase Dez horas. – Ele disse e no estante eu realmente desperto e o olho assustada.
– Serio?! Eu acho que eu dormir demais. – Falo sentando no sofá.
– Eu também acho, até me espantei quando você abriu a porta toda manhosa. Na fazenda era você que me acordava. – Ele disse sentando do meu lado, soltei um riso lembrando de como eu o acordava.
Flashback On
1
2
3
Fazia a contagem antes de jogar o balde de água no Austin, e num instante ele pulou da cama.
– Bom dia Panka! – Gritei e ele me olhou com raiva, ih ferrou! Sai correndo
– Volta aqui gravetoo! – Ele gritava lá traz, e eu continuei a correr sem parar.
Flashback Off.
Cai na gargalhada.
– Você ficava com muita raiva!
– É, eu tinha que acordar todo dia com um balde de água na minha cabeça – Ele disse rindo um pouco.
– Você ta triste? – Disse percebendo que hoje o meu loirinho estava menos sorridente.
– Sim, bem triste. Eu me lembrei da sua avó, e ela era bem legal, eu gostava muito dela, não acredito que ela se foi. – Ele disse colocando a cabeça entre as mãos.
– Ei, eu sei que onde ela estiver teria orgulho de você, de nós dois. – Disse beijando a sua cabeça e passando a mãos na sua costa.
– Ou ela pode está gritando para nós pararmos de correr, como ela sempre fazia. – Ficamos alguns minutos me silêncio, até que ele voltou a falar. – Ally, eu tomei uma decisão, eu preciso voltar pra fazenda. Eu tenho uma semana de folga, então eu vou aproveitar para visita-los. – Ele disse e um enorme sorriso apareceu em meu rosto.
– Que legal Austin, isso é muito bom. – Eu disse me levantando.
– Então você vai comigo? – ihh!
– Então, hoje é domingo, e amanhã é segunda, e eu vou começar a faculdade ou terminar, entenda como quiser. – Disse me virando para olha-lo.
– AI que sem graça, mais tudo bem se você não puder ir, é o jeito. – Ele disse fazendo bico.
– Oh Meu Deus o bebê vai ter que ir sozinho. – Disse fazendo carinho no rosto dele e ele riu entrando na brincadeira. E eu me virei novamente indo pra cozinha pra finalmente tomar água
– Pois he, ele nem vai poder levar a morena gata dele. – ele disse batendo na minha bunda. E eu virei pra ele.
– Sua é? – disse me aproximando dele.
– Minha. – Afirmou antes de me beijar, eu já estava me acostumando com o meu contado labial com o Austin.
As minhas mãos foram para o pescoço dele, e as deles envolta da minha cintura. O beijo estava muito bom, e cada vez se aprofundando, e quando eu percebi eu já estava em cima do meu balcão de mármore, só que ouvimos a campainha tocar e eu desci.
– Deixa que eu atendo! – Ele disse se direcionando pra porta, e eu foi tomar minha água.
– Oi Ally...você não é a Ally – eu ouvi lá da porta uma voz, e o que eu pensei foi “por que ele ta aqui?” e “péssimo dia pra eu dormir com esse pijama” (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=145679013&.locale=pt-br).
– Dallas...
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