Notas iniciais
Gente... sei que isso é muito nada a ver, mas... 77? Não eram 144 reviews? Estou pasma! Enfim, eu iria postar semana passada, mas não rolou! O capítulo não estava pronto. Enfim, outra vez, férias! Na verdade essa semana eu teria aula mas eu não vou. (VIDA LOKA!) Boa leitura! Se ficarem com algima dúvida eu tentatei esclarecer nos próximos últimos capítulos.

Na piscina...

– Como a Vivi tá, Bia? — perguntou Pata.

– Bem. — respondeu loira com certa indiferença. Estava irritada. Com Eduardo.

– Bem como? — perguntou Cris.

– No fim das contas, o Juca não terminou com ela. — disse Bia encarando Marian. A mesma deu língua.

– Viu só Marian! Enxeu a cabeça da Vivi com paranóia! — reclamou Cris. Marian saiu da piscina e encarou a menina, furiosa.

– Era uma possibilidade. Eu poderia estar certa. — disse a loira colocando o roupão.

– Mas não precisava falar daquele jeito. — disse Cris.

– Quer saber, Cris? F-O-D-A-S-E. — respondeu a loira saindo dali. A mesma seguiu até o andar superior. Esperara um tempo para ter certeza que não havia mais ninguém ali.

Entrara no quarto das garotas furiosa. Odiava ser provocada principalmente por uma das órfãs. Bateu a porta com força. Bufou.

– Que droga! — exclamou. Caminhou até a cama de Cristina e sorriu. — Ah, mas você vai me pagar... — abriu uma das gavetas do criado-mudo daquela cama. Sabia que Cris tinha um diário. E era exatamente o que queria. — Mas que menina trouxa! — pensou alto pegando o caderno. Este era rosa e decorado com alguns adesivos e fotos. E tinha um cadeado. — Como ela ainda escreve nisto?

Refletiu. Cris fora esperta ao colocar um cadeado, mas Marian era mais. A maioria das pessoas procuraria pela chave de baixo do travesseiro. Marian não. Conhecia Cris. Apesar de odiar a morena, sabia que ela não era tão burra.

Cris tinha uma daquelas "galáxias de potinho". Marian vira a morena colocar um objeto ali dentro uma vez. Suspirou. Virou a tampa e abriu o objeto. Se deparou com inúmeros colares e brincos. "Esperta!", pensou. Jogou as coisas em cima da cama e procurou pela chave. Nada.

Abriu as outras duas gavetas que restaram. Papéis, anotações, folhetos, exemplares das edições do jornal da escola. Nenhum sinal da chave. Procurou na maleta de maquiagem, nada também.

– Droga. — murmurou. Observou o lugar. Lembrou-se de quando tinha um diário. Ela guardava a chave no bolso ou no armário por debaixo das roupas. Levantou-se e foi até o guarda-roupas. Levantou a pilha de camisetas e calças da parte de Cris. E lá estava a chave.

Marian voltou a se sentar na cama.

– O que está fazendo er... Marian? — disse uma voz, até então desconhecida para a loira. A mesma levantou-se da cama assustada.

– Leticia? Não... Não é nada. Eu só tava er... — dizia, tentando se justificar. Leticia riu.

– Estava lendo o diário da... Cris? Que coisa feia. Não te ensinaram que é falta de educação mexer nas coisas dos outros? — debochou. Marian sentiu seu coração disparar no peito.

– Leticia você não...

– Eu não vou dizer isso a ninguém! — completou a morena antes da loira. — Acredite, pois eu não vou. Até achei engraçado o fato de você querer descobrir algum segredinho dessa garota já me surpreendeu. — Marian ficou estática. — Mas, seja lá o que essa menina tenha feito, não é motivo pra você usar um segredo contra ela. Bem, acho que um dia você poderá usar algo contra essa tal Cris.

Leticia deu as costas para Marian. Caminhava na direção da porta quando a loira agarrou-lhe o braço.

– Qual é a sua? — perguntou Marian. Leticia calou-se. — Responde! Qual é o seu jogo?

– A questão não é essa minha cara. A questão é o que está jogo! — respondeu a garota se soltando. — E neste caso é o seu papel de boa moça.

– Isso não faz sentido!

– Muitas coisas não fazem e agora que você percebe?

– Por que você não vai contar?

– Bem, se você quiser que eu conte, eu conto. Não terá problema algum.

– Você entendeu.

– Porque eu não quero ser sua inimiga.

– O quê?

– Exatamente. Podemos ser sócias, parceiras, aliadas. — propôs Leticia. Marian arregalou os olhos absorvendo as palavras. — Deixa eu adivinhar: Isso não faz sentido! — disse imitando a loira.

– Porque não faz! Você acabou de chegar. Como pode já mostrar as caras assim?

– Você não gosta desse povinho daqui. Eu também não. — respondeu a morena. Marian ficou estática e surpresa. — Você tem um tempo pra pensar. Adios pepita. — concluiu deixando o quarto. Enquanto Marian refletia sobre suas últimas palavras, Leticia seguiu até a sala. Encontrou Thiago, Binho e Neco conversando. Sentou-se no sofá e passou a assistir televisão.

Um pouco longe dali...

Faziam alguns minutos que Juca e Vivi sairam do orfanato. O moreno colocara uma venda nos olhos da namorada assim que entraram no táxi. A menina encontrava-se ansiosa para a última parte da surpresa de seu namorado.

– Chegamos. — disse o taxista. Juca entregou o dinheiro ao homem e agradeceu pela viagem. Saiu do carro e ajudou Vivi a fazer o mesmo. Estavam no Karaoke. Era segunda-feira e o lugar estava praticamente vazio. Os dois caminharam até uma mesa reservada.

– Preparada? — perguntou o moreno e a menina assentiu. Ele tirou a venda de seus olhos. Vivi ficou maravilhada com aquilo. A mesa fora decorada especialmente para os dois. Era um jantar à luz de velas.

– Meu Deus! Você é muito perfeito! — ela disse o abraçando.

– Que bom que gostou. Vamos nos sentar.- Juca puxou a cadeira para Vivi se sentar e, em seguida, fez o mesmo. Logo Angel, filha do proprietário do restaurante apareceu com o cardápio especial dos dois. Juca pediu um baguette recheado com cheddar e Vivi um croissant de presunto e queijo.

– Paris? — perguntou Vivi rindo.

– Non chéri! "Parrí". — respondeu Juca em "froncé". Vivi riu.

No Orfanato...

Teca e Dani conversavam entre si pelo celular. Trocavam mensagens uma para a outra enquanto verificavam suas redes sociais. As duas sentadas uma ao lado da outra. Tati, que procurava por Ana, passou ali pela cozinha. Encontrou as duas e decidiu perguntar se haviam visto a ruiva.

– Meninas, viram a Ana? — perguntou a garota de cabelos cacheados. Nenhuma das duas responderam. — Meninas! Meninas! — gritou. Nada. Puxou-lhes o celular e Teca e Dani a encararam incrédulas.

– Tati! — resmungou Dani.

– Dá pra me devolver o MEU celular! — pediu Teca dando ênfase em sua posse.

– Dá pra responder a minha pergunta? — rebateu Tati.

– Que pergunta? — perguntou Teca desentendida.

– Viram a Ana? — disse a morena outra vez.

– Ela passou aqui. Tava indo pra piscina. — disse Dani. Tati fez uma mesura e devolveu os celulares às garotas. Teca bufou e enviou uma mensagem à Dani.

"Dá pra acreditar? Quem ela pensa que é????? Tá querendo pegar o meu tesouro???"

Dani assentiu.

No hospital...

Uma mulher jovem de aparência serena entrara no quarto de Mosca. O garoto dormia tranquilamente por efeito dos remédios que vinha tomando.

A moça de mechas loiras se aproximou da cama. Tomou a mão do moreno. Sentiu uma boa vibração. Fechou os olhos. Após algum tempo os abriu novamente mas não conseguia ver nada em sua frente. Imagens se passaram por sua cabeça e bloquearam sua visão instantaneamente.

" Havia uma garota morena. Um menino, que ela já sabia que se tratava de Mosca. Uma loira se aproximara. Seu cabelo era curto e batia nos ombros. Estavam num jardim. A loira gritou. Saiu chorando. Mosca beijou a morena."

A mulher voltou para a realidade. Seu coração disparara. Ela acabara de ter uma visão com aquele garoto. Uma visão que não fazia sentido. Soltou-lhe a mão. Respirou fundo. Agachou-se ao lado da cama.

– Faça uma boa escolha. — sussurrou no ouvido do menino e saiu.

No Orfanato...

Samuca estudava um novo experimento em seu laboratório. Era um projeto para a feira de ciências da escola, que se aproximava. Thiago e Binho entraram na sala, assustando o gênio.

– E aê, Samuca! — exclamou Thiago.

– O que vocês querem? — disse Samuca sério.

– Relaxa... — pediu Thiago. — Eu e o Binho queremos saber se você ainda tem aquele seu detector de paixões. — Samuca hesitou. — Só tem que ser menor, tipo, mais fácil de disfarçar.

– Pra quê vocês querem? — perguntou. Binho e Thiago se encararam.

– Pra um... projeto de escola! — mentiu Binho.

– E por que vocês mesmos não o fazem? — disse o mais velho. Thiago gelou.

– É que a professora quer só uma redação explicando como funciona. — disse Binho. O amiho ao lado agradeceu por ter o garoto ao seu lado.

– Okay... — Samuca parecia não se convencer com a resposta, mas a aceitou.

– Você tem ele? — perguntou Thiago. — Digo, o detector de paixões?

– Aham. Mas eu vou tentar fazer um menor. Quando estiver pronto eu aviso vocês. — o garoto virou-se de frente para os dois. — Qual é o prazo?

– Que prazo? — perguntaram os outros dois, confusos.

– Pra vocês entregarem o trabalho.

– Sexta. — respondeu Thiago.

– Tá. — concluiu Samuca. — Já podem ir.

– Valeu, Samuca! — agradeceu Thiago. Os dois menores deixaram a sala.

– O que esses dois vão aprontar? — pensou Samuca.

***

Bia saíra da piscina. Ia na direção do quarto das meninas. Estava no limite de sua paciência. Passou pela sala. Viu Leticia sentada no sofá e a encarou incrédula.

Subiu as escadas, ainda mais nervosa. E indignada. As cenas dos últimos momentos passaram pela sua cabeça. Entrou no quarto. Colocou uma blusa preta, jaqueta, calça jeans e um par de coturnos pretos. Secou o cabelo e o prendeu em um rabo-de-cavalo. Os fios menores de sua franja falsa caíram em seu rosto. Passou rímel e lápis de olho.

Desceu. Pegou o iPhone na mesinha de centro da sala. Encarou Leticia mais uma vez. A morena fez o mesmo. Incrédulas.

Beatriz saiu do Orfanato. Bateu a porta da frente com força e, o portão, mais ainda. Andou. Talve sem rumo. Já sabia para onde iria.

Após alguns poucos minutos andando, chegou ao seu destino. A praça. Caminhou para perto do lago e se sentou no chão. Ligou o celular. Foi até as músicas e selecionou Rolling In The Deep, da Adele. Colocou-o na grama ao seu lado. Pegou uma pedrinha e a atirou na água.

– Até parece que eu tenho ciumes do Eduardo. Haha. — disse atirando outra. E outra em seguida. Ela estava furiosa.

Continua...

Notas finais
O que acharam, meu povo? Legal, né! Haha Vamos as dúvidas! Uma Garota Angelical: Não monha cara! Todos os personagens que vocês, leitores, me enviara estarão na fic, porém, terei que ser má em alguns casos: se o criador não comentar, sumir ou ser abduzido por ETs, acontecerá o mesmo com o personagem (AAdoro a Abbey♥) Novo nome da Fic: - Don't Stop to Dream - Don't Stop to Love - Don't Stop to Believe - Don't Stop to Smile Escolham.... XOXO