Don't Stop Believin' [Temporada 2]
4 Desabafos
Notas iniciais
Kurt vai até Rachel na sala do coral pedir desculpas pelos seus recentes comentários.
— Não preciso que você me repreenda. Eu sei que estraguei tudo. Eu quebrei a regra fundamental de ensinar. Leve seus problemas para casa ou pelo menos verifique sua bagagem
— Não se preocupe,todos passamos por isso.
— Términos envenena o cérebro. então estou procurando o controle no lugar errado. Desculpa passei dos limites.
— Você não estava. Você estava certo. Jane e Mason vieram falar comigo hoje de manhã. Eu preciso de você, Kurt, como meu codiretor. Eu preciso de você aqui para me manter honesta. Eu acho, porque nos somos tão próximos, nos esquecemos as vezes que nos temos diferente visões da vida, mas que ambas trabalham juntas.
— Eles realmente disseram isso sobre mim? Que eu ajudei eles?
— É uma sensação boa, não é?
— Caramba, nós somos professores.
— Acho que com nos dois formamos um ótimo professor, então o que me diz? Faremos isso juntos? Fazendo a diferença. Fechado?
Sam entra correndo na sala da Sue.
— O que houve? Disseram que eram urgente?
— Sim. Treinadora Beiste me pediu para chamar você. Sente-se. Shannon, prossiga.
— Você deve ter notado... Que eu tenho agido um pouco estranho ultimamente...
— Sim.
— Tendo um tanto de dias pessoais e outras coisas. Bem, a verdade é que... Tenho visto alguns médicos.
— Ok, isto está demorando muito. O que a treinadora Beste está tentando dizer é que ela tem câncer.
— Você tem câncer?! — Sam
— Não, eu não.
— O quê? — Sue
— Espere. Então, você não... Você não tem câncer? — Sam
— Não, eu disse a Sue, mas era mentira.
— O quê? Espere. O quê? — Sue
— O que está acontecendo? — Sam
— Isso é uma ultraje. Você não mentiu sobre estar com câncer pelo menos você esta tentando fazer algo justo ou explicar um particularmente corte de cabelo ruim.
— Isso explica tudo. — Entrega uma carta para Sue. — É uma carta do meu psicólogo, Dr.Shane.
— "Declaro que a paciente Shannon Beiste prenche todos os critérios necessários para um diagnostico de disfunção de gênero DSM-5, código 302.85." Santa mãe de Deus.
— Espera, eu não... Eu não... Isso, o que é isso, disfunção de..? O quê é? — Sam
— Bem, docinho é onde seu ser exterior não condiz com seu ser interior. Esta carta é meu primeiro passo, para me transformar legalmente, de uma mulher para um homem. — Beiste
— Se pensar um pouco, não será muito diferente. — Sue
— Eu não entendo então você é tipo uma lésbica? — Sam
— Não se trata de quem quero ir pra cama. é sobre como eu quero ir pra cama. Sempre fui atraída por homens e dizem que isso não vai mudar.
— Então você vai... Você vai ser um homem gay?
— Achei que não havia mais uma forma diferente de se assumir. — Sue
— Eu estou confuso. Isso não faz sentido. — Sam
— Filho sei que isso pode ser repentino pra você, mas não é para mim.
— Há quanto tempo se sente assim?
— Eu me senti assim por toda a minha vida. Enquanto eu crescia, eu estava muito confusa. Eu achei que fosse "bofinho", então pratiquei esportes, me tornei técnica, fiz rinha de porco no meu tempo livre. Não importava o que eu fizesse, eu não me sentia a vontade na minha própria pele. Nunca senti que me corpo se encaixava com meu interior. Eu não odeio ser uma mulher e não me arrependo das coisas que vivi, pois elas me fizeram a pessoa que sou hoje. Uma pessoa forte o suficiente para passar por essa transição, preciso disso para encontrar minha paz. Preciso alinhar meu corpo com a forma com qual enxergo. Preciso que assuma a minha posição de treinadora quando eu começar os procedimentos semana que vem. Removerei meus seios em cirurgia semana que vem e então começarei a tomar testosterona.
— Ok, vou ter que te interromper. Me poupe dos detalhes da fabricação do seu salame. Só quero que saiba que se escolher retornar a essa escola, seu trabalho estará esperando. Te cobrimos até lá.
Os três se abraçam
— Obrigada, eu amo muito vocês.
Beck e Darrel estão em uma lanchonete.
Aqui está... Um milkshake de morango e dois canudos. — Garçonete
— Obrigado. — Darrel
— Os milk-shakedo Bob's são mais gostosos.
— Bem, nós não estamos autorizados a voltar pro Bob's, lembra?
— A garçonete foi rude.
— Eles devem ser assim. É algo deles. Você não pode simplesmente bater nas pessoas, Becky.
— Escute, Darrel. É realmente ótimo tê-lo aqui, mas eu não tenho sido completamente honesta com você, e isso está me comendo por dentro.
— O que foi?
— Primeiro de tudo, eu tenho síndrome de Down.
— Sim, eu sei.
— Bom. u também tenho que lhe dizer que Eu realmente não era a presidente daqueles clubes do ensino médio. E eu não sei cantar.
— Você sabe, eu meio que suspeitava que eu estava exagerando um pouco quando você disse que era o quinto membro de 98 Degress, eu só precisei procurar no Google.
— Eu não deveria ter mentido para você. Eu queria impressioná-lo.
— Becky, você não tem que me impressionar. Eu já gosto de você, e eu irei continuar gostando mesmo se você for o mais confiável conselheiro da Angela Merkel ou não. As pessoas acham estranho que eu goste de você por qualquer razão. Vai ter uma grande quantidade de pressão externa sobre nós. Temos que saber que, não importa o quê, estaremos aqui uns pelos outros.
— Só vai demorar um tempo para se acostumar com um cara me protegendo.
— Bem, se acostume com isso, Becky. Porque eu te protegerei.
— Isso soa como um plano. Esse milk shake é horrivel.
Becky joga o milk-shake no chão.
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