Dont Look Back In Anger.
2 O último sopro de vida.
Notas iniciais
Bom...Esse é o primeiro capítulo. Ele é mais uma apresentação da vida do Justin e dos sentimentos guardados dele.
Ah e só pra não restar dúvidas...Ele não é Gay e nem Emo kkk.
Ah é só isso...Vou parar de encher o saco.
Boa leitura!
http://www.youtube.com/watch?v=gS60wIyF7Hg
Morrer é algo que já está na minha rotina. Não morrer, mas ver os outros morrerem. O último sopro de vida parece tão simples como um bom dia ou um boa noite.
Já não sinto mais medo de nada. O que me aflingia já não importa mais. Já não sou o que eu era antes. E não me orgulho muito do meu novo eu.
Aposto que se meus pais ainda estivessem vivos não iriam olhar mais nos meus olhos. Iriam dizer que eu era um monstro, um ser sem príncipios ou valores.
Mas mesmo assim estariam certos, pois é assim ,dessa forma tão sombria e obscura que sou.
1 de março, Ontário, Canadá.
18 anos. Uma idade tão importante para a maioria dos adolescentes de hoje. Ser idependente...e blábláblá.
Toda essa baboseira não faz nenhum sentido pra mim. Desde os meus quatorze anos já sabia fazer tudo sozinho sem ninguém para me ajudar. Sem um braço amigo. Ou qualquer coisa do tipo.
Aprendi como matar, roubar...Não tem ninguem mais experiente do que eu aqui em Ontário. Posso até dizer que sou um tipo de chefe.
Os meus amigos se orgulham de mim. E quando ouço eles dizendo isso tenho vontade de rir. Como se um assasino fosse digno de orgulho.
– Justin! Justin!JUSTIN!!!
Os berros constantes me tiraram de meus pensamentos. Chaz me encarava com o olhar preocupado.
– Cara já tô te chamando a um tempão. Qual é o seu problema? — Disse ele enquanto se sentava ao meu lado.
O que eu poderia dizer? ''Ah Chaz hoje é meu aniversário e eu sinto falta dos meus pais'' ou '' Não quero ser mais isso que vocês chamam ser um chefe. — Não é nada...Eu só quero ficar sozinho. — Não iria conseguir dizer a verdade á ele. Eu era covarde demais para isso...
Chaz ainda estava sentado ao meu lado. Não suportava vê-lo me encarando daquela forma preocupada. — Dude, você sabe que pode contar comigo.
Olhei para o chão. E depois olhei para Chaz novamente. Engoli em seco. E quando dei por mim já estava chorando.
– Hojé é meu aniversário...- sussurrei com as mãos no rosto.
[...]
7 de março, Londres, Inglaterra.
Seus olhos estavam cheios d' água. Pedindo clemência...Algo que eu não poderia dar.
–Por favor eu-
Não deixei que ela terminasse.
Até que ouvi seu ultimo sopro de vida.
To be continued...
Notas finais
Ahhh eu mereço Reviews? Recomendações??
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